lontra palestra

OC
by Oldemar Carvalho Junior9 views·Updated Sep 12, 2021

Projeto Lontra

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  1. Boa Noite Pessoal Michel Alessandri Eu trabalho no projeto contra
  2. já desde dois mil e quatro.
  3. Para mim,é um grande prazer estar aqui falando no
  4. ciclo de medicina e conservação de animais silvestres da Semeve
  5. Federal Rural do Rio de Janeiro.
  6. O convite, Assim ficamos muito honrados.
  7. Vou falar um pouquinho sobre a Londres sobre a questão
  8. da conservação da outra, da pesquisa e da mobilização social.
  9. Bem, vocês viram aquilo contra esse animal maravilhoso, gracioso, fantástico,
  10. da fala do Brasil.
  11. Sempre lembrando que, apesar de todos todos nós estamos vacinados
  12. a questão da importância ainda do distanciamento social, a não
  13. cooperação. Lavar as mãos, enfim, nada como duas outras apaixonadas
  14. aí para estar lembrando isso um pouco da minha trajetória.
  15. Desde dois mil e quatro que o trabalho nessa parte
  16. da Coordenação geral do projeto encontra na parte administrativa, porque
  17. sou gerente de projeto, fiz uma pós graduação de indiciamento
  18. de projeto e a pesquisa propriamente dita, pesquisa em conservação
  19. e a mobilização social.
  20. Eu sou engenheiro de aquicultura, de formação sob bióloga.
  21. Também não foi atrás da da parte da biologia, principalmente
  22. da licenciatura, muito em função do meu trabalho como mobilizadora
  23. social. E atualmente eu estou fazendo um mestrado em clima
  24. e ambiente pelo IFCE, em Santa Catarina.
  25. A fatia da advocacia.
  26. E também então vamos falar de lontra para gente assim,
  27. sempre por onde começar, como falar da lontra?
  28. Porque tudo isso começou por causa de um, de um
  29. objetivo, de um projeto, um projeto de vida iniciado pelo
  30. nosso coordenador lá em mil novecentos e oitenta e seis,
  31. e quando ele também super jovem saiu da universidade e
  32. o que fazer e um dia foi, não há água
  33. do período em Florianópolis, envia uma lontra.
  34. Então, como ele sempre fala, foi amorà primeira vista.
  35. Desde então a gente vem desenvolvendo um trabalho lindo, maravilhoso,
  36. que isso até uma pressão muito suspeito em falar mais.
  37. Eu falo isso com muito orgulho, com muita tranquilidade.
  38. O trabalho que a gente faz, o projeto, outro, a
  39. iniciativa, está pesquisando a lontra.
  40. Ela se deu muito em função da questão da carência
  41. de dados até hoje.
  42. Assim, gente trabalha muito prata, cobrindo lacunas, principalmente na parte
  43. de conservação, na pesquisa de a partir da biologia da
  44. conservação. Mesmo então assim, desde mil novecentos e oitenta e
  45. seis foram em Santa Catarina.
  46. Foi um foi o primeiro estudo da lontra dentro de
  47. uma bacia hidrográfica, principalmente uma bacia que estava dentro de
  48. uma ilha costeira e num ambiente considere marinho, porque até
  49. então a lontra foi sempre um animal considerado de água
  50. doce e ali a lontra.
  51. A gente estava vendo que tinha uma ligação com o
  52. ambiente marinho, com o ambiente estuarino, mandes toda essa parte
  53. costeira, aquele animal que ninguém sabia muito sobre ele.
  54. Sobre a questão do hábitat, sobre a questão de proteção,
  55. quais as leis que protegiam em todo esse processo que
  56. a gente chama de processo de implantação do processo do
  57. projeto, ele levou a seu tempo A gente no sentido
  58. de a gente sempre estudando, até hoje está sempre se
  59. atualizando, sempre estudando, sempre buscando inspiração na lontra.
  60. Tudo para responder muitas perguntas, Qualé a relação que
  61. a outra tem conosco?
  62. Porque a outra, A outra tem a ver comigo com
  63. vocês que estão nos assistindo.
  64. E principalmente hoje, com essa questão da mudança climática, não
  65. são muitas perguntas ainda que a gente tem para responder.
  66. Tem muitas perguntas ainda, que a gente está respondendo, mas
  67. eu acho que nada melhor que o tempo e os
  68. acontecimentosà luz das questões que vão se apresentando.
  69. Eu botei ele aqui, sempre gosta de de enfatizar que
  70. a lontra elaé uma protagonista da mudança.
  71. Em todo esse processo de pesquisa, de formação de pessoas,
  72. ela a gente disse que ela, uma protagonista da mudança,
  73. esses estudos da lontra, principalmente da lontra, Angical des deixa
  74. quinze os links, depois até posso passar, mas ele teve
  75. que ter suporte.
  76. Hoje a gente tem o suporte do instituto.
  77. É que o Brasil e da Bando Selvagem são uma
  78. uma empresa do quarto setor.
  79. O instituto.
  80. É que o Brasil, que hojeé o terceiro setor,
  81. é uma instituição da organização da sociedade civil que o
  82. projeto entre precisava ter uma identidadeé que nem a
  83. gente hoje a gente assim.
  84. Por exemplo,é preciso ter o CPF,é preciso ter
  85. uma aije o Projeto Lontra.
  86. Ele precisa ter um CNPJ ainda CCPJé hoje para
  87. o projeto, Outraé o Instituto Brasil.
  88. Isso ocorre também com o projeto Onça Pintada.
  89. Um projeto TAMAR Projeto Golfinho Rotador projeto Frank AustralisÉ
  90. necessário para que a gente possa estar indo atrás de
  91. recursos para a própria pesquisa?
  92. Para a gente, está participando de editais para a gente
  93. buscar soluções para a questão da sustentabilidade, o Projeto Lontra
  94. ele abriga um dos únicos criadores científicos dar de mostrar
  95. líderes da América Latina.
  96. A gente pode falar com bastante propriedade e hoje, esse
  97. criadouro científico, ele trabalha muito com a pesquisa, tanto em
  98. ambiente natural quanto como a burocracia vai falar depois para
  99. vocês, essa parte da fisiologia parasitos.
  100. Enfim, eu, quanto mais trabalhei com com a outra mais
  101. vi a necessidade de trabalhar a questão das pessoas e
  102. por isso a mobilização social, porqueé porque o nosso,
  103. o nosso negócioé uma causa.
  104. E essa causa, ela está na pesquisa científica.
  105. Ela está trabalhando a questão dos dados, ela, a mobilização
  106. social, ela traduz muitos dados da pesquisa científica.
  107. Issoé extremamente importante porque lembra que eu falei para
  108. vocês o que a lontra tem a ver com vocês
  109. e subsidiando toda todos os pontos que a gente está
  110. falando. A gente tem o programa de eco voluntário,É
  111. o turismo de conservação.
  112. Então depois da ocupação, só vai passar para vocês ao
  113. longo da palestra que um pequeno vídeo exemplificando sobre o
  114. queé o programa voluntário que você pode fazer para
  115. se tornar um voluntário Não existem mais de treze espécies
  116. de lontras no mundo.
  117. A nossa aqui, a lontra neotropical, viver e a jail.
  118. Sim, a áreaé uma outra todo mundo.
  119. Pergunta isso assim?
  120. Pergunta bem recorrente, mas a ariranhaé uma outraé
  121. uma gigante que vive especialmente nesses ambientes?
  122. Aline, Falei para vocês da Amazônia, do Pantanal e a
  123. lontra neotropical a viver outra que elaé mais tanto
  124. de água doce, como também dos ambientes costeiros e marinhos.
  125. Luciene, Ela dedica um Dia mundial a lontra para chamar
  126. atenção para essa questão da importância que esse animal tem
  127. na com relação a a conservação dos recursos naturais no
  128. mundo. Então, toda quarta feira, toda última quarta feira do
  129. mês de maio ocorre em diferentes datas.
  130. Está o no mundo inteiro.
  131. A gente tem o Dia Nacional da Lontra no Brasil,
  132. queé dia trinta de maio, para não dar conflito
  133. na gente.
  134. Não está aqui aqui.
  135. Viu que falei no dia trinta de maioé o
  136. dia da outra.
  137. É a última quarta feira do mês de maio.
  138. A gente aqui está frio, está sul, então vocês sabem
  139. que eu estou recolhida aqui.
  140. Como eu falei para vocês com a falar para vocês,
  141. dessas espécies.
  142. Todas elas têm um risco de extinção apenas a outra,
  143. Canadenses que ela.
  144. Não há outra canadense que ela não está em nenhuma
  145. lista. Depois tem outro vídeo em que eu queria mostrar
  146. pra vocês também.
  147. Vou passar o dia em que o pessoal do da
  148. semana vai nessa média.
  149. Vai passar para vocês.
  150. Em Santa Catarina, a gente iniciou, além da Lagoa do
  151. Peri, que, como falei, Florianópolisé uma ilha costeira.
  152. Elaé ligada ao continente aqui, no braço que e
  153. ali tudo começou meu gato e ali tudo começou os
  154. estudos com a outra.
  155. A importância dela para o ecossistema da Lagoa do Peri
  156. e hoje Santa Catarina nelaé um berço da pesquisa
  157. da outra no Brasil.
  158. Assim, porque eu falo isso, não tem pesquisa da outra
  159. no Rio de Janeiro, em qualquer outro lugar tem sim,
  160. mas assim um programa de pesquisa que trabalha constantemente com
  161. a lontra.
  162. Nós nós temos essa essa bandeira, inclusive a lontra.
  163. É a nossa espécie bandeira para não me alongar mais
  164. aqui porque tem tempo também.
  165. A gente faz muita pesquisa em áreas de estudos como
  166. rios, lagoas, um exemplo da onde a gente vai Porque
  167. pesquisadores de lontra seja, Não importa a formação, seja veterinário,
  168. seja biólogo, ele tem que gostar de uma certa aventura
  169. também. Aqui a gente vai de canoa, nesses rios aqui
  170. em Itajaí, ele fez todas as microbacias aqui que o
  171. oceano bem bacana tem bastante trabalho de campo em vocês,
  172. hidrográficas A importância da espécie para bacias hidrográficasé que
  173. a gente fez um trabalho no rio Itajaí Açu.
  174. A distribuição das outras nessas bacias.
  175. Aqui, as escolas onde a gente encontrou indícios de notas.
  176. O que são esses indícios?
  177. A gente fala de amostragens.
  178. A gente faz essas amostragens.
  179. Tem as diretas e as indiretas?
  180. Essas são a coleta de excrementos.
  181. Assim a gente classifica os excrementos.
  182. A gente vê geral, referência, faz entrevistas, faz uma pesquisa
  183. local, conversa com as pessoas que vivem num dos rios,
  184. issoé extremamente importante porque a gente já conhece algum
  185. conflito, a gente, já que a percepção que as pessoas
  186. têm com relaçãoà espécie bem bacana de fazer a
  187. distribuição no Rio Uruguai também foi um trabalho bem bacana.
  188. A gente fez no Pantanal, gente.
  189. Não importa o tempo que for, mas reservem o tempo
  190. dentro da da formação de vocês para vocês conhecerem.
  191. Implantará o queé incrível.
  192. A gente fez um trabalho muito bacana no Rio Aquidauana,
  193. Mapeamos algumas lontras e areias ao longo do rio, como
  194. falei com a geolocalização dos grupos de ariranhas e as
  195. avistagens de números aqui no Sul, além da Lagoa do
  196. Peri, a gente faz um trabalho bem bacana na APA
  197. da Baleia Franca, que fica mais ao sul aqui de
  198. Santa Catarina.
  199. Então um mari tório que a gente fala, porque a
  200. maioria do território também no mar, alguns pedaços de mari
  201. tório está dentro da terra.
  202. Então a gente faz um trabalho dentro da APA da
  203. Baleia franca, muito em função da ocorrência da outra nesses
  204. muitos promotores que tem aqui nessas áreas costeiras, mas nem
  205. sempre fala.
  206. São muitas espécies em um território.
  207. São nove municípios que compõem a APA da Baleia Franca
  208. e muitas espécies que usam esse território.
  209. Trabalha em uma questão de educação ambiental, mobilização social, enfim,
  210. bem bacana, voltando a falar de lontras.
  211. Mais especificamente, eu quis mostrar isso para vocês, Assim, as
  212. perguntas mais comuns que a gente recebe sobre o que
  213. ela come quanto tempo ela vive Salada no Rio Salvador
  214. no Brasil como está a distribuição nos estados e no
  215. Rio de Janeiro.
  216. Comoé que vocês vão saber dizer o que está
  217. a questão da Londres?
  218. Rio de Janeiro?
  219. Quais as principais ameaças?
  220. Conflitos Porque conservar os princípios, a questão do manejo desses
  221. animais, seja em vida livre, seja ele em ambientes de
  222. cativeiro, a importância do papel de um criadouro científico, pesquisa
  223. as políticas públicas e a questão da corresponsabilidade.
  224. Então, ao longo do tempo, coloquei na forma de pergunta
  225. porque tudo isso a gente foi respondendo com com algumas
  226. ferramentas, principalmente a questão da mobilização social, da ideia do
  227. comunicação como metodologia.
  228. A educação ambiental, a foi uma ferramenta porqueé porque,
  229. como eu falei para vocês, por quanto mais a gente
  230. trabalhava com a espécie, mas a gente ve que outra
  231. espécie estava precisando de atenção que a os humanos.
  232. Então, assim as pessoas precisavam ser trabalhadas antes que a
  233. gente fosse falar da conservação de lontras, E vocês vão
  234. ver muito isso, algo mudar da carreira de vocês.
  235. Porque para quem vai trabalhar com animal silvestre selvagem você
  236. às vezes vê esses conflitos.
  237. Nem às vezes você não pode contra as pessoas, mas
  238. você tem que levar a informação, transformar informação, trabalhar a
  239. questão da corresponsabilidade com essas pessoas, Qualé o papel
  240. da lontra e da Ariranha naquele lugar, quais as ameaças
  241. e conflitos?
  242. Então, por queé importante conservar outra no Rio?
  243. Porqueé importante ter pesquisa porqueé importante ter leis
  244. que protejam, enfrentam a gente hoje trabalha muito a agenda
  245. vinte trinta nem a Carta da Terra, os princípios da
  246. Carta da Terra aqui, principalmente a Agenda vinte trinta, com
  247. os os dezessete objetivos do desenvolvimento sustentável.
  248. A gente, cada objetivo que a gente trabalha, uma meta
  249. indicada a questão das crianças aqui em si, foi o
  250. fato de, no Rio Grande do Sul, bom que essas
  251. questões aqui na sua ainda qualquer lugar.
  252. A gente ainda se depara muito com a questão da
  253. caça, a gente, as pessoas ainda matam, as pessoas ainda
  254. fazem crueldade, barbaridades.
  255. Então, de que forma iria resolver isso?
  256. A gente foi pra escola, então eu ao mundo, cachorro
  257. passarinho, meu jabuti, mas eu sou apaixonado por outro no
  258. Rio também porque estava havendo esse conflito de animais doméstico
  259. soltos numa proximidade de rio e aonde encontra passava, então
  260. issoé uma das causas que também dificultam a questão
  261. da outra.
  262. Então que são os mostra Índios Os meus cílios dentro
  263. da família dos carnívoros dos carnívoros são os mais numerosos.
  264. São vinte e cinco gêneros, sessenta e sete espécies Dessas,
  265. sessenta e sete seis espécies ocorrem aqui no Brasil e
  266. elas estão divididas em duas sobre famílias.
  267. O gosto termina e os neutrinos, os terminais são aqueles
  268. mais terrestres, os foliões, as araras macedónia.
  269. As doutrinas são as lontras e as ariranhas, que são
  270. as aves aquáticas, Todo mundo falar outra sem aquático.
  271. A gente olha, issoé uma coisa, ainda que a
  272. gente está discutindo bastante, porque o indivíduo, uma espécie que
  273. passa a maior parte do seu tempo dentro da água,
  274. faz todos os seus processos vitais dentro da água.
  275. Ela só dorme fora da.
  276. Não existe esse questionamento.
  277. Mas, enfim, se a gente for pensar, nos impede os
  278. novos marinhos, os leões, enfim, eles são considerados animais aquáticos,
  279. mais também.
  280. Eles não dormem numa área de storni.
  281. Questões eles estão nas pedras.
  282. Eles fazem boa parte igual a lontra e às vezes
  283. até são confundidos com outras.
  284. Muitos dos seus processos vitais dentro da água e dorme
  285. nos costões, dependem de um ambiente seco dentro no mundo
  286. essas três espécies, elas estão divididas em cinco gêneros.
  287. Na América do Sul, principalmente nesses cinco anos, a gente
  288. tem dois.
  289. Que a lontra e aprenda moura e dividir, sobre divididas
  290. em quatro espécies.
  291. Dentro desses dois gêneros tem quatro espécies para cá.
  292. Para o Brasil, a gente tem a outra Angical, disse
  293. Namura, brasilienses, queéà direita a outra felina, e
  294. a luta provocar elas.
  295. Elas dão mais para o outro lado da América Latina.
  296. Assim, Argentina, Uruguai, ela outra Felina, por exemplo, são outras
  297. espécies. Tem que ser rápida aqui, a linda família nos
  298. terminais, os foliões aqui, Ariranha, gente, A ideia tem uma
  299. peculiaridade muito interessante.
  300. Cata manchas no pescoço de Cariranha, diferente uma da outra.
  301. São iguais as nossas digitais.
  302. Todos nós temos não estarmos digitais, cada digital ela diferente.
  303. A mesma coisa se aplica aqui para as manchas no
  304. pescoço da ideia.
  305. É muito interessante essa queé uma tirar.
  306. Ela também tem uma mancha branca no pescoço animal belo,
  307. disse. A gente teve também então características gerais aqui.
  308. Ele vai ter um corpo alongado, a cabeça pequena, linha
  309. curta, em função do processo de natação dele.
  310. Eles têm respiração pulmonar não respiram dentro da água.
  311. Como muitos pensam, ele tem uma pelagem densa.
  312. Ela tem dois tipos de peru, principalmente as notas um
  313. pelo hidrofóbico e um outro apelo mais renteà pele,
  314. queé mais uma mais uma função térmica.
  315. Então foram grande.
  316. Foram pequenos a lontra.
  317. A lontra hojeé considerada uma das espécies que a
  318. gente tem, assim, um conhecimento genético muito pouco ainda, porque
  319. se um conhecimento que se tem e a gente precisa
  320. avançar muito nesse sentido, né?
  321. E uma das causas mais comuns dentro da pesquisa, essa
  322. baixa informação genética que a gente tem, que compromete as
  323. nossas estratégias de manejo e conservação dela em muitos locais
  324. em muitos estados brasileiros.
  325. Aquié um registro só para você saber da DONINHA.
  326. A gente tem um único exemplar que não está no
  327. Brasil para o museu na França, mas elaé um
  328. animal da fauna do Brasil.
  329. Até queé parecido com aquela Marta que data os
  330. filmes no Canadá, na França.
  331. Então, mais uma vez, sobre a questão das outras das
  332. treze espécies, falei para vocês apenas uma não está em
  333. sofrendo um declínio de população, mas as outras doze, todas
  334. elas, estão dessas sete são vulneráveis e cinco estão em
  335. perigo. E a gente tem trabalhado muito a questão da
  336. mudança climática e a lontra.
  337. Então, com relaçãoà mudança climática nos próximos vinte e
  338. sete anos, ou seja, mais ou menos três gerações, haverá
  339. um declínio de vinte e cinco por cento das populações
  340. de lontras no mundo.
  341. Issoé muita coisa.
  342. A genteé muita coisa.
  343. Quando a gente trabalha com lontras, ariranhas, um dos principais
  344. métodos de pesquisa, o monitoramento do uso de tocas, esses
  345. animais nos locais aonde a gente vê algum vestígio, que
  346. a pegada, requerimentos, os rastros da lontra e a importância
  347. do estudo com a dieta.
  348. Gente projeto contra a gente tem um banco de dados
  349. assim em mês com relação a isso, a questão da
  350. frequência de ocorrências, a importância da gente desenvolver mais e
  351. mais e por isso, assim as faculdades de Medicina veterinária
  352. investir em pesquisa genética, nos ajudar nesse sentido.
  353. Telemetria com satélite caríssimo.
  354. Mas onde a gente faz a mobilização social, a educação
  355. ambiental e uma coisa que você vem muito no curso?
  356. Vocês, que educação sanitária acha isso bem bacana, também tem
  357. função de vocês aqui no estado de conservação das outras
  358. ideias ganha a lontra.
  359. Aqui no Brasil, ela está como quase ameaçada.
  360. Mas na Mata Atlântica, com um sinal de alerta bem
  361. grande. A área, ela está vulnerável, são vistas.
  362. A gente ajudou a enquadrar espécie mesmo.
  363. Por exemplo, lá na Amazônia, ela foi para a lista
  364. de animais considerada ameaçadas de extinção.
  365. No segundo ciclo, eles estiveram lá de um trabalho.
  366. O Instituto Mamirauá Mamirauá desenvolveu então a sotalia a lontra.
  367. Elas foram consideradas espécies ameaçadas de extinção.
  368. Com isso, a importância da política pública está se mês.
  369. A legislação hoje atualmente, distribuição geográfica da espécie, elaé
  370. bem ampla.
  371. Esse queda ariranha, mas ela tem uma uma distribuição bem
  372. grande, faixas de ocorrências.
  373. E, assim, o que permeiam as questões como essaé
  374. o mapa da lontra.
  375. Não dá direito quais as questões que permeiam, principalmente as
  376. ameaças com relaçãoà luta, primeira questão da mudança climática,
  377. diminuição de corredor ecológico, a gente tem assim, não temos
  378. uma metodologia padrão para estudos de lontra, a inexistência de
  379. estudos, de sistemática.
  380. Tenho tudo que a gente está vendo.
  381. Agora na gente.
  382. Desmatamento, a poluição ainda tem casa a questão da agricultura,
  383. com poluindo águas e águas de rios e lagunas a
  384. piscicultura. Então o trabalho.
  385. Eleé muito ardo nesse sentido que está longe da
  386. Ariranha. Na verdade, isso aqui, esse mapa da lontra.
  387. Essa região que ela já está pintadinha também Machadinho.
  388. Mas ainda não saiu a atualização.
  389. Aqui da Ariranha tem se uma suspeita que ela vinha
  390. até um pouco mais aqui no território dela.
  391. Depende dela fosse um pouco maior Curiosidade Não achei tão
  392. bonitinho isso.
  393. Uma amiga nossa está fazendo doutorado na Inglaterra.
  394. Isso são vitais de uma igreja lá na Inglaterra.
  395. São Guto, embarque da ordem dos franciscanos, que, segundo a
  396. Igreja Católica, os protetores dos animais US Army bonitinho.
  397. Mas noutras assim hoje issoé bem significativo no Brasil,
  398. a gente trabalha com a espécie desde mil novecentos e
  399. oitenta e seis, com muitos tópicos da questão da conectividade
  400. energética, estudos de energia, oportunismo, essa estrutura do território, a
  401. função dela no ambiente, a distribuição no ambiente marinho, galera
  402. tudo, determinar a gente ao veterinário, então tá bem bacana,
  403. pesquisa com vocês,é muito legal sim, a gente consegue
  404. uma energia muito boa aqui.
  405. A importância que vocês têm, né?
  406. Para todo um contexto de o trabalho que a gente
  407. a gente desenvolve as saídas de campo, estão os manejos,
  408. que são três grandes veterinários que passaram pelo projeto porque
  409. estão das pesquisas.
  410. Ao lembrá la das ariranhas, a gente conseguiu identificar um
  411. grupo de alienígenas do Rio.
  412. Disse que a questão da dieta como eu falei mais
  413. uma vez os estudos com a energia que o serviço
  414. que ela presta para o ecossistema e de que forma
  415. esse serviço retorna para a sociedade e vice versa, bem
  416. interessantes outro um trabalho muito legal e pioneiro também com
  417. todos os veterinários aqui, colegas da professora, trocasse a um
  418. trabalho de intensidade da da outra Alina, na APA da
  419. Baleia Franca, os pontos onde a gente encontrou a Londres
  420. fez o Romero o papel político dela com relação às
  421. políticas públicas.
  422. Mesmo a importância dela está fomentando políticas de proteção a
  423. ecossistemas a recursos hídricos.
  424. Recursos sejam eles tanto no ambiente costeiro marinho, como no
  425. ambiente de água doce.
  426. E de que forma essas políticas públicas?
  427. Elas conversam com os serviços ecossistema, concluindo passeio tanto do
  428. meu tempo, mais hoje rodas das causas mais preocupantes com
  429. relaçãoà outra perda de habitat na questão de florestas,
  430. principalmente aqui o Código Florestal de Santa Catarina.
  431. Eleé terrível.
  432. Diminuiu muito a questão do imagens de Rio, né?
  433. O deslocamento constante desse animal nos corpos da água?
  434. Um ser um especialista com a dieta contra setenta por
  435. centoé o peixe que ela come.
  436. A questão do enquadramento Luciene está ameaçada.
  437. Se não está ameaçada, como vai fazer isso?
  438. Então, assim, ela nesse sentido tem uma fragilidade institucional grande
  439. porque não têm a atenção que merece até a nível
  440. de Brasil.
  441. Assim e a nível de estados, a maior necessidade de
  442. trabalhos integrados de estudos multidisciplinares.
  443. Por isso, a importância de médicos veterinários na pesquisa, trabalhando
  444. no campo, trabalhando com animais silvestres selvagens, a perda de
  445. habitat e como colocar em cima e a ignorância e
  446. paralisia científica, a gente sai bem, preocupante também.
  447. Um beijo pra vocês foi ótimo, Está falando aqui com
  448. vocês. Eu espero que eu possa estar sanando também muitas
  449. dúvidas, certo, pessoal