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Ana Carolina de Carvalho
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Updated Oct 18, 2021
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Chapter 1
00:09
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00:23
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01:29
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Chapter 8
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Chapter 9
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Chapter 10
09:22
Chapter 11
10:34
Chapter 12
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Auto-generated
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Olá, essa moça lá!
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Número onze!
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Nós vamos falar de política Nacional dos resíduos sólidos e
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vamos falar também sobre agrotóxicos?
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A aula vai ser dividida em três blocos.
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No primeiro bloco nós vamos fazer Considerações iniciais, previsão normativa,
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princípios, objetivos, classificação E vamos falar sobre a gestão integrada
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dos resíduos sólidos no bloco número dois.
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Vamos trazer os instrumentos, os principais instrumentos da lei, o
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sistema de responsabilidade pela geração de gerenciamento de resíduos sólidos.
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E vamos falar sobre a jurisprudência acerca do tema último
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bloco. Vamos falar sobre agrotóxicos, vamos trazer uma introdução, o
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registro dos agrotóxicos, hipóteses de vedação de registro, pedidos de
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informação e cancelamento, embalagens e rótulos.
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A venda e prescrição, responsabilidade e jurisprudência.
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A gente começar a falar de política nacional de resíduos
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sólidos, vai a gente lembrar do grande impacto que nós
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temos gerados aí com essa grande produção de lixo.
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É que, principalmente aqui no Brasil, e isso não tem
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uma destinação adequada a gente ter uma noção desse impacto
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que a gente gera, o brasileiro gera por semana um
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quilo de isso só relativa, resíduos plásticos.
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Isso. No ano são cinquenta e dois quilos, o que
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vai gerar onze milhões de toneladas só de resíduos plásticos
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no nosso paísé um impacto muito grande.
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E esse lixo, quando ele nãoé bem destinado, não
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só o resíduo paz, mas todo o resíduo sólido, não
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não destinado adequadamente.
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Ele vai causar contaminação do lençol freático, a proliferação de
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doenças e pragas ao a caminho do excesso de plástico
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nos oceanos desabamento e a contaminação do solo.
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Nós somos o quarto produtor mundial de plástico, mas aqui
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só três por cento do lixoé reciclado.
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Entãoé uma situação péssima, situação, vamos dizer assim, calamitosa.
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Nós temos uma perda econômica calculada com essa ausência de
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destinação adequada do lixo, de cerca de cinco vírgula sete
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bilhões ao ano.
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E qualé, então, o tratamento no nosso ordenamento jurídico
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vai dar essa questão.
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Inicialmente, A primeira previsãoé acerca do tema veio de
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uma lei de cinquenta e quatro, dois mil cento, e
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trinta e dois, que dizia que falava que seria necessária
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uma regulamentação para tratar da coleta e destinação do lixo.
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Posteriormente, a gente teve a Constituição Federal.
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Ela vai tratar do tema nas seguintes, na seguinte forma
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competência legislativa, queé uma competência concorrente, porque o que
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ela vai trazer aqui na CAE A matéria que diz
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respeitoà Política Nacional de Resíduos Sólidosé o controle
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da poluição.
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Porque a gente já falou com a gente para todo
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o saneamento básico.
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Então, a competência vai ser concorrente entre união e estados
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para tratar do controle da poluição.
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Por consequência, para tratar da geração e gerenciamento, dois resíduos
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sólidos. O artigo vinte e quatro também fala que também
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é a legislação tambémé concorrente para tratar de dano
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ao meio ambiente.
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Tão estado nessas duas matérias vai poder legislar de forma
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suplementar. Lá no artigo trinta, existe a previsão de que
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o município vai poder legislar quando existe um interesse local,
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lembrando que a competência executiva administrativa relacionada ao meio ambiente
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é comum.
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Está lá no artigo vinte e três, falando então da
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lei da Política Nacional dos Resíduos Sólidos.
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Ela vai falar, vai tratar da gestão integrada e do
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gerencialmente. Gerenciamento desculpa ambientalmente adequado dos resíduos sólidos.
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Dentro dessa lei, a gente vai ter princípios, objetivos, instrumentos,
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diretrizes e metas.
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Ela traz uma visão que vai abarcar todo o ciclo
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de vida do produto, desde de a busca por matérias
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primas até a produção, o transporte para o consumidor, consumo
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e, principalmente responsabilidade pós consumo.
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A destinação do que vai, do que vai ser feito
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desse produto vai ser reutilizado.
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Ser vai ser reciclado.
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Quais? De qual vai ser o tratamento dado a esse
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resíduo? Ela vai se articular com a Política Nacional do
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Meio Ambiente.
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É expressa nesse sentido a Política Nacional do Saneamento Básico
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e, também para lei onze mil cento e sete, de
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dois mil e cinco, que vai tratar de concessões de
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contratos, de concessões.
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Elaé voltada, Entãoé a lei também expressa nesse
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sentido. Ela fala que ela se volta as pessoas físicas
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ou jurídicas, de direito público ou privado, responsáveis, direta ou
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indiretamente, pela geração de resíduos sólidos.
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Então, ela vai falar em La Paz.
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Ela vai ser aplicada a qualquer pessoa que desenvolva ações
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relacionadasà gestão integrada e ao gerenciamento dos resíduos sólidos.
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Ela vai trazer onze princípios.
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Entre esses princípios, a gente tem algumas novidades.
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Por exemplo o princípio da eficiência.
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Então, lá vai começar falando dos princípios da prevenção e
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da precaução.
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Nós já falamos desses princípios antes mal.
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Nossos princípios, a prevenção vai atuar.
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Sobre a certeza científica precaução.
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Vai atuar de uma forma preventiva, ainda que exista Não
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existe ali uma certeza científica acerca da possibilidade de causação
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daquele dão segundo o princípio poluidor pagador e o protetor
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recebedor. Aquié interessante a gente falar dentro do poluidor
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pagador da responsabilidade pós consumo, que existe aqui.
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Por exemplo, quando a gente vai falar de logística reversa,
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um pouco mais lá na frente.
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Então, o fabricante continua responsável por aquele produto que ele
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colocou no mercado, mesmo após esse momento em que ele
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faz a venda o que ele entregue ao comerciante para
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que o produto seja vendido, por exemplo, a responsabilidade sobre
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pneus, sobre lâmpadas, sobre embalagens de agrotóxicos.
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Todos esses fabricantes são responsáveis a dar uma destinação adequada
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a essas embalagens.
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A esses produtos já utilizados após o consumo feito pelo
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consumidor, dentro do protetor recebedor, a gente pode citar o
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artigo quarenta e quatro, que vai falar de incentivos fiscais,
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financeiros ou creditícios para projetos e ações que envolvam reciclagem
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para projetos de ciclo de vida dos produtos, principalmente se
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envolver a atuação que catadores e também para as ações
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de limpeza urbana.
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Terceiro princípio da visão Sistêmica A gente na gestão dos
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resíduos sólidos, que considera as variáveis ambiental, social, cultural, econômica,
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tecnológica e de saúde.
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Então, quando eu for fazer a gestão dos resíduos sólidos,
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não vou me preocupar apenas com a questão ambiental.
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Eu tenho que me preocupar, por exemplo, com a questão
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social relativa aos catadores de comoé que está sendo
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feito. Por exemplo, esse trabalho está sendo feito de uma
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forma digna, seis em condições adequadas de trabalho.
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Então, a ideia englobar todos esses aspectos que envolvem a
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e a gestão dos restituições.
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Quarto princípio, desenvolvimento sustentável.
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Nós já falamos de la nas nossas primeiras aulas e
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aí o quinto princípio da época Eficiência queé uma
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novidade legal, porqueé a eficiência.
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A própria lei vai definir o queé a deficiência.
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Ela vai conjugar todos esses aspectos, então o produtoé
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eficiente, ele tem que ter um preço competitivo que ele
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tem que trazer um serviço de qualidade, tem que ser
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bem serviço de qualidade.
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Além disso, tem que preço competitivo, qualidade têm que satisfazer
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as necessidades humanas e promover a qualidade de vida.
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Então, além de ter todas essas qualidades, ele tem que
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reduzir o impacto ambiental e também fazer um uso dos
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recursos naturais dentro da capacidade planetária.
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Então o produto tem que ter todas essas qualidades preço,
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qualidade, satisfazer as necessidades humanas, reduzir o impacto ambiental e
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usar os recursos naturais dentro da capacidade planetária.
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Essa eficiência sustentabilidade econômica já tinham sido tratadas lá.
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Na Política Nacional do Saneamento Básico, já existia menção a
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esses conceitos Vaga a Política Nacional de Saneamento Básico, sexta-
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o princípio, a cooperação entre os diferentes esferas do poder
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público, setor empresarial e demais segmentos da sociedade.
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Então, a lei que prevê a e a cooperação, nós
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já falamos da cooperação lá, quando a gente tratou dos
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princípios uma cooperação entre setor público e o setor empresarial.
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A lei inclusive mais lá na frente, a gente vai
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dizer vai definir o queé acordo setorial, essa possibilidade
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de atuação conjugada entre Poder Público e empresas privadas.
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A gente também vai ver a lei também vai falar
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disso quando a lei fala de cooperação técnica, de troca
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e de tecnologias para a gestão adequada dos resíduos sólidos,
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continuando a responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos.
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O artigo terceiro vai conceituar a responsabilidade compartilhada.
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Artigo Terceiro, um artigo que vai trazer várias definições para
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que você consiga entender as determinações legais que se seguem,
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então o artigo terceiro vai dizer que elaé o
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conjunto de atribuições individualizadas encadeadas, dos fabricantes, importadores, distribuidores e
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comerciantes dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de
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limpeza urbana e manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o
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volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para
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reduzir os impactos causadosà saúde humana e a qualidade
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ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos, nos termos
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dessa lei.
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Então, o que ele está dizendo que a responsabilidade de
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cada umé individualizada?
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Paulo Affonso Leme Machado lembra isso antes de ser compartilhada.
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Existe a responsabilidade de cada um individualizada, individualizada, masé
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encadeada. Informou que para minimizar o volume de resíduos sólidos
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e os rejeitos gerados dentro dessa ideia e de encadeamento
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da responsabilidade pelo ciclo de vida do produto, o próprio
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artigo terceiro inciso primeiro vai dizer vai definir o que
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é acordo setorial, dentro daquela ideia que nós acabamos de
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falar de cooperação, eleé o ato de natureza contratual
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firmado em que o poder público, e fabricantes, importadores, distribuidores
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ou comerciais, tendo em vista a implantação da responsabilidade compartilhada
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pelo ciclo de vida do produto, a gente vai falar
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de ciclo de vida do produto pouco mais lá na
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frente, para a gente, fala dos instrumentos.
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No artigo vinte e seis, ele vem tratando da responsabilidade
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do titular, dos serviços Públicos de Limpeza Urbana e manejo
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dois resíduos sólidos nesse ponto.
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Ali embaixo, a gente vai distinguiré essa responsabilidade pelo
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ciclo de vida dos produtos, da logística reversa, a logística
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reversa, ela vai atuar só em alguns produtos, determinados, por
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exemplo pneus, agrotóxicos, produtos eletrônicos, lâmpadas então para que ela
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atue, são aqueles produtos.
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E se existe determinação de lei regulamenta o acordo, está
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a responsabilidade sobre o ciclo de vida de produtos.
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É um conceito mais amplo, a logística reversa só vai
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existir nessas hipóteses.
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Alguns produtos, se existe determinação de lei ou regulamento ou
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um acordo entre o setor produtor,é o setor público.
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