Solutions
Pricing
Log in
Teams
Get started
Log in
Get started
Crítica a História Quadripartite
FL
by
Fernanda Lucas Santiago
·
1 view
·
Updated Jun 25, 2020
Share
Embed
Create your own
Audio Transcript
Auto-generated
00:02 - 00:06
Olá, ressaltou que quem falar para fazer a Fernanda de
00:06 - 00:13
História e hoje venho propor um diálogo com vocês, não
00:13 - 00:17
vai ceder uma aula se mais uma conversa, mas sendo
00:18 - 00:22
o professor tenta, trabalhamos nos temas que a gente já
00:22 - 00:26
viu inserida, entre uma ideia do que a gente ainda
00:26 - 00:28
haverá daqui para frente, certo?
00:29 - 00:34
Então vou fazer uma crítica da teoria da história sobre
00:35 - 00:41
a forma de dividir o histórico a história quadripartite gente
00:42 - 00:47
fala essa divisão do tempo intimidade medieval moderna e contemporânea.
00:49 - 00:55
Então, como nós teríamos oito aulas História Teremos ainda sábado
00:55 - 00:56
começa nesta quinta aula.
00:57 - 01:01
Eu pensei que, de uma forma didática, ficaria mais fácil
01:01 - 01:05
de trabalhar duas aulas para estar antiga do Astra medieval,
01:06 - 01:10
do astro moderna e duas para a contemporânea, Certo?
01:11 - 01:15
Mas aí o pensamento de colonial faz uma crítica a
01:15 - 01:16
esse tipo de divisão.
01:17 - 01:22
Aí você pode pensar poxa, professora, na quinta aula, você
01:22 - 01:25
vem dizer que essa forma de dividir o tempo não
01:26 - 01:26
é a melhor?
01:28 - 01:29
Não que não seja a melhor.
01:30 - 01:32
Eu acho que a gente está sempre em busca do
01:32 - 01:34
queé a melhor forma.
01:34 - 01:36
Mas o queé que o pensamento de colonial fala
01:37 - 01:39
dessa forma de dividir?
01:39 - 01:42
o tempo que essa forma de dividir, dividir o tempo
01:43 - 01:48
histórico, ela privilegia a história da Europa em detrimento de
01:48 - 01:48
outros povos.
01:49 - 01:54
Então, quando a gente fala de antiguidade, queé o
01:54 - 01:57
primeiro período da história para a história, o que vem
01:57 - 02:01
antes da história, história, tem uma relação com a escrita?
02:03 - 02:09
Até esse esse conceito, essa concepção também, uma concepção europeia
02:10 - 02:12
lidera de moderna iluminista.
02:13 - 02:16
Enfim, que a história, aquilo que se tem registro, material
02:17 - 02:20
escrito, a gente pode fazer uma crítica.
02:20 - 02:26
Isso porque ainda no tempo contemporâneo que nós estamos agora
02:27 - 02:30
tem povos que eles não necessitam do uso da escrita
02:30 - 02:32
e nem por isso eles estão na história.
02:33 - 02:38
Cronologicamente falando, eles estão ao mesmo tempo que nós, mas
02:39 - 02:44
eles não utilizam esse esse tipo de olhar sobre a
02:44 - 02:47
história não significa que eles não tenham uma história que
02:47 - 02:48
isso esteja na pré história.
02:50 - 02:54
Enfim, quando a gente fala de antiguidade a gente fala
02:55 - 02:57
de pré história, no caso, então a gente está falando
02:58 - 03:02
do período dos hominídeos até a invenção da escrita.
03:04 - 03:08
Os primeiros povos que inventaram a escrita, que acredita se
03:08 - 03:11
que foram os egípcios, ouço neles, na Mesopotâmia.
03:13 - 03:17
Então são povos da Antiguidade, de quem tiver o Egito,
03:18 - 03:19
que fica no norte da África.
03:20 - 03:26
Hebreus, peças mesopotâmios e depois a gente vê os gregos
03:27 - 03:29
e os romanos que dominam esses povos.
03:31 - 03:32
Já tem uma concepção imperialista.
03:33 - 03:37
É uma ideia de que os gregos e os romanos
03:38 - 03:45
são mais evoluídos ou melhores, de alguma forma, porque dominaram
03:45 - 03:46
aqueles povos.
03:47 - 03:51
Certo? Então, seja coloca a Europa e no centro dessa
03:51 - 03:53
história antiga medieval.
03:54 - 04:00
Também essa ideia de castelos, de feudos, essa forma de
04:01 - 04:03
sociedade se desenvolveu na Europa.
04:04 - 04:09
Também coloquei nos períodos para vocês lembrarem estendendo muito aqui,
04:10 - 04:12
porqueé só uma ideia de fazer um diálogo mesmo.
04:13 - 04:19
E aí, só na modernidade que, quando os europeus invade
04:20 - 04:26
a África e a América para colonizar, que passa a
04:26 - 04:30
ser falada, de uma história da América, uma história do
04:30 - 04:34
continente americano, dos povos que viviam aqui.
04:35 - 04:41
Então parece que povos indígenas e africanos não tinham importância
04:42 - 04:47
enquanto não tinha uma relevância econômica enquanto não foram dominados
04:48 - 04:48
pelos europeus.
04:50 - 04:54
Nossa crítica colonial fala disso, faz uma crítica, essa ideia
04:55 - 05:00
de progresso, essa ideia de acreditar que no futuro sempre
05:00 - 05:05
estaremos melhor, o que agora, na contemporaneidade, nós somos superiores
05:07 - 05:11
melhores do que no período medieval ou melhores do que
05:11 - 05:16
na antiguidade ou melhores do que na pré história, mas
05:16 - 05:20
melhores no melhores do que atrasados em relação ao que
05:20 - 05:21
e aqui.
05:21 - 05:24
Então, a crítica de colonial a organização fez uma crítica
05:25 - 05:28
Essa ideia de que a Europaé central para a
05:28 - 05:34
compreensão da história humana, faz uma críticaà colônia lidade
05:35 - 05:38
que se a gente for pegar a história do Brasil
05:38 - 05:43
ou da América que ele começa quando a invasão dos
05:43 - 05:47
europeus no Brasil na datação de mil quinhentos e setenta
05:47 - 05:51
e um, quando ganha a primeira expedição, Martim Afonso para
05:51 - 05:54
colonizar o Brasil e vai até o período que começa
05:56 - 06:00
com a vinda da família real para o Brasil, o
06:00 - 06:01
início do Império.
06:01 - 06:05
Então issoé um período assim, de trezentos anos de
06:06 - 06:11
colonização. Mas a nossa mentalidade aindaé uma mentalidade que
06:12 - 06:20
está dependente, digamos assim, da dos povos europeus, porque ainda
06:20 - 06:25
é uma mentalidade pautada no racismo, no machismo, um sexismo
06:29 - 06:31
que a modernidade ela ela se basear nisso.
06:32 - 06:37
O que representou a modernidade para os povos europeus, representou,
06:38 - 06:41
na verdade, a dominação do continente africano e americano.
06:43 - 06:46
É isso que eu gostaria de falar para vocês
See full transcript