Cópia de dd

LB
by Luiz Felipe Biuk0 views·Updated Sep 15, 2021

Chapters

Audio TranscriptAuto-generated

  1. Olá, meu nome Luiz e hoje estaria falando para vocês
  2. São uma das sensações mais marcantes que podemos sentir o
  3. nosso corpo.
  4. Então estarei apresentando para vocês alguns esquemas para explicar um
  5. pouco melhor sobre como ela funciona como ela propagada e
  6. transmitida e processada pelo nosso organismo.
  7. Bom para começar o que seria a dor.
  8. A doré uma sensação para esse sensorial do nosso
  9. corpo relacionados ao sentido do nosso corpo.
  10. Elaé desagradável, está relacionada aos diversos danos que podem
  11. ocorrer nos diferentes tecidos do organismo.
  12. Mas afinal, qual a finalidade de ditador?
  13. Por mais incômoda que ela seja?
  14. Ela postou na função extremamente importante queé de nos
  15. alertar sobre as lesões e machucados que precisam de algum
  16. tratamento ou que devemos colocar em uma situação de fuga
  17. del mundo um determinado período.
  18. Perigo Elaé resultado de uma variedade de sinais neurais
  19. processados pelo Unicef, mostra explicando um pouco mais para frente.
  20. Além disso, elaé uma relação muito complexa.
  21. Isso nos leva segundo questionamento Se elaé igual para
  22. todos, a respostaé que não.
  23. A percepção da doré subjetiva e individual, ou seja,
  24. cada pessoa tem uma percepção diferente dela.
  25. Então, dois sujeitos submetidos alguma mesma lesão ou sentir processar
  26. essa dor de forma diferente.
  27. E isso se deveà diversidade de mecanismos e fatores
  28. envolvidos relacionado com esse processo e, a partir disso, uma
  29. certa dificuldade da compreensão completa de todo o seu processamento
  30. de sinalizaçãoé um exemplo dessa complexidade.
  31. Podemos observar pela demora de perceber alguma lesão em nosso
  32. corpo quando não damos uma devida atenção a ela, como
  33. por exemplo, quando fazemos algum corte na mão, isso vamos
  34. ver e sentir a dor.
  35. Quando nós vemos ele lá, isso deve essa variedade, sinais
  36. que estarei falando um pouco mais para vocês.
  37. Além disso, há diversos outros mecanismos também estão relacionados com
  38. a expressão da dor, como por exemplo o grito, Porque
  39. não nos sentimos dor.
  40. Acredita se que evolutivamente esse processo de gritar quando sentem
  41. dor foi um benefício para que assim a gente pudesse
  42. aumentar quando se sentindo alguma dor e alertar pessoas próximas
  43. para nos ajudar.
  44. Então, agora indo para uma visão um pouco mais, ela,
  45. atômica iria abordar sobre as células e os outros componentes
  46. responsáveis pelo seu sentir a dor.
  47. Então a seus responsáveis por elas são são os neurônios
  48. e existem receptores sensores sensoriais específicos para identificação da dor.
  49. Eles são chamados de nossos receptores.
  50. A maioria deles são terminações nervosas livres de neurônios sensoriais
  51. primários e a presença ou ausência da bainha de mielina,
  52. que essa estrutura que envolve elaé importante para fazer
  53. a variação na velocidade da percepção da dor.
  54. Então os europeus que possuem essa bainha de mielina e
  55. não fazer com que essa propagação da sinalização ocorra de
  56. forma mais rápida, enquanto que as que não possuem irão
  57. fazer uma propagação mais lenta.
  58. Isso influencia muito no processo de percepção da dor dentre
  59. esses receptores.
  60. Nociceptores Existem classificações sobre quais assistimos, eles estarão recebendo, podendo
  61. ser o primeiro deles sistêmico para identificar a variações de
  62. temperatura mecânicos que eles vão identificar variações na pressão eu
  63. lesões individuais e o terceiro queé o que pode
  64. mudar o que seria se pode mudar.
  65. Ele vai estar relacionado com a percepção de estímulos mecânicos,
  66. químicos ou trancos, e diferente dos dois primeiros esses modais.
  67. Eles se caracterizam por não serem indenizados, ou seja, eles
  68. vão transmitir a dor, fazer a sinalização de forma mais
  69. lenta, os dois anteriores.
  70. Além disso a dor ela pode ser dividida em duas
  71. classes principais a dor nossa executiva, que a que ocorre
  72. por lesões nos tecidos moles, uma pele ou a dor
  73. neuropática que vai estar relacionada com as lesões que ocorrem
  74. diretamente nos tecidos nervosos, bom agora em um pouco mais
  75. para a propagação das etapas da dor.
  76. A primeira etapa se caracteriza pela desvalorização dos axônios dos
  77. neurônios que vai gerar um papa, ou seja, o potencial
  78. de ação que vai ser propagado centralmente.
  79. Essa conversão de sinais, seja eles mecânicos, químicos ou técnicos
  80. que foram percebidos ali pelos nossos receptores, eles vão ser
  81. convertidos em um sinal elétrico.
  82. Então vai ocorrer a conversão desse sinal a família de
  83. proteínas chamadas dentro delas, uma das mais importantes, essa HPV
  84. fazer com que ocorra essa conversão de sinais químicos trancos
  85. ou mecânicos em um sinal elétrico, para que assim seja
  86. transmitido para as demais células.
  87. Dentro dessa família teve pertences uma variedade de diversos de
  88. proteínas, o que permite com que as sensações diversas serão
  89. sentidas, ou seja, temperaturas, variações, temperaturas mais altas e variações.
  90. Temperaturas mais baixas são possíveis de serem sentidas a partir
  91. da variação dessa família de proteínas.
  92. Bom, a outra etapa se dá a partir da ação
  93. dos neurotransmissores Os dois neurotransmissores principais nesse processo da dor
  94. são glutamato e os europeus tidos.
  95. Os neurotransmissores são as moléculas responsáveis pela bio sinalização, ou
  96. seja, a passagem da informação entre essas células, um fato
  97. interessante sobre neurotransmissores aqui após a sua liberação e ativação
  98. da cela das próximas células.
  99. Um fato interessante e importante sobre os neurotransmissoresé que,
  100. após a sua liberação e a propagação de sinaisé
  101. necessário chocou a sua recaptação e uma vez que essa
  102. recaptação não ocorre de forma adequada, estará ocorrendo o processo.
  103. Uma questão importante relacionada com a liberação dos neurotransmissoresé
  104. que após a propagação de sinaisé necessário que ocorra
  105. sua decapitação e esse processo de recaptação está relacionada com
  106. o caráter muitas vezes não muito localizado da dor, Ou
  107. seja, caso esses neurotransmissores, principalmente os peptídeos liberados não passem
  108. para o processo eficiente de recaptação, eles podem acabar por
  109. se difundir na região neural, fazendo com que assim eles
  110. têm influências em Noronha nos próximos do local onde foram
  111. liberados. Isso vai fazer com que a doença não seja
  112. sentido em apenas um local muito específico.
  113. Com essa fusão desses neurotransmissores para aquela região estará ocorrendo
  114. ali. Essa sinalização em outros neurônios.
  115. Dando continuidade, iremos um pouco sobre a propagação da dor
  116. no corpo.
  117. Os sinais das ramificações AC Sonhos nociceptores vão ser transmitidos
  118. para os neurônios em uma região da medula espinal chamada
  119. Acordo dorsal, que essa indicada na figura.
  120. Nessa região existe uma organização própria e lâminas ou camadas
  121. onde uma delas vai ser, dando continuidade a anatomia da
  122. dor, os sinais das ramificações dos acciones, nossos sectores são
  123. transmitidos para os neurônios numa região da medula espinal chamada
  124. coluna dorsal.
  125. Nessa região existe uma organização própria em lâminas que seriam
  126. como fossem camadas, onde cada uma delas vai processar e
  127. ter a percepção diferenciada dos estímulos.
  128. Ou seja, cada uma das camadas, por exemplo, vai estar
  129. recebendo sinalizações das dores pelas variações térmicas de aumento de
  130. temperatura ou diminuição de temperatura ou de lesões mecânicas ou
  131. quintas, então cada uma delas vai ter ali a sua
  132. própria diferenciação.
  133. Após essa etapa da mil doze final estimo será direcionado
  134. ao tálamo, que por sua vez transmite ao córtex cerebral.
  135. Estudos indicam que quando a pessoa apresenta uma dor crônica
  136. é ocorre uma mudança na secretaria Atalanta cortical, ou seja,
  137. nessa região do hipotálamo e do corte que estarão concorrendo
  138. a um processo de desorganização e mudança nessas circuitos de
  139. transmissão de informação.
  140. Além disso, outras regiões do cérebro também estão envolvidos.
  141. Oposição importador como, por exemplo, as partes do sistema límbico,
  142. sistema responsável pelos sentimentos e emoções.
  143. Dessa forma,é possível fazer a relação dos estímulos de
  144. dor recebido pelos neurônios nossos executivos com o processamento do
  145. estado emocional associada a dor, um achado interessante sobre a
  146. organização dos neurônios, a convergência de sinais, ou seja, o
  147. direcionamento de sinais às diferentes regiões para um único ponto
  148. Um dos exemplos dessa conversão de sinais a entrada de
  149. sinais viscerais para a Euronews individuais, ou seja, sinais diferentes
  150. regiões, está sendo direcionados para um único neurônio.
  151. Isso vai estar fazendo com que seja gerada a impressão
  152. de que há uma lesão de uma lesão do tecido
  153. visceral. Elaé originada de uma região da superfície do
  154. corpo, por exemplo, mais ilustrativo mais comum seria observar em
  155. pacientes que sofreram com o efeito do miocárdio, então onde
  156. geralmente eles vão relatar uma dor no braço ou no
  157. peito. Isso então acontece, pois um único neurônio está recebendo
  158. a sinalização sensorial de ambas as regiões do braço e
  159. do coração.
  160. Não informando diretamente a origem desse sinal.
  161. Então, essa convergência, esse direcionamento da das duas regiões para
  162. um único neurônioé chamado também de dor referida.
  163. Essa dor referida também pode estar relacionada com a unificação
  164. dos neurônios sensoriais.
  165. Nos receptivos que vem levam a pele e outros alvos
  166. viscerais. Porém, essa convergência de sinais ao também se aplicam
  167. neurônios nós receptivos e não nossos executivos, ou seja, aqueles
  168. que não são responsáveis pela essa aparecimento da dor.
  169. Então isso vai influenciar na transmissão e percepção da dor.
  170. Essa convergência de diferentes modalidades sensoriais está relacionada com as
  171. observações sobre, por exemplo, o balançar da mão, queé
  172. um acompanhamento reflexo que pode aliviar a dor momentânea, ativar
  173. vias que suprime a transmissão central do Chile no ciclo.
  174. Além disso, a doença está relacionada com outras patologias.
  175. Além disso, existe algumas patologias relacionadas com a dor.
  176. A primeira delasé a Iperó.
  177. Poesia e alô de etnia.
  178. A Iperó diziaé um aumento.
  179. Desistimos dolorosos, acontecidos com temos nossos setores.
  180. Ela pode ser aguda ou crônica.
  181. Já a Lotomania, elaé motivação descontrolada desses receptores, que
  182. pode ser acionada condições patológicas onde pacientes sentem dores em
  183. respostas a estímulos inócuos ou seja estímulos que não deveriam
  184. estar gerando essa sensação da dor.
  185. Outra doença seria a simboliza.
  186. Essa simbologia se caracteriza por pacientes que possuem lesões na
  187. região do córtex ou do sistema límbico, onde aos pacientes
  188. eles vão apresentar lhe a sensação.
  189. Doadores vão sentir os estímulos dolorosos, porém eles não vão
  190. demonstrando uma resposta emocional apropriada.
  191. Então, como chef falado anteriormente existe uma associação do sistema
  192. límbico, ali, com a com o processamento da dor.
  193. Então lesões nas regiões podem fazer com que ocorria essa
  194. simbologia. Por último, temos os chamados membros fantasmas.
  195. Esses membros fantasmas se caracterizam basicamente para a pessoa está
  196. sentindo em um dor em alguma parte do corpo, que
  197. já não está mais ali presente.
  198. Entãoé muito muito ser observado em casa, onde as
  199. pessoas tenham passado pelo processo de perda de um membro.
  200. Colhe a amputação, mas por que isso ocorre?
  201. A posição do corte que se matou sensorial que era
  202. destinado aquela estrutura que foi perdida, que está ausentar?
  203. Ela começa a ser assumida pelos campos sensoriais das estruturas
  204. ao redor dela.
  205. Então vai com ele uma reorganização do mapa entre aspas
  206. do córtex, que se uma defensorial isso vai ser, vai
  207. ser realizado para que seja assumido ali a.
  208. Mas para que ocorre?
  209. Issoé uma posição do corte que somado sensorial, que
  210. é destinada que a estrutura que está ausente ela começa
  211. a ser assumida pelos campos sensoriais das estruturas adjacentes.
  212. A reorganização de mapa do corte que se mata sensorial,
  213. ele muitas vezes algumas vezes pode ocorrer de forma inadequada,
  214. então isso vai fazer o que se tem as reações
  215. sensoriais quando dor que o serra vai interpretar, como as
  216. localizadas no tempo que falta aindaé um mistério como
  217. os estímulos, eles são translúcidos e o seu entendimento para
  218. tratamento de síndromes dolorosas centrais depende do consentimento desses circuitos
  219. encefálicos, que transmitam sinais sobre as condições normais ou patológicas,
  220. então ainda existe um pouco.
  221. É um pouco vago sobre todo o conhecimento existente ao
  222. redor das dores, porém eé isso espero que tenham
  223. gostado e até a próxima