GEC - Aula 6 (parte 2)

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by Dercio Luiz Reis10 views·Updated Apr 4, 2022

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  1. considerando os cursos da qualidade.
  2. Esse tema foi abordado em mil novecentos e cinquenta e um
  3. por Juran
  4. em seu livro Quality Control O Reboque.
  5. E
  6. ele aborda
  7. todos os elementos que compõem
  8. o processo necessário
  9. para
  10. que
  11. um produto
  12. seja
  13. é obtido
  14. com a maior qualidade possível,
  15. desde o projeto desse produto
  16. até as fases finais do ciclo de vida desse produto,
  17. incluindo
  18. assistência técnica e
  19. o descarte dele.
  20. Vocês veem que coisas importantes,
  21. como a
  22. chamada
  23. economia,
  24. falou o tema agora que
  25. o ciclo do produto, após a sua vida
  26. útil,
  27. já era analisada
  28. por
  29. o Juran
  30. em seu livro de mil novecentos e quarenta e um,
  31. então
  32. isso já era
  33. uma preocupação lá atrás.
  34. Acho que se o tema agora,
  35. mas
  36. é
  37. exatamente essa
  38. preocupação
  39. com o meio ambiente e com
  40. o reaproveitamento
  41. dos recursos que foram empregados para desenvolvimento
  42. de um produto
  43. e
  44. também os custos da não qualidade.
  45. Quais são os custos da não qualidade, O retrabalho,
  46. o que é obrigado a empresa ter
  47. para colocar
  48. em ordem. Um produto que saiu da linha
  49. de produção com o problema
  50. É o refugo
  51. de material,
  52. as devoluções,
  53. as manutenções, as vendas,
  54. tudo o que pode
  55. comprometer
  56. não só os resultados da empresa
  57. Está
  58. como também
  59. a imagem da empresa junto ao mercado.
  60. Esta
  61. algumas marcas são reconhecidas pelo mercado
  62. como marca de qualidade
  63. única e exclusivamente pela reputação que os seus produtos têm.
  64. Então, quando você fala de algumas marcas, muito famosa
  65. é
  66. que elas
  67. são famosas e são vistas dessa forma pelo mercado.
  68. É
  69. justamente por conta
  70. da qualidade que os produtos dela demonstraram ao longo do tempo
  71. com gente falando bem.
  72. Hoje isso é muito mais fácil de manipular por conta das redes sociais,
  73. mas
  74. você não vai criar qualidade só porque tem um monte de gente, postando,
  75. falando bem.
  76. Mas certamente quando falam mal.
  77. Isso tem uma repercussão muito grande,
  78. ou quem,
  79. então, ainda dentro de custos da qualidade
  80. global,
  81. Define como
  82. são os custos associados com a definição, criação e o controle da qualidade,
  83. bem como os da determinação do valor de retorno, da conformidade
  84. com a qualidade,
  85. confiança e requisitos de segurança,
  86. os custos da não conformidade, que são associados com as falhas
  87. e suas contas, sequências dentro da
  88. fábrica
  89. e quando em poder dos consumidores.
  90. Antes, só se olhava quando dava problema dentro da fábrica, agora não
  91. quando tiver na mão do consumidor
  92. e houve uma alegação
  93. de garantia
  94. ou de manutenção numa assistência técnica,
  95. isso também tem que ser considerado como o custo de não conformidade.
  96. Então, eu tenho duas categorias de custos
  97. os custos de controle,
  98. que são da prevenção
  99. e avaliação,
  100. normalmente dentro da fábrica
  101. e os custos das falhas
  102. que podem ser internas. Ou seja, quando elas acontecem
  103. dentro da fábrica ainda.
  104. E
  105. os cursos das falhas externas,
  106. quando
  107. um problema
  108. é detectado fora da fábrica
  109. na mão do meu consumidor,
  110. gerando
  111. despesas de
  112. garantia
  113. de assistência técnica
  114. que tem que ser empregado para recuperar
  115. aquele produto,
  116. então isso
  117. está explicado aqui, no
  118. discurso de prevenção, avaliação
  119. das falhas internas
  120. ou
  121. externas
  122. aí para vocês
  123. a definição que eu já falei,
  124. e aí
  125. o que que é
  126. a
  127. ótima qualidade?
  128. Quando eu tenho
  129. os custos de prevenção
  130. e
  131. avaliação
  132. é
  133. compatíveis com os cursos de falhas internas e externas.
  134. Então
  135. considerando
  136. a esquerda e eu tenho
  137. a má
  138. qualidade
  139. e a boa qualidade,
  140. você ver quando eu tenho uma qualidade eu tenho falhas
  141. lá em cima
  142. e essas falhas vão diminuindo.
  143. Agora
  144. eu tenho que tomar muito cuidado para equilibrar
  145. o que
  146. eu gasto de prevenção e avaliação
  147. para ter um produto
  148. no nível de falhas internas e externas
  149. é coerente com aquele produto
  150. e a fácil
  151. dar um exemplo disso.
  152. Por exemplo,
  153. um palito de fósforo
  154. você compra uma caixa de força, estava acender
  155. eventualmente algum assente.
  156. Eu não vi ninguém
  157. ligar
  158. para o saque
  159. da fábrica
  160. de palitos de fósforo para reclamar
  161. porque você considera que
  162. a perda muito pequena
  163. de você perder um palito.
  164. Agora,
  165. se você tem um produto como amortecedor de um carro,
  166. você não vai aceitar falhas
  167. da mesma forma que você aceita um palito de fósforo,
  168. então
  169. fatalmente em função da característica do produto
  170. eu vou ter que ter uma preocupação maior
  171. com prevenção e avaliação
  172. do que
  173. com um produto que
  174. ter
  175. uma quantidade de falhas maior
  176. não vai impactar
  177. agora. Imagina se você tem um
  178. paraquedas,
  179. Prevenção e avaliação É fundamental
  180. porque falhar
  181. não é
  182. uma solução.
  183. Dá
  184. para esse o lema da
  185. NASA
  186. Melhores Nora Opção
  187. não é, não posso falhar
  188. porque se eu falhar
  189. vai ser
  190. catastróficos.
  191. Então esse gráfico mostra
  192. que você tem um ponto de equilíbrio ali no encontro das duas curvas
  193. onde você tem
  194. um custo aceitável, um nível de qualidade também aceitável,
  195. mas você tem que avaliar isso. O produto a produto
  196. tem coisas que não podem falhar.
  197. Tem coisas que não vão fazer
  198. tanta diferença
  199. e eu tenho três zonas de ótimo no modelo de juros,
  200. na zona
  201. de projeto de aperfeiçoamento, de melhoria
  202. de
  203. operação, onde eu tenho indiferença
  204. e a zona de altos custos de avaliação.
  205. Quando busco perfeccionismo,
  206. como caso lado meu para a queda está.
  207. Então,
  208. eu tenho os percentuais quando os custos da falha
  209. são maiores que setenta por cento do curso total
  210. e por aí vai.
  211. Esta
  212. é só
  213. dar uma olhadinha neste
  214. quadro.
  215. O que você tem
  216. exatamente essa visão?
  217. Informações dos cursos da qualidade de sua finalidade
  218. É
  219. são
  220. normativas que funcionam na maioria das empresas.
  221. Primeiro
  222. custo da qualidade Deve ser divulgado em termos financeiros quanto
  223. ganhou se quanto
  224. Deus,
  225. um número muito interessante quando
  226. a General
  227. Eletric,
  228. quando ela implantou seis sigma
  229. que ela teve. Economia de bilhões de dólares está
  230. por conta de um
  231. menor custo da qualidade
  232. quando comparado com exercícios anteriores.
  233. Empresas americanas Os custos da qualidade estão entre
  234. dez e vinte por cento das vendas estão atrás
  235. em alguns casos,
  236. depois que se implantou a aquecer
  237. isso, caiu para
  238. dois e meio por cento.
  239. Os relatórios têm que ser objetivos com gráficos,
  240. de tal forma que você consiga mostrar
  241. como você está com relação aos seus custos da qualidade.
  242. Quais são os objetivos
  243. para se medir custo da qualidade.
  244. E
  245. isso é importante para a nossa disciplina.
  246. Primeiro avaliar
  247. os programas de qualidade através de qualificações, tanto físicas quanto
  248. monetários.
  249. Fixar os objetivos que a empresa deve
  250. perseguir
  251. com relação
  252. aos seus
  253. custos de qualidade,
  254. que vão impactar diretamente não só no que a empresa gasta,
  255. mas também no que ela ganha.
  256. Quanto melhor a qualidade de seus produtos,
  257. a tendência é que você tem a maior
  258. quantidade de vendas
  259. e possa cobrar até mais
  260. pelos seus produtos.
  261. Conhecer o quanto a empresa está perdendo por falta de qualidade.
  262. Isso é importante também.
  263. E como é que
  264. esses cursos estão distribuídos dentro da empresa?
  265. Esses são os principais objetivos.
  266. E aí vem
  267. a engenharia da confiabilidade, que foi uma outra teoria da dessa época Nutec.
  268. Quase todos os problemas.
  269. Primeiro,
  270. o controle estatístico só funcionava dentro da empresa.
  271. Não tinha com um controle mais depois que o produto saiu na minha fábrica
  272. e, quando
  273. acontecer algum problema no cliente. Eu só sabia que o que ele me relatava
  274. e aí aconteceu um problema
  275. que um terço
  276. dos
  277. dispositivos eletrônicos na Marinha norte americana
  278. funcionavam
  279. adequadamente.
  280. Ou seja, dois terços
  281. tinha um problema.
  282. E a Nigéria, da confiabilidade, baseava se em análises estatísticas
  283. dentro da fábrica.
  284. Então,
  285. o
  286. que
  287. eu fazia com esses números,
  288. estatisticamente, sabe.
  289. Eu tinha condição de saber
  290. quando é que um determinado
  291. componente de a falhar.
  292. Isso funciona muito para aviação
  293. na aviação, você tem lá um motor que, após seis horas,
  294. ele tem que sofrer uma manutenção.
  295. Fim de papo.
  296. Amano apresentou problema nenhum, não interessa,
  297. não interessa porque tem alguns componentes
  298. que vão ter uma vida útil menor do que outros.
  299. Então
  300. o
  301. meu cálculo de confiabilidade leva em consideração isso
  302. e eu passo
  303. a ter um controle melhor
  304. quando é que pode ocorrer um problema
  305. assim, eu passei a ter maior segurança operacional,
  306. alocar melhor os recursos que eu não precisava comprar
  307. todas as peças que compõem,
  308. por exemplo, um avião por um jato.
  309. Eu não preciso ter todas as peças porque eu sei que tem peças que
  310. duram mais e peças que durou menos. Então
  311. eu vou
  312. comprar de acordo
  313. com
  314. o tempo de uso daquele equipamento da
  315. e
  316. com isso, também possibilita a lei
  317. pegar
  318. esse controle da qualidade que existia dentro da minha fábrica
  319. de levar ele para o cliente.
  320. Então espante
  321. os domínios da qualidade para dentro do meu prédio,
  322. a engenharia da confiabilidade permitiu isso.
  323. A outra teoria é um zero Defeito,
  324. que foi o último movimento da garantia da qualidade está,
  325. ele prevê o seguinte Olha a
  326. atividade de projeto de engenharia Planejamento serviço
  327. tem a mesma importância
  328. que a produção.
  329. Se eu planejei errado,
  330. vai dar errado.
  331. Se eu comprei material
  332. do fornecendo errado, nada,
  333. Então
  334. eu passei até que
  335. coordenar melhor
  336. atividades que eram desenvolvidas por diferentes
  337. setores dentro da minha organização,
  338. mas basicamente
  339. zero defeito, foi motivado pelo seguinte
  340. a Marte. Incorporei
  341. era uma empresa que faziam os mísseis
  342. Pershing
  343. para o Exército americano
  344. mísseis balísticos intercontinentais que levavam
  345. ogivas nucleares
  346. em sessenta e um
  347. Foi elaborado um plano para baixar os índices de defeito.
  348. Que ninguém quer um míssil nuclear
  349. com defeito voando por aí.
  350. Era uma preocupação muito grande, principalmente durante a Guerra Fria, que era
  351. exatamente
  352. essa época. Esse período de da década de sessenta
  353. eu tenha foguetes
  354. intercontinentais com problemas
  355. de funcionamento
  356. e
  357. o Crosby. Filipe Coroas de um dos grandes pensadores da qualidade, também
  358. trabalhavam na Marte Composto, trabalhava na marco por corpo. Deixam nessa época
  359. e
  360. ele criou a filosofia do zero Defeito que
  361. a filosofia do zero defeito
  362. é fazer certo na primeira vez
  363. na filosofia de trabalho de seus processos,
  364. na motivação
  365. conscientização
  366. em todas as etapas de produção
  367. na instalação. Quer dizer, não posso pegar um míssil
  368. intercontinental, instala ele de qualquer jeito no navio,
  369. por exemplo,
  370. e
  371. às vezes você tinha problemas que elas eram gerados
  372. por essa instalação malfeita
  373. do elemento lá no
  374. no local oscilo de armazenagem, onde ele ficava pronto para ser
  375. lançado,
  376. Então esse é o zero. Defeito
  377. O meu princípio
  378. da gestão
  379. da qualidade
  380. pode ser definido nesse gráfico aqui,
  381. onde o foco sempre o cliente,
  382. então eu preciso sempre
  383. buscar
  384. benefícios mútuos com meus fornecedores.
  385. Melhorar meus processos tem uma abordagem sistêmica que envolver as pessoas,
  386. tomar decisões com base em fatos,
  387. liderar
  388. as pessoas,
  389. promover sempre a melhoria contínua.
  390. Isso tudo sempre olhando para o meu cliente, porque é melhor para o meu cliente
  391. e principalmente
  392. para descobrir
  393. qual é
  394. o objetivo do meu cliente. O que ele topa, pagar,
  395. o que ele quer daquele produto daquele serviço que estou prestando
  396. esses são os princípios
  397. da gestão da qualidade
  398. da.
  399. A gente pára por aqui, esse vídeo, e continua em seguida.