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by Educativo Memorial0 views·Updated Mar 4, 2022

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  1. ou seja,
  2. as bolhas que a gente vê nas fuma.
  3. Mais ou menos a lógica do fermento químico em massa as boas
  4. mães,
  5. a gente tem a
  6. produção de gás carbônico, então gás carbônico,
  7. ele vai tentando passar pela massa e tem
  8. uma formação justamente das bolhas que a gente vê
  9. no nosso pão dar a Deus. O
  10. Botafogo fez, mas também porque o gás carbônico tentou passar por lá,
  11. então a mesma lógica
  12. da espuma
  13. de poliuretano. Então, quando eu tenho
  14. uma
  15. doença porque eu
  16. tenho um volume maior, eu tive uma produção maior de gás carbônico
  17. e ele tentou passar pelo meu material polimérico, aumentando assim o volume.
  18. Nós temos também
  19. a reação,
  20. Juízo Senado
  21. e o
  22. ano
  23. que vem de forma
  24. o
  25. orfanato
  26. e Luís do Senado, com Áurea,
  27. produzindo, biodireito
  28. essas duas substâncias.
  29. Elas vão aumentar a dureza
  30. quem imagina que estão produzindo várias delas.
  31. Então eu estou aumentando
  32. o número de ligações cruzadas
  33. e ainda
  34. o eSocial. A NATO pode reagir
  35. com ele mesmo.
  36. Uma reação que a gente chama de
  37. polimerização
  38. e vai gerar os polícia namorados, que são as seis
  39. substâncias cíclicas,
  40. mas que vão aumentar
  41. a rearticulação
  42. do meu polímero
  43. até a formação
  44. do meu
  45. poliuretano.
  46. Veja que ela molécula
  47. então
  48. as propriedades do poliuretano.
  49. A gente viu um caso, por exemplo, do pole está assim como todos os outros polímeros
  50. vão estar
  51. diretamente relacionadas
  52. à estrutura química do meu polímero.
  53. No caso do poliuretano,
  54. por conta
  55. da
  56. polaridade dos meus atos presentes
  57. na molécula,
  58. eu vou ter fortes interações
  59. entre
  60. as minhas ligações britânicas. Lembra das minhas forças internas moleculares?
  61. Quando eu tenho
  62. a presença de alta, mas muita alegria
  63. eletro negativos como
  64. o oxigênio, nitrogênio
  65. e
  66. átomos, pouco alertou negativos como hidrogênio, eu vou
  67. formar.
  68. Eu vou.
  69. Eu vou favorecer
  70. a
  71. atração
  72. entre
  73. as moléculas,
  74. ou seja,
  75. a força
  76. inter molecular
  77. essas regiões, elas vão ser regiões
  78. rígidas porque elas não está muito próximas umas às outras.
  79. Diferente de outras partes
  80. das moléculas em que eu tenho uma
  81. força de atração
  82. menos intensa
  83. for conta
  84. do caráter a apolar
  85. após, justamente
  86. quando eu não tenho uma presença
  87. de cargas parciais positivas e negativas
  88. na minha
  89. ligação entre os atos. Então, por exemplo, nas minhas obrigações entre carbonos
  90. eu não tenho diferença de
  91. eletronegatividade. Então
  92. nessas regiões onde tem uma grande quantidade de carbono,
  93. eu vou ter uma região
  94. polar,
  95. então
  96. essa região a colar. Eu vou ter uma força de atração
  97. menos intensa
  98. e aqueles que caminha para a gente entender a formação das
  99. uma de pole luterana.
  100. Seria mais ou menos assim
  101. aqui no início
  102. a presença do pole gol
  103. do meu juízo. Se a nato
  104. a água,
  105. outros aditivos também o ar.
  106. Temos a mistura com a dispersão das bolhas, se dos reagentes.
  107. E aí lembra que eu falei que para
  108. a
  109. reação aconteceu preciso que as moléculas dos reagentes consolidam
  110. entre si, então
  111. essa colisão das moléculas.
  112. Passado dez segundos, eu voltei
  113. a etapa creme
  114. com o crescimento
  115. da minha mistura,
  116. não tem uma mudança de cor. O aumento da viscosidade,
  117. depois de sessenta segundos, votei.
  118. A meta passou respiro
  119. de fome.
  120. Eu até a abertura das células de aumento,
  121. quando
  122. a reação
  123. do policial e o ex acionado
  124. acontece
  125. junto com o aumento do peso molecular.
  126. E aí o processo de cura e pós escura, depois de horas há dias com o aumento do suporte
  127. e, aí, eu, enrijecimento
  128. da minha
  129. espuma.
  130. Na dissertação da professora Camila, ela traz,
  131. além das obras da Nike,
  132. obras de outros artistas contemporâneas encontradas na
  133. Pinacoteca de São Paulo,
  134. como
  135. do artista César. Mal daqui
  136. utiliza justamente espuma de poliuretano
  137. nas obras.
  138. Já
  139. o artista Nelson Leirner
  140. na obra O Porco
  141. essa obra
  142. que é uma taxidermia.
  143. Ela,
  144. ao ser restaurada,
  145. substituiu
  146. a
  147. palha
  148. por espuma de poliuretano,
  149. falando de restauração
  150. a degradação do poliuretano
  151. provocada
  152. por
  153. alguns agentes
  154. já previamente discutidos por nós,
  155. agentes físicos, agentes químicos e agentes biológicos.
  156. Então o poliuretano vai apresentar essas três
  157. limitações ou milhas, assim,
  158. eles, por exemplo,
  159. não
  160. são bons
  161. para serem trabalhados em altas temperaturas.
  162. Essas altas temperaturas são temperaturas acima de cento e cinco graus Celsius,
  163. porque ele vai apresentar certa terno pela cidade.
  164. Então à medida que ele for sendo aquecido,
  165. ele vai sendo fundido. Então ele vai perder nas suas propriedades
  166. outra limitação
  167. que
  168. durante anos eles são sujeitos a hidrólise
  169. na presença de umidade
  170. e temperaturas elevadas.
  171. Então essa combinação desses dois fatores
  172. também vai criar
  173. problemas para objetos
  174. feitos
  175. de poliuretano.
  176. E aí pensei temperaturas altas nas temperaturas baixas,
  177. os pontepretanos. Eles vão
  178. existir por mais tempo, mas não tem uma vida
  179. mais longa.
  180. Alguns agentes químicos também vão ser impróprios
  181. para os poluidores anos como ambientes muito ácidos
  182. ou básico
  183. e também
  184. com o uso de certos solventes,
  185. como sou menos aromáticos, tipo o tolueno,
  186. ou ainda cetonas
  187. estéreis,
  188. mas resistem bem
  189. a solventes
  190. derivados do petróleo,
  191. um tipo de fungo
  192. que é o fundo da Amazônia. Não voltamos a falar o nome que para vocês que o nome é
  193. complicado,
  194. não foi o que se alimenta de poliuretano.
  195. Eu interessante desse fungo
  196. que ele pode ser uma solução
  197. para a
  198. eleição
  199. produzida pelo poliuretano, porque imagina que a espuma do poliuretano
  200. é utilizada.
  201. Basta que a nossa esponja que a gente lava os nossos pratos,
  202. o estofamento dos carros,
  203. entre outras aplicações.
  204. Elas são feitas de poderem ter coxão
  205. para crescer,
  206. lembrando de vazar
  207. para conhecer.
  208. São feitos de pole, orientando
  209. então
  210. muito bem imaterial
  211. que, por exemplo,
  212. ele é
  213. nocivo.
  214. Arquiva
  215. não
  216. é nocivo quando queimado,
  217. porque
  218. quando esse
  219. o material é queimado,
  220. libera gás cianídrico e gás cianídrico é um gás
  221. muito
  222. tóxico,
  223. Então
  224. queimar
  225. esse
  226. número não é uma opção.
  227. Então, como é que vai?
  228. Como é que nós podemos provocar? Degradação desse material?
  229. Não pensam em relação ao meio ambiente.
  230. O fundo
  231. seria uma opção, porque esse fundo especial
  232. ele vai se alimentar
  233. desse
  234. tipo de material. Ele contém as enzimas necessárias para metabolizar
  235. esse material
  236. seria eu uma opção
  237. também
  238. um fundo específico
  239. provoca a degradação do pódio orientar
  240. o fundo da Amazônia
  241. Euronews A falta não é para vocês,
  242. mas ele se alimenta de poliuretano
  243. e
  244. uma coisa da gente enfatizar sobre a degradação do poliuretano são os
  245. produtos formados
  246. pela reação de degradação.
  247. Então,
  248. com o tempo o poliuretano, ele vai liberando compostos voláteis.
  249. Esses compostos, eles tantos são prejudiciais à saúde.
  250. Quanto aos objetos
  251. próximos a ele,
  252. em um desses materiais são justamente as leis orgânicas.
  253. Então, por exemplo, se eu tiver
  254. que eu tenho a sermos em papel,
  255. acervos em papel
  256. em ambientes
  257. com
  258. uma certa,
  259. um certo nível de humidade
  260. em uma atmosfera ácida,
  261. vai provocar também a degradação do meu papel
  262. por hidrólise ácida.
  263. Falando em hidrólise,
  264. o poliuretano
  265. também sofre hidrólise.
  266. Lembra que a hidrologia
  267. é a
  268. quebra
  269. da minha cadeia polimérica?
  270. Decisão da cadeia polimérica
  271. pela ação da água?
  272. E aí nós temos
  273. essa ação
  274. canalizada
  275. acelerada
  276. na presença de substâncias ou ácidas
  277. ou básicas.
  278. Isso vai provocar a dez polimerização do meu material.
  279. Consequentemente, a
  280. oxidação
  281. a oxidação
  282. de um composto orgânico. A gente pode observar quando nós temos
  283. a grosso modo,
  284. o aumento do número de hidrogênios na molécula
  285. ou ainda o aumento
  286. do número de oxigênios.
  287. Então, a cada ligação quebrada
  288. eu voltei
  289. átomos de hidrogênio,
  290. ligando assim
  291. a esses fragmentos
  292. da minha cadeia polimérica.