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Vídeo 3 PPP
VA
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VINICIUS DE carvalho ARAÚJO
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Updated Aug 22, 2023
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Chapter 21
11:36
Chapter 22
11:50
Chapter 23
11:53
Chapter 24
13:48
Chapter 25
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Auto-generated
00:01 - 00:03
e só estamos de volta aqui para o vídeo
00:03 - 00:06
três deste curso de PPP de parceria público Privada.
00:06 - 00:08
Que Vinícius de Carvalho Com vocês, né?
00:08 - 00:13
Então vamos lá, já estamos aqui nos principais conceitos de PPP, né?
00:13 - 00:18
Dentro do mapa mental que eu trouxe pra vocês aqui, né? Já já andei um pouquinho, já.
00:18 - 00:22
Tô mais pra frente do que isso aqui. Vamos ver onde que eu já fui.
00:22 - 00:27
Já passei por essa parte aqui, espécie de contrato.
00:27 - 00:31
Então aqui eu já botei isso tão bem.
00:32 - 00:34
Isso isso já já trabalhei.
00:34 - 00:39
A questão dos valores, a concessão, eu estava nas formas de garantia.
00:39 - 00:44
E isso tive que que até acelerar um pouquinho ficou cortado no finalzinho, né?
00:44 - 00:48
Tá Aqui, são alguns ativos que podem ser oferecidos em garantia ao contrato de PPP.
00:48 - 00:51
Repetir um dos ponto mais mais delicados tá na P B,
00:51 - 00:54
P exatamente essa questão das garantias.
00:54 - 00:57
Concessão comum não tem prazo legal, mínimo ou máximo, né?
00:57 - 01:01
Já a EH, P v, p tem mínimo cinco máximo trinta e cinco.
01:02 - 01:04
Em contrapartida, prazo mínimo de cinco de trinta e cinco pra PPP.
01:04 - 01:05
Foi o que eu já falei.
01:05 - 01:09
A contratação de parceria público privada é precedida de licitação na moda,
01:09 - 01:11
na modalidade de concorrência.
01:11 - 01:14
O diálogo competitivo, que é uma modalidade nova,
01:14 - 01:17
aí trazida pela pela quatorze ou três três,
01:17 - 01:20
não vai dar detalhes aqui porque não é o meu foco, né?
01:20 - 01:21
Concessão comum
01:21 - 01:25
artigo vinte e três A da lei nove, oito. Sete, né?
01:25 - 01:26
E a parceria público privada,
01:26 - 01:31
tanto um quanto o outro pode utilizar a solução de conflito por meio de arbitragem,
01:31 - 01:31
né?
01:31 - 01:37
Cláusulas obrigatórias o contrato de PPP eh todo contrato PPP precisa ter,
01:37 - 01:38
né aqui cláusulas obrigatória.
01:38 - 01:43
Então, o artigo vinte e três da Lei de Concessões é mais o artigo quinto, né?
01:43 - 01:44
Da Lei de PPP S, né?
01:45 - 01:45
Ela,
01:45 - 01:49
elas trazem as cláusulas obrigatórias que todos os contratos devem
01:49 - 01:53
devem ter tanto de concessão quanto de parceria público,
01:53 - 01:55
privada,
01:55 - 01:59
vamos lá, né? Então aqui o prazo de vigência já foi abordado.
01:59 - 02:02
Isso mínimo Se ah tá Quais são as cláusulas, né, obrigatórias, né?
02:02 - 02:05
Eh aqui, aqui desdobrando o artigo quinto um pouco.
02:05 - 02:08
Eh prazo de vigência, no mínimo cinco máximo,
02:08 - 02:10
trinta e cinco penalidades aplicáveis.
02:10 - 02:14
Administração pública é o parceiro privado em caso de inadimplemento contratual.
02:14 - 02:15
Quer dizer, em caso de inadimplência, né?
02:15 - 02:19
Fixado sempre de forma proporcional a gravidade da falta quer dizer
02:19 - 02:23
então se se a administração pública não não pagar né,
02:23 - 02:26
Que é a parte dela e o parceiro privado não
02:26 - 02:30
cumprir o que o Estado tá estabelecido no contrato em termos de desempenho, né?
02:30 - 02:31
Inclusive com a remuneração variável.
02:31 - 02:34
Boa parte dos contratos tem uma parcela da remuneração que é fixa.
02:34 - 02:37
É uma parcela que é variável, exatamente pra induzir o desempenho, né?
02:37 - 02:42
Se um ou outro lado cometer, né? Tive essa inadimplência, existem penalidades.
02:42 - 02:44
Isso tem que constar no contrato,
02:45 - 02:48
que é mais a repartição de riscos entre as partes, né?
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A questão da nota de riscos Isso deve aparecer, né?
02:51 - 02:52
EH, inclusive,
02:52 - 02:54
os referentes a caso fortuito força maior ao
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fato do príncipe ou a área económica extraordinária?
02:56 - 03:00
O fato do príncipe é um conceito lá da do direito administrativo, né?
03:00 - 03:02
Força maior é muito utilizada no direito do trabalho.
03:03 - 03:07
Eh! São aqueles que fogem, né? Da daquela, daquela relação contratual específica.
03:07 - 03:11
Ali são os direitos administrativos, são chamados de cláusulas exorbitantes.
03:11 - 03:11
Também, né?
03:11 - 03:16
Mas na na medida do possível, eles tem que aparecer também lá na lá, no contrato,
03:16 - 03:18
formas de remuneração e atualização.
03:18 - 03:21
Os valores contratuais, né? Porque são. São contratos de longa longa duração.
03:21 - 03:24
Então é preciso ter uma atualização. Pelo menos, a metodologia de cálculo, né?
03:24 - 03:28
Pra pra revisar os valores eh eh mecanismos para
03:28 - 03:30
a preservação da atualidade da prestação dos serviços,
03:30 - 03:30
né?
03:30 - 03:33
Quer dizer como é que os serviços vão sendo atualizados ao longo do tempo, né,
03:33 - 03:36
Repito, imagina com essa mudança tecnológica que nós temos hoje?
03:36 - 03:39
Como serão os serviços daqui a quinze, vinte, vinte e cinco, cinco anos, né?
03:39 - 03:44
Então, eh o contrato Vai, né? O o projeto é modelado pra esse prazo, né?
03:44 - 03:47
Então, ele ele traz já já mecanismos, né?
03:47 - 03:49
Que permitem essa atualização, inclusive, tecnológica,
03:49 - 03:52
de novas plataformas de prestação de serviço.
03:52 - 03:56
Isso tudo deve constar aí na no contrato, né? Uma cláusula obrigatória
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eh, tá os fatos.
03:58 - 04:00
Que aquela crise de inadimplência pecuniária do parceiro público,
04:00 - 04:04
o prazo de regularização e, quando houver a forma de acionamento da garantia.
04:04 - 04:08
Então, a garantia é acionada ou, no caso de ruptura ou também no caso de um atraso.
04:08 - 04:12
Assim, né? Dois três. Ah, acho que até seis meses Em média, né?
04:12 - 04:15
Eh, eles costumam ser costumam acionar a garantia, né?
04:15 - 04:19
Acima de seis meses já já se avalia a possibilidade de uma ruptura, né?
04:19 - 04:22
E abaixo de três meses ainda. A empresa muitas vezes suporta, né?
04:22 - 04:26
Com o seu fluxo de caixa, Suporta esse esse atraso, né?
04:26 - 04:28
Critérios objetivos de avaliação do desempenho do
04:28 - 04:30
parceiro privado Aquilo que eu disse,
04:30 - 04:30
né?
04:30 - 04:34
Como é que o desempenho é medido e e que parcela do pagamento é atrelada a isso,
04:34 - 04:36
prestação pelo parceiro privado de garantia de execução
04:36 - 04:39
suficientes e compatíveis com os riscos envolvidos.
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Quer dizer, a exemplo de outras licitações,
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o parceiro privado tem que demonstrar a capacidade de executar as obras.
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Por exemplo, capacidade financeira,
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capacidade técnica de prestação dos serviços.
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Tem uma série de de certidões, né? De de atestados que são pedidos né?
04:52 - 04:55
Que comprovam essa capacidade técnica, né?
04:55 - 05:00
Que é mais o compartilhamento de com a administração pública,
05:00 - 05:03
do de ganhos econômicos, efetivos do parceiro privado,
05:03 - 05:04
decorrente da redução de risco de crédito
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dos financiamentos utilizados pelo pelo parceiro privado.
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Quer dizer, ele capta, o juro capta em prática um juro alto se esse juro cair, né?
05:11 - 05:14
Então ele vai abrir os custos dele Financeiros, vão cair,
05:14 - 05:16
vai abrir uma margem de lucro muito alta,
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diferente daquela que foi calculada inicialmente.
05:18 - 05:22
Então isso pode pode ser revertido em favor do parceiro público né?
05:22 - 05:25
Nós podemos ter aí uma uma, inclusive uma um,
05:25 - 05:28
congelamento do preço até uma redução do preço
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pra manter uma margem de lucro apropriada.
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Tá? Isso tudo tem que tem que constar como uma cláusula obrigatória do contrato.
05:34 - 05:40
Eu tô no item nove, né? Agora, e isso vamos aqui e tem.
05:40 - 05:41
E nove.
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E tem dez realização de vistoria dos bens reversíveis,
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podendo o parceiro público reter os pagamentos ao parceiro
05:46 - 05:49
privado no valor necessário e tal porque ao final,
05:49 - 05:50
né?
05:50 - 05:53
Eh o setor, o ente público está comprando aquele equipamento, né?
05:53 - 05:57
Então, ao final aquele aquele aquele patrimônio ali é público, né,
05:57 - 05:58
Ele tá sendo adquirido?
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Tá sendo incorporado o cronograma e os marcos para o repasse ao parceiro privado
06:02 - 06:06
das parcelas de aporte de recursos na fase de investimento do projeto e eu,
06:06 - 06:07
após a disponibilização do serviço,
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sempre que foi verificada a hipótese do Segundo o artigo segundo tá,
06:11 - 06:15
segundo artigo sexto, então cronograma.
06:15 - 06:19
E no caso de aportes, né? Que o setor público pode fazer também aportes, né?
06:19 - 06:21
Ou seja, existe investimento privado,
06:21 - 06:24
mas o governo pode entrar com alguns aportes públicos também?
06:24 - 06:26
Tá? Então é uma. É uma outra situação.
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E é o caso inclusive dessa PPP I que nós vamos estudar de educação.
06:30 - 06:34
Isso tudo tem que consta CS contratuais de autorização automática de valores, né?
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Já abordamos, né?
06:35 - 06:40
Contratos poderão prever adicionalmente, aí já é aqui Outras cláusulas, que não,
06:40 - 06:43
que são facultativas, que não são obrigatórias né?
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Requisitos e condições em que o parceiro público autorizará a
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transferência do controle ou administração temporária da da da sociedade,
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de proposta específica aos seus e garantidores, né?
06:52 - 06:54
A possibilidade de emissão de empenho em nome dos
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financiadores do projeto em relação às obrigações pecuniárias,
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legitimidade dos financiadores do projeto pra receber
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indenizações por extinção antecipada do contrato,
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né?
07:02 - 07:06
Então, aqui é aquela questão da da, do ressarcimento da,
07:06 - 07:08
da indenização no caso de ruptura, né?
07:08 - 07:13
Então, eu acho que tudo aqui tem que pode ser previsto, nos contratos, também tá
07:15 - 07:20
muito bem. Vamos para os próximos pontos aqui, não. Aqui eu acabei pulando, né?
07:20 - 07:22
Então tem essa última aqui que é a SP e né?
07:22 - 07:25
A Lei de Concessões obriga e a e a lei de que o PP repete.
07:25 - 07:29
Isso também obriga que se constitua uma uma sociedade de proposta específico, né?
07:29 - 07:33
Então a empresa ganha a licitação, porém ela não pode executar ela não é,
07:33 - 07:36
Não é ela que vai assinar o contrato, ela tem que que que abrir um, C, n!
07:36 - 07:40
PJ, né? Pra que ela possa prestar esse serviço, né?
07:40 - 07:42
E aí é uma sociedade de proposta específica,
07:42 - 07:44
é uma empresa que só existe pra aquele contrato.
07:44 - 07:45
Ali, né?
07:45 - 07:50
Uma SP e então tá aqui É por por força do artigo nono da Lei dois mil e setenta e nove, né?
07:50 - 07:52
Transferência de controle da sociedade de específico tem
07:52 - 07:55
que ter autorização expressa da administração pública,
07:55 - 07:55
né?
07:55 - 07:59
Então, se a empresa pode vender aquela SP, pode abrir o capital dela, eh,
07:59 - 08:03
pode chamar sócios FA fa, fazer um show, né?
08:03 - 08:05
Uma rodada de negócios pode fazer isso tudo,
08:05 - 08:08
Mas tem que ter autorização do do poder concedente, né?
08:08 - 08:11
Da administração pública, no caso, nós temos do edital e do contrato,
08:11 - 08:13
observado disposto no Parágrafo único e tal.
08:13 - 08:15
Sociedade de proposta específica, ela deverá obedecer, né.
08:15 - 08:20
Aí o artigo nono da da da menos B setenta e nove em forma de companhia aberta,
08:20 - 08:22
com valores imobiliários admitidos a negociação no mercado.
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Ela pode ser uma sociedade anônima, pode ser capital aberto,
08:25 - 08:28
pode comercializar ações em bolsa, adotar os padrões.
08:28 - 08:32
Nesse caso né. Adotar adotar os padrões de governança corporativa, né?
08:32 - 08:35
Do I B, G C, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa,
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adotar a contabilidade de demonstrações financeiras.
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Padronizadas, né?
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Como a Lei Meia quatro zero quatro, que é a Lei dos S A, já já disciplina
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a administração pública não pode ser titular, a maioria do capital votante.
08:45 - 08:47
Uma sociedade de proposta específico, né?
08:47 - 08:51
Então, ela não pode ter a maioria das ações ordinárias, no caso, com direito a voto,
08:51 - 08:51
né?
08:51 - 08:55
Porque senão ela vai virar uma estatal, né? Se isso aqui acontecer, ela vai.
08:55 - 09:00
Ela vai acabar virando uma uma empresa estatal, Né? Não, não é o não. É o objetivo, né?
09:00 - 09:02
Eh nessa hipótese da sociedade,
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sem saber que falar da administração pública indireta, exatamente ela,
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ela ia virar uma, uma sociedade de economia mista.
09:06 - 09:08
Ela ia virar uma uma empresa estatal, né?
09:08 - 09:10
Uma sociedade de economia mista ia deixar de ser uma empresa
09:10 - 09:13
privada no sentido mais estrito em relação a esse ponto.
09:13 - 09:14
É uma exceção.
09:14 - 09:16
Em caso de inadimplemento dos contratos de financiamento,
09:16 - 09:21
quer dizer se a se a se a SP e tiver dificuldade em pagar né?
09:21 - 09:22
Os empréstimos aí sim,
09:22 - 09:27
eh o setor público Pode fazer um aporte pra que se pague esses empréstimos, né?
09:27 - 09:33
E aí converter isso em ações e E e se tornar eh um acionista majoritário.
09:33 - 09:35
E exatamente estatizar essa SP, né?
09:35 - 09:39
Essa sociedade de propósito específico tudo bem,
09:40 - 09:45
vamos lá, né? E isso que aqui são mais infográficos, né?
09:45 - 09:51
Eh discutindo um pouco da da DA da dessa estrutura de PPP, né?
09:51 - 09:53
Principais vantagens da parceria com administrativa privada,
09:53 - 09:55
alternativa diante da escassez de recursos
09:55 - 09:57
públicos para investimento em infraestrutura,
09:57 - 10:00
obras, entrega entregas em prazo menor que os contratos tradicionais,
10:00 - 10:04
menor custo maior qualidade, Realmente as obras privadas são mais rápidas, né?
10:04 - 10:06
Mais baratas em média do que as públicas.
10:06 - 10:09
Serviços prestados, com grau de qualidade. Superior, né?
10:09 - 10:12
Em comparação o modelo tradicional compartilhamento de riscos entre as partes,
10:12 - 10:15
né Riscos eh da parte pública da parte
10:15 - 10:17
privada permite que a administração pública consciente,
10:17 - 10:20
seu foco nas atividades Fim, né.
10:20 - 10:22
E que é que é o quer dizer,
10:22 - 10:25
vem lá da discussão da administração pública pós burocrática, né?
10:25 - 10:27
Para o cidadão o que interessa é que haja o
10:27 - 10:30
fornecimento da da que haja prestação daquele serviço público,
10:30 - 10:30
né.
10:30 - 10:31
O modelo de gestão,
10:31 - 10:36
o formato jurídico que o senhor vai adotar Nem sempre é de interesse dos cidadãos, né
10:37 - 10:38
aqui, né?
10:38 - 10:40
Ah, com um resumo gráfico da DA,
10:40 - 10:44
da Concessão Comum Conceção comum é o ato pelo qual nós já já conceitua bem, né?
10:44 - 10:47
Que público anti privado é o usuário, né?
10:47 - 10:50
Então, na na, na concessão com o anti privado, né?
10:50 - 10:53
Presta o serviço diretamente ao usuário e o usuário paga, né?
10:53 - 10:56
Para para o para o ente privado, né?
10:56 - 11:00
Então, aí é a principal característica da da concessão comum, né?
11:00 - 11:01
Em contrapartida, pela concessão anti privada,
11:01 - 11:06
realiza melhorias em infraestrutura, pagamentos ao poder, público, né, eh, TÁ.
11:06 - 11:09
E o ente privado também é responsável pela manutenção da infraestrutura, né?
11:09 - 11:15
Então, isso aqui é é, são as marcas da concessão comum, né EH eh, acaba,
11:15 - 11:17
Acaba tendo essa característica, né?
11:17 - 11:19
No caso da concessão
11:19 - 11:21
da TV, p prestação administrativa, né.
11:21 - 11:23
Prestação de serviço é construção um parceiro privado,
11:23 - 11:27
que tem a obrigação de realizar investimentos, mas o ente público que paga, né?
11:27 - 11:30
Importante olhar aqui que a setinha o ente público paga,
11:30 - 11:32
no caso da construção administrativa, é o único que paga, né?
11:32 - 11:35
Para o ente privado e o usuário só recebe os serviços, né?
11:35 - 11:39
Porque que nós já conceitua antes. Aqui da forma, Uma forma de infográfico
11:39 - 11:44
é a patrocinada. Eh uma parte, né? Uma parte da da receita vem do ente público.
11:44 - 11:46
A outra parte da receita vem do usuário.
11:46 - 11:49
Como nós já descrevemos aqui, apenas na forma de infográfico, né?
11:49 - 11:55
Pra ficar mais visual aí pra vocês, né? Que mais alguns infográficos também né?
11:55 - 11:59
Que o prazo né eh o valor do contrato, não na concessão comum.
11:59 - 12:05
Não há limite da PPP mínimo de dez milhões, né? Não tem máximo prazo. Na sessão comum.
12:05 - 12:08
Não tem limite mínimo. Nem máximo, né?
12:08 - 12:12
Eh, do PPP mínimo cinco máximo trinta e cinco anos, né?
12:12 - 12:14
Remuneração da concessionária da concessão comum,
12:14 - 12:16
tudo pago pelo usuário na patrocinada.
12:16 - 12:17
É meio a meio, né?
12:17 - 12:20
Eh parte público, parte usuário, né,
12:20 - 12:22
Parte do setor público parte o usuário e na
12:22 - 12:25
na administrativa é cem por cento do setor público.
12:25 - 12:28
Recursos pagam diretamente pela administração, né?
12:28 - 12:33
Eh, na concessão comum, em regra, não há, pode ter subsídios, mas não é o adequado,
12:33 - 12:33
né?
12:33 - 12:36
Na patrocinada até a contra prestação pública, né?
12:36 - 12:38
E o aporte de recursos também é
12:38 - 12:41
o mesmo valendo pra concessão administrativa tarifa do
12:41 - 12:43
usuário final na concessão comum e na
12:43 - 12:47
patrocinada tem tarifa obrigatoriamente na concessão administrativa,
12:47 - 12:49
não o governo com todos os serviços
12:49 - 12:50
riscos, né?
12:50 - 12:52
Embora não haja obrigação legal,
12:52 - 12:54
é recomendado que o contrato disponha a respeito
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da locação específica de RIC entre as partes,
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né?
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Realmente na concessão comum não tem, mas assim tem. Tem um.
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Tem um artigo da da oito nove oito sete que traz a questão do do equilíbrio, né?
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Do do equilíbrio do contrato, né?
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Que pode ser pedido tanto por um lado quanto por outro, né,
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Pro contrato ser equilibrado em termos de prazo de
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objeto e até de de valores também né?
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E é isso é em relação aos riscos, né?
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Quando ocorre um risco aí que foge, Foge do do do, do escopo, né?
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Em virtude da obrigação legal é a repartição objetiva dos riscos? É C?
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OBRIGATÓRIA, né?
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E o mesmo valendo pra concessão administrativa,
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pra patrocinada e pra administrativa.
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Garantias na concessão não tem garantias, a garantia já é o o o mercado.
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Ali que foi, foi modelado aquele fluxo ali de de demanda, né?
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E na na patroc administrativa é recomendável, né?
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Que você tenha a garantia,
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por por por força daqueles motivos que eu já apontei pra vocês?
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Nós estamos caminhando aqui pro final já deste vídeo, né?
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Então, aqui as cidades de papel específico, né? O com todo mundo com quem?
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Se ela se relaciona, né?
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E que tipo de relação com o poder concedente, com o estado, concessão,
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regulação com os usuários, né?
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Com os financiadores locais externos, com operadores, com investidores locais,
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externos, com controladores para ser acionistas, etc,
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com o construtor empreiteiras, é muito comum que ela subcontrata uma uma,
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uma empreiteira pra pra executar as obras, né?
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Com seguradoras?
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No caso dela, fazer seguros e, em cada linha dessa aqui tem um tipo de contrato.
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Diferente, né?
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Contrato de operação, contrato de construção, foi seguro garantia,
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contrato de fornecimento, contrato de financiamento, né?
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Com o banco privado, um B D S um banco do Brasil que vai financiar.
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Então, são todas as relações que a SP e, né?
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A sociedade de propósito específico tem, né?
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Então percebam que é um, é uma técnica de que se chama de né?
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Que é financiamento de projeto lá em economia.
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Você tem um projeto e busca financiadores pra esse pra esse projeto, né?
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A PPP nada mais é do que isso. Então a é a P E o que é o formato jurídico, né?
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Do parceiro privado acaba mantendo relações com todos esses parceiros aqui.
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Preciso encerrar até o próximo vídeo. Obrigado.
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