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lontra palestra
OC
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Oldemar Carvalho Junior
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Updated Sep 12, 2021
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Projeto Lontra
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Auto-generated
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Boa Noite Pessoal Michel Alessandri Eu trabalho no projeto contra
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já desde dois mil e quatro.
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Para mim,é um grande prazer estar aqui falando no
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ciclo de medicina e conservação de animais silvestres da Semeve
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Federal Rural do Rio de Janeiro.
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O convite, Assim ficamos muito honrados.
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Vou falar um pouquinho sobre a Londres sobre a questão
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da conservação da outra, da pesquisa e da mobilização social.
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Bem, vocês viram aquilo contra esse animal maravilhoso, gracioso, fantástico,
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da fala do Brasil.
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Sempre lembrando que, apesar de todos todos nós estamos vacinados
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a questão da importância ainda do distanciamento social, a não
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cooperação. Lavar as mãos, enfim, nada como duas outras apaixonadas
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aí para estar lembrando isso um pouco da minha trajetória.
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Desde dois mil e quatro que o trabalho nessa parte
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da Coordenação geral do projeto encontra na parte administrativa, porque
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sou gerente de projeto, fiz uma pós graduação de indiciamento
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de projeto e a pesquisa propriamente dita, pesquisa em conservação
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e a mobilização social.
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Eu sou engenheiro de aquicultura, de formação sob bióloga.
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Também não foi atrás da da parte da biologia, principalmente
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da licenciatura, muito em função do meu trabalho como mobilizadora
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social. E atualmente eu estou fazendo um mestrado em clima
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e ambiente pelo IFCE, em Santa Catarina.
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A fatia da advocacia.
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E também então vamos falar de lontra para gente assim,
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sempre por onde começar, como falar da lontra?
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Porque tudo isso começou por causa de um, de um
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objetivo, de um projeto, um projeto de vida iniciado pelo
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nosso coordenador lá em mil novecentos e oitenta e seis,
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e quando ele também super jovem saiu da universidade e
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o que fazer e um dia foi, não há água
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do período em Florianópolis, envia uma lontra.
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Então, como ele sempre fala, foi amorà primeira vista.
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Desde então a gente vem desenvolvendo um trabalho lindo, maravilhoso,
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que isso até uma pressão muito suspeito em falar mais.
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Eu falo isso com muito orgulho, com muita tranquilidade.
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O trabalho que a gente faz, o projeto, outro, a
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iniciativa, está pesquisando a lontra.
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Ela se deu muito em função da questão da carência
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de dados até hoje.
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Assim, gente trabalha muito prata, cobrindo lacunas, principalmente na parte
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de conservação, na pesquisa de a partir da biologia da
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conservação. Mesmo então assim, desde mil novecentos e oitenta e
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seis foram em Santa Catarina.
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Foi um foi o primeiro estudo da lontra dentro de
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uma bacia hidrográfica, principalmente uma bacia que estava dentro de
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uma ilha costeira e num ambiente considere marinho, porque até
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então a lontra foi sempre um animal considerado de água
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doce e ali a lontra.
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A gente estava vendo que tinha uma ligação com o
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ambiente marinho, com o ambiente estuarino, mandes toda essa parte
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costeira, aquele animal que ninguém sabia muito sobre ele.
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Sobre a questão do hábitat, sobre a questão de proteção,
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quais as leis que protegiam em todo esse processo que
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a gente chama de processo de implantação do processo do
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projeto, ele levou a seu tempo A gente no sentido
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de a gente sempre estudando, até hoje está sempre se
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atualizando, sempre estudando, sempre buscando inspiração na lontra.
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Tudo para responder muitas perguntas, Qualé a relação que
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a outra tem conosco?
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Porque a outra, A outra tem a ver comigo com
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vocês que estão nos assistindo.
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E principalmente hoje, com essa questão da mudança climática, não
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são muitas perguntas ainda que a gente tem para responder.
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Tem muitas perguntas ainda, que a gente está respondendo, mas
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eu acho que nada melhor que o tempo e os
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acontecimentosà luz das questões que vão se apresentando.
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Eu botei ele aqui, sempre gosta de de enfatizar que
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a lontra elaé uma protagonista da mudança.
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Em todo esse processo de pesquisa, de formação de pessoas,
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ela a gente disse que ela, uma protagonista da mudança,
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esses estudos da lontra, principalmente da lontra, Angical des deixa
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quinze os links, depois até posso passar, mas ele teve
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que ter suporte.
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Hoje a gente tem o suporte do instituto.
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É que o Brasil e da Bando Selvagem são uma
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uma empresa do quarto setor.
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O instituto.
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É que o Brasil, que hojeé o terceiro setor,
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é uma instituição da organização da sociedade civil que o
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projeto entre precisava ter uma identidadeé que nem a
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gente hoje a gente assim.
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Por exemplo,é preciso ter o CPF,é preciso ter
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uma aije o Projeto Lontra.
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Ele precisa ter um CNPJ ainda CCPJé hoje para
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o projeto, Outraé o Instituto Brasil.
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Isso ocorre também com o projeto Onça Pintada.
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Um projeto TAMAR Projeto Golfinho Rotador projeto Frank AustralisÉ
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necessário para que a gente possa estar indo atrás de
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recursos para a própria pesquisa?
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Para a gente, está participando de editais para a gente
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buscar soluções para a questão da sustentabilidade, o Projeto Lontra
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ele abriga um dos únicos criadores científicos dar de mostrar
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líderes da América Latina.
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A gente pode falar com bastante propriedade e hoje, esse
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criadouro científico, ele trabalha muito com a pesquisa, tanto em
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ambiente natural quanto como a burocracia vai falar depois para
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vocês, essa parte da fisiologia parasitos.
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Enfim, eu, quanto mais trabalhei com com a outra mais
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vi a necessidade de trabalhar a questão das pessoas e
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por isso a mobilização social, porqueé porque o nosso,
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o nosso negócioé uma causa.
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E essa causa, ela está na pesquisa científica.
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Ela está trabalhando a questão dos dados, ela, a mobilização
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social, ela traduz muitos dados da pesquisa científica.
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Issoé extremamente importante porque lembra que eu falei para
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vocês o que a lontra tem a ver com vocês
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e subsidiando toda todos os pontos que a gente está
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falando. A gente tem o programa de eco voluntário,É
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o turismo de conservação.
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Então depois da ocupação, só vai passar para vocês ao
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longo da palestra que um pequeno vídeo exemplificando sobre o
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queé o programa voluntário que você pode fazer para
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se tornar um voluntário Não existem mais de treze espécies
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de lontras no mundo.
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A nossa aqui, a lontra neotropical, viver e a jail.
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Sim, a áreaé uma outra todo mundo.
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Pergunta isso assim?
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Pergunta bem recorrente, mas a ariranhaé uma outraé
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uma gigante que vive especialmente nesses ambientes?
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Aline, Falei para vocês da Amazônia, do Pantanal e a
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lontra neotropical a viver outra que elaé mais tanto
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de água doce, como também dos ambientes costeiros e marinhos.
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Luciene, Ela dedica um Dia mundial a lontra para chamar
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atenção para essa questão da importância que esse animal tem
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na com relação a a conservação dos recursos naturais no
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mundo. Então, toda quarta feira, toda última quarta feira do
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mês de maio ocorre em diferentes datas.
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Está o no mundo inteiro.
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A gente tem o Dia Nacional da Lontra no Brasil,
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queé dia trinta de maio, para não dar conflito
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na gente.
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Não está aqui aqui.
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Viu que falei no dia trinta de maioé o
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dia da outra.
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É a última quarta feira do mês de maio.
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A gente aqui está frio, está sul, então vocês sabem
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que eu estou recolhida aqui.
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Como eu falei para vocês com a falar para vocês,
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dessas espécies.
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Todas elas têm um risco de extinção apenas a outra,
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Canadenses que ela.
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Não há outra canadense que ela não está em nenhuma
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lista. Depois tem outro vídeo em que eu queria mostrar
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pra vocês também.
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Vou passar o dia em que o pessoal do da
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semana vai nessa média.
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Vai passar para vocês.
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Em Santa Catarina, a gente iniciou, além da Lagoa do
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Peri, que, como falei, Florianópolisé uma ilha costeira.
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Elaé ligada ao continente aqui, no braço que e
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ali tudo começou meu gato e ali tudo começou os
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estudos com a outra.
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A importância dela para o ecossistema da Lagoa do Peri
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e hoje Santa Catarina nelaé um berço da pesquisa
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da outra no Brasil.
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Assim, porque eu falo isso, não tem pesquisa da outra
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no Rio de Janeiro, em qualquer outro lugar tem sim,
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mas assim um programa de pesquisa que trabalha constantemente com
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a lontra.
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Nós nós temos essa essa bandeira, inclusive a lontra.
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É a nossa espécie bandeira para não me alongar mais
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aqui porque tem tempo também.
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A gente faz muita pesquisa em áreas de estudos como
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rios, lagoas, um exemplo da onde a gente vai Porque
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pesquisadores de lontra seja, Não importa a formação, seja veterinário,
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seja biólogo, ele tem que gostar de uma certa aventura
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também. Aqui a gente vai de canoa, nesses rios aqui
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em Itajaí, ele fez todas as microbacias aqui que o
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oceano bem bacana tem bastante trabalho de campo em vocês,
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hidrográficas A importância da espécie para bacias hidrográficasé que
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a gente fez um trabalho no rio Itajaí Açu.
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A distribuição das outras nessas bacias.
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Aqui, as escolas onde a gente encontrou indícios de notas.
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O que são esses indícios?
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A gente fala de amostragens.
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A gente faz essas amostragens.
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Tem as diretas e as indiretas?
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Essas são a coleta de excrementos.
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Assim a gente classifica os excrementos.
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A gente vê geral, referência, faz entrevistas, faz uma pesquisa
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local, conversa com as pessoas que vivem num dos rios,
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issoé extremamente importante porque a gente já conhece algum
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conflito, a gente, já que a percepção que as pessoas
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têm com relaçãoà espécie bem bacana de fazer a
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distribuição no Rio Uruguai também foi um trabalho bem bacana.
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A gente fez no Pantanal, gente.
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Não importa o tempo que for, mas reservem o tempo
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dentro da da formação de vocês para vocês conhecerem.
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Implantará o queé incrível.
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A gente fez um trabalho muito bacana no Rio Aquidauana,
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Mapeamos algumas lontras e areias ao longo do rio, como
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falei com a geolocalização dos grupos de ariranhas e as
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avistagens de números aqui no Sul, além da Lagoa do
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Peri, a gente faz um trabalho bem bacana na APA
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da Baleia Franca, que fica mais ao sul aqui de
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Santa Catarina.
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Então um mari tório que a gente fala, porque a
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maioria do território também no mar, alguns pedaços de mari
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tório está dentro da terra.
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Então a gente faz um trabalho dentro da APA da
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Baleia franca, muito em função da ocorrência da outra nesses
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muitos promotores que tem aqui nessas áreas costeiras, mas nem
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sempre fala.
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São muitas espécies em um território.
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São nove municípios que compõem a APA da Baleia Franca
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e muitas espécies que usam esse território.
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Trabalha em uma questão de educação ambiental, mobilização social, enfim,
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bem bacana, voltando a falar de lontras.
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Mais especificamente, eu quis mostrar isso para vocês, Assim, as
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perguntas mais comuns que a gente recebe sobre o que
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ela come quanto tempo ela vive Salada no Rio Salvador
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no Brasil como está a distribuição nos estados e no
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Rio de Janeiro.
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Comoé que vocês vão saber dizer o que está
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a questão da Londres?
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Rio de Janeiro?
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Quais as principais ameaças?
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Conflitos Porque conservar os princípios, a questão do manejo desses
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animais, seja em vida livre, seja ele em ambientes de
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cativeiro, a importância do papel de um criadouro científico, pesquisa
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as políticas públicas e a questão da corresponsabilidade.
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Então, ao longo do tempo, coloquei na forma de pergunta
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porque tudo isso a gente foi respondendo com com algumas
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ferramentas, principalmente a questão da mobilização social, da ideia do
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comunicação como metodologia.
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A educação ambiental, a foi uma ferramenta porqueé porque,
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como eu falei para vocês, por quanto mais a gente
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trabalhava com a espécie, mas a gente ve que outra
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espécie estava precisando de atenção que a os humanos.
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Então, assim as pessoas precisavam ser trabalhadas antes que a
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gente fosse falar da conservação de lontras, E vocês vão
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ver muito isso, algo mudar da carreira de vocês.
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Porque para quem vai trabalhar com animal silvestre selvagem você
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às vezes vê esses conflitos.
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Nem às vezes você não pode contra as pessoas, mas
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você tem que levar a informação, transformar informação, trabalhar a
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questão da corresponsabilidade com essas pessoas, Qualé o papel
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da lontra e da Ariranha naquele lugar, quais as ameaças
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e conflitos?
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Então, por queé importante conservar outra no Rio?
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Porqueé importante ter pesquisa porqueé importante ter leis
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que protejam, enfrentam a gente hoje trabalha muito a agenda
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vinte trinta nem a Carta da Terra, os princípios da
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Carta da Terra aqui, principalmente a Agenda vinte trinta, com
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os os dezessete objetivos do desenvolvimento sustentável.
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A gente, cada objetivo que a gente trabalha, uma meta
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indicada a questão das crianças aqui em si, foi o
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fato de, no Rio Grande do Sul, bom que essas
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questões aqui na sua ainda qualquer lugar.
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A gente ainda se depara muito com a questão da
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caça, a gente, as pessoas ainda matam, as pessoas ainda
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fazem crueldade, barbaridades.
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Então, de que forma iria resolver isso?
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A gente foi pra escola, então eu ao mundo, cachorro
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passarinho, meu jabuti, mas eu sou apaixonado por outro no
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Rio também porque estava havendo esse conflito de animais doméstico
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soltos numa proximidade de rio e aonde encontra passava, então
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issoé uma das causas que também dificultam a questão
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da outra.
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Então que são os mostra Índios Os meus cílios dentro
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da família dos carnívoros dos carnívoros são os mais numerosos.
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São vinte e cinco gêneros, sessenta e sete espécies Dessas,
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sessenta e sete seis espécies ocorrem aqui no Brasil e
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elas estão divididas em duas sobre famílias.
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O gosto termina e os neutrinos, os terminais são aqueles
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mais terrestres, os foliões, as araras macedónia.
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As doutrinas são as lontras e as ariranhas, que são
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as aves aquáticas, Todo mundo falar outra sem aquático.
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A gente olha, issoé uma coisa, ainda que a
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gente está discutindo bastante, porque o indivíduo, uma espécie que
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passa a maior parte do seu tempo dentro da água,
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faz todos os seus processos vitais dentro da água.
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Ela só dorme fora da.
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Não existe esse questionamento.
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Mas, enfim, se a gente for pensar, nos impede os
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novos marinhos, os leões, enfim, eles são considerados animais aquáticos,
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mais também.
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Eles não dormem numa área de storni.
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Questões eles estão nas pedras.
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Eles fazem boa parte igual a lontra e às vezes
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até são confundidos com outras.
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Muitos dos seus processos vitais dentro da água e dorme
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nos costões, dependem de um ambiente seco dentro no mundo
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essas três espécies, elas estão divididas em cinco gêneros.
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Na América do Sul, principalmente nesses cinco anos, a gente
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tem dois.
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Que a lontra e aprenda moura e dividir, sobre divididas
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em quatro espécies.
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Dentro desses dois gêneros tem quatro espécies para cá.
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Para o Brasil, a gente tem a outra Angical, disse
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Namura, brasilienses, queéà direita a outra felina, e
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a luta provocar elas.
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Elas dão mais para o outro lado da América Latina.
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Assim, Argentina, Uruguai, ela outra Felina, por exemplo, são outras
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espécies. Tem que ser rápida aqui, a linda família nos
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terminais, os foliões aqui, Ariranha, gente, A ideia tem uma
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peculiaridade muito interessante.
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Cata manchas no pescoço de Cariranha, diferente uma da outra.
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São iguais as nossas digitais.
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Todos nós temos não estarmos digitais, cada digital ela diferente.
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A mesma coisa se aplica aqui para as manchas no
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pescoço da ideia.
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É muito interessante essa queé uma tirar.
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Ela também tem uma mancha branca no pescoço animal belo,
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disse. A gente teve também então características gerais aqui.
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Ele vai ter um corpo alongado, a cabeça pequena, linha
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curta, em função do processo de natação dele.
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Eles têm respiração pulmonar não respiram dentro da água.
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Como muitos pensam, ele tem uma pelagem densa.
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Ela tem dois tipos de peru, principalmente as notas um
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pelo hidrofóbico e um outro apelo mais renteà pele,
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queé mais uma mais uma função térmica.
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Então foram grande.
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Foram pequenos a lontra.
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A lontra hojeé considerada uma das espécies que a
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gente tem, assim, um conhecimento genético muito pouco ainda, porque
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se um conhecimento que se tem e a gente precisa
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avançar muito nesse sentido, né?
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E uma das causas mais comuns dentro da pesquisa, essa
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baixa informação genética que a gente tem, que compromete as
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nossas estratégias de manejo e conservação dela em muitos locais
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em muitos estados brasileiros.
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Aquié um registro só para você saber da DONINHA.
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A gente tem um único exemplar que não está no
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Brasil para o museu na França, mas elaé um
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animal da fauna do Brasil.
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Até queé parecido com aquela Marta que data os
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filmes no Canadá, na França.
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Então, mais uma vez, sobre a questão das outras das
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treze espécies, falei para vocês apenas uma não está em
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sofrendo um declínio de população, mas as outras doze, todas
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elas, estão dessas sete são vulneráveis e cinco estão em
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perigo. E a gente tem trabalhado muito a questão da
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mudança climática e a lontra.
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Então, com relaçãoà mudança climática nos próximos vinte e
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sete anos, ou seja, mais ou menos três gerações, haverá
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um declínio de vinte e cinco por cento das populações
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de lontras no mundo.
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Issoé muita coisa.
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A genteé muita coisa.
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Quando a gente trabalha com lontras, ariranhas, um dos principais
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métodos de pesquisa, o monitoramento do uso de tocas, esses
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animais nos locais aonde a gente vê algum vestígio, que
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a pegada, requerimentos, os rastros da lontra e a importância
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do estudo com a dieta.
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Gente projeto contra a gente tem um banco de dados
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assim em mês com relação a isso, a questão da
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frequência de ocorrências, a importância da gente desenvolver mais e
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mais e por isso, assim as faculdades de Medicina veterinária
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investir em pesquisa genética, nos ajudar nesse sentido.
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Telemetria com satélite caríssimo.
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Mas onde a gente faz a mobilização social, a educação
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ambiental e uma coisa que você vem muito no curso?
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Vocês, que educação sanitária acha isso bem bacana, também tem
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função de vocês aqui no estado de conservação das outras
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ideias ganha a lontra.
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Aqui no Brasil, ela está como quase ameaçada.
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Mas na Mata Atlântica, com um sinal de alerta bem
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grande. A área, ela está vulnerável, são vistas.
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A gente ajudou a enquadrar espécie mesmo.
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Por exemplo, lá na Amazônia, ela foi para a lista
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de animais considerada ameaçadas de extinção.
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No segundo ciclo, eles estiveram lá de um trabalho.
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O Instituto Mamirauá Mamirauá desenvolveu então a sotalia a lontra.
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Elas foram consideradas espécies ameaçadas de extinção.
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Com isso, a importância da política pública está se mês.
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A legislação hoje atualmente, distribuição geográfica da espécie, elaé
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bem ampla.
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Esse queda ariranha, mas ela tem uma uma distribuição bem
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grande, faixas de ocorrências.
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E, assim, o que permeiam as questões como essaé
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o mapa da lontra.
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Não dá direito quais as questões que permeiam, principalmente as
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ameaças com relaçãoà luta, primeira questão da mudança climática,
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diminuição de corredor ecológico, a gente tem assim, não temos
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uma metodologia padrão para estudos de lontra, a inexistência de
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estudos, de sistemática.
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Tenho tudo que a gente está vendo.
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Agora na gente.
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Desmatamento, a poluição ainda tem casa a questão da agricultura,
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com poluindo águas e águas de rios e lagunas a
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piscicultura. Então o trabalho.
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Eleé muito ardo nesse sentido que está longe da
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Ariranha. Na verdade, isso aqui, esse mapa da lontra.
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Essa região que ela já está pintadinha também Machadinho.
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Mas ainda não saiu a atualização.
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Aqui da Ariranha tem se uma suspeita que ela vinha
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até um pouco mais aqui no território dela.
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Depende dela fosse um pouco maior Curiosidade Não achei tão
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bonitinho isso.
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Uma amiga nossa está fazendo doutorado na Inglaterra.
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Isso são vitais de uma igreja lá na Inglaterra.
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São Guto, embarque da ordem dos franciscanos, que, segundo a
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Igreja Católica, os protetores dos animais US Army bonitinho.
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Mas noutras assim hoje issoé bem significativo no Brasil,
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a gente trabalha com a espécie desde mil novecentos e
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oitenta e seis, com muitos tópicos da questão da conectividade
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energética, estudos de energia, oportunismo, essa estrutura do território, a
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função dela no ambiente, a distribuição no ambiente marinho, galera
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tudo, determinar a gente ao veterinário, então tá bem bacana,
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pesquisa com vocês,é muito legal sim, a gente consegue
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uma energia muito boa aqui.
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A importância que vocês têm, né?
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Para todo um contexto de o trabalho que a gente
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a gente desenvolve as saídas de campo, estão os manejos,
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que são três grandes veterinários que passaram pelo projeto porque
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estão das pesquisas.
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Ao lembrá la das ariranhas, a gente conseguiu identificar um
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grupo de alienígenas do Rio.
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Disse que a questão da dieta como eu falei mais
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uma vez os estudos com a energia que o serviço
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que ela presta para o ecossistema e de que forma
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esse serviço retorna para a sociedade e vice versa, bem
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interessantes outro um trabalho muito legal e pioneiro também com
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todos os veterinários aqui, colegas da professora, trocasse a um
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trabalho de intensidade da da outra Alina, na APA da
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Baleia Franca, os pontos onde a gente encontrou a Londres
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fez o Romero o papel político dela com relação às
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políticas públicas.
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Mesmo a importância dela está fomentando políticas de proteção a
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ecossistemas a recursos hídricos.
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Recursos sejam eles tanto no ambiente costeiro marinho, como no
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ambiente de água doce.
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E de que forma essas políticas públicas?
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Elas conversam com os serviços ecossistema, concluindo passeio tanto do
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meu tempo, mais hoje rodas das causas mais preocupantes com
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relaçãoà outra perda de habitat na questão de florestas,
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principalmente aqui o Código Florestal de Santa Catarina.
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Eleé terrível.
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Diminuiu muito a questão do imagens de Rio, né?
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O deslocamento constante desse animal nos corpos da água?
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Um ser um especialista com a dieta contra setenta por
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centoé o peixe que ela come.
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A questão do enquadramento Luciene está ameaçada.
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Se não está ameaçada, como vai fazer isso?
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Então, assim, ela nesse sentido tem uma fragilidade institucional grande
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porque não têm a atenção que merece até a nível
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de Brasil.
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Assim e a nível de estados, a maior necessidade de
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trabalhos integrados de estudos multidisciplinares.
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Por isso, a importância de médicos veterinários na pesquisa, trabalhando
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no campo, trabalhando com animais silvestres selvagens, a perda de
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habitat e como colocar em cima e a ignorância e
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paralisia científica, a gente sai bem, preocupante também.
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Um beijo pra vocês foi ótimo, Está falando aqui com
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vocês. Eu espero que eu possa estar sanando também muitas
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dúvidas, certo, pessoal
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