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Ana Carolina de Carvalho
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Updated Nov 23, 2021
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Chapters
00:00
Chapter 1
01:38
Chapter 2
03:57
Chapter 3
04:59
Chapter 4
05:50
Chapter 5
07:16
Chapter 6
08:37
Chapter 7
Audio Transcript
Auto-generated
00:01 - 00:02
Então nós falamos
00:03 - 00:05
da classificação do tombamento
00:06 - 00:09
Quanto à iniciativa do procedimento, então a gente falou
00:10 - 00:11
do tombamento
00:12 - 00:16
voluntário de ofício do compulsório. Então uma nova classificação
00:16 - 00:18
do tombamento é quanto à sua duração está a
00:18 - 00:20
gente pode dizer que o tombamento pode ser provisório
00:21 - 00:24
ou definitivo, quando é que o tombamento vai ser provisória,
00:24 - 00:26
dentro do procedimento do tombamento?
00:26 - 00:30
A partir do momento em que o proprietário é notificado que ele tem ciência,
00:30 - 00:33
de que existe esse processo administrativo
00:33 - 00:37
que tem por objetivo tombar ao seu a sua propriedade,
00:37 - 00:38
o tombamento
00:38 - 00:40
passa a existir em um tombamento provisório.
00:40 - 00:43
Para que existe esse tombamento provisório
00:43 - 00:45
justamente para proteger um bem
00:45 - 00:47
de eventuais modificações com particular,
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passam no curso do procedimento administrativo.
00:50 - 00:51
Mas imaginar que
00:52 - 00:53
se não existisse o tombamento provisório,
00:54 - 00:57
o proprietário sendo cientificados de que seu bem vai ser tombado,
00:57 - 00:59
ele corra para fazer todas as modificações que
00:59 - 01:02
ele tinha vontade de fazer antes do tombamento.
01:02 - 01:05
Então, imaginam dessa essa possibilidade, né
01:05 - 01:08
Que existe que a lei prevê, então, que o decreto prevê
01:09 - 01:10
o tombamento provisório.
01:10 - 01:14
A partir do momento que o proprietário fica sabendo é notificado.
01:15 - 01:17
Ele já não pode mais modificar o bem
01:17 - 01:20
e esse tombamento provisório e vai durar
01:20 - 01:23
até o final do procedimento administrativo.
01:24 - 01:28
Então, se de fato a impugnação não foi aceita, seu particular, ficar inerte,
01:28 - 01:31
o tom e o bem vai ser escrito
01:31 - 01:34
no livro própria e o tombamento deixe de ser provisório
01:34 - 01:35
e passa a ser
01:36 - 01:37
definitivo
01:39 - 01:43
ainda falando de tombamento, Como é que funciona? Então esse procedimento?
01:43 - 01:47
Inicialmente, a gente vai ter um parecer do órgão técnico, no caso federal
01:47 - 01:48
e forró,
01:48 - 01:54
declarando que aquele bem tem um valor cultural e é relevante e merece
01:54 - 01:58
essa proteção especial decorrente do tombamento.
01:58 - 02:00
E aí depois desse parecer técnico
02:01 - 02:04
ocorre essa notificação do proprietário que vai instituir
02:04 - 02:07
aí o embargo provisório para desculpa o tombamento provisório
02:08 - 02:10
e aí depois dessa notificação
02:11 - 02:12
ocorrendo
02:12 - 02:17
ou não a impugnação. Decorrido esse prazo, vai existir uma deliberação
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coletiva e do órgão
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colegiado
02:22 - 02:23
que
02:23 - 02:26
tem ao Troy desse órgão técnico. No caso de fã
02:27 - 02:30
do Conselho Consultivo, ele vai analisar a impugnação caso ela exista
02:31 - 02:32
e se ele entender então
02:33 - 02:37
que cabe que deve existir o tombamento. Essa decisão do conselho
02:38 - 02:40
do Conselho Consultivo
02:40 - 02:44
vai ser encaminhada para o órgão político. Por exemplo, o Ministério
02:44 - 02:47
do Turismo, que hoje é a secretaria ou
02:48 - 02:51
o ministro aí responsável pela área da cultura.
02:51 - 02:53
Ele vai homologar
02:53 - 02:54
esse tombamento. Então, a
02:54 - 02:56
homologação é feita pelo órgão
02:56 - 02:57
político.
02:57 - 03:01
Por exemplo, no município homologação pode ser feita, por exemplo,
03:01 - 03:02
pelo prefeito.
03:03 - 03:04
Então, depois da homologação,
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o ato final vai ser a inscrição
03:07 - 03:08
no livro do tombo
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respectivo. Depois que a gente tem a inscrição,
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a gente vai ter a transcrição disso
03:13 - 03:15
no registro público,
03:15 - 03:16
por exemplo,
03:17 - 03:17
do imóvel
03:18 - 03:21
o decreto três oito, meia meia, de quarenta e um,
03:21 - 03:25
ele vai prever uma hipótese que se e a possibilidade do particular.
03:25 - 03:27
Depois desses atos,
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todos fazem Petra Um recurso apresentar um recurso para o presidente da República
03:32 - 03:35
e o presidente da República poderia então, a seu critério,
03:35 - 03:37
cancelar esse tombamento
03:37 - 03:38
da doutrina? Entende
03:38 - 03:41
que isso é inconstitucional porque você
03:41 - 03:44
estaria ofendendo um ato jurídico perfeito,
03:44 - 03:45
um ato
03:45 - 03:46
juridicamente perfeito
03:47 - 03:50
e também o direito adquirido da coletividade, de ter
03:50 - 03:51
aquele bem
03:51 - 03:52
protegido.
03:53 - 03:55
Então, a ideia aqui é que isso é
03:55 - 03:56
inconstitucional,
03:58 - 04:00
continuando quais são então,
04:01 - 04:05
os efeitos do tombamento? Vamos imaginar que aquele procedimento deu tudo certo.
04:05 - 04:07
Houve uma locação, houve a transcrição.
04:08 - 04:08
O
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primeiro efeito
04:09 - 04:10
é a transcrição. Então,
04:11 - 04:15
no Livro do Tombo que a gente viu, então, com terminou o processo administrativo,
04:15 - 04:17
a gente vai transcrever no Livro do Tombo.
04:17 - 04:22
Existem então, no decreto, a previsão de quatro tipos de livro tombo
04:22 - 04:25
arqueológico, etnográfico e paisagístico,
04:25 - 04:29
o histórico das belas artes e os das artes aplicadas.
04:29 - 04:30
Segundo efeito,
04:31 - 04:35
a existência, a incidência de restrição, a alienação do bem tombado,
04:35 - 04:36
se ele for público,
04:37 - 04:38
esse bem vai ser
04:38 - 04:39
inalienável.
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Se ele for particular, não existe restrição.
04:42 - 04:43
O bem vai poder ser
04:43 - 04:45
transferido a título
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gratuito a título oneroso.
04:47 - 04:51
Não existe mais o direito de preferência e foi revogado.
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Então, em razão disso,
04:52 - 04:56
não existe qualquer dever do proprietário de comunicar o órgão público
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acerca da transferência
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do bem tombado.
05:01 - 05:02
Continuando o terceiro efeito,
05:03 - 05:08
são também passam a incidir sobre o bem restrições relativas à sua modificação.
05:08 - 05:13
O proprietário não pode destruir, mutilar ou demolir a coisa tombada.
05:14 - 05:17
Ele também não vai poder reparar, pintar o restaurar
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sem que o órgão competente, seja em âmbito federal, estadual, municipal.
05:22 - 05:23
Autorize
05:24 - 05:29
nessa modificação aí essa pintura, esse restauro, esse reparo
05:29 - 05:30
no bem
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caso particular, promova
05:33 - 05:37
reparos. Essa pintura se restaurou qualquer modificação
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no bem, sem a autorização devida,
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Ele vai decidir não só a infração administrativa,
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mas também nos delitos dos artigos sessenta e dois sessenta e três e sessenta e cinco
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que a gente vai falar mais lá na frente.
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Quarta- Efeito do tombamento
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a possibilidade de fiscalização pelo órgão público para
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ver se o bem está sendo bem conservado.
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Caso particular
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em peças.
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A fiscalização ou dificulte ele pode sofrer
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incidência de uma multa em âmbito administrativo.
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Quinto efeito do tombamento
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A restrição, não só
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ao bem tombado como a gente acabou dizer, mas também as propriedades vizinhas,
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porque não adianta. Você tombam bem
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e permitir, por exemplo, que se construam arranha céus em volta desse bem,
06:21 - 06:23
que ninguém consiga enxergar, Disse.
06:23 - 06:23
Bem
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que ele perca e a sua ambiência, que o local em que ele especial em que ele é inserido
06:29 - 06:32
e que era possível de ver e apreciar esse bem.
06:32 - 06:33
Então,
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as propriedades vizinhas também vão sofrer uma restrição
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para preservar a ambiência à visibilidade do bem tombado
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Sexta-. Efeito do tombamento é o dever de indenizar.
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Na verdade, a jurisprudência entende que só vai existir esse dever de indenizar
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se.
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O tombamento foi feito de uma forma que ele impeça o uso do bem
06:54 - 06:59
ou que ele causa um esvaziamento econômico do bem. Tão regra geral é
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o tombamento.
07:01 - 07:01
É
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uma decorrência é uma aplicação da função social da propriedade.
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Em função disso, não vai caber indenização.
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Só é possível indenização
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quando o tombamento impeça o uso do bem
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ou causa o seu esvaziamento econômico.
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Sétimo e último efeito do tombamento
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é a possibilidade de custeio de reforma pelo poder público.
07:25 - 07:29
Só vai existir esse pagamento da reforma necessária ao bem tombado.
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Se o particular proprietário não possui recursos,
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o ônus de comprovar essa ausência de recursos é dele,
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então ele vai comunicar e fortes. Olha, não tem dinheiro,
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O bem está deteriorado
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e precisa de reformas.
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Eu não tenho condições.
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Se o particular não fizer essa comunicação,
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ele vai
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ser condenado
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à multa
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no dobro do valor do dano causado ao bem
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o quarto poder público. Eles sentem se mais sendo notificado.
08:02 - 08:06
Avisado pelo particular dessa necessidade de reformas e da ausência de recursos,
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ele tem que iniciar essas reformas em até seis meses
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ou providenciar a desapropriação.
08:13 - 08:14
Se ele não fizer nada,
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tinha sucedido Não promover reforma ou se ele não desapropriar o bem
08:18 - 08:21
particular, pode requerer o cancelamento
08:21 - 08:22
do tombamento.
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O regime do tombamento pelo regime jurídico do tombamento permite, então
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esse cancelamento
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do tombamento nessas hipóteses então,
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que o poder público não tomar nenhuma das atitudes aí
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para proteger o bem
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próximo instrumento relevante ao registo,
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ele vai ser voltado a que é o patrimônio
08:44 - 08:45
e
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material.
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Ele está previsto no Decreto três cinco cinco um, de dois mil,
08:50 - 08:51
e ele também tem livros.
08:52 - 08:56
São os livros dos saberes, que vão falar dos conhecimentos e modos de fazer
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celebrações, formas de expressão, seja ela literária, musical, plástica,
09:01 - 09:03
cênica e lúdica.
09:03 - 09:06
E também o livro dos Lugares que vai falar de mercados,
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que vai registrar em mercados feiras, praças
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onde se produz em práticas culturais coletivas.
09:13 - 09:16
A diferença do principal do registro
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e do tombamento não só é o objeto, mas também a finalidade.
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No tombamento, você quer manter o bem naquela forma?
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Você quer apenas
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é proteger o bem para que ele não se deteriore para que ninguém modifica o bem?
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Por que você quer que o Benfica
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naqueles a para aquele exata forma,
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no registro? Não.
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Ele percebe que o patrimônio material ele está em constante mudança.
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Ele é muito dinâmico essas práticas culturais
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relativas à moda, de fazer celebrações.
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Elas mudam muito, porque a cultura é muito de econômica.
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Então ele não quer carreta, esse imobilismo desse patrimônio
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imaterial.
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Ele vai ser a notar,
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por exemplo, esse saber esse modo de fazer
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vai fomentar essa prática. Vai incentivar essa prática e vai fazer
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o acompanhamento
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aqui. É interessante a gente dizer
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que o decreto cinco mil setecentos e cinquenta e três, de dois mil e seis, promulgou
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a Convenção para a Salvaguarda do Patrimônio Material.
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Então, é mais um instrumento que prevê aí
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a proteção
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do patrimônio
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imaterial.
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