A8 Estudo de Caso

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by Denny Thame2 views·Updated Nov 1, 2022

Parte 2 Estudo de caso aplicação e análise, softwares de análise de conteúdo ex Atlas ti

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  1. foi essa é a segunda parte do vídeo de estudo de caso.
  2. A gente já falou sobre a definição, características,
  3. tipos
  4. Falamos sobre o protocolo da importância do plano,
  5. as habilidades dos pesquisadores para
  6. fazer
  7. o bolsa de caso
  8. da triagem,
  9. quais tipos de estudo de caso se faz?
  10. E agora a gente vai falar da aplicação.
  11. Então
  12. basicamente a gente vai utilizar o estudo de caso quando houver
  13. múltiplas
  14. fontes
  15. de evidência.
  16. E aí, quando com esses dados com essas evidências múltiplas,
  17. você vai fazer você pesquisador,
  18. fazer a triangulação e chegar a conclusões válidas a respeito
  19. de uma determinada tem uma
  20. temática.
  21. Então ele cria uma base de dados com a estrutura
  22. e é muito importante para isso. Então que
  23. pequisador tem uma nota
  24. aceitem as suas notas de campo a documentação
  25. de todo o estudo de caso no dia a dia, com tabelas,
  26. datas, fotos, imagens,
  27. documentos
  28. coletados em campo
  29. e que faça essas compilações de uma maneira narrativa,
  30. concatenada,
  31. concatenada, cronológica, para manter esse encadeamento dessas evidências,
  32. seguindo protocolo aquele plano que foi feito antes de ser
  33. iniciada a pesquisa, Então
  34. mostrando assim que foi organizada a pesquisa
  35. daquilo daquele modo que foi planejado,
  36. tem sido implementado e que, portanto,
  37. pode chegar a conclusões válidas,
  38. transparentes
  39. e científicas a respeito de uma determinada temática
  40. e ter o cuidado de usar
  41. os dados
  42. de fontes eletrônicas, principalmente
  43. porque muitas
  44. uma gama muito grande dessas fontes
  45. não são confiáveis, não só as eletrônicas. Às vezes também
  46. alguns entrevistados não são
  47. não correspondem a
  48. uma
  49. visão isenta de uma determinada temática
  50. e aí acaba comprometendo as suas conclusões.
  51. Os instrumentos como o que eu faço então
  52. para ter
  53. essas conclusões?
  54. Um dos instrumentos para coleta de dados é
  55. a observação, então Observação Participante Observação sistemática
  56. observa
  57. etnográfica que
  58. será uma cultura um comportamento de um grupo social,
  59. a aplicação de entrevistas, então com questões abertas ou estruturadas,
  60. ou então com grupos
  61. grupos focais. Grupos de interesse Grupos têm que rodas aos
  62. atores importantes numa determinada temática
  63. e também a análise documental, muito análise documental,
  64. contratos, atas de reuniões, livros contábeis,
  65. relatórios de auditoria diários e meios
  66. documentos.
  67. Os mais variados, que são elaborados pelas empresas pelas organizações,
  68. são relacionadas a
  69. estudos de caso que está sendo elaborado.
  70. Além disso, precisa haver um,
  71. um foco, então
  72. o pesquisador precisa
  73. temente,
  74. porque ele foi a campo
  75. com a finalidade com a resposta para a qual pergunta
  76. que ele está buscando nessa finalidade tem que
  77. nortear toda
  78. a coleta de dados
  79. e análise depois disso. Então,
  80. tem que também entender os julgamentos históricos de aspectos
  81. ideológicos políticos que são
  82. anteriores a pesquisa propriamente dita
  83. e,
  84. portanto,
  85. vai implicar os julgamentos analíticas que são feitos
  86. durante a fase de coleta de dados.
  87. Então,
  88. por existir
  89. essa dicotomia de julgamentos possíveis de análises ideológicas e teóricas
  90. segundo correntes, por exemplo,
  91. discrepantes dissonantes
  92. o pesquisador com
  93. esse conhecimento prévio entendendo muito bem quais os aspectos
  94. quais as diferenças de cada uma das teorias,
  95. ele
  96. consegue evitar
  97. aqueles
  98. que ele mesmo tenha
  99. e
  100. conduzir a pesquisa de uma forma ética, Tanto que fica de olho
  101. nesses
  102. diversos aspectos
  103. o primeiro foco
  104. segundo, ter um conhecimento bem abrangente sobre os aspectos teóricos,
  105. políticos ideológicos
  106. para se posicionar
  107. e saber
  108. que algumas
  109. das coletas de dados
  110. refletem julgamentos prévios dos entrevistados, por exemplo,
  111. e também
  112. afastar o seu próprio viés,
  113. aquela
  114. seu próprio fim filtro
  115. de acordo com a sua ideologia de pesquisador que vai a campo. Então, portanto pode
  116. preferir
  117. dar preferência a
  118. um certo, dado que
  119. mais
  120. condicionante, com a sua
  121. ideologia e
  122. e prejudicar nada menos relevância aos
  123. argumentos
  124. da
  125. teoria
  126. contrária, por exemplo. Então muito cuidado com isso
  127. Esse quadro
  128. sistemático aqui
  129. da fonte de coleta de dados
  130. Robert King, que traz,
  131. é muito importante,
  132. bem
  133. bem sintética, Então ela divide
  134. o projeto de Deus
  135. sobre
  136. o indivíduo.
  137. Então,
  138. o que vai
  139. dizer
  140. qual fonte você vai utilizar o primeiro de um indivíduo,
  141. a sua pesquisa sobre o indivíduo, a sua fonte de um indivíduo?
  142. Então vai ser um comportamento individual.
  143. Há uma atitude individual, uma percepção individual.
  144. Agora,
  145. se o seu projeto é sobre um indivíduo,
  146. mas a sua fonte de coletas de dados a uma organização
  147. vai ser interessante, os registros dos empregados,
  148. as entrevistas como superior desses indivíduos
  149. com outros empregados para fazer análise três em sessenta,
  150. uma coisa assim
  151. então? E
  152. isso se o estudo for sobre o seu de casos foram um indivíduo, por exemplo,
  153. Essas são as conclusões que você chega
  154. com esses dados.
  155. Concessões cidades agora um projeto
  156. que é sobre uma organização
  157. e as fontes de dados sobre o indivíduo. Então você vai
  158. perguntar sobre a organização, mas
  159. com entrevistados individuais.
  160. Então, como a organização funciona, porque a organização funciona coisas assim
  161. e
  162. se a tua fonte a organização perguntando sobre a organização. Então, você vai lá com
  163. políticas daqui
  164. daquela organização. Resultados que a organização apresenta
  165. códigos de ética e de
  166. comportamento que são aplicados.
  167. E
  168. claro que então, as suas conclusões nesses estudos de caso, com fontes
  169. da organização, vai ser a respeito da organização.
  170. Outro critério muito importante para o
  171. pesquisador do estudo de caso adaptabilidade, porque
  172. o estudo de caso é bastante maleável e precisa ser assim.
  173. Então esse pesquisador
  174. tem que ser apto
  175. a fazer esses ajustes
  176. campo. Às vezes não.
  177. A própria entrevista você vai com votos, perguntas e percebi que lá
  178. no decorrer da intervenção que você está
  179. realizando ali,
  180. você já vê uma vantagem de mudança, de uma modificação,
  181. de uma adequação, não
  182. uma pergunta
  183. criar uma questão adicional ali naquele momento.
  184. Então
  185. ele tem que ser capaz de refazer plano.
  186. O plano, O protocolo de pesquisa precisa ser rígido,
  187. no sentido de ter rigor,
  188. mas não rígido, de imutável.
  189. Então, ele tem que ser
  190. bastante
  191. elucidativo, do que vai ser feito,
  192. como vai ser feito, porque vai ser feita,
  193. mas isso não quer dizer que ele não pode ser mudada.
  194. Pelo contrário. Precisa ser mudado
  195. para manter
  196. a pesquisa mais
  197. condizente com aquele caso que
  198. pretende estudar
  199. e, claro, sempre mantendo a perspectiva imparcial, reconhecendo situações,
  200. realidades
  201. que possam ser ali
  202. possam aparecer ali. Então,
  203. e às vezes você
  204. acaba descobrindo um outro processo no meio
  205. daquele estudo, de caso que estava pretendendo
  206. um dos casos
  207. insucesso, que virou um sucesso.
  208. Depois virou um livro
  209. sido Peter
  210. que dá anêmico
  211. Europa esse que, na verdade, o plano dele
  212. era fazer um comparativo entre uma organização pública e na privada.
  213. Só que ele não conseguiu
  214. acesso suficiente aos dados da iniciativa privada.
  215. Então, ao longo
  216. da implementação dos estudos de caso, ele precisou mudar
  217. e na verdade comparou duas organização ações então dois tipos diferentes
  218. de organizações públicas.
  219. Então, virou um estudo de burocracias diferentes
  220. públicas que são aplicados de acordo com diferentes
  221. características. Deseja
  222. que ele precisou ter muita adaptabilidade para,
  223. ao longo da pesquisa,
  224. no decorrer da aplicação
  225. das coletividades, voltar
  226. refazer todo o projeto,
  227. refazer todo o protocolo para ir a campo
  228. com outros,
  229. e não aquele estudo de caso.
  230. Conforme ele, tinha previsto
  231. para responder perguntas um pouquinho diferentes,
  232. inclusive porque ele queria saber
  233. a diferença da burocracia privada pública e agora ele vai querer saber.
  234. Depois ele quem saber
  235. a diferença, a burocracia
  236. de uma
  237. agência pública para outro tipo de agência pública. Diferenças e nuances
  238. de casas, aí
  239. Então, veja que precisou ter muita
  240. adaptabilidade
  241. em segundo
  242. por último,
  243. Outra
  244. fase
  245. do estudo de caso
  246. é a estratégia analítica.
  247. Veja que, além de você, ter muita familiaridade com as ferramentas analíticas,
  248. então como que você
  249. utiliza os dados coletados com aquelas ferramentas?
  250. Então, por exemplo, entrevistas,
  251. pesquisa, para que se partir da análise documental, além de você ter
  252. essa característica, essa
  253. desempenho técnico do uso dessas metodologias
  254. metros de pesquisa, também você precisa
  255. ter uma estratégia na Lei de Quinta, uma familiaridade com essas ferramentas
  256. para mostrar
  257. justamente que você conseguiu cumprir aquele planejado
  258. e
  259. justamente
  260. o diferencial vai ser
  261. no plano.
  262. Já o pesquisador antecipar
  263. as possíveis questões que serão encontradas de
  264. dificuldades
  265. ou
  266. que
  267. serão levantadas pelas pessoas, de
  268. diferentes proposições teóricas. Então, você já sabe
  269. que uma pessoa com uma ideologia mais para esse lado, para aquele lado,
  270. vai ter uma posição mais assim mais avançada.
  271. Já se antecipar já
  272. prevê um enquadramento, uma tabulação,
  273. um
  274. pagamento. Então há respostas
  275. positivas, respostas negativas nesse quesito.
  276. Naquele outro quesito respostas positivas as possa
  277. fazer essa
  278. essa análise.
  279. É muito importante que essa estratégia analítica, principalmente dos teles,
  280. para que essa nuvem de conhecimento seja organizada
  281. e, além disso, precisa ter um tratamento de
  282. dados, ou seja, aquele volume enorme
  283. que de dados que é
  284. coletado com estudo de caso precisa passar por um processamento,
  285. precisa
  286. ter
  287. uma coerência,
  288. virá à informação.
  289. Então esses dados precisam ser tratados transcritas, as entrevistas
  290. guiadas às posições
  291. sistematizadas em tabelas, as análises comparativas
  292. entre uma e outra fonte
  293. de informações
  294. e com isso você consegue fazer
  295. um desenvolvimento é bem
  296. consistente, robusto,
  297. que passa a ser, portanto, científico, porque
  298. bem explicado, bem fundamentado,
  299. injustamente importante que sejam analisadas as explicações
  300. rivais.
  301. É o pesquisador que já sabe o que é que seus
  302. oponentes
  303. de quadro teórico, ou seja, aqueles que não pensam como você
  304. vão achar daquela pesquisa tudo, ou seja, os críticos,
  305. você já sabe
  306. o que o crítico vai ver e já preparou a sua pesquisa para responder
  307. a aquela possível critica que poderia vir,
  308. Então você já está
  309. ali preparado para isso. Então
  310. é muito mais fácil
  311. segurar
  312. garantia a cientificidade de um estudo de caso com esse tipo de análise mais
  313. amadurecida,
  314. inclusive
  315. contendo
  316. os
  317. as explicações rivais.
  318. Algumas ferramentas
  319. recentes tenha utilizado tem facilitado muito
  320. a implementação dessa
  321. triangulação, então,
  322. claro que não substitui nem é necessário
  323. para um estudo de caso.
  324. Não substitui o pesquisador e também não é necessário para que haja
  325. a implementá tensão de estudos de caso, mas elas podem ser muito úteis
  326. em outros. É que alguns exemplos desses tipos de
  327. softwares que fazem
  328. essa organização é
  329. esse tabelamento,
  330. análise de de significação,
  331. análise de sentimentos
  332. desses dados
  333. coletados qualitativamente. Eu particularmente, usa esse segundo aqui
  334. que é a classe e
  335. um dos mais antigos que
  336. que existe
  337. uma versão atualizada de ele, mas
  338. é uma opção paga, mas tem vários aqui que são open source que vocês podem escolher
  339. e ele facilita apenas,
  340. principalmente se o estudo de caso
  341. é muito.
  342. O
  343. grande
  344. volume de informações é muito grande ou se tem muitos envolvidos
  345. coletando dados ao mesmo tempo.
  346. Tem uma equipe de pesquisa de quinze pessoas, cada um fazendo entrevistas.
  347. O pesquisador precisa de uma ferramenta dessa para
  348. sistematizar todas esses dados que são coletados simultaneamente,
  349. não muito volume para fazer isso na mão