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SC 7004 (2023) Aula 01 Contabilidade e Sustentabilidade
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Luiz Panhoca
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Updated Aug 6, 2023
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00:00
Chapter 1
01:42
Chapter 2
02:18
Chapter 3
02:50
Chapter 4
02:52
Chapter 5
03:21
Chapter 6
04:45
Chapter 7
04:47
Chapter 8
SC 7004 (2023) Parte 1. Aula inicial
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Auto-generated
00:00 - 00:06
bem-vindos e bem vindas ao nosso curso de ambiental
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ambiental. É uma questão política,
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como nos anos anteriores. Nós sempre temos um pano de fundo, né? Pra essa disciplina
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ah o ano passado, o ano retrasado, nós usamos muito Ah,
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os alguns textos do Olavo de Carvalho,
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a questão política desse ano, nós vamos tratar
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com o outro autor, o no chok, né? Não é?
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Dizem que é a direita, o outro é a esquerda, né?
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EH, na verdade, lá no fundo eles se encontram e quase que se dão as mãos,
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a minha opinião.
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Mas estamos aqui pra falar pra vocês, né?
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Dessa primeira aula, que provavelmente vai ser o áudio
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E então nós vamos logo dar aqui as boas-vindas a vocês E
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apresentar também a Josiane eh que vocês conhecem aqui do doutorado.
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Aí tem meu e-mail até todos devem conhecer o meu telefone,
01:25 - 01:27
podem ligar a qualquer hora.
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A gente conversa sobre ambiental de segunda a segunda,
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vinte e quatro horas por dia. Trezentos e sessenta e cinco dias ao ano.
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Então sintam-se à vontade pra qualquer, né?
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Qualquer mesmo ah, bate-papo, troca de ideias, contestações e seja lá o que for,
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então boas-vindas muito boas vindas mesmo.
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Tomara que nós apre aprendamos, né Alguma coisa
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eh em comum? Vai ser uma troca, né? Não vou dar aula pra vocês.
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Vocês são doutores mestres e e graduados! E eu sou só um curioso que lê um pouco, né?
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Sobre esse tema a gente troca ideia. Vamos aprendendo E aprendo todo dia, né?
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O que eu gostaria de falar nesta aula, né? É agradecer primeiro a presença de vocês,
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óbvio, se vocês não têm a razão de ser do curso,
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falar uma coisa que é muito importante pra mim, que é o que é como eu trato.
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Ah, essa disciplina e vou me planejando,
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e também a leitura que eu vou recomendar pra vocês da aula de hoje, né?
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Eh! Então vamos lá. Vamos começar a falar, né.
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Um pouco de estratégia, a estratégia que eu usei pro curso, né? Falei de uma
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livre, pensar É só pensar!
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Essa é a primeira fase do curso, é uma frase que não é minha,
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é do Millôr Fernandes e tem um texto muito legal do do Alberto Villas no no,
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na carta capital, falando desse livre livre pensar, né?
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Tem uma coluna também lá No Carta capital,
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quem é o SNK, né? Ok, é esse
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pensador da quita né?
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Eh filósofo nasceu na Filadélfia, em mil novecentos e vinte e oito
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e Ah, ele é mesmo um professor acadêmico
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que trabalha com linguística com filosofia analítica,
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com ciência cognitiva e com crítica política.
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Eh a escola de tradição dele, que eu gostaria de ser também uma inveja enorme.
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Ser a narco sindicalista eh da do liberalismo socialista,
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Então esse é o a escola, a tradição de escola que ele segue, né?
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Ah, ele não é pouca coisa, né?
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Eh comparado com Olavo de Carvalho em termos de universidade, né?
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Ele trabalhou na Universidade do Arizona lá
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em dois mil e dezessete até hoje
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no Instituto? Né?
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O m i t eh de cinquenta e cinco até
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hoje e no Instituto de Ciências de Estudos Avançados,
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de cinquenta e oito em cinquenta e nove durante essa data aí?
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Então veja que o camarada é mesmo pra Tá no m i t. Todo esse tempo o cara deve ser bom, né?
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Eh, vamos lá eu, eu sugiro né? Que o livro que eu li pra pra fazer esse curso, né?
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Que pra me orientar Foi esse livro aqui quem manda no mundo! né?
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Quem manda no mundo tem em traduzido em português Esses vídeos
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aqui são alguma coisa que eu recomendo pra vocês assistirem!
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Eh e eu vou ler pra vocês agora o a introdução do livro Acho que eh.
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É uma coisa que vale a pena a gente iniciar com essa leitura.
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Então a introdução do livro eh do Quem manda no mundo no CHOK,
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Tradução de Renato Marques, Primeira edição,
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Editora Planeta mil dois mil e dezessete
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Introdução A pergunta suscitada pelo título desse
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livro não pode ter uma resposta simples,
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exata e definitiva.
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O mundo é variado demais, complexo demais, para que para que isso seja possível.
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Mas não é difícil reconhecer as mudas diferenças no que tange
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à capacidade de moldar os assuntos e as questões do mundo,
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e não é difícil identificar os atores mais proeminentes e influentes
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na cooperação entre países. A partir do final da Guerra Mundial,
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os Estados Unidos da América firmaram se como o primeiro entre os desiguais,
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condição que ainda permanecem
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em larga medida. O país ainda é hoje
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eh e o país ainda estabelece os termos do discurso global
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numa abrangente gama de problemáticas,
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questões que se estende de Israel à Palestina
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é o Irã América Latina Guerra ao Terror,
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Organização Econômica Internacional Direitos e Justiça e
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outros temas AFS aos mais primordiais pontos do
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debate relativo à sobrevivência da da civilização
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a guerra nuclear e a destruição ambiental.
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O poder dos Estados Unidos, no entanto,
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vem diminuindo depois de ter atingido um historicamente
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inaudito ápice em mil novecentos e quarenta e cinco
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e com o inevitável declínio, o poder de Washington é,
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até certo ponto compartilhado no âmbito do governo mundial,
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de fato dos mestres do Universo para tomar
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de empréstimo os termos do jornalismo econômico,
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em referência às maiores potências capitalistas,
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o grupo dos sete países mais ricos do mundo e industrializados.
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Ah, os integrantes do G sete, né?
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Juntamente com as instituições que eles controlam como a nova era imperial,
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tais como o Fundo Monetário Internacional,
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o FMI e as organizações de comércio global,
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é claro que os mestres do universo estão muito
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longe de ser representativos das populações das potências dominantes.
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Mesmo nos Estados Unidos, mais democráticos,
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as populações exercem um impacto apenas limitado acerca de diretrizes políticas.
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Nos Estados Unidos,
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pesquisadores renomados fornecem evidências contundentes de
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que elites econômicas e grupos organizados
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representantes de interesses comerciais causam substanciais
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impactos independentes sobre as políticas governamentais,
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ao passo que cidadãos comuns e grupos de interesse
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de massas exercem pouca ou nenhuma influência independente.
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Os resultados de seus estudos concluem os autores,
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propiciam substancial sustentação às teorias de dominação da
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elite econômica e teorias de pluralismo tendencioso,
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mas não para teorias de democracia eleitoral majoritária.
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Plus majoritário.
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Outros estudos já demonstram que a ampla maioria da população
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na ponta mais baixa do espectro de renda e riqueza,
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é efetivamente excluída do sistema político.
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Suas opiniões e atitudes são ignoradas por seus representantes formais,
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ao passo que um ínfimo setor que ocupa o
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topo da escala tem um grau de influência esmagador.
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Esses estudos também apontam que no decorrer de um longo período,
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o financiamento de campanha é um extraordinário revisor das decisões políticas.
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Eh
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isso tudo que o Chok tá falando né? Falando parênteses.
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Agora você pode ver nas notas aqui algumas fontes onde ele eh está se baseando
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pra fazer essas afirmações. Uma consequência é assim chamada apatia.
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Supostamente,
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as pessoas não se dão ao trabalho de votar e se auto excluem das eleições.
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Isso tem uma significância de correlação com a classe social.
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As prováveis razões já foram discutidas trinta e cinco anos atrás hoje quarenta,
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né?
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Porque o livro já tem uma data atrás eh trinta e cinco anos atrás, quarenta,
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quarenta e cinco anos atrás Por uma
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das maiores autoridades acadêmicas em política eleitoral,
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O autor de Borja,
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o cientista político, relacionou a abstenção a uma importantíssima
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e decisiva peculiaridade comparativa do sistema
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político estadunidense a total ausência de um
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partido político de massa socialista trabalhista como
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um competidor organizado no mercado eleitoral.
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O que argumentou Ele explica boa parte das taxas de abstenção,
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enviesadas por classe,
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bem como a minimização e a subestimação
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de opções de propostas politicas que podem ser apoiadas pela população em geral,
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mas que contrapõe aos interesses da elite.
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As observações se estendem ao presente,
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numa minuciosa a análise da eleição de dois mil e catorze.
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Burmann e Thomas Fergunson mostram que os índices de comparecimento
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às urnas lembram os primeiros anos do século dezenove,
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quando os direitos de voto restringiam se a
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praticamente aos homens livres e proprietários de terras.
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Os autores concluem que tanto as evidências do número total de votos
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diretos como o senso comum confirmam que é um imenso contingente.
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Norte-americano
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agora está ressabiado com dois com os dois principais partidos políticos
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e cada vez mais aborrecidos com as perspectivas de longo prazo.
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Muitos estão convencidos de que os poucos
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e graúdos interesses controlam a política.
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Eles anseiam por uma ação efetiva
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que reverta o declínio econômico,
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a desenfreada igualdade econômica. Mas nada na escala exigida
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e será oferecido por nenhum dos dois maiores
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e mais expressivos partidos políticos dos Estados Unidos.
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Ambos são ouvidos por dinheiro.
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É provável que isso acelere somente a desintegração do sistema político,
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como ficou evidente nas e nas eleições para o Congresso em dois mil e quatorze.
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Eu vou parar aqui,
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essa primeira parte do nosso vídeo e nós continuamos na segunda parte.
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