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Ética no Jornalismo

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by

Lana Canepa

on 25 August 2016

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Transcript of Ética no Jornalismo

Ética no Jornalismo
Princípios
da Ética
Ética
Familia
Prof. Lana Canepa
Manual de Jornalismo de Heródoto Barbeiro
Imparcialidade é utopia, não existe, mas deve ser buscada constantemente;
Já a isenção é um objetivo a ser perseguido sempre. É dinâmica, é o respeito ao contraditório, o espaço para as versões de todos os lados;
A proteção dos inocentes, o respeito pelas pessoas que pensam de forma diferente;
Combate a instrumentalização da imprensa a favor de quem quer que seja;
Busca constante da verdade.
Ética é o estudo do conjunto de regras sociais: a moral;
Mas os gregos (teóricos) ficaram com a ética e os romanos (práticos) ficaram com a moral. Isso influênciou na forma como vemos esses temas. Ética não pode ser intangível, eu peciso agir de acordo com o que considero certo, não de acordo com o que me beneficia.
Não só na vida, na profissão: a reputação é o cartão de visitas de um bom jornalista.
Relação do jornalista com a sociedade deve ser regida pelo interesse público;
Dizer a verdade e resistir a todas as pressões que o tirem deste rumo;
Não guardar informação de interesse público;
Busca constante da isenção;
É dever do jornalista combater os preconceitos de toda ordem;
Cabe ao juíz e a polícia prender, julgar e condenar criminosos, antes disso, são cidadãos inocentes e merecem respeito;
Sensacionalismo é contra-notícia. Exacerbar os fatos e o sentimento das pessoas não são atitudes éticas. Trilhas tenebrosas e notícia narrada aos gritos também não ajudam;
É comum que pessoas de classes mais baixas sejam perseguidas nas delegacias e tenham o rosto mostrado recebendo condenação antes do julgamento;
Jornalista não pode, com a conivência de policiais, assumir o papel de inquisidor;
Nas rádios, alguns âncoras se comportam como defensores da moral e agridem verbalmente o acusado sem que ele tenha direito de defesa;
Muitas vezes, as entrevistas são previamentes editadas e usadas como se fossem ao vivo. É enganar o ouvinte, inadmissível;
Muita gente tem interesse em cooptar os jornalistas. Alguns, dos poderes políticos e econômicos, principalmente, podem usar instrumentos poderosos, como ofertas de cargos, dinheiro e ameaças. Se nada der certo, melhor pedir demissão ou mudar de profissão.
Pessoas que sofreram violência têm direito ao anonimato.
Perdem o direito ao anonimato: pessoas públicas ou pessoas que tenham cometido crimes, já condenados, e devem prestar esclarecimento sobre esses fatos;
Mas revelar a fonte sempre aumenta a credibilidade dos fatos divulgados;
Só pode revelar a fonte caso a informação seja falsa;
Gravar a entrevista sem consentimento- jamais. É invasão de privacidade, só pode ser feito com autorização de um juíz e pela polícia, senão é ilegal. Os fins não justificam os meios e a apuração é falha quando é feita sem respeito aos limites éticos;
Caso a meta seja não identificar, não dê dicas;
O jornalista é espectador da cena onde os fatos ocorrem, deve manter distância. A vedete é a notícia, não o jornalista. Ele apura e denuncia quem investiga e pune são as autoridades responsáveis.
A arrogância deve ser combatida e a humildade estimulada. Obter vantagens da função é inaceitável. A "carteirada" é inaceitável, para não pagar ingresso, por exemplo. O jornalista é um cidadão como outro qualquer, por isso, não deve se beneficiar de forma alguma;
Antes do julgamento as pessoas devem ser tratadas como inocentes- são suspeitos, denunciados, indiciados, acusados ou réus. Condenação prévia pode provocar danos irreparáveis;
Não se identifica a raça, crença religiosa, profissão, sexo, nacionalidade ou qualquer outro detalhe pessoal se não for contribuir para a notícia;
A lei proíbe a divulgação de nome, apelido, foto, parentesco ou residência de menor de 18 anos envolvido em atos infracionais.
Menor infrator, não pode ser generalizado para crianças de rua. Criança é até 12 anos, de 12 a 17 é adolescente, daí até os 30 é jovem;
Não se divulgam notícias que ensinem a cometer crimes, como construir bombas, assaltar banco ou sonegar imposto;
Suicídio e problemas psicológicos não são notícia, não por uma questão de estímulo, mas por respeito;
Nem detalhes escabrosos de crimes, por respeito às vítimas e aos ouvintes;
Jornalista não deve criar imagem simpática de criminosos. Nem divulgar o valor de drogas apreendidas. Isso pode estimular novos crimes;
Desejo de dar furo não pode comprometer a apuração. Cuidado, checar é mais que importante, é obrigatório. Não resistiu e entregou sem apurar direito, errou- corrige.
A lei obriga as emissoras a preservar fitas e textos por trinta dias. Também garante o direito de cópia da reportagem aos envolvidos;
O jornalista deve recusar funções incompatíveis- como ser repórter esportivo e assessor de time de futebol.
Solicitar favores a empresas públicas e privadas pode comprometer a independência do profissional;
Cuidado com os presentes. O "jabá" geralmente pressupõe troca. Aceitar uma garrafa de vinho no fim do ano, sim, trocá-la por uma entrevista, não;
Quando a viagem for bancada por uma empresa, ou pelo governo, o jornalista deve dizer que a reportagem foi feita a convite de alguém;
Quando o jornalista deixa o comercial interferir no conteúdo da reportagem ele fere a ética. Você vai ser obrigado a fazer certas matérias, não precisa ser uma matéria vendida, deve ser isenta;
Jornalista não faz propaganda de nada, dentro ou fora do exercício da função. Não pode emprestar a voz, nem que seja por camaradagem;
Informe publicitário deve ser antecedido por vinheta, para não se misturar a programação;
Não pode usar ruídos ou sons para enganar o ouvinte, tipo helicoptero para falar de trânsito;
Não deve usar as imagens da TV para narrar os fatos e fingir que está no local. Algumas emissoras estimulam repórter a gravar do telefone da redação para fingir que está fora;
A apropriação de uma reportagem exclusiva de outro veículo sem dar crédito é pirataria. Plagiar é o mesmo que roubar;
Omissão, só para protege inocentes, nunca por medo;
Não é possível exercer o jornalismo sem receber críticas. Nada de fofoca ou simples descrédito;
Não podem ser críticas genéricas e nem sem identificação. A falta de críticas também preocupa;
Fato é diferente de comentário.
Denúncia, mesmo bem apurada, deve ser divulgada quando tem papel social, ou é fofoca;
O mais importante é a credibilidade, não o seu emprego. Esta não afeta o faturamento da empresa, pelo contrário, credibilidade gera audiência, que gera lucro e dá resultados;
Para isso, sustento das emissoras deve partir de várias fontes, perder anunciantes não seriam atestado de morte;
Assessor de imprensa não pratica jornalismo, porque o compromisso não é com a opinião pública, e sim com um cliente;
Transformar coletiva em exclusiva é conluio e deve ser condenado;
A dúvida e a escrita são ferramentas de trabalho do jornalista, se esforce para bem conviver com ambas;
A nossa missão é promover o debate, sem emoções e desinformação;
Notícia não é mercadoria como outra qualquer que se embala e entrega;
Não pode misturar com entretenimento;
Nos tempos budistas os mais experientes lavam o banheiro. Ao mesmo tempo que se poupa os inexperientes, se lembra aos mestres que não podem perder a humildade nem o controle do ego nunca;
Todos os citados têm direito a voz. Liberdade de imprensa é um direito vital de toda a humanidade;
Deadline não é desculpa para fazer nas coxas;
Não existe jornalista que não cometa erros, o segredo é fazer da melhor forma possível.
http://www.observatoriodaimprensa.com.br/videos/view/um_olhar_sobre_a_midia_ninja
Dicas de português
Liguagem falada;
Nem tão formal e nem tão coloquial- realizar-se-ia, se realizará, iria se realizar;
Na escrita usamos muito o futuro simples- fará. A forma composta é mais sonora para o rádio- vai fazer;
Acentuação é muito importante para o rádio- Ex: Meu pai sempre pacifica seus netos./ Sua família é pacífica e ordeira; Ele critica seu modo de cozinhar./ Ele é uma pessoa muito crítica; Não publico meus discursos agora, mas no futuro o farei./ Não frequento parques públicos; Sempre me exercito de manhã cedo./ O menino tem um exército de brinquedos; Pratica bastante, que aprenderás logo./ A prática é diferente da teoria; Espero que o cantor interprete as minhas favoritas./ O embaixador solocitou um interprete; Você nunca duvida de nada?/ Qual é a sua dúvida agora?; Jamais trafego à margem da rodovia./ Evito percursos de tráfego mais pesado.
Proparoxítonas são todas acentuadas. Ex: Lâmpada, pêssego, límpido.
Paroxítonas, que são em maior número na língua portuguesa, não são acentuadas quando terminam em - a, e, o, am, em e ens. São acentuadas as que terminam em: i, is: júri, lápis;/ us, um, uns: Vênus, fórum, álbuns;/ ã, ãs, ão, ãos: ímãs, orfão;/ l, n, r, x (consoantes de rouxinol): fácil, abdômen, açucar, fênix;/ ps, om, ons: bíceps, prótond;/ ditongo oral: (ia) Cássia, (ie) série, (io) pátio, (ua) água, (ue) bilíngue, (ea) áurea, (eo) espontâneo, (oa) mágoa, (ei) jóquei.- NÃO se acentua ditongo aberto na sílaba tônica- (ei) (oi)- assembleia, ideia, jiboia, paranoica.
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