EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA

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by Geovani Gonçalves1 view·Updated Sep 23, 2020

Título do Artigo EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO: UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA Autores Geovani José Gonçalves Alexsandro Olindino Antunes da Silva Carlos Monteiro da Silva Junior Área Temática: Juventudes e seus territórios (urbanidades e ruralidades)

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  1. Olá, meu nome Geovane Gonçalves e juntamente com os professores
  2. Carlos e Alessandro, Agradecemos aos organizadores do Simpósio sobre a
  3. juventude pela oportunidade que nosé oferecida de compartilhar a
  4. experiência Iniciada numa escola da zona rural de Petrolina.
  5. A Escola Manoel Messias Barbosa, com o projeto Educação Viária
  6. é vital.
  7. Durante o ano de dois mil e dezoito, o projeto
  8. vem sendo desenvolvido desde o ano de dois mil e
  9. dezessete. No ano de dois mil dezoito nós resolvemos escrever
  10. alguma coisa sobre essa temática, o título do nosso artigo
  11. Educação para o trânsito.
  12. Na experiência em sala de aula.
  13. A pergunta que gerou todo o processo foi decorrente de
  14. uma de uma oficina.
  15. Na oficina que fizemos com professores, estudantes a pergunta a
  16. palavra recorrente era a palavra conscientização.
  17. Compreendemos, então que uma ação básica necessária para o processo
  18. de diminuição dos riscos no trânsito seria a conscientização de
  19. todos os estudantes compreenderam isso.
  20. Deixaram isso, claro, também a pergunta geradora e como trabalhar
  21. a temática da educação para o trânsito na escola, visando
  22. a uma experiência de conscientização.
  23. Essa foi a nossa busca conscientizar os estudantes.
  24. Para ele, a diminuição dos riscos no trânsito nãoé
  25. difícil Aliás,é fácil justificar a discussão dessa temática, considerando
  26. queé uma temática transversal e estas possibilitam a contextualização
  27. de conteúdos trabalhados na escola.
  28. Nós não, não são dois processos separados o trabalho com
  29. os conteúdos e com os temas transversais.
  30. É possível trabalhar conteúdos de matemática e língua portuguesa, considerando
  31. a temática educação viária, da educação para o trânsito.
  32. E também isso em decorrência, infelizmente, dos altos índices de
  33. acidentes no trânsito e de considerar que as pesquisas mostram
  34. que quem sofre mais com esses acidentes são jovens e
  35. crianças, e pessoas que pilotam automóveis pequenos, que pilotou bicicleta,
  36. motocicletas e pensando nessas questões, pensando na questão da mobilidade
  37. não existem.
  38. Pesquisas que mostram que as periferias são, sofrem com a
  39. falta de políticas de mobilidade e essas periferias que são
  40. habitadas por pessoas negras e pessoas pobres pensando nessas questões,
  41. em outras os países se uniram para construir uma agenda
  42. dois mil e trinta para a sustentabilidade, para o desenvolvimento
  43. sustentável. Dentre as questões colocadas está a formação das crianças
  44. e dos jovens, Na outra questão importante a ser destacado
  45. é que a procura pela legislação brasileira, o Código Brasileiro
  46. de Trânsito coloca como um direitoà formação para a
  47. educação, para o trânsito.
  48. Tudo isso justifica a importância desse debate dessa discussão para
  49. a academia.
  50. Para a escola.
  51. Algumas palavras chaves são importantes de serem discutidas.
  52. Elas estão mais detalhadas no artigo no texto do artigo.
  53. A primeira delasé a palavra a cidade se das
  54. cidades compreendida sobre dois aspectos o aspecto simbólico da construção
  55. da memória e também o aspecto material das relações, do
  56. sujeito, das suas interações, não só com as outras pessoas,
  57. mas com o próprio meio, considerando o meio ambiente, a
  58. natureza e a importância do cuidado que as pessoas da
  59. cidade precisam ter.
  60. A cidade precisa de desenvolvimento, mas esse desenvolvimento não pode
  61. vir a partir da destruição do meio ambiente.
  62. Outra palavraé juventude A questão da juventude considerada a
  63. partir das juventudes, considerada a partir de seu perfil histórico
  64. de um caráter histórico e social,é uma categoria social
  65. histórica e por isso precisa ser pensado em suas especificidades.
  66. A juventude nãoé apenas uma fase passageira, a vida
  67. do ser humano, mas era uma fase significativo.
  68. Aumento significativo que possui características específicas, como criatividade, como grande
  69. cidade, elementos que precisam ser aproveitados, juntamente com autonomia para
  70. que os estudantes participem da constituição de novas ideias sobre
  71. como melhorar a vida na cidade.
  72. Como melhorar as políticas públicas?
  73. É a mobilidade, a questão da mobilidade, muito importante de
  74. ser trabalhada.
  75. Nãoé uma discussão nova também.
  76. É uma discussão que já vem há algum tempo, mas
  77. ela tem alguns conteúdos diferentes agora, por conta das novas
  78. tecnologias, as diferenças que hoje nós temos no deslocamento de
  79. mercadorias, de pessoas, de ideias e a importância que a
  80. escola tem de colocar isso para demais, também para que
  81. os estudantes pensem essas novas tecnologias e novas possibilidades também
  82. de mobilidade e debater a própria mobilidade da vida deles
  83. cotidiana, dos problemas que são enfrentados por eles também, como
  84. isso poderia ser resolvido de maneira mais prática?
  85. Dois Além duas palavras são muito importantes no nosso trabalho.
  86. Também são instrumentais e teóricos que a palavra experiência e
  87. a palavra nos temos.
  88. Experiência e conscientização para da experiênciaé trabalhada.
  89. De onde vem o financista norte americano do século dezoito
  90. dezanove e que luta pela democracia social e por uma
  91. escola mais democrática?
  92. O mesmo trabalho desenvolvido pelo nosso educador Paulo Freire.
  93. A experiência para Dilmaé um processo complexo que necessita
  94. da mobilização do sujeito em sua completude, ou seja, seus
  95. sentimentos, sua afetividade, sua intelectualidade e sua ação.
  96. Essa experiência se dá no cotidiano, na vida eé
  97. uma experiência como qualquer outra que acontece na natureza.
  98. As experiências educativas às experiências intelectuais, como Dubai do processo
  99. de conscientização, são experiências como as que acontecem nas plantas
  100. em outros processos.
  101. O diferencialé justamente ter essa consciência compreender essa conseguisse,
  102. compreender esse processo e utilizar esse essa aprendizagem em outras
  103. circunstâncias, a conscientização A noção de conscientização trazida por Paulo
  104. Freireé importante e dialoga com essa ideia da experiência,
  105. porque no processo participativo que os na ação que o
  106. sujeito toma consciência, compreende o seu lugar na história, no
  107. mundo, na cidade e a possibilidade de transformar essa cidade
  108. de melhorar as condições de vida.
  109. Nem o próprio Paulo Freire disse que a educação não
  110. transforma a cidade, não transforma a vida, mas ela transforma
  111. pessoas para que essas pessoas transformem.
  112. A realidade transforma em termos metodológicos.
  113. Buscamos uma metodologia que dialogasse com essa ideia de experiência
  114. e de conscientização e com os termos que nós empregamos
  115. que nós utilizamos aqui, que debatemos que ajuda a juventude
  116. da cidade da mobilidade.
  117. Uma metodologia que considere o próprio processo em sua movimentação
  118. e a pesquisa coletiva para costurar um vara do Prado.
  119. Essa proposta que nos ajudou a construir os nossos dados,
  120. Um dos elementos da pesquisa coletivaé a construção de
  121. dados pelos próprios sujeitos os sujeitos, os professores, os estudantes.
  122. Eles não são objetos da pesquisa na pesquisa coletiva, eles
  123. são considerados sujeitos desse processo da investigação.
  124. Outros dois elementos que foram muito importantes também da pesquisa
  125. pensar a pesquisa como o processo de formação e quando
  126. o sujeito se forma de pesquisa, enquanto ele pesquisa se
  127. forma por meio de oficinas, nós desenvolvemos algumas oficinas e
  128. nestas oficinas foi possível construir os dados da investigação.
  129. E a outra questão importanteé a questão da participação
  130. equitativa. Consideramos a participação, não por uma presença física apenas
  131. porque o processo poderia ter se desenvolvido a distância também.
  132. Mas essa participação ativa de expectativa também, que todos tivessem
  133. voz, todos pudessem opinar.
  134. A culminância do projeto na escola foi uma feira do
  135. conhecimento em que os estudantes expuseram os resultados de sua
  136. pesquisa em salas temáticas sobre mobilidade sobre uma cidade em
  137. miniatura, onde eles discutiam as questões relevantes e que tinham
  138. a relação que tem uma relação com a vida cotidiana
  139. deles e que pensa a partir dos conhecimentos que são
  140. construídos pelos as pessoas, na academia, na sociedade.
  141. Eles trazem esses conhecimentos e saberes para dentro da escola
  142. para fazer um confronto com a vida, disse.
  143. Issoé que nós compreendemos que considera a escola com
  144. uma continuidade da vida, nós concluímos a nossa nossa apresentação,
  145. reafirmando a importância de pensar a cidade e a escola
  146. complementares. Elas estão ali, elas diálogo eé preciso formar
  147. um sujeito para viver uma vida melhor nessa cidade, inclusive
  148. cuidando de suas interações não só com as outras pessoas,
  149. mas com o próprio meio ambiente, valorizando as diferenças e
  150. também a questão da dignidade, do respeito e do cuidado,
  151. as pessoas.
  152. Agradecemos mais uma vez aos organizadores do simpósio e também
  153. a vocês que nos escutam um grande abraço assumiu, está
  154. aqui para quem quiser tirar uma