Parte 3 - Agente de Tratamento de Pequeno Porte

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by Ludmila Albuquerque Douettes Araujo1 view·Updated Mar 4, 2022

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  1. seja muito bem vinda, seja muito bem vindo. E hoje nós vamos dar continuidade
  2. à análise do regulamento dos agentes de tratamento, de pequeno porto. Esta parte
  3. três.
  4. Na nossa série de vídeos
  5. que trata sobre este tema,
  6. nós vamos dar continuidade hoje. É o que nós já estávamos estudando
  7. no vídeo anterior,
  8. que são as obrigações dos agentes do tratamento de pequeno porte, a flexibilização
  9. dessas obrigações.
  10. Na verdade,
  11. o regulamento da Autoridade Nacional de Proteção
  12. de Dados visa justamente isso flexibilizar algumas obrigações
  13. para as pequenas empresas, de forma
  14. geral, que se enquadrem
  15. como agentes de tratamento de pequeno porte.
  16. Então,
  17. nós vamos começar o nosso vídeo falando sobre
  18. o registro das operações de tratamento de dados
  19. pessoais, que é uma obrigação
  20. que está
  21. estampada lá na lei geral de proteção de dados
  22. e
  23. mas a lei,
  24. obviamente, ela não especificou
  25. nem o formato nem quarta-. Qual conteúdo
  26. desse registro das operações de tratamento, de forma que
  27. nós temos
  28. até que a autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais
  29. ela se manifesta. E sobre
  30. esse registro
  31. os consultores de proteção de dados pessoais acabam se inspirando
  32. no que a Europa já tem feito alguns anos.
  33. E
  34. mas
  35. tudo isso
  36. você pode perguntar, Mas o que é realmente esse registro
  37. das operações de tratamento de dados pessoais?
  38. Esse registro nada mais é do que uma ferramenta
  39. que, como já foi falado aqui,
  40. que é obrigatória, segundo a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais
  41. para os agentes de tratamento de dados,
  42. ou seja,
  43. controladores,
  44. controladores
  45. e
  46. operadores,
  47. para que eles documento em
  48. todo o fluxo de dados que circulam
  49. dentro
  50. das empresas.
  51. Ou seja,
  52. toda atividade de tratamento de dados
  53. deverá ser
  54. registrada
  55. neste
  56. neste documento.
  57. Nesta ferramenta,
  58. que pode ser
  59. em dois formatos
  60. principais, tanto pode ser o formato
  61. eletrônico. Quanto
  62. no fiz um vídeo com isso porque
  63. porque? Nem a
  64. depender e até o momento em que nós estamos gravando esse vídeo
  65. Autoridade Nacional de Proteção de Dados, Não
  66. não publicou nenhuma regulamentação
  67. nem nenhuma guia informativa sobre o registo
  68. nas operações de tratamento,
  69. de maneira que, se não se não há um formato específico
  70. ilegal, momento obrigatório,
  71. ele pode ser feito tanto pelo menos até agora
  72. no formato eletrônico quanto no formato físico. Claro que o formato eletrônico
  73. tem a vantagem
  74. de que
  75. você pode sempre atualizar, revisar
  76. essa documentação, mais
  77. esse registro mais facilmente
  78. no pequeno formato físico,
  79. muito embora não exista nenhum problema utilizar qualquer um
  80. dos
  81. formados.
  82. De qualquer forma, o registro
  83. de operações de atividade de registro de operações,
  84. de tratamento de dados pessoais
  85. é um documento vivo, deve sempre ser
  86. revisado.
  87. E finalmente, a finalidade
  88. desse registro das operações de tratamento de dados
  89. Primeiro
  90. é que os agentes e tratamento
  91. possam manter
  92. um controle interno
  93. dos tipos de dados
  94. e da maneira como eles são tratados
  95. internamente
  96. na empresa.
  97. Então
  98. acaba que
  99. a obrigatoriedade desse registro
  100. faz com que a empresa ela realmente se organize
  101. e começa a saber
  102. como esses dados circulam
  103. dentro da empresa
  104. que tempos de dados circulam
  105. e principalmente
  106. esse registro faz com que a empresa
  107. ela efetivamente
  108. possa analisar
  109. se tem dados em excesso ou não,
  110. entre outras questões que são importantes para a adaptação da empresa.
  111. A LG Pmdb-
  112. e a segunda finalidade,
  113. Por incrível que pareça,
  114. é também auxiliar as atividades de supervisão
  115. da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais.
  116. Antigamente, na Europa
  117. era obrigatório
  118. que todas aquelas pessoas que tivessem bancos,
  119. bancos de dados
  120. eles registrassem esses bancos de dados
  121. na autoridade,
  122. nas autoridades de proteção de dados pessoais de cada
  123. um o país.
  124. Então isso mudou.
  125. Essa
  126. obrigatoriedade desse registro perante as autoridades
  127. Mudou.
  128. Entretanto,
  129. continua
  130. a obrigatoriedade de registrar efetivamente
  131. esse fluxo de dados.
  132. E isso serve
  133. para auxiliar e facilitar
  134. quando a Autoridade Nacional de Proteção de Dados for fazer alguma
  135. fiscalização.
  136. Segundo o regulamento,
  137. o registro das atividades de tratamento de dados
  138. pela
  139. pelos agentes e tratamento de pequeno porte
  140. será feita
  141. de forma simplificada
  142. e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais vai fornecer um modelo
  143. para esse registro simplificado.
  144. Então,
  145. até que a autoridade nacional se manifeste
  146. com relação
  147. a esse modelo, especificando o conteúdo,
  148. até agora não se sabe
  149. em que
  150. a autoridade vai flexibilizar.
  151. Mas, de qualquer forma,
  152. será um documento que,
  153. provavelmente, qualquer pessoa vai conseguir
  154. fazer.
  155. E terá informações
  156. bem enxutas.
  157. Com relação
  158. ao registro
  159. de operações de tratamento que nós conhecemos,
  160. que existe um
  161. mundo conteúdo, ele é bem mais abrangente
  162. quando nós nos inspiramos
  163. nesses registros
  164. europeus.
  165. Então
  166. basicamente
  167. fina. E basicamente, finalmente, o regulamento. Ele acaba por
  168. trazer
  169. uma
  170. flexibilização de obrigação mais palpável
  171. do que as demais que nós vimos nos outros vídeos
  172. E a próxima
  173. obrigação,
  174. flexibilizada pelo
  175. pelo regulamento,
  176. é sobre
  177. a
  178. comunicação
  179. de incidentes de segurança
  180. pelos agentes de tratamento de pequeno porte.
  181. Nesse sentido,
  182. o regulamento
  183. da Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais
  184. não nos dá nenhuma
  185. especificidade
  186. e não nos diz
  187. que
  188. será modificado ou flexibilizada
  189. essa comunicação.
  190. O regulamento não nos diz como será modificada
  191. ou flexibilizada essa comunicação
  192. de incidentes de segurança.
  193. O fato é que na
  194. GP de
  195. já existe
  196. uma especificação do conteúdo
  197. da comunicação, dos incidentes de segurança. São,
  198. são oito item Santo tiver colocado oito itens que a GP de trás
  199. e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados exige mais alguns itens que não estão
  200. lá na
  201. e
  202. dá um total de quase
  203. treze ou catorze itens que a empresa deve
  204. deve comunicar.
  205. Deve estar no conteúdo dessa comunicação,
  206. autoridade nacional de proteção de dados pessoais.
  207. Eu imagino
  208. que
  209. a Autoridade Nacional de Proteção de Dados,
  210. dentro da flexibilização dessa comunicação, talvez
  211. flexibiliza a comunicação aos titulares. Ou então, até as medidas que
  212. devem ser implementadas
  213. posteriormente ao
  214. incidente de segurança.
  215. Mas aqui nós estamos só machismo.
  216. Realmente
  217. teremos que esperar
  218. que a Autoridade Nacional
  219. de Proteção de Dados,
  220. ela,
  221. ela efetivamente diga
  222. que exatamente será flexibilizado
  223. em
  224. como será esse procedimento simplificado, porque é só isso
  225. que o regulamento
  226. diz
  227. que o regulamento dispõe.
  228. E, finalmente,
  229. em relação ao encarregado de proteção de dados pessoais, o regulamento,
  230. ele é extremamente claro
  231. no sentido de que
  232. os agentes e tratamento de pequeno porte não são obrigados
  233. a indica
  234. um encarregado
  235. de proteção
  236. de dados.
  237. Agora, o fato do regulamento dizer que não existe a obrigatoriedade não quer dizer
  238. que uma empresa,
  239. uma pequena empresa, uma empresa que se encaixa
  240. como
  241. a gente, tratamento de pequeno porte, não.
  242. Se
  243. os agentes de tratamento de pequeno porte não indicam
  244. o encarregado.
  245. Então
  246. esse agente deverá disponibilizar um canal de comunicação com o titular dos
  247. dados que uma das principais funções do encarregado de proteção de dados pessoais
  248. é justamente receber
  249. essas
  250. comunicações,
  251. receber o titulado os dados pessoais, as petições
  252. dos titulares dos dados pessoais
  253. e respondê las.
  254. Bom
  255. se
  256. indicar
  257. se a empresa indicar
  258. um encarregado da proteção de dados pessoais, só vai existir benefícios
  259. para elas
  260. porque? Porque em caso de procedimento
  261. administrativo sancionatório
  262. será
  263. que a indicação do encarregado de proteção de dados
  264. pessoais será considerado como uma política de boas práticas
  265. e
  266. governança?
  267. Ou seja,
  268. a
  269. levará em consideração
  270. o fato
  271. da empresa
  272. ter um encarregado de proteção de dados pessoais para sua pesar, Aí
  273. a sanção, se for o caso,
  274. nesse procedimento administrativo
  275. sancionador,
  276. Enfim, essas são essas são algumas das obrigações que
  277. o
  278. regulamento traz e que flexibiliza para os agentes
  279. de tratamento de proteção de dados pessoais.
  280. Espero que vocês tenham gostado. Se vocês gostaram do vídeo,
  281. deixam like
  282. e se inscreve no canal
  283. e
  284. até o próximo vídeo?