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Aspectos biológicos e legais da Surdez

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Graziele Mello

on 21 March 2015

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Transcript of Aspectos biológicos e legais da Surdez

Aspectos biológicos e legais da Surdez
Anatomia do aparelho auditivo
Implante Coclear
Surdez x deficiência auditiva

Concepções de Surdez
AASI
FM
Visão clínica
: "diminuição da capacidade de percepção normal dos sons", "dificuldade em desenvolver normalmente a linguagem oral e por isso apresentam atraso intelectual", "incapacidade de se comunicar" e "o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem está subordinado
ao aprendizado da linguagem oral".

Visão sócio-cultural
: "A surdez é uma experiência visual", " sua identidade se constituirá a depender das experiências socioculturais", "língua de sinais como sua língua natural e primeira língua", e "leitura e escrita não dependam do domínio da oralidade."
Aspectos legais
Decreto nº1.592 de 15 de maio de 1998: Art.6º a partir de 31 dezembro de 1999. A concessionária deverá assegurar condições de acesso ao serviço telefônico para deficientes auditivos e da fala: tornar disponível centro de atendimento para intermediação da comunicação (1402)

LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002: Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências.

PROJETO DE RESOLUÇÃO Nº 040/2003: Tradução simultânea na Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – na programação da TV Assembléia e dá outras providências.

LEI Nº 4.304 DE 07 DE ABRIL DE 2004: Dispõe sobre a utilização de recursos visuais, destinados as pessoas com deficiência auditiva, na veiculação de propaganda oficial.

DECRETO Nº 5.626, DE 22 DE DEZEMBRO DE 2005: Regulamenta a Lei no 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras, e o art. 18 da Lei no 10.098, de 19 de dezembro de 2000.

Resolução Nº4 de 2 de Outubro de 2009: Institui Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica, modalidade Educação Especial.

Lei Nº12.319 de 1º de setembro de 2010: Regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).


LÍNGUA
Intérprete
Oralismo
: é um método de ensino para surdos, defendido principalmente por Alexander Graham Bell no qual se defende que a maneira mais eficaz de ensinar o surdo é através da língua oral, ou falada.Surdos que foram educados através deste método de ensino são considerados surdos oralizados. Este método ganhou força quando no Congresso Internacional de Educadores de Surdos, realizado em Milão nos dias de 9 a 12 de setembro de 1880 houve uma votação para proibição da língua de sinais como método de educação de surdos, oficializando assim que o Oralismo seria o único método aceito mundialmente para educação de surdos a partir desta data.


Comunicação Total
: A Comunicação Total foi desenvolvida em meados de 1960, após o fracasso de Oralismo puro para muitos sujeitos surdos, que não tiveram o sucesso esperado na leitura de lábios e emissão de palavras. Segundo Sá (1999)2, foi Dorothy Shifflet, professora secundária, mãe de uma menina surda, que descontente com os métodos oralistas, começou a utilizar um método que combinava sinais, fala, leitura labial e treino auditivo, em uma escola na Califórnia, denominando seu trabalho de Total Approach – Abordagem Total.


Bilinguismo:
o bilinguismo baseia-se no reconhecimento do facto de que as crianças surdas são interlocutoras naturais de uma língua adaptada à sua capacidade de expressão. Assim sendo, a comunidade surda propõe que a língua gestual oficial do seu país de origem lhes seja ensinada, desde a infância, como primeira língua. Reconhece ainda o facto de que a língua oral oficial do seu país não deve ser por ela ignorada, pelo que lhe deve ser ensinada, como segunda língua. Os bilinguístas defendem que a língua gestual deve ser adquirida, preferencialmente, pelo convívio com outros Surdos mais velhos, que dominem a língua gestual.
Concepções/ Métodos educacionais
Referências
Glat, R. (1995). Questões atuais em educação, a integração dos portadores de
deficiências: uma reflexão. Rio de Janeiro: Sette Letras.
Góes, M. C. R. (1996). Linguagem, surdez e educação. São Paulo: Autores
Associados.

GOLDFELD, Márcia. A criança surda: linguagem e cognição numa perspectiva sóciointeracionista. 2º edição. São Paulo: Plexus Editora, 2002.

REILY, Helena Lúcia. Retratos urbanos de deficiência. In: Inclusão, Práticas pedagógicas e trajetórias da pesquisa. Org. Denise M. de Jesus, Claudio Roberto Baptista, Maria Aparecida Santos C. Barreto e Sonia Lopes Victor. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2007. P. 220 – 232.

Saberes e práticas da inclusão : desenvolvendo competências para o atendimento às necessidades educacionais especiais de alunos surdos. [2. ed.] / coordenação geral SEESP/MEC. - Brasília : MEC, Secretaria de Educação Especial, 2006. 116 p. (Série : Saberes e práticas da inclusão)

SACKS, Oliver. Vendo vozes. Uma viagem ao mundo dos surdos. Ed. Companhia das letras, São Paulo, 1998. Tradução: Laura Teixeira Motta.

Skliar, C. (1997). Uma perspectiva sócio-histórica sobre a Psicologia e a
educação dos surdos. Em: C. Skliar (Org.). Educação & inclusão: abordagens
sócio-antropológicas em Educação Especial (pp.105-153). Porto Alegre:
Mediação.

STROBEL, Karin. As imagens do outro sobre a Cultura Surda. Florianópolis: Ed. Da UFSC, 2008.
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