Título do Artigo
EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA
Autores
Geovani José Gonçalves
Alexsandro Olindino Antunes da Silva
Carlos Monteiro da Silva Junior
Área Temática: Juventudes e seus territórios (urbanidades e ruralidades)
Audio TranscriptAuto-generated
Olá, meu nome Geovane Gonçalves e juntamente com os professores
Carlos e Alessandro, Agradecemos aos organizadores do Simpósio sobre a
juventude pela oportunidade que nosé oferecida de compartilhar a
experiência Iniciada numa escola da zona rural de Petrolina.
A Escola Manoel Messias Barbosa, com o projeto Educação Viária
é vital.
Durante o ano de dois mil e dezoito, o projeto
vem sendo desenvolvido desde o ano de dois mil e
dezessete. No ano de dois mil dezoito nós resolvemos escrever
alguma coisa sobre essa temática, o título do nosso artigo
Educação para o trânsito.
Na experiência em sala de aula.
A pergunta que gerou todo o processo foi decorrente de
uma de uma oficina.
Na oficina que fizemos com professores, estudantes a pergunta a
palavra recorrente era a palavra conscientização.
Compreendemos, então que uma ação básica necessária para o processo
de diminuição dos riscos no trânsito seria a conscientização de
todos os estudantes compreenderam isso.
Deixaram isso, claro, também a pergunta geradora e como trabalhar
a temática da educação para o trânsito na escola, visando
a uma experiência de conscientização.
Essa foi a nossa busca conscientizar os estudantes.
Para ele, a diminuição dos riscos no trânsito nãoé
difícil Aliás,é fácil justificar a discussão dessa temática, considerando
queé uma temática transversal e estas possibilitam a contextualização
de conteúdos trabalhados na escola.
Nós não, não são dois processos separados o trabalho com
os conteúdos e com os temas transversais.
É possível trabalhar conteúdos de matemática e língua portuguesa, considerando
a temática educação viária, da educação para o trânsito.
E também isso em decorrência, infelizmente, dos altos índices de
acidentes no trânsito e de considerar que as pesquisas mostram
que quem sofre mais com esses acidentes são jovens e
crianças, e pessoas que pilotam automóveis pequenos, que pilotou bicicleta,
motocicletas e pensando nessas questões, pensando na questão da mobilidade
não existem.
Pesquisas que mostram que as periferias são, sofrem com a
falta de políticas de mobilidade e essas periferias que são
habitadas por pessoas negras e pessoas pobres pensando nessas questões,
em outras os países se uniram para construir uma agenda
dois mil e trinta para a sustentabilidade, para o desenvolvimento
sustentável. Dentre as questões colocadas está a formação das crianças
e dos jovens, Na outra questão importante a ser destacado
é que a procura pela legislação brasileira, o Código Brasileiro
de Trânsito coloca como um direitoà formação para a
educação, para o trânsito.
Tudo isso justifica a importância desse debate dessa discussão para
a academia.
Para a escola.
Algumas palavras chaves são importantes de serem discutidas.
Elas estão mais detalhadas no artigo no texto do artigo.
A primeira delasé a palavra a cidade se das
cidades compreendida sobre dois aspectos o aspecto simbólico da construção
da memória e também o aspecto material das relações, do
sujeito, das suas interações, não só com as outras pessoas,
mas com o próprio meio, considerando o meio ambiente, a
natureza e a importância do cuidado que as pessoas da
cidade precisam ter.
A cidade precisa de desenvolvimento, mas esse desenvolvimento não pode
vir a partir da destruição do meio ambiente.
Outra palavraé juventude A questão da juventude considerada a
partir das juventudes, considerada a partir de seu perfil histórico
de um caráter histórico e social,é uma categoria social
histórica e por isso precisa ser pensado em suas especificidades.
A juventude nãoé apenas uma fase passageira, a vida
do ser humano, mas era uma fase significativo.
Aumento significativo que possui características específicas, como criatividade, como grande
cidade, elementos que precisam ser aproveitados, juntamente com autonomia para
que os estudantes participem da constituição de novas ideias sobre
como melhorar a vida na cidade.
Como melhorar as políticas públicas?
É a mobilidade, a questão da mobilidade, muito importante de
ser trabalhada.
Nãoé uma discussão nova também.
É uma discussão que já vem há algum tempo, mas
ela tem alguns conteúdos diferentes agora, por conta das novas
tecnologias, as diferenças que hoje nós temos no deslocamento de
mercadorias, de pessoas, de ideias e a importância que a
escola tem de colocar isso para demais, também para que
os estudantes pensem essas novas tecnologias e novas possibilidades também
de mobilidade e debater a própria mobilidade da vida deles
cotidiana, dos problemas que são enfrentados por eles também, como
isso poderia ser resolvido de maneira mais prática?
Dois Além duas palavras são muito importantes no nosso trabalho.
Também são instrumentais e teóricos que a palavra experiência e
a palavra nos temos.
Experiência e conscientização para da experiênciaé trabalhada.
De onde vem o financista norte americano do século dezoito
dezanove e que luta pela democracia social e por uma
escola mais democrática?
O mesmo trabalho desenvolvido pelo nosso educador Paulo Freire.
A experiência para Dilmaé um processo complexo que necessita
da mobilização do sujeito em sua completude, ou seja, seus
sentimentos, sua afetividade, sua intelectualidade e sua ação.
Essa experiência se dá no cotidiano, na vida eé
uma experiência como qualquer outra que acontece na natureza.
As experiências educativas às experiências intelectuais, como Dubai do processo
de conscientização, são experiências como as que acontecem nas plantas
em outros processos.
O diferencialé justamente ter essa consciência compreender essa conseguisse,
compreender esse processo e utilizar esse essa aprendizagem em outras
circunstâncias, a conscientização A noção de conscientização trazida por Paulo
Freireé importante e dialoga com essa ideia da experiência,
porque no processo participativo que os na ação que o
sujeito toma consciência, compreende o seu lugar na história, no
mundo, na cidade e a possibilidade de transformar essa cidade
de melhorar as condições de vida.
Nem o próprio Paulo Freire disse que a educação não
transforma a cidade, não transforma a vida, mas ela transforma
pessoas para que essas pessoas transformem.
A realidade transforma em termos metodológicos.
Buscamos uma metodologia que dialogasse com essa ideia de experiência
e de conscientização e com os termos que nós empregamos
que nós utilizamos aqui, que debatemos que ajuda a juventude
da cidade da mobilidade.
Uma metodologia que considere o próprio processo em sua movimentação
e a pesquisa coletiva para costurar um vara do Prado.
Essa proposta que nos ajudou a construir os nossos dados,
Um dos elementos da pesquisa coletivaé a construção de
dados pelos próprios sujeitos os sujeitos, os professores, os estudantes.
Eles não são objetos da pesquisa na pesquisa coletiva, eles
são considerados sujeitos desse processo da investigação.
Outros dois elementos que foram muito importantes também da pesquisa
pensar a pesquisa como o processo de formação e quando
o sujeito se forma de pesquisa, enquanto ele pesquisa se
forma por meio de oficinas, nós desenvolvemos algumas oficinas e
nestas oficinas foi possível construir os dados da investigação.
E a outra questão importanteé a questão da participação
equitativa. Consideramos a participação, não por uma presença física apenas
porque o processo poderia ter se desenvolvido a distância também.
Mas essa participação ativa de expectativa também, que todos tivessem
voz, todos pudessem opinar.
A culminância do projeto na escola foi uma feira do
conhecimento em que os estudantes expuseram os resultados de sua
pesquisa em salas temáticas sobre mobilidade sobre uma cidade em
miniatura, onde eles discutiam as questões relevantes e que tinham
a relação que tem uma relação com a vida cotidiana
deles e que pensa a partir dos conhecimentos que são
construídos pelos as pessoas, na academia, na sociedade.
Eles trazem esses conhecimentos e saberes para dentro da escola
para fazer um confronto com a vida, disse.
Issoé que nós compreendemos que considera a escola com
uma continuidade da vida, nós concluímos a nossa nossa apresentação,
reafirmando a importância de pensar a cidade e a escola
complementares. Elas estão ali, elas diálogo eé preciso formar
um sujeito para viver uma vida melhor nessa cidade, inclusive
cuidando de suas interações não só com as outras pessoas,
mas com o próprio meio ambiente, valorizando as diferenças e
também a questão da dignidade, do respeito e do cuidado,
as pessoas.
Agradecemos mais uma vez aos organizadores do simpósio e também
a vocês que nos escutam um grande abraço assumiu, está