Cópia de The Four Tendencies framework

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by Tárcito Silva0 views·Updated Jul 21, 2020

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  1. Olá pessoal, Iremos tratar nesta aula a respeito da epistemologia
  2. interista, ou seja, na maneira como o empirismo compreende que
  3. se dá ao conhecimento o empirismo, uma teoria filosófica epistemológica
  4. que possui uma tradição desde pelo menos a idade moderna,
  5. como o tempo e epistemológica.
  6. O empirismo a bordo sobre questões referentes ao conhecimento, especialmente
  7. os filósofos juristas defendem que a experiência sensorial que o
  8. conhecimento decorre.
  9. Mesmo assim,é uma filosofia epistemológica que defende a tese
  10. de que o conhecimento se origina em virtude da experiência
  11. sensorial possibilitada pelos órgãos dos sentidos.
  12. Só visão, audição, paladar, tato e olfato estava judicial em
  13. turismoé compreender a maneira como o conhecimento se origina
  14. para os turistas.
  15. Não há ideias inatas, istoé, a ideia de nascença
  16. que eles pensem toda e qualquer experiência.
  17. Desta maneira, toda a ideia humana são ideias.
  18. Resultados da experiência de vida Os dois grandes nomes do
  19. empirismo clássico são sorológicos de Locke e David Villa.
  20. Portanto, ambos os pensadores defenderam a tese de que o
  21. conhecimentoé proveniente da experiência sensorial.
  22. Um desses autores foi John Locke, de Locke.
  23. Conquistaram inglês interista que influenciou outros grandes pensadores clássicos como
  24. Berkeley e David.
  25. Coloque foi importante pensador inglês, que ajudou a desenvolver, portanto,
  26. a teoria e pires algumas características ou aspectos do empirismo
  27. de Locke Primeiro, a negação do didatismo, ou seja, a
  28. ideia de que existam assassinatos.
  29. O segundo pontoé de que a mente, uma espécie
  30. de tábua rasa, uma espécie de folha em branco que
  31. é preenchida através das experiências dos indivíduos ao longo de
  32. suas vidas.
  33. A percepçãoé fundamental para o empirismo.
  34. Logo os órgãos dos sentidos estão na base do conhecimento.
  35. O último ponto Toda a ideia de primeira, uma experiência
  36. assim o fator fundamental para a efetivação do conhecimento.
  37. Segundo empirismo Experiência sensorial Para John Locke há duas formas
  38. particulares de experiência, aquela interna, a qual podemos chamar de
  39. reflexão da experiência externa que chamamos de sensação.
  40. Chama se ideia o conteúdo que povoa a mente do
  41. indivíduo. Há dois tipos de ideias bem simples Ideias compostas
  42. As dez simples são aquelas ideias provenientes diretamente dos sentidos,
  43. ao passo que as dez compostas são ideias produzidas por
  44. combinação.É por meio das dez compostas que conseguimos, por
  45. exemplo, conceber seres imaginários ou seres mitológicos como Centauro, que
  46. é uma criatura, metade homem e metade cavalo, então juntamos
  47. ideias presentes no ser humano e dez presentes no Rio
  48. e Clinton Cavalo.
  49. E aí a gente compõe uma figura mitológica, uma figura
  50. tal como centauro.
  51. A composição dessas ideias produz a ideia composta de um
  52. ser mitológico Diálogo chamou de ideia de sensação aquelas ideias
  53. oriundas diretamente dos sentidos no chão ou de ideias de
  54. reflexão. Aquelas ideias que requerem a articulação interna dos dados
  55. da experiência a respeito dos objetos nos objetos apresentam qualidades
  56. primárias e secundárias.
  57. Lembrando que os objetos como possíveis são aqueles exatamente que
  58. podem ser pensados, apreendidos, cognitivamente sujeito.
  59. Os objetos apresentam qualidades primárias, qualidades secundárias, lembrando que os
  60. objetos são poder possíveis, exatamente porque eles podem ser pensados
  61. e apreendidos com objetivamente pelo sujeito.
  62. Nesse sentido, o diálogo parte de algumas pressuposições acerca do
  63. objeto objeto quase impossívelé aquele queé apreendido por
  64. meio do sujeito como inocente, portanto, objeto apreendido e o
  65. sujeito aprende objeto por meio das suas capacidades cognitivas e
  66. de sensibilidade.
  67. O sujeito tem a capacidade de aprender as qualidades das
  68. propriedades do objeto.
  69. A capacidade humana de a partir dos andamentos conhecidos pela
  70. experiência, articular novas ideias, inclusive as ideias compostos, como vimos
  71. no básico do central, a qualidades intrínsecas ao objeto e
  72. a qualidades que dependem das vias sensoriais.
  73. As qualidades primárias são inerentes ao objeto, como instituição, solidez
  74. e movimento.
  75. Já as qualidades secundários dependem, dependem de como os órgãos
  76. dos sentidos foram afetados.
  77. Exemplos das qualidades secundárias dos objetos com o Samu e
  78. eu dou o entendimentoé o nome que Locke deu
  79. a capacidade humana de conhecer, ou seja, de um objeto
  80. ser compreendido.
  81. Cognitivamente temos o jeito David e reúne foi o filósofo
  82. e historiador e ensaísta e diplomata os conselhos um dos
  83. mais importantes filósofos modernos do Iluminismo, diálogo que operou com
  84. a noção conceitual de impressão que diz respeito a vivacidade
  85. com a qual a percepção se apresenta a mente.
  86. A impressãoé o primeiro contato do indivíduo em relação
  87. ao objeto.
  88. A impressão tambémé a maneira mediada pelos sentidos de
  89. um indivíduo.
  90. Mantém contato com a realidade física se o indivíduo possui
  91. algum comprometimento em relação a algum dos órgãos dos sentidos.
  92. Se o indivíduo possui algum comprometimento algum dano em relação
  93. a algum dos órgãos dos sentidos, isso significa que o
  94. processo de apreensão do objeto também fica comprometido.
  95. Processo de conhecimento segundo dele de Rio tem por base
  96. a experiência queé a tese central do empirismo.
  97. Processo de conhecimento passa por duas etapas cruciais a impressão
  98. que aquela que se dá a vivacidade de fato sensorial
  99. em relação ao objeto e a produção da isso, ideias
  100. que dependem da primeira etapa, ideias são os pensamentos dos
  101. indivíduos. Essas ideias, como vimos, só são permitidas através da
  102. experiência empírica.
  103. As ideias são cópias da realidade.
  104. Podemos dizer também que ideias diz respeito a uma associação
  105. temporal, que as percepções sim, apresenta.
  106. A impressão.
  107. Diz respeitoà percepções mais intensas queé o contato
  108. mais direto em relação ao objeto.
  109. Deve dirigir me chama de entendimento aquilo que falamos anteriormente.
  110. A capacidade de relacionar ideias ou dito de outra maneira,
  111. a capacidade humana de conhecer, recordar, imagina, trata do processo
  112. de produção de ideias, relações, ideias, as relações, ideias diz
  113. respeito ao processo abstrato.
  114. Relacionar ideias, relações, ideias envolvem relações intuitivas, irredutíveis e, portanto,
  115. é um processo mais abstrato, informal.
  116. Nas relações, ideias se expressam na lógico e também por
  117. meio da matemática em questão.
  118. Vida Esse conhecimento não depende completamente do meio externo, mas,
  119. sobretudo, da capacidade humana de fazer a relação entre ideias.
  120. David riu muito e feriu as relações.
  121. Ideias essas faz a gente tratou agora as relações de
  122. fato, diferentemente das relações de ideias, nas relações, de fato
  123. requerem mais diretamente a experiência geral dessa forma de sentenças
  124. descritivas sobre a realidade física.
  125. Por exemplo, a rosa da Casa de João Branca.
  126. Então, para podermos concluir que a rosa da Casa de
  127. Joãoé realmente branca, precisamos constatar através da nossa percepção,
  128. através dos nossos órgãos, dos sentidos que efetivamente a rosa
  129. da casa do João Branca, a associação de A Associação
  130. de Ideias, o indivíduo consegue realizar mentalmente algumas associações de
  131. ideias. Temos a causalidade que a relação temos a causalidade,
  132. que a relação entre causa e efeitoé, de fato,
  133. um conhecimento empírico.
  134. E a causalidade não se baseia em princípios racionais, mas
  135. tem por base o hábito.
  136. Portanto,é uma relação totalmente empírica,à semelhança do indivíduo.
  137. Relaciona semelhança, diz respeito a relações que o indivíduo consegue
  138. fazer através de eventos análogos.
  139. O reconhecimento se dá dessa forma por meio de analogias.
  140. O indivíduo relaciona ideias por similaridade.
  141. Finalmente temos a continuidade.
  142. O conhecimento também pode se realizar através de ideias contíguas.
  143. Ele também criticou a causalidade por considerar que a causalidade
  144. nãoé confiável, pois ela nãoé racional.
  145. A causalidade dá uma fragilidade a questões de fatos para
  146. reunir as conclusões advindas do princípio da causalidade se dá
  147. não por meio da razão, não em consequência de princípios
  148. racionais, mas através de simplesmente o hábito, então nada garante
  149. que o efeito de uma eventual causa sempre seja gerada,
  150. por exemplo, nacionalmente.
  151. Nada indica que amanhã irá nascer irá abrir só amanhã.
  152. Nãoé o fato de que sempre houve um dia
  153. após o último dia que vai garantir que amanhã existe.
  154. Portanto eu me faz uma críticaà causalidade exatamente por
  155. considerar que a causalidade não possui uma racionalidade.
  156. Objetivo Bem, essa foi a aula de hoje a respeito
  157. do empirismo, a próxima área, continuamos