Afecções Respiratórias

LR
by Laiane Ribeiro0 views·Updated Sep 12, 2020

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  1. na pediatria.
  2. O que sabemos até agora nós teremos efeitos diretos que
  3. dizem respeito às manifestações clínicas de convite, mas a gente
  4. também terá efeitos indiretos.
  5. Ou melhor, já estamos tendo a gente efeitos indiretos do
  6. convite na atençãoà saúde da criança e do adolescente.
  7. E temos também gente, alguns fatores que precisam ser considerados,
  8. por exemplo, como a nossa composição demográfica.
  9. A gente tem uma diferenciação regional muito grande do nosso
  10. País o contingente de crianças com condições crônicas como controle
  11. insuficiente pela rede, desafios no acesso e qualidade do cuidado,
  12. desafios no acesso e qualidade do cuidado pediátrico, também de
  13. maior complexidade.
  14. E aí a gente vem com os efeitos indiretos, como,
  15. por exemplo, prejuízos no ensino, pela falta de presença na
  16. escola ou pela queixam do adoecimento de do adoecimento mental,
  17. como ansiedade e depressão, pela falta de socialização e pela
  18. atividade remota, pela falta de convívio também com familiares, amigos,
  19. colegas, a violência doméstica que aumentou muito.
  20. A gente também teve gente.
  21. Quedas na cobertura vacinal.
  22. Não foram só os benefícios que tiveram, as crianças também
  23. tiveram. A gente teve aumento do sedentarismo pela falta do
  24. ar livre, de sair de casa.
  25. A gente teve um aumento das mídias sociais celular e
  26. pede. Então tudo isso ela influencia no contexto da pediatria.
  27. Quando a gente fala de epidemiologia, alguns estudos trouxeram que
  28. na China, na Itália, na Inglaterra, na França, na Espanha,
  29. os Estados Unidos, a população pediátrica representou de um a
  30. cinco por cento do total de contaminados.
  31. Então, a gente vê que realmenteé uma parcela menor
  32. do que nos adultos.
  33. Alguns estudos que trouxeram nesses países que trouxeram esse uma
  34. cinco por cento, eles trazem uma média mais ou menos
  35. de sete anos.
  36. Esse estudo realizado na China e esse estudo aqui do
  37. cento desses controle prevê queé o CDC nos Estados
  38. Unidos uma média de onze anos.
  39. Então, a gente vê queé uma população na infância,
  40. um pouco mais velha em relação aos efeitos diretos.
  41. Gente, a gente pode ver que não fazem muito do
  42. que já está descrito na literatura, mas a gente vê
  43. uma diferenciação entre as próprias fazer injetados.
  44. Então, se vocês pararem, então os sintomas aqui de zero
  45. a nove anos, dos sintomas de zero a dezanove anos
  46. a gente vai ter algumas coisas parecidas, mas, por exemplo,
  47. em primeiro lugar, que o sintoma de zero a nove
  48. anos. Quem que ocupa febre, tosse, respiração rápida, enquanto de
  49. dez a dezanove anosé a tosse, aparece em uma
  50. questão de sintomas gastrointestinais final, como diarreia, a quem tanto
  51. o presente de zero a nove anos como presenteé
  52. que eu, com catorze por cento de dez a dezanove
  53. anos, dor abdominal e na criança também aparece a questão
  54. da perda do olfato do paladar.
  55. O queé que os casos suspeitos ou confirmados referem
  56. síndrome gripal, febre, calafrios, dor de garganta, dor de cabeça,
  57. tosse, coriza?
  58. Então os nossos achados também estão de acordo com os
  59. achados internacionais.
  60. Hoje a gente tem vários materiais educativos para as crianças
  61. em produzir vídeos com as próprias crianças falando sobre convive,
  62. eu vou postar para vocês esta e algo importante que
  63. a gente para conversar sobre a síndrome inflamatória sistêmica ou
  64. não sei se vocês viram, mas estão sendo várias notícias
  65. internacionais e nacionais que descobriu o primeiro foi o Reino
  66. Unido e a gente a conversão, porque sobre ela