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Ecotécnicas para Espaços Educadores Sustentáveis

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by

Kênia Fernandes

on 12 March 2016

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Transcript of Ecotécnicas para Espaços Educadores Sustentáveis

Ambiente externo
Ecotécnicas para Espaços Educadores Sustentáveis
Edificação
Autora: Kênia Nassau Fernandes
Engenheira Ambiental - EM/UFOP

Manutenção dos trabalhos ecossistêmicos
Ciclo da água
Manutenção de áreas permeáveis
Pisos com intervalos permeáveis
Pisos permeáveis
Áreas infiltrantes
Fertilidade do solo
Prevenção da erosão
Adubação orgânica
Biodiversidade
Áreas de Preservação Permanente - APPs (urbanas e rurais)
Resgate, cultivo e utilização de espécies nativas
Mobilidade, andabilidade, acessibilidade e inclusão
Composto orgânico
Húmus de minhoca
Adubação verde
Produção local de alimentos seguros e nutritivos
Horta orgânica e agroecológica
Agricultura Sintrópica Sistemas Agroflorestais - SAFs
Meliponicultura - Criação de abelhas nativas sem ferrão
Bioarquitetura
Minimização de impactos negativos
Mobilidade
Fonte: http://ciclistaurbano.blog.br/os-paraciclos-ou-bicicletarios-mais-criativos-do-mundo/

Bicicletários
Acessibilidade

Fonte: http://www.totalacessibilidade.com.br/produto.php?cod=53
Para acessar essa e outras normas referentes a acessibilidade, visite o site da
Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência
:
http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/normas-abnt
Andabilidade
Inclusão
Produção e consumo de alimentos

"A cobertura do solo protege contra os principais agentes de degradação." (Embrapa Cerrados, 2006)
Disponível em: https://ssmfoto.wordpress.com/2011/10/20/manual-e-cartilha-sobre-hortalicas-nao-covencionaistradicionais-embrapa-hortalicas-emapa-2010/

Referências:
Fonte: http://www.cpt.com.br/cursos-criacaodeabelhas

Referências
Referências
Plantas Alimentícias Não Convencionais - PANCs
Disponíveis em:
https://ssmfoto.wordpress.com/2011/10/20/manual-e-cartilha-sobre-hortalicas-nao-covencionaistradicionais-embrapa-hortalicas-emapa-2010/
Reservas Legais - RLs (rurais)
Para criar e recriar ideias:
Arquitetura bioclimática
Recursos locais
Para saber mais sobre o projeto "
Incredible Edible
" acesse a página:
http://sustentabilidadenaoepalavraeaccao.blogspot.com.br/2012/08/incredible-edible-palestra-ted-de-pam.html
Clima tropical úmido
Clima tropical seco
Clima temperado
Referências
Estruturas geodésicas
Palafitas fora das águas
Palafitas sobre as águas
Resfriamento geotérmico
Torre de ventilação
Átrio
Parede trombe
Água
Sol
Solo
Plantas nativas
Captação de água de chuva
Aparelhos de baixo consumo de água
Irrigação e fertirrigação
Uso racional da energia
Iluminação natural
Equipamentos de baixo consumo energético
Aquecimento solar de água
Geração local de energia fotovoltaica
Cobe ou taipa
Taipa de pilão
Pau-a-pique e bambu-a-pique
Adobe
Superadobe e hiperadobe
Tintas de solo
Telhados verdes
Jardins verticais
Cortinas e estruturas vivas
Fibras naturais
Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/bar-feito-de-bambu-e-construido-em-meio-a-lago-no-vietna
Fonte: http://www.lashworldtour.com/wp-content/uploads/2013/04/thatched-wall.jpg
Fonte: http://www.dezeen.com/2013/11/05/museum-biodiversity-centre-by-guineepotin-architectes/
 Fonte: https://www.facebook.com/TIBArquitetos/photos/pcb.828148653922422/828145893922698/?type=1&theater

Fonte: http://www.ecoeficientes.com.br/curso-permacultura-la-naranja-organica/
Adobe é uma técnica da construção natural que consiste em moldar os tijolos crus em fôrmas de madeira, onde o bloco de terra é seco ao sol ou à sombra, sem que haja a queima do mesmo. 
A fabricação do adobe requer uma mistura feita com água, terra, palha e esterco. Baixo custo, pois o principal material para construí-lo pode ser obtido no próprio local da construção.
São técnicas muito simples para construir com terra, pois não é necessário fazer qualquer teste com o material, não é preciso peneirar a terra, nem moldá-la e nem acrescentar palha. As paredes são erguidas muito rapidamente, mas é preciso ter uma equipe de pelo menos quatro pessoas.
Fonte: http://www.inspirationgreen.com/rammed-earth.html

A taipa de pilão constitui-se de paredes feitas de barro amassado e calcado, por vezes misturado com cal para controlar a acidez da mistura, que é comprimida entre taipais de madeira desmontáveis, removidas logo após a parede estar completamente seca. Formando assim, uma parede com material incombustível, isolante térmico, natural e barato.
Fonte das fotografias (a) e (b): Pereira, 2014.
(a)
(b)
Fonte :http://construindo.org/telhado-verde/

Fonte: marisadiniznetworking.blogspot.com4

Fotógrafa das imagens (a), (b) e (c): Kênia Nassau Fernandes

(a)
(b)
(c)
Teto do Shopping Eldorado - São Paulo, SP. Fonte:
http://www.shoppingeldorado.com.br/

Fonte: http://ecotelhado.com/telhado-verde-em-espacos-de-gastronomia/
Referências
Fonte: http://projeto-r1.blogspot.com.br/p/disperdicio-e-consumo-de-agua.html
Fonte: http://solartechnology.com.br/servicos-2/aquecimento-solar/

Fonte: http://sustentarqui.com.br/energia-equipamentos/ufrj-inaugura-estacionamento-com-paineis-solares/
Fonte: http://www.lendomais.com.br/sensor-de-presenca-de-movimento-precos-onde-comprar/
Eletrodomésticos
Lâmpadas e Reatores
Bombas e Motores
Sistema de Aquecimento Solar
Sistema Fotovoltaico







Fonte: http://www.procelinfo.com.br/main.asp?View={B70B5A3C-19EF-499D-B7BC-D6FF3BABE5FA}

Veículos leves
Fogões e fornos a gás
Aquecedores de água a gás





Fonte: http://www.conpet.gov.br/portal/conpet/pt_br/conteudo-gerais/selo-conpet.shtml

Selo PROCEL - Centro Brasileiro de Informação de Eficiência Energética
Selo Conpet - Programa Nacional da racionalização do uso dos derivados do petróleo e do gás natural
Referências
Ruídos
Efluentes líquidos
Resíduos sólidos
Reciclagem de óleo de cozinha
Separação das águas cinzas de negras
Biodigestores
Wetlands
Biogás
Biodigestor Indiano
Acionamento de geradores
Unidades que compõem uma usina de purificação do biogás. A fotografia a cima é da
Usina de purificação da UNESP-Jaboticabal
, e a figura a baixo é a representação esquemática de uma usina de purificação.
Fonte: Lucas Júnior, Souza & Lopes, 2006.
Tanque de evapotranspiração
Fonte: http://www.ecoeficientes.com.br/bet-como-tratar-o-esgoto-de-forma-ecologica/

Fonte: http://www.ecoeficientes.com.br/bet-faca-voce-mesmo/

Referência
Gestão e gerenciamento de resíduos sólidos

Ordem de prioridade:
1º - Não geração;
2º - Redução;
3º - Reutilização;
4º - Reciclagem;
5º - Tratamento;
6º - Disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos.
Compostagem
Vermicompostagem
Referências
(Re)utilização de materiais
Referências
Referências
Amazônia
Cerrado
Mata Atlântica
Húmus fresco

Para frutíferas:
300 a 600g de húmus na cova - no momento do plantio;
1 a 2Kg por pé a cada ano - aplicado na projeção da copa (Schiedeck, Schwengber, Schiavon, & Gonçalves, 2009).

Para hortaliças:
de 600g a 1Kg de húmus para cada metro quadrado de canteiro;
300g para espécies transplantadas para covas (Schiedeck, Schwengber, Schiavon, & Gonçalves, 2009).
Recomendações de aplicação do húmus de minhoca
Húmus líquido - fertirrigação

Fertilizante e fitoestimulante - ativa os mecanismos de defeza e do crescimento das plantas (Schiedeck, Schwengber, Schiavon, & Gonçalves, 2009).

Preparação:
Armazenar o húmus por no mínimo 3 meses;
Preparar a mistura na proporção:
2Kg de húmus
10L de água
Agitar vigorosamente para dissolver todo o sólido, 1 vez ao dia, durante 3 a 4 dias;
Evitar que a solução fique exposta ao sol;
Não agitar a solução um dia antes da aplicação;
Filtrar a solução para retirar os sólidos (Schiedeck, Schwengber, Schiavon, & Gonçalves, 2009).
Amazônia
Amazônia
Fonte: http://engenhariateciano.blogspot.com.br/2013/05/tecnologia-e-materiais-7-pisos.html
Referências
Disponível em: http://www.fiuxy.com/ebooks-gratis/1993053-manual-de-construccion-en-tierra.html
Referências
Referências
Disponível em: http://www.semace.ce.gov.br/wp-content/uploads/2012/01/Avalia%C3%A7%C3%A3o+do+Ru%C3%ADdo+em+%C3%81reas+Habitadas.pdf
Disponível em: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/esportes/norma%20abnt%2010152.pdf
Efeitos do ruído:
Perturbação para falar;
Perda auditiva;
Perturbação do sono;
Stress;
Incômodo;
Efeitos sobre a execução de tarefas;
Efeitos diversos (Organisation Mondiale de la Santé, 1980).
Disponível em: http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/39513/1/9242540722_fre.pdf?ua=1
Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/legislacao/CONAMA_RES_CONS_1990_001.pdf
Fonte: Associação Brasileira de Normas Técnicas, 1987.
Referências

Tratamento de efluentes
e
disposição final
simultâneamente.
Supre as necessidades das plantas com relação a
água
e
nutrientes
.
Áreas de aplicação das águas residuárias devem:
possuir
solo argiloso
;
ter boa capacidade de
drenagem
;
estar com as
águas subterrâneas
em profundidades superiores a 1,5m.
Taxas de aplicação:
compatíveis com a
evapotranspiração
da cultura no período (Von Sperling, 2014).
O efluente deve ser utilizado apenas no solo, em culturas em que o líquido não entre em
contato
com o alimento (Silva, 2014).
Referências
América Latina: La transgénesis de un continente. Vision crítica de una expansión descontrolada.
Disponível em: http://aspta.org.br/wp-content/uploads/2015/06/Transgenesis-de-un-ContinenteWEB-2.pdf

Disponível em: http://www.cemig.com.br/sites/Imprensa/pt-br/Documents/Manual_Arborizacao_Cemig_Biodiversitas.pdf
Oportunidade
Programa "
Plante Árvore
" do
Instituto Brasileiro de Florestas - IBF
doa mudas e sementes de plantas nativas para reflorestamentos em todo o Brasil.
Cadastro para participação:
https://docs.google.com/forms/d/1bi-vZmTAV1Xo-HB--pP4oWIgwelkSCSFBAU2zKgAmn8/viewform?formkey=dEpNV0lldEg2b2tsRXhaUDJxMC1XOXc6MA..#gid=0
Oportunidade
Programa de Educação Ambiental e Agricultura Familiar - PEAAF

Site: http://www.mma.gov.br/educacao-ambiental/formacao-de-educadores/programa-de-educa%C3%A7%C3%A3o-ambiental-e-agricultura-familiar-peaaf
"Se inscreva
AQUI
na mala direta do PEAAF para receber e-mails relativos ao Programa e as demais Políticas Públicas do Departamento de Educação Ambiental"
Composteira de jardim
Fonte: http://www.leroymerlin.com.br/faca-voce-mesmo/como-fazer-compostagem?xdtoken=belo_horizonte
Banheiro seco
Fonte: https://biowit.wordpress.com/permacultura/banheiro-seco/
Referências
Oportunidade
Disponível em: http://www.renenergyobservatory.org/br/aplicativos/capacitacao.html
Fonte: http://www.ecoeficientes.com.br/quais-especies-de-plantas-conseguem-filtrar-a-agua/
Fonte: Silva, 2014.
Referências
Fonte das imagens: Von Sperling, 2014.
Referências
Referências
Para criar e recriar ideias
“Sei que as coisas podem até piorar, mas sei que é possível intervir para melhorá-las (...)
O fato de me perceber no mundo, com o mundo e com os outros me põe numa posição em face do mundo que não é de quem nada tem a ver com ele. Afinal, minha presença no mundo não é a de quem a ele se adapta, mas a de quem nele se insere. É a posição de quem luta para não ser apenas objeto, mas sujeito também da história."
(Paulo Freire, Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa, 2011)
“O futuro não é um lugar aonde estamos indo, mas um lugar que estamos criando. O caminho para ele não é encontrado, mas construído, e o ato de fazê-lo muda tanto o realizador quanto o destino”
(Antoine de Saint-Exupéry).
Para saber mais
Para se manter atualizada(o) sobre Ecotécnicas, entre no Grupo do Facebook:
Turmas Fogo 19 e 20 Escolas Sustentáveis e COM-VIDA de Cametá- PA
Cuidados essenciais
Para a coleta da água da chuva, as
calhas
de captação devem ser mantidas em boas condições, livres de folhas, galhos ou outras sujeiras (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
Em locais onde o período de chuvas é concentrado, a água das
primeiras chuvas
não deve ser aproveitada, por "lavar" o telhado, podendo trazer fezes, poeira e outras sujeiras;
É importante que a água passe por um
filtro de areia
antes de chegar ao reservatório;
Caso se destine a fins potáveis, é interessante que a água passe por um
filtro de carvão ativado
após o filtro de areia;
O
local
deve ser distante de depósitos de lixo, fossas, currais, chiqueiros e de outros locais que possam colocar em risco a estrutura da cisterna e a qualidade da água (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
A cisterna deve ser
cercada
para evitar acidentes (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
Deve ser feita uma
calçada
ao redor da cisterna para evitar infiltrações que possam comprometer sua estrutura (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
Mesmo após filtrada e desinfectada, a água da chuva de locais com significativa
poluição atmosférica
possivelmente não é potável, e portanto, não deve ser destinada para consumo humano;
"
água potáve
l: água que atenda ao padrão de potabilidade estabelecido nesta Portaria [Portaria Nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011, do Ministério da Saúde] e que não ofereça riscos à saúde" (Ministério da Saúde, 2011);
"
água para consumo humano
: água potável destinada à ingestão, preparação e produção de alimentos e à higiene pessoal, independentemente da sua origem" (Ministério da Saúde, 2011);
Para saber se a água é potável, devem ser feitas
análises periódicas
conforme indicado na Portaria Nº 2.914, de 12 de dezembro de 2011, do Ministério da Saúde;
"Lave a calha e o cano de vez em quando com água sanitária para deinfetar e não contaminar a água limpa da cisterna"
(Funasa, 2014);
A cisterna deve ter uma pequena janela para permitir a
limpeza interna
(Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
A cisterna deve ser
lavada
uma vez por ano, antes do início das chuvas nos locais onde o período chuvos é concentrado, para a água nova não misturar com a antiga (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
"Não deixe a cistern completamente seca durante o verão, pois pode ocasionar rachadura" (Funasa, 2014).
Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2011/prt2914_12_12_2011.html
Deve ser instalado um
sangradouro
(ladrão) no tanque para permitir o escoamento do excesso de água (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
Devem ser instalados pedaços de tubos (
aeradores
) nas paredes da cisterna, para permitir a renovação do ar na água (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
A extremidade externa desses tubos deve ser
telada
para evitar a entrada de pequenos animais e de materiais grosseiros (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006);
Para evitar o contato direto com a água, a cisterna deve conter uma
bomba
para retirada da água;
Para
potabilização
, a água deve ser bombeada para um reservatório menor (caixa d'água) no qual ela deve ser desinfectada antes de ser distribuída;
Para a
desinfecção
, é indicada a utilização de cloro granulado do tipo hipoclorito de cálcio 65%, disponível no comércio especializado em venda de produtos para piscinas (Silva, 2014);
Último caso
Lançamento no corpo d'água.
Condições e padrões de lançamento de efluentes.
Disponível em: http://www.mma.gov.br/port/conama/legiabre.cfm?codlegi=646
(Re)úso da água
"a não ser que haja grande disponibilidade, nenhuma
água de boa qualidade deverá ser utilizada em atividades que tolerem águas de qualidade inferior"
(Conselho Econômico e Social das Nações Unidas apud Conselho Nacional de Recursos Hídricos, 2010).
Referências
Disponíveis em: http://www.cnrh.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61:produtos-ctct&catid=11:ctct&Itemid=72
"Art. 3 O reúso direto não potável de água, para efeito desta Resolução, abrange as seguintes modalidades:
I - reúso para fins urbanos: utilização de água de reúso para fins de irrigação paisagística, lavagem de logradouros públicos e veículos, desobstrução de tubulações, construção civil, edificações, combate a incêndio, dentro da área urbana;
II - reúso para fins agrícolas e florestais: aplicação de água de reúso para produção agrícola e cultivo de florestas plantadas;
III - reúso para fins ambientais: utilização de água de reúso para implantação de projetos de recuperação do meio ambiente;
IV - reúso para fins industriais: utilização de água de reúso em processos, atividades e operações industriais; e,
V - reúso na aqüicultura: utilização de água de reúso para a criação de animais ou cultivo de vegetais aquáticos.
§ 1 As modalidades de reúso não são mutuamente excludentes, podendo mais de uma delas ser empregada simultaneamente em uma mesma área" (Conselho Nacional de Recursos Hídricos, 2005).
Disponível em: http://www.fiesp.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/conservacao-e-reuso-de-aguas-em-edificacoes-2005/
Disponível em: http://www.dge.apta.sp.gov.br/publicacoes/T&IA/T&IAv1n1/Revista_Apta_Artigo_118.pdf
Não utilização de herbicidas (agrotóxicos)
"São produtos essencialmente perigosos e sua utilização, mesmo no meio rural, deve ser feita sob condições de intenso controle, não apenas por ocasião da aplicação, mas também com o isolamento da área na qual foi aplicado.
(...)
Dessa forma, a prática da capina química em área urbana não está autorizada pela ANVISA ou por qualquer outro órgão, não havendo nenhum produto agrotóxico registrado para tal finalidade"
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária, 2010).
Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/4e11490047457fa48b44df3fbc4c6735/nota+t%C3%A9cnica+agro.pdf?MOD=AJPERES
"É na inconclusão do ser, que se sabe como tal, que se funda a educação como processo permanente. Mulheres e homens se tornaram educáveis na medida em que se reconheceram inacabados. Não foi a educação que fez mulheres e homens educáveis, mas a consciência de sua inconclusão é que gerou a educabilidade. É também na inconclusão de que nos tornamos conscientes e que nos inserta no movimento permanente de procura que se alicerça a esperança."
(Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 2011)

Pressupostos
Referências
"Saber que ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.
(...)
Outro saber de que não posso duvidar um momento sequer na minha prática educativo-crítica é o de que, como experiência especificamente humana, a educação é uma forma de intervenção no mundo."
(Paulo Freire, Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa, 2011)

"...mais importante que saber é nunca perder a capacidade de aprender."
(Leonardo Boff apud Paulo Freire, Pedagogia da Esperança, 2011)

"A ocorrência de doenças, principalmente as doenças infecciosas e parasitárias ocasionadas pela falta de condições adequadas de destino dos dejetos, podem levar o homem a inatividade ou reduzir sua potencialidade para o trabalho.
Assim sendo, são considerados os seguintes aspectos:
• aumento da vida média do homem, pela redução da mortalidade em conseqüência da redução dos casos de doenças;
• diminuição das despesas com o tratamento de doenças evitáveis;
• redução do custo do tratamento da água de abastecimento, pela prevenção da poluição dos mananciais;
• controle da poluição das praias e dos locais de recreação com o objetivo de promover o turismo;
• preservação da fauna aquática, especialmente os criadouros de peixes." (Fundação Nacional da Saúde, 2007)
Referências
Manual de Saneamento.
Disponível em: http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/files_mf/eng_saneam2.pdf
Disponível em: http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/files_mf/saneamentodomiciliar_manual_de_instrucoes_de_uso_dasmsd.pdf
Crime ambiental
"Art. 33. Provocar, pela emissão de efluentes ou carreamento de materiais, o perecimento de espécimes da fauna aquática existentes em rios, lagos, açudes, lagoas, baías ou águas jurisdicionais brasileiras"
(Brasil, 1998)
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9605.htm
Crimes ambientais
"Art. 38. Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção
(...)
Art. 38-A. Destruir ou danificar vegetação primária ou secundária, em estágio avançado ou médio de regeneração, do Bioma Mata Atlântica, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção
(...)
Art. 39. Cortar árvores em floresta considerada de preservação permanente, sem permissão da autoridade competente
(...)
Art. 41. Provocar incêndio em mata ou floresta
(...)
Art. 48. Impedir ou dificultar a regeneração natural de florestas e demais formas de vegetação
(...)
Art. 49. Destruir, danificar, lesar ou maltratar, por qualquer modo ou meio, plantas de ornamentação de logradouros públicos ou em propriedade privada alheia"
(Brasil, 1998).
Dos Crimes contra a Flora
"Art. 50. Destruir ou danificar florestas nativas ou plantadas ou vegetação fixadora de dunas, protetora de mangues, objeto de especial preservação
(...)
Art. 50-A. Desmatar, explorar economicamente ou degradar floresta, plantada ou nativa, em terras de domínio público ou devolutas, sem autorização do órgão competente
(...)
Art. 53. Nos crimes previstos nesta Seção, a pena é aumentada de um sexto a um terço se:
I - do fato resulta a diminuição de águas naturais, a erosão do solo ou a modificação do regime climático;
II - o crime é cometido:
a) no período de queda das sementes;
b) no período de formação de vegetações;
c) contra espécies raras ou ameaçadas de extinção, ainda que a ameaça ocorra somente no local da infração;
d) em época de seca ou inundação;
e) durante a noite, em domingo ou feriado"
(Brasil, 1998).
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9605.htm
Da Poluição e outros Crimes Ambientais
"Art. 54. Causar poluição de qualquer natureza em níveis tais que resultem ou possam resultar em danos à saúde humana, ou que provoquem a mortandade de animais ou a destruição significativa da flora
(...)
Art. 58. Nos crimes dolosos previstos nesta Seção, as penas serão aumentadas:
I - de um sexto a um terço, se resulta dano irreversível à flora ou ao meio ambiente em geral;
II - de um terço até a metade, se resulta lesão corporal de natureza grave em outrem;
III - até o dobro, se resultar a morte de outrem.
Parágrafo único. As penalidades previstas neste artigo somente serão aplicadas se do fato não resultar crime mais grave."
(Brasil, 1998)
Dos Crimes contra o Ordenamento Urbano e o Patrimônio Cultural
"Art. 64. Promover construção em solo não edificável, ou no seu entorno, assim considerado em razão de seu valor paisagístico, ecológico, artístico, turístico, histórico, cultural, religioso, arqueológico, etnográfico ou monumental, sem autorização da autoridade competente ou em desacordo com a concedida"
(Brasil, 1998).
"Art. 60. Construir, reformar, ampliar, instalar ou fazer funcionar, em qualquer parte do território nacional, estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores, sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes
(...)
Art. 61. Disseminar doença ou praga ou espécies que possam causar dano à agricultura, à pecuária, à fauna, à flora ou aos ecossistemas"
(Brasil, 1998)
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9605.htm
"Art. 225. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações."
(Brasil, 1988)
DO MEIO AMBIENTE
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/ConstituicaoCompilado.htm
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
Da Delimitação das Áreas de Preservação Permanente
"Art. 4º Considera-se Área de Preservação Permanente, em zonas rurais ou urbanas, para os efeitos desta Lei:

I - as faixas marginais de qualquer curso d’água natural perene e intermitente, excluídos os efêmeros, desde a borda da calha do leito regular, em largura mínima de: (Incluído pela Lei nº 12.727, de 2012).

a) 30 (trinta) metros, para os cursos d’água de menos de 10 (dez) metros de largura;

b) 50 (cinquenta) metros, para os cursos d’água que tenham de 10 (dez) a 50 (cinquenta) metros de largura;

c) 100 (cem) metros, para os cursos d’água que tenham de 50 (cinquenta) a 200 (duzentos) metros de largura;

d) 200 (duzentos) metros, para os cursos d’água que tenham de 200 (duzentos) a 600 (seiscentos) metros de largura;

e) 500 (quinhentos) metros, para os cursos d’água que tenham largura superior a 600 (seiscentos) metros;"
(Brasil, 2012)
"VII - os manguezais, em toda a sua extensão;

VIII - as bordas dos tabuleiros ou chapadas, até a linha de ruptura do relevo, em faixa nunca inferior a 100 (cem) metros em projeções horizontais;

IX - no topo de morros, montes, montanhas e serras, com altura mínima de 100 (cem) metros e inclinação média maior que 25°, as áreas delimitadas a partir da curva de nível correspondente a 2/3 (dois terços) da altura mínima da elevação sempre em relação à base, sendo esta definida pelo plano horizontal determinado por planície ou espelho d’água adjacente ou, nos relevos ondulados, pela cota do ponto de sela mais próximo da elevação;

X - as áreas em altitude superior a 1.800 (mil e oitocentos) metros, qualquer que seja a vegetação;

XI - em veredas, a faixa marginal, em projeção horizontal, com largura mínima de 50 (cinquenta) metros, a partir do espaço permanentemente brejoso e encharcado"
(Brasil, 2012).
"II - as áreas no entorno dos lagos e lagoas naturais, em faixa com largura mínima de:

a) 100 (cem) metros, em zonas rurais, exceto para o corpo d’água com até 20 (vinte) hectares de superfície, cuja faixa marginal será de 50 (cinquenta) metros;

b) 30 (trinta) metros, em zonas urbanas;

III - as áreas no entorno dos reservatórios d’água artificiais, decorrentes de barramento ou represamento de cursos d’água naturais, na faixa definida na licença ambiental do empreendimento; (Incluído pela Lei nº 12.727, de 2012).

IV - as áreas no entorno das nascentes e dos olhos d’água perenes, qualquer que seja sua situação topográfica, no raio mínimo de 50 (cinquenta) metros; (Redação dada pela Lei nº 12.727, de 2012).

V - as encostas ou partes destas com declividade superior a 45°, equivalente a 100% (cem por cento) na linha de maior declive;

VI - as restingas, como fixadoras de dunas ou estabilizadoras de mangues;"
(Brasil, 2012)
"Art. 6º Consideram-se, ainda, de preservação permanente, quando declaradas de interesse social por ato do Chefe do Poder Executivo, as áreas cobertas com florestas ou outras formas de vegetação destinadas a uma ou mais das seguintes finalidades:

I - conter a erosão do solo e mitigar riscos de enchentes e deslizamentos de terra e de rocha;

II - proteger as restingas ou veredas;

III - proteger várzeas;

IV - abrigar exemplares da fauna ou da flora ameaçados de extinção;

V - proteger sítios de excepcional beleza ou de valor científico, cultural ou histórico;

VI - formar faixas de proteção ao longo de rodovias e ferrovias;

VII - assegurar condições de bem-estar público;

VIII - auxiliar a defesa do território nacional, a critério das autoridades militares.

IX - proteger áreas úmidas, especialmente as de importância internacional"
(Brasil, 2012).
"Art. 7º A vegetação situada em Área de Preservação Permanente deverá ser mantida pelo proprietário da área, possuidor ou ocupante a qualquer título, pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado.

§ 1º Tendo ocorrido supressão de vegetação situada em Área de Preservação Permanente, o proprietário da área, possuidor ou ocupante a qualquer título é obrigado a promover a recomposição da vegetação, ressalvados os usos autorizados previstos nesta Lei"
(Brasil, 2012).
"Art. 12. Todo imóvel rural deve manter área com cobertura de vegetação nativa, a título de Reserva Legal, sem prejuízo da aplicação das normas sobre as Áreas de Preservação Permanente, observados os seguintes percentuais mínimos em relação à área do imóvel, excetuados os casos previstos no art. 68 desta Lei: (Redação dada pela Lei nº 12.727, de 2012).

I - localizado na Amazônia Legal:

a) 80% (oitenta por cento), no imóvel situado em área de florestas;

b) 35% (trinta e cinco por cento), no imóvel situado em área de cerrado;

c) 20% (vinte por cento), no imóvel situado em área de campos gerais;

II - localizado nas demais regiões do País: 20% (vinte por cento)"
(Brasil, 2012).
"Art. 14. A localização da área de Reserva Legal no imóvel rural deverá levar em consideração os seguintes estudos e critérios:

I - o plano de bacia hidrográfica;

II - o Zoneamento Ecológico-Econômico

III - a formação de corredores ecológicos com outra Reserva Legal, com Área de Preservação Permanente, com Unidade de Conservação ou com outra área legalmente protegida;

IV - as áreas de maior importância para a conservação da biodiversidade; e

V - as áreas de maior fragilidade ambiental.

§ 1º O órgão estadual integrante do Sisnama ou instituição por ele habilitada deverá aprovar a localização da Reserva Legal após a inclusão do imóvel no CAR, conforme o art. 29 desta Lei"
(Brasil, 2012).
Da Delimitação da Área de Reserva Legal
Do Regime de Proteção da Reserva Legal
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
"Art. 17. A Reserva Legal deve ser conservada com cobertura de vegetação nativa pelo proprietário do imóvel rural, possuidor ou ocupante a qualquer título, pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado.
(...)
§ 3º É obrigatória a suspensão imediata das atividades em área de Reserva Legal desmatada irregularmente após 22 de julho de 2008. (Redação dada pela Lei nº 12.727, de 2012).

§ 4º Sem prejuízo das sanções administrativas, cíveis e penais cabíveis, deverá ser iniciado, nas áreas de que trata o § 3o deste artigo, o processo de recomposição da Reserva Legal em até 2 (dois) anos contados a partir da data da publicação desta Lei, devendo tal processo ser concluído nos prazos estabelecidos pelo Programa de Regularização Ambiental - PRA, de que trata o art. 59.

Art. 18. A área de Reserva Legal deverá ser registrada no órgão ambiental competente por meio de inscrição no CAR de que trata o art. 29, sendo vedada a alteração de sua destinação, nos casos de transmissão, a qualquer título, ou de desmembramento, com as exceções previstas nesta Lei"
(Brasil, 2012).
"Art. 20. No manejo sustentável da vegetação florestal da Reserva Legal, serão adotadas práticas de exploração seletiva nas modalidades de manejo sustentável sem propósito comercial para consumo na propriedade e manejo sustentável para exploração florestal com propósito comercial.

Art. 21. É livre a coleta de produtos florestais não madeireiros, tais como frutos, cipós, folhas e sementes, devendo-se observar:

I - os períodos de coleta e volumes fixados em regulamentos específicos, quando houver;

II - a época de maturação dos frutos e sementes;

III - técnicas que não coloquem em risco a sobrevivência de indivíduos e da espécie coletada no caso de coleta de flores, folhas, cascas, óleos, resinas, cipós, bulbos, bambus e raízes.
(...)
Art. 23. O manejo sustentável para exploração florestal eventual sem propósito comercial, para consumo no próprio imóvel, independe de autorização dos órgãos competentes, devendo apenas ser declarados previamente ao órgão ambiental a motivação da exploração e o volume explorado, limitada a exploração anual a 20 (vinte) metros cúbicos"
(Brasil, 2012).
Proibição do uso de fogo
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm
"Art. 38. É proibido o uso de fogo na vegetação, exceto nas seguintes situações:

I - em locais ou regiões cujas peculiaridades justifiquem o emprego do fogo em práticas agropastoris ou florestais, mediante prévia aprovação do órgão estadual ambiental competente do Sisnama, para cada imóvel rural ou de forma regionalizada, que estabelecerá os critérios de monitoramento e controle;
(...)
III - atividades de pesquisa científica vinculada a projeto de pesquisa devidamente aprovado pelos órgãos competentes e realizada por instituição de pesquisa reconhecida, mediante prévia aprovação do órgão ambiental competente do Sisnama"
(Brasil, 2012).
Cerrado
Clima temperado
Disponível em: https://biowit.files.wordpress.com/2010/11/agrofloresta-aprendendo-a-produzir-com-a-natureza.pdf
Disponível em: http://media0.agrofloresta.net/static/cartilhas/cartilha-Liberdade_e_vida_com_agrofloresta.pdf
Fonte: https://scontent-gru.xx.fbcdn.net/hphotos-xpf1/v/l/t1.0-9/16208_927999213890903_599473047511219037_n.png?oh=f5854fbb186c56dff6b28f3c99eb55f9&oe=5586F79E
Pantanal
Fonte: https://fbcdn-sphotos-d-a.akamaihd.net/hphotos-ak-xpf1/v/t1.0-9/11066612_927999223890902_8267110861384521406_n.jpg?oh=ac714b36e38acba4cb246bb1b3e502ac&oe=55B4E79F&__gda__=1434352117_c4abea204cecc427c5b659bd56dcd14e
Fonte: https://www.facebook.com/buildnaturally/photos/a.848756541815171.1073741849.171782289512603/848740481816777/?type=3&theater
Fonte: https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcTW7o0onDhRvsZ_w3XVJ1nkpD11UNVgBlrE6tX6AH2cz8aEOpJZ
Fonte: http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2007-1/drenagem/
Fonte: https://scontent-gru.xx.fbcdn.net/hphotos-xpf1/v/t1.0-9/10981828_927999257224232_847760935501582324_n.jpg?oh=b38f8a493bc6b30e07b6fdf5e3308ed3&oe=55753001
Caatinga
Referência

Fonte: https://www.facebook.com/juventudesustentavel.oficial/photos/pb.236992903085900.-2207520000.1421006728./720946001357252/?type=1&theater
Fonte: http://www.pensamentoverde.com.br/meio-ambiente/agricultura-sustentavel-conheca-o-sistema-agricola-mandala/
Fonte: http://flores.culturamix.com/blog/wp-content/gallery/passo-a-passo-para-montar-horta-domestica6/passo-a-passo-para-montar-horta-domestica-16.jpg
Fonte: https://www.pinterest.com/honeydelight/bees-needed-urban-agriculture-xx
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Fonte: http://www.saomiguelnews.com.br/2014/06/rn-vai-receber-105-novos-onibus-escolar.html
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Fonte: http://www.euvoudebike.com/2011/06/bicicletas-escolares-da-houston-sao-lindas
Fonte: https://desafioagorario.crowdicity.com/post/6523
Fonte: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2014/01/estudantes-criam-estacionamento-ecologico-para-bicicletas-em-lorena.html
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Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Piso_t%C3%A1til
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Fonte: http://img.ibiubi.com.br/produtos/9/9/4/6/3/3/9/1/img/10_vendo-elevador-e-plataforma-para-deficiente-fisico-pne-r$36-500_grande.jpg
Fonte: http://1.bp.blogspot.com/-9RNsBrys3_k/TzqjOWNGBaI/AAAAAAAAflk/G0bRZ0sc4rE/s1600/marcelinoprefeiturarecife.jpg
Fonte: http://midianews.com.br/conteudo.php?sid=3&cid=41963
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Fonte: http://www.engenhariaearquitetura.com.br/Midia/tinyMCE/Geotermia_Clima_156/geotermia%20Figura-1.jpg
Fonte: http://sustentarqui.com.br/wp-content/uploads/2014/07/torre-de-vento-copia1-e1406232595595.png
Fonte: http://moblog.whmsoft.net/related_search.php?keyword=construccion+de+una+cupula+geodesica+o+domo&language=spanish&depth=3
Fonte: https://florbrancaciencia.files.wordpress.com/2012/06/dome2.jpg
Fonte: http://www.bamcrus.com.br/ 
Cerrado
Alternativas
Referência
Referências
Referências
"Se planejarmos para um ano, plantamos arroz. Se planejarmos para dez anos, plantamos árvores. Se planejarmos para cem anos, preparos pessoas"
(Antigo ditado chinês)

Essas e outras obras de
Paulo Freire
encontram-se disponíveis em: http://www.paulofreire.ufpb.br/paulofreire/
Referências
Referências
Disponível em: http://issuu.com/agrofloresta/docs/alimentos_regionais_brasileiros
Disponível em: http://issuu.com/agrofloresta/docs/frutiferas-plantas-uteis-na-vida-amazonica
Disponível em: http://issuu.com/agrofloresta/docs/alternativa_agroflorestal_na_amazonia_em_transform/1?e=1211458/5757771
Para saber mais sobre Sistemas Agroflorestais - SAFs
Acesse o
Sistema de Informações de Sistemas Agroflorestais
pelo site:
http://servicos.cpaa.embrapa.br/sisaf/pagina_interna.php?cod=17
Estruturas flutuantes
Poluição do ar em interiores
Formaldeído
Dióxido de nitrogênio
Monóxido de carbono
Fumaça de cigarro no ambiente - FCA
Amianto
Referência
Versão em inglês disponível em: https://drive.google.com/folderview?id=0Bx6eu9ccgJA8dGhvcU9HMWI4OUU&usp=sharing
Princípios gerais do direito ambiental
Referências
Direito ao meio ambiente equilibrado
Do ponto de vista ecológico, consiste na preservação das propriedades e das funções naturais do meio, de forma a permitir a
"existência, a evolução e o desenvolvimento dos seres vivos"
(Krieger et. al. apud Machado, 2014).

"Ter direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado equivale a afirmar que há um direito a que não se desequilibre significativamente o meio ambiente"
(Machado, 2014).

"
A especial característica do princípio é a de que o desequilíbrio ecológico não é indiferente ao Direito, pois o Direito Ambiental realiza-se mente numa sociedade equilibrada ecologicamente. Cada ser humano só fruirá plenamente de um estado de bem-estar e de equidade se lhe for assegurado o direito fundamental de viver num meio ambiente ecologicamente equilibrado. A Constituição do Brasil, além de afirmar o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, determina que incumbe ao Poder Público proteger a fauna e a flora, interditando as práticas que coloquem em risco sua função ecológica ou provoquem a extinção de espécies (art. 225, caput e seu § 1º, VII)
" (Machado, 2014).
Direito à sadia qualidade de vida
"
Não basta viver ou conservar a vida. É justo buscar e conseguir a "qualidade de vida".
" (Machado, 2014)

"
A qualidade de vida é um elemento finalista do Poder Público, onde se unem a felicidade do indivíduo e o bem comum, com o fim de superar a estreita visão quantitativa, antes expressa no conceito de nível de vida
" (Ramón apud Machado, 2014).

"A saúde dos seres humanos não existe somente numa contraposição a não ter doenças diagnosticadas no presente. Leva-se em conta o estado dos elementos da Natureza - águas, solo, ar, flora, fauna e paisagem - para se aquilatar se esses elementos estão em estado de sanidade e de seu uso advenham saúde ou doenças e incômodos para os seres humanos
" (Machado, 2014).
Sustentabilidade
Capacidade de se manter estável ao longo do tempo, por longo período, podendo essa estabilidade ser estática ou dinâmica. Relaciona-se ao conceito de
resiliência
:

"
Resiliência
- Termo utilizado em Ecologia, para designar a capacidade que um sistema tem de suportar perturbações ambientais, mesmo quando forem alteradas as condições originais quilíbrio. Sistemas mais resilientes são aqueles que podem retornar à sua condição original após modificações consideráveis"
(Mazzini, 2004).

"A noção de sustentabilidade funda-se em pelo menos dois critérios: primeiro, as ações humanas passam a ser analisadas quanto à incidência de seus efeitos diante do
tempo cronológico
, pois esses efeitos são estudados no presente e no futuro; segundo, ao se procurar fazer um prognóstico do futuro, haverá de ser pesquisado que efeitos continuarão e quais as
consequências
de sua
duração
"
(Machado, 2014).

Para saber mais sobre o conceito do p
rincípio jurídico da sustentabilidade
, visite a página: https://wikiglaw.fd.uc.pt/mediawiki/index.php/Princ%C3%ADpio_da_Sustentabilidade
Acesso equitativo aos recursos naturais
"Os bens que integram o meio ambiente planetário, como água, ar e solo devem satisfazer as necessidades comuns de todos os habitantes da Terra . As necessidades comuns dos seres humanos podem passar tanto pelo uso como pelo não uso do meio ambiente. Desde que utilizável o meio ambiente, adequado pensar-se em um meio ambiente como "
bem de uso comum do povo
""
(Machado, 2014).

"A equidade deve orientar a fruição ou o uso da água, do ar e do solo. A equidade dará oportunidades iguais diante de casos iguais ou semelhantes.
Dentre as formas de acesso aos bens ambientais destaquem-se pelo menos três: acesso visando ao consumo do bem (captação de água, caça, pesca), acesso causando poluição (acesso à água ou ao ar para lançamento de poluentes; acesso ao ar para emissão de sons) e acesso para a contemplação da paisagem.
Uma ordem hierárquica no acesso aos bens ambientais observará a proximidade ou visinhança dos usuários com relação aos bens. Podemos dizer que a prioridade do uso dos bens deve percorrer uma escala que vai do local ao planetário, passando pela região, pelo País e pela comunidade de Países"
(Machado, 2014).
Usuário-pagador e poluidor-pagador
"
O uso gratuito dos recursos naturais tem representado um enriquecimento ilegítimo do usuário, pois a comunidade que não usa do recurso ou que o utiliza em menor escala fica onerada. O poluidor que usa gratuitamente o meio ambiente para nele lançar os poluentes invade a propriedade pessoal de todos os outros que não poluem confiscando o direito de propriedade alheia
" (Machado, 2014).

"
O custo a ser imputado ao poluidor não está exclusivamente vinculado à imediata reparação do dano. O verdadeiro custo está numa atuação preventiva
" (Limonad apud Machado, 2014).
Precaução
Objetivos: evitar ou minimizar os danos ao meio ambiente.

"o princípio da precaução é aquele "segundo o qual a ausência de certeza, levando em conta os conhecimentos científicos e técnicos do momento, não deve retardar a adoção de medidas efetivas e proporcionais visando a prevenir o risco de danos graves e irreversíveis ao meio ambiente, a um custo economicamente aceitável"
(Machado, 2014).

"O princípio da precaução consiste em dizer que não somente somos responsáveis sobre o que nós sabemos, sobre o que nós deveríamos ter sabido, mas, também, sobre o que nós deveríamos duvidar"
(Lavieille apud Machado, 2014).

"Deixa de buscar eficiência a Administração Pública que, não procurando prever danos para o ser humano e o ambiente, omite-se no exigir e no praticar medidas de precaução, ocasionando prejuízos, pelos quais será corresponsável"
(Machado, 2014).

"A prática dos princípios da informação ampla e da participação ininterrupta das pessoas e organizações sociais no processo das decisões dos aparelhos burocráticos é que alicerça e torna possíveviabilizar a implementação da prevenção e da precaução para a defesa do ser humano e do meio ambiente"
(Machado, 2014).
Prevenção
Prevenir corresponde a agir antecipadamente.

"Sem informação organizada e sem pesquisa não há prevenção. A aplicação do princípio da prevenção comporta, pelo menos, doze intens:
1) identificação e inventário das espécies animais e vegetais de um território, quanto à conservação da natureza;
2) identificação das fontes contaminantes das águas e do ar, quanto ao controle da poluição;
3) identificação e inventário dos ecossistemas, com a elaboração de um mapa ecológico;
4) planejamento ambiental e econômico integrados;
5) ordenamento territorial ambiental para valorização das áreas de acordo com sua aptidão;
6) Estudo de Impacto Ambiental;
7) prestação de informações contínuas e completas;
8) emprego de novas tecnologias;
9) autorização ou licenciamento ambiental;
10) monitoramento;
11) inspeção e auditorias ambientais;
12) sanções administrativas e judiciais
" (Machado, 2014).
Reparação
"No Direito interno, o Brasil adotou na Lei de Política Nacional do Meio Ambiente (Lei 6.938/1981) a responsabilidade objetiva ambiental, tendo a Constituição Brasileira de 1988 considerado imprescindível a obrigação de reparação dos danos causados ao meio ambiente
" (Machado, 2014).
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6938compilada.htm
Informação
"A Declaração do Rio de Janeiro/1992, em uma das frases do Princípio 10, afirma que, "no nível nacional, cada indivíduo deve ter acesso adequado a informações relativas ao meio ambiente de que disponham as autoridades públicas, inclusive informações sobre materiais e atividades perigosas em suas comunidades.
(...)
As informações ambientais recebidas pelos órgãos públicos devem ser transmitidas à sociedade civil, excetuando-se as matérias que envolvam comprovadamente segredo industrial ou do Estado. A informação ambiental deve ser transmitida sistematicamente, e não só nos chamados acidentes ambientais.
(...)
O monitoramento das informações ambientais deve ser levado a efeito não só pelo Poder Público, mas também pelas organizações não governamentais, que, para esse fim, merecem receber auxílio científico e financeiro. Os métodos e recursos da Informática devem ser utilizados para a informação e o monitoramento ambientais, insistindo-se na cooperação internacional, de forma que os Países subdesenvolvidos e em desenvolvimento possam implementar esses procedimentos
" (Machado, 2014).
Participação
"A melhor maneira de tratar as questões ambientais é assegurar a participação, no nível apropriado, de todos os cidadãos interessados. No nível nacional, cada indivíduo terá acesso adequado às informações relativas ao meio ambiente de que disponham as autoridades públicas, inclusive informações acerca de materiais e atividades perigosas em suas comunidades, bem como a oportunidade de participar dos processos decisórios. Os Estados irão facilitar e estimular a conscientização e a participação popular, colocando as informações à disposição de todos. Será proporcionado o acesso efetivo a mecanismos judiciais e administrativos, inclusive no que se refere à compensação e reparação de danos
" (Princípio 10 da Declaração do Rio sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, 1992).

"Discussões e debates públicos, permitidos pelas liberdaes políticas e pelos direitos civis, também, podem desempenhar um papel fundamental na formação de valores. Até mesmo a identificação das necessidades é influenciada pela natureza da participação e do diálogo públicos. A discussão pública mais bem fundamentada e menos marginalizada sobre as questões ambientais pode ser não apenas benéfica ao meio ambiente, como também importante para a saúde e o funcionamento do próprio sistema democrático
" (Prêmio Nobel de Economia Amartya Sem apud Machado, 2014).
Disponível em: http://www.onu.org.br/rio20/img/2012/01/rio92.pdf
Obrigatoriedade de intervenção do Poder Público
"A gestão do meio ambiente não é matéria que diga respeito somente à sociedade civil, ou uma relação entre poluidores e vítimas da poluição. Os Países, tanto no Direito interno como no Direito internacional, têm que intervir ou atuar.
(...)
O Poder Público passa a figurar não como proprietário dos bens ambientais - águas, ar e solo, fauna e florestas, patrimônio histórico -, mas como um gestor ou gerente, que administra bens que não são dele e, por isso, deve explicar convincentemente sua gestão
" (Machado, 2014).
Fonte: www.renenergyobservatory.org/br/aplicativos/capacitacao/modulo-eficiencia-energetica-em-edificios.html
Fonte: http://www.renenergyobservatory.org/br/aplicativos/capacitacao/modulo-eficiencia-energetica-em-edificios.html
Escola Municipal de Ensino Fundamental Mutuacá de Baixo
, Cametá - PA. Fotógrafa: Kênia Nassau Fernandes
Fonte: http://viagemempauta.com.br/2014/10/09/dez-hoteis-flutuantes-pelo-mundo/
Escola flutuante em Makoko - Nigéria.
Fonte: http://arquiteturasustentavel.org/escola-flutuante-e-construida-para-resistir-as-enchentes-em-aldeia-africana/
Fonte: http://casa.abril.com.br/materia/casa-na-arvore-escada-caracol?utm_source=redesabril_casas&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_revistaaec#1
Green School - Bali, Indonésia.
Fonte: http://www.greenschool.org/general/photos-videos/360-photo-tour/
Fonte: http://loja.ecoracional.com.br/downloads
Fonte: http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/os-beneficios-da-iluminacao-natural-nos-ambientes
Fonte: http://www.estilopolicarbonato.com.br/coberturas-policarbonato-iluminacao.asp
Fonte: http://catalogo.steck.com.br/viewitems/linha-stella/interruptores-4x2
Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/universidade-gaucha-prepara-inauguracao-de-sua-propria-usina-solar
Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari – Tecnovates, Lageado, Rio Grande do Sul
Projeto de estacionamento com paineis solares da UFRJ, Rio de Janeiro
É uma mistura feita com água, terra, palha e esterco. De baixo custo, pois o principal material para construí-lo pode ser obtido no próprio local da construção.
Fonte: http://www.coopertecti.com.br/desenvolvimento-sustentavel
Fonte: https://www.facebook.com/buildnaturally/photos/pb.171782289512603.-2207520000.1425853331./921700611187430/?type=3&theater
Fonte: http://fotos.midiatatica.info/gallery/main.php?g2_itemId=1575
Fonte: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/arquitextos/03.028/750/pt
Fonte: http://matulapantaneira.blogspot.com.br/2013/02/iniciando-as-paredes.html
 https://www.facebook.com/buildnaturally/photos/pb.171782289512603.-2207520000.1427897285./934898376534320/?type=1&theater
Simulação do Projeto
Movimento 90º
em São Paulo, SP.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saopaulo/2015/05/1625191-prefeitura-chama-edificios-vizinhos-ao-minhocao-para-receberem-jardim.shtml
Fonte: http://media-cache-ec0.pinimg.com/736x/0f/1f/30/0f1f302cd817bfca92b6af92d36870fd.jpg
Fonte: http://ciclovivo.com.br/noticia/museu-austriaco-tem-area-de-lazer-infantil-feita-com-plantas
Fonte: https://www.pinterest.com/belindacrawford/inspiration-board-fey-terror/
Fonte: http://www.blackrivertoday.com/fletcher-farm-arts-and-craft-offerings/
Fonte: https://www.pinterest.com/explore/living-fence/
Fonte: https://escolasalvaterra.wordpress.com/nossos-cursos/
Fonte: Lucas Júnior, Souza & Lopes, 2006.
Fonte: Lucas Júnior, Souza & Lopes, 2006.
Fonte: Von Sperling, 2014.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2014/11/1553307-onibus-movido-a-coco-humano-transporta-passageiros-diariamente.shtml
Micro turbina de geração de energia elétrica a partir de Biogás
Fonte: http://www.opresenterural.com.br/noticias.php?n=4787
Fonte: Lucas Júnior, Souza & Lopes, 2006.
Fonte: Lucas Júnior, Souza & LOpes, 2006.
Acionamento de motores
Fonte: Lucas Júnior, Souza & Lopes, 2006.
Fonte: http://www.caloronline.com.br/area/produto/392/aquecedor-de-ambiente//aquecedor-externo-a-gas-inferno
Fonte: https://www.cantodasideias.com/aquecedor-a-gas/
Fonte: http://www.folhajovem.com.br/news.php?news=2191
Fonte: http://www.blogdacomunicacao.com.br/compostagem-domestica-um-movimento-um-projeto-de-lei-e-uma-solucao-eficiente-para-a-gestao-do-lixo-organico/
Fonte: http://minhoquinhadejardim.blogspot.com.br/2011/08/minhocario-composteira-organica.html
Autoria da imagem: desconhecida.
Fonte: https://www.pinterest.com/pin/545850417306318596/
Fonte: http://reciclaedecora.com/reciclagem/19-ideias-para-reaproveitar-pallets-e-caixotes/
Fonte: Arquivo pessoal de Kênia Nassau Fernandes.
É um constituinte da atmosfera, cerca de 0,01 ppm nas áreas urbanas, chegando a cerda de 0,1 ppm em interiores, e em certos casos, excede 1 ppm (Baird, 2002).

A presença de formaldeído no ar pode causar nas crianças propensão a desenvolver infecções respiratórias, alergias e asma, e é carcinogênico (Baird, 2002).

As principais fontes nos interiores são:
emissões de fumaça de cigarro;
materiais sintéticos com resinas de formaldeído, usado em:
espumas de uréia-formaldeído;
adesivos de laminados de madeira compensada e aglomerada;
secagem e colagem de carpetes, pisos e tecidos.
Edificações pré-fabricadas novas construídas com laminados de madeira compensada apresentam níveis muito mais altos de formaldeído no ar do que construções feitas sem a utilização de madeira compensada (Baird, 2002).
É liberado como resultado do processo de combustão (Baird, 2002).

As concentrações no ar de interiores excedem frequentemente as no exterior em construções que contém fogões, aquecedores de ambiente e de água a gás. O pico de concentração nas proximidades dos fogões a gás podem ultrapassar 300 ppb em comparação a uma média de 9 ppb em ambientes que não possuem utensílios a gás (Baird, 2002).

Um estudo da Universidade de Harvard indicou que um aumento de 15 ppb na concentração média de dióxido de nitrogênio em residências, leva a um aumento médio de 40% no aparecimento de sintomas no sistema respiratório de crianças de 7 a 11 anos (Baird, 2002).
Medidas de prevenção:
Manter os aparelhos a combustão (fogões, aquecedores de água e de ambientes, veículos, etc) bem regulados;
Evitar que a circulação de ar da cozinha, da garagem e dos estacionamentos direcione o ar poluído para ambientes fechados.
Medidas de prevenção
:
Não utilizar materiais sintéticos com resinas de formaldeído nas edificações;
Medidas comuns às com relação à fumaça de cigarro no ambiente.
Gás incolor e inodoro, liberado como resultado do processo de combustão (Baird, 2002).

A concentração em interiores pode ser significativamente aumentada pelo processo de combustão incompleta de combustíveis contendo carbono, como:
madeira;
gasolina;
querosene;
gás de cozinha.
Altas concentrações costumam ser causadas pelo mau funcionamento de aparelhos a combustão (Baird, 2002).

Quando inalado o monóxido de carbono complexa fortemente com a hemoglobina do sangue, prejudicando sua capacidade de transportar oxigênio para as células. Exposição a concentrações altas resulta em dores de cabeça, fadiga, perda de consciência e morte se a exposição for mantida por longos períodos (Baird, 2002).
Fonte das imagens: http://lista.mercadolivre.com.br/detector-de-monoxido-de-carbono
Medidas preventivas:
Implementar campanhas contra o tabagismo;
Só permitir áreas para fumantes em locais cuja circulação de ar não direcione a poluição para os interiores.
Fumar cigarro é a principal causa de câncer dos pulmões e um dos fatores que mais contribuem para o desenvolvimento de doenças cardíacas. Os não-fumantes são expostos à fumaça do cigarro diluída no ar, que consiste tanto de gases quanto de partículas com milhares de componentes, dezenas deles cancerígenos (Baird, 2002).

A exposição à FCA provoca:
irritação nos olhos e nas vias respiratórias;
agravamento dos sintomas da asma e angina do peito (Baird, 2002).
Amianto é uma família de seis minerais à base de silicato e de estrutura fibrosa, reconhecidamente cancerígeno - causa mesotelioma, câncer incurável de pulmões, abdômen e coração (Baird, 2002).

As aplicações mais comuns são:
isolante e revestimento de materiais a prova de fogo;
pastilhas de freio de automóveis;
aditivo para reforço de cimento usado para telhas e tubulações;
fibras para tecidos de vestuário à prova de fogo (Baird, 2002).

"
As fibras de amianto transportadas pelo ar e a fumaça do cigarro agem de maneira sinérgica (seu efeito combinado é maior que a soma de seus efeitos individuais) como agentes causadores de câncer do pulmão
" (Baird, 2002).
Medidas de prevenção
:
Não utilizar amianto nas edificações;
Manter os materiais com amianto que já estejam na edificação cuidadosamente isolados para evitar a dispersão de amianto pelo ar.
Riscos ambientais
Referências
Política Nacional de Proteção e Defesa Civil.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12608.htm
Inundações
"Os rios geralmente possuem dois leitos, o leito menor onde a água escoa na maioria do tempo e o leito maior, que é inundado com risco geralmente entre 1,5 e 2 anos. O impacto devido à inundação ocorre quando a população ocupa o leito maior do rio, ficando sujeita à inundação"
(Ticci & Bertoni
apud
Machado, 2014).

"A Lei 12.608 utiliza a expressão "inundações bruscas". O termo "brusco" significa (p. ext.) "Repentino, imprevisto, inesperado, súbito". Inundação brusca pode ser entendida como aquela não prevista no momento de sua ocorrência, ainda que previsível ao longo do tempo. As áreas sujeitas às inundações bruscas vão integrar um cadastro nacional, mas as inundações que não sejam bruscas devem também ser objeto de ação preventiva dos entes federados"
(Machado, 2014).
Deslizamentos
"Deslizamento é um "termo genérico, usado para descrever o movimento de descida do solo, de rochas e material orgânico, sob o efeito da gravidade"
[Highland & Bobrowsky apud Machado, 2014].
O deslizamento é um fenômeno provocado pelo escorregamento de materiais sólidos, como solos, rochas, vegetação e/ou material de construção ao longo de terrenos inclinados, denominados encostas.
A Lei 12.608 emprega a expressão "deslizamentos de grande impacto". "Populações em expansão para novas terras e criação de bairros, vilas e cidades são o principal meio pelo qual os seres humanos contribuem para a ocoência de deslizamentos. Perturbação ou alteração da vegetação são fatores comuns, induzidos pelo homem, que podem dar início a deslizamentos de terra"
(Machado, 2014).
Referência
Disponível em: https://www.gfdrr.org/sites/gfdrr.org/files/publication/Deslizamentos_M5DS.pdf
Emergência ambiental
"
Emergência ambiental
: situação resultante de um fenômeno de origem natural ou antrópic, que seja susceptível de provocar graves danos ao meio ambiente ou aos ecossistemas e que, por suas características, requeira assistência imediata" (Brasil, 2013).
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2013/Decreto/D7940.htm
Prevenção dos desastres ambientais
Não ocupar
Áreas de Preservação Permanente - APPs
;
Participar do
Conselho de Defesa Civil

Municipal
e do
Comitê de Bacia Hidrográfica
local;
Buscar junto à
Defesa Civil Municipal
, a identificação e avaliação das ameaças, suscetibilidades e vulnerabilidades a desastres, de modo a evitar ou reduzir sua ocorrência;
Monitorar
os eventos meteorológicos, hidrológicos, geológicos, biológicos e outros potencialmente causadores de desastres, integrando as práticas de monitoramento às disciplinas curriculares;
"Os currículos do ensino fundamental e médio devem incluir os princípios da proteção e defesa civil e a educação ambiental de forma integrada aos conteúdos obrigatórios"
(Brasil, 2012).
Orientar as comunidades a adotar comportamentos adequados de
prevenção
;
Estabelecer em conjunto com a Defesa Civil Municipal, um
sistema de alerta antecipado
.
O
sistema de alerta antecipado
pode atuar de diferentes modos:
através de alto-falantes;
através de comunicações telefônicas;
por meio de intervenções em programas de rádio e televisão, etc.
É um dos papéis da
educação ambiental
sensibilizar e preparar as pessoas para receber e reagir adequadamente aos alertas transmitidos.
“resultam da associação entre os riscos naturais e os riscos decorrentes de processos naturais agravados pela atividade humana e pela ocupação do território”
(Veyret & Meschinet de Richemond
apud
Dagnio & Carpi Junior, 2007)
Disponível em: http://www.labogef.iesa.ufg.br/labogef/arquivos/downloads/Riscos_Ambientias_Conceitos_e_Aplicacoes_31884.pdf
Como construir um pluviômetro e medir a chuva
Material:
uma lata vazia;
uma régua milimetrada;
uma estaca de madeira ou uma haste de metal de aproximadamente dois metros de comprimento;
lápis;
um bloco de anotações.

Procedimento:
Finque a estaca no solo deixando a ponta a um metro e meio do solo, em local longe de construções, postes, árvores ou qualquer objeto que possa desviar ou barrar a chuva;
Cerque o local para impedir a entrada de animais;
Retire toda a tampa da lata para a borda ficar bem "fininha";
Prenda a lata na ponta da estaca sem deixá-la inclinada;
Após cada chuva, coloque a régua dentro da lata e veja até onde ela ficou molhada - a quantidade de chuva em milímetros é até onde a régua foi molhada pela água;
Anote no bloco, o mês e a quantidade de água medida na régua;
Para calcular a quantidade de chuva do ano, some os totais de cada mês;
Para saber o volume de água que pode ser captado pelo telhado durante o ano, multiplique a quantidade de chuva do ano pela área do telhado (Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido, 2006).
Construir próximo a morros ou elevações, onde há mais movimento do ar;
Manter espaço entre as edificações para que a brisa circule refrescando-as;
Materiais: madeira, taquara e capim (Van Lengen, 2008).
Em regiões de morros, construir nas partes altas, onde há mais movimento de ar;
Fazer edificações próximas de forma que uma faça sombra na outra;
Materiais: pedra, adobe, tijolos e blocos (Van Lengen, 2008).
Construir nas áreas mais expostas ao sol;
Tetos com inclinação média;
Materiais: madeira, adobe, tijolos, blocos (Van Lengen, 2008).
Proteger a construção do sol
Fonte das imagens: Van Lengen, 2009.
Ventilação natural
Fonte: Van Lengen, 2009.
Identificando a direção e a velocidade do vento
Fonte: http://www.ventonortebh.com.br/como-ler-a-velocidade-do-vento-vendo-uma-biruta/
Fonte:http://www.fullflap.com.br/como-fazer-uma-biruta/
Fonte: Van Lengen, 2008.
Caatinga
Quando os raios do sol não entram nos ambientes internos, cria-se condições propícias para o crescimento de ácaros, fungos, vírus e bactérias.
Fonte: Van Lengen, 2008.
Fonte: Van Lengen, 2008.
Política Nacional de Resíduos Sólidos
. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/lei/l12305.htm

resíduos sólidos:
material, substância, objeto ou bem descartado resultante de atividades humanas em sociedade, a cuja destinação final se procede, se propõe proceder ou se está obrigado a proceder, nos estados sólido ou semissólido, bem como gases contidos em recipientes e líquidos cujas particularidades tornem inviável o seu lançamento na rede pública de esgotos ou em corpos d’água, ou exijam para isso soluções técnica ou economicamente inviáveis em face da melhor tecnologia disponível”
(Brasil, 2010).
Fonte da figura: http://embalagemsustentavel.com.br/2010/01/09/logistica-reversa
"
BIOMA
- É o espaço terrestre, que representa uma categoria de habitat, com vegetação semelhante e comunidade biológica própria, condicionada pelo clima e solo. No Brasil, existem sete biomas:
Amazônia
,
Caatinga
,
Campos Sulinos
,
Cerrado
,
Costeiro
,
Mata Atlântica
e
Pantanal
" (Mazzini, 2004).
"A
Bioarquitetura
engloba as
construções ecológicas
, as
construções sustentáveis
e
bioclimáticas
(adaptadas ao clima) e, para além disto, engloba as diversas expressões artísticas e culturais inspiradas não só na beleza das formas e ritmos da natureza, como também na
milenar sabedoria construtiva
dos povos orientais e ocidentais. Por sua vez, ao optar pela utilização de uma técnica e um material construtivo, considera não apenas seus aspectos técnicos e estéticos finais, mas analisa toda a
cadeia produtiva
ao qual perpassam, desde a extração e manejo da matéria-prima até as distâncias percorridas em seu trajeto, os processos de transformação e incorporação de substâncias e, para além disto, a durabilidade, degradação e sua reintegração à natureza. Analisando o
ciclo de vida dos materiais
, obtêm-se dados sobre os impactos que causam à natureza e à saúde humana, sendo possível tomar decisões conscientes e comprometidas com o meio-ambiente e com as gerações atuais e futuras. Ainda dentro dos parâmetros de sustentabilidade, a Bioarquitetura tem como princípios o
aproveitamento passivo dos recursos naturais
(iluminação natural, ventilação e microclimas) e a obtenção da
eficiência energética do edifício
"
(Colégio de Arquitetos, 2014).
Disponível em: http://colegiodearquitetos.com.br/portal/o-que-e-bioarquitetura/
Lodo de esgotos - biossólido
Leito de secagem de lodo
. Fotógrafa: Kênia Nassau Fernandes
Higienização de lodos:
Compostagem;
Caleação ou estabilização alcalina
adição de cal até o pH subir para 12, resultando em redução da população de microrganismos e da ocorrência de odores.
Fertilizante
Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org/posts/2014/10-medidas-que-podem-tornar-sua-casa-mais?tag=arquitetura-e-construcao
Fonte: http://projeto-r1.blogspot.com.br/p/disperdicio-e-consumo-de-agua.html
Fonte: http://www.heloraemdesign.com.br/2013/06/palestra-de-design-passivo-no-senac.html
Fonte: http://architecture-view.com/2011/01/08/new-architecture-for-historical-old-italian-masserie-farmhouse/masserie-farmhouse-arabic-shading/
Fonte: https://40.media.tumblr.com/fdbe012aa7358602e6ca931a12db09f7/tumblr_mhjujcHSdo1s064dao1_500.jpg
"O direito à energia solar integra o direito à sadia qualidade de vida"
(Machado, 2014)
"A captação da energia solar e a recepção da iluminação em um determinado imóvel fazem parte da qualidade de vida. Atividades e empreendimentos que reduzirem a captação de energia solar e a iluminação causam
degradação da qualidade ambiental
. Esta degradação é definida como a "
alteração adversa das características do meio ambiente
" (art. 3º, II, da Lei da Política Nacional de Meio Ambiente - Lei 6.938/1981).
(...)
O direito da captação da energia solar é um direito integrante da
função social da propriedade
. A interferência de prédio vizinho, que impeça ou dificulte a entrada e a captação da radiação solar na propriedade, não é aceitável pelo direito brasileiro e precisa ser obstada pela Administração Pública e pelo Poder Judiciário.
(...)
O
saneamento ambiental
, no qual se inclui a captação da energia solar e a adequada insolação, faz parte da garantia do
direito a cidades sustentáveis
(art. 2º, I, do Estatuto da Cidade - Lei 10.257/2011)" (Machado, 2014).
Política Nacional do Meio Ambiente.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L6938compilada.htm
Diretrizes gerais da política urbana.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10257.htm
Plantas repelentes de insetos
Fonte das informações: Van Lengen, 2009.
Fonte: Van Lengen, 2009.
Paredes externas duplas
Impermeabilizante
:

Mistura de cal e sumo de cactus para o reboco (Van Lengen, 2009).
Ventilação em alturas diferentes
Fonte das imagens: Van Lengen, 2009.
Refrigeração e umidificação do ar com cântaros de barro cheios de água
Fonte: Van Lengen, 2009.
Acabamento externo para paredes de alvenaria
Aquecimento geotérmico
Fonte: Van Lengen, 2009.
Aquecimento com serpentina em composteira de vala
Fonte: Van Lengen, 2009.
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Embrapa Semiárido. 2006.
Creche Municipal Hassis, Costeira do Pirajubé, Florianópolis, Santa Catarina
Fonte: http://www.pensamentoverde.com.br/arquitetura-verde/conheca-primeira-creche-sustentavel-brasil/?utm_source=fanpage&utm_medium=noturna&utm_campaign=crechesustentavel
17 Metas Globais para o Desenvolvimento Sustentável - ONU
Barco solar Aurora da Amazônia, da UFPA - Belém, Pará
Fonte: http://g1.globo.com/pa/para/noticia/2015/10/ufpa-lanca-barco-movido-energia-solar-em-belem.html
Referências
EDUCAÇÃO AMBIENTAL COM ÊNFASE EM ESPAÇOS EDUCADORES SUSTENTÁVEIS
Disponível em: http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/files_mf/manual_pratico_de_analise_de_agua_2.pdf
Construções com solo
"O solo é o material natural de construção civil mais inportante e abundante na maioria das regiões do mundo. Frequentemente é possível obtê-lo no próprio local da construção e, como a exploração dos recursos naturais em sistemas produtivos centralizados e intensivos tanto em termos de capital quanto de energia não apenas geram desperdícios, como também contaminam o ambiente degradando a qualidade de vida das populações, mesmo nos países desenvolvidos com disponibilidade de materiais industrializados o solo tem ressurgido como material de construção.
Cada vez mais, as pessoas que constroem suas residências demandam edificações eficientes econômica e energeticamente, dando maior valor à salubridade e ao clima interior equilibrado.
Tem-se compreendido que o solo como material de construção natural tem melhores qualidades que os materiais industrializados como o concreto, as cerâmicas e os silicocalcáreos.
Técnicas de construção com solo recentemente desenvolvidas demonstram o valor do mesmo não apenas para a autoconstrução como também para a construção industrializada a cargo de trabalhadores contratados"
(Minke, 2005 – tradução própria).
Construir com solo é considerado um processo ambientalmente amigável por requerer pouca extração de recursos naturais e, quando abandonadas, com o tempo os componentes dessas estruturas voltam a integrar o ambiente natural, resultando em baixo impacto negativo sobre o ambiente (Augustin & Bailey, 2001). De acordo com Augustin & Bailey (2001) e Minke (2005), como material de construção o solo apresenta muitas características favoráveis, tais como:
• Baixo custo de produção em locais onde há disponibilidade de força de trabalho humano;
• Longa durabilidade em locais áridos ou semi áridos;
• Resistência ao fogo;
• Isolamento térmico – o solo armazena calor assim como outros materiais densos. Em zonas climáticas onde as á amplas diferenças de temperatura, ou onde se faz necessário armazenar calor por vias passívas, o solo pode equilibrar o clima interior ao reduzir as variações de temperatura internas;
• Isolamento acústico;
• Facilidade de produção e utilização, sendo inclusive reutilizável – o solo pode ser revolvido e reutilizado inúmeras vezes. Só é necessária a desagregação e o umidecimento com água para ser reutilizado. Em comparação com outros materiais, nunca se torna um resíduo contaminante ambiental;
• Beleza estética;
• Economia de energia e baixo impacto ambiental – a utilização do solo como material de construção praticamente não produz poluição ambiental em relação a outros materiais de uso frequente. Para preparar, transportar e trabalhar o solo no canteiro de obras se faz necessária apenas 1% da energia requerida para a produção, transporte e preparação do concreto armado ou tijolos queimados.
Em adição às vantagens identificadas por Augustin & Bailey (2001), Minke (2005) aponta ainda que:
• O solo regula a umidade de ambientes interiores – tem capacidade de absorver e dessorver humidade mais rápido e em maior quantidade que os demais materiais de construção, regulando a umidade no ambiente interior. Experimentos realizados em “Forshungslabor für Experimentelles Bauen” (FEB) – Laboratório de Construções Experimentais – da Universidade de Kassel, Alemanha, demonstraram que quando a umidade relativa no interior de um ambiente aumenta subitamente de 50% a 80%, os blocos de adobe podem absorver 30 vezes mais umidade que os tijolos queimados em um intervalo de 48 horas. Por outro lado, quando colocados em uma câmara controlada a 95% de humidade relativa durante 6 meses os adobes se umidecem mas não se abalam. Medições realizadas durante um lapso de 8 anos, em uma residência com todas as paredes interiores e exteriores construídas com solo na Alemanha, mostraram que a umidade relativa no interior dessa residência se mantiveram 50% durante todo o ano. A umidade flutuou somente entre 5 e 10% oferecendo condições de salubridade ambiental. Sabe-se que a umidade relativa menor do que 40% durante um longo período pode ressecar as mucosas nasais, acarretando diminuição da resistência a resfriados e a enfermidades das vias respiratórias. Isto se deve à proteção que as mucosas do epitélio e da traquéia proporcionam ao reterem as partículas inspiradas, bactérias, vírus, etc, conduzindo-os à boca com o movimento ondulatório dos pelos do epitélio. Se este sistema de retenção e transporte é interrompido por ressecamento, esses corpos estranhos alcançam os pulmões provocando doenças. A umidade relativa de 50 a 70% tem muitas influencias positivas: reduz a quantidade de partículas finas no ar, ativa os mecanismos de proteção da pele contra os micróbios, diminui a expectativa de vida de muitas bactérias e vírus e diminui os odores e a eletricidade estática nas superfícies dos objetos. A umidade relativa de mais de 70% é incômoda devido à diminuição da absorção de oxigênio do sangue em condições quentes e úmidas. Em ambientes frios e úmidos, observa-se o aumento das doenças reumáticas. O crescimento de fungos em espaços fechados aumenta quando a umidade alcança mais de 70 a 80%, e os esporos de fungos em grandes quantidades podem provocar diversas doenças e alergias. Conclui-se com isso, que a umidade em ambientes internos deve se manter entre 40 e 70% para garantir condições de salubridade;
• O solo economiza materiais de construção e custos de transporte – geralmente o solo resultante da escavação das fundações que se encontra na maioria das obras pode ser utilizado para a construção. Se este não tiver argila suficiente, deve-se acrescentá-la, e se tiver argila de mais, deve-se misturar areia, modificando a composição granulométrica do solo. Em comparação com outros materiais de construção, diminui-se consideravelmente os custos utilizando o solo escavado. Ainda que este deva ser transportado de outros locais, costuma ser mais econômico do que os materiais industrializados;
• O solo é apropriado para a autoconstrução – as técnicas de construção com solo podem ser executadas por trabalhadores não especializados em edificações, sendo suficiente a presença de uma pessoa experiente acompanhando e orientando o processo de construção. Estas técnicas de construção são ideais para trabalhos de autoconstrução por poderem ser executadas com ferramentas simples e econômicas;
• O solo conserva a madeira e outros materiais orgânicos – mantém secos os elementos de madeira e os preserva quando estão em contato direto com ele;
• O solo absorve contaminantes – é de conhecimento popular que o solo contribui para a purificação do ar de um ambiente interior, entretanto, até o momento esta propriedade não foi cientificamente comprovada. É fato que o solo pode absorver contaminantes dissolvidos em água. Existe uma planta de demonstração em Berlin-Ruhleben que remove fosfatos de 600 m³ de águas residuais diariamente utilizando solos argilosos. Os fosfatos se aderem aos minerais de argila e são extraídos dos efluentes. A vantagem desse procedimento é que não transfere outras substâncias para a água e que o fosfato se converte em fosfato de calcio e pode ser utilizado como fertilizante;
• Banheiros com paredes de solo são mais higiênicos do que os revestidos com azulejos devido à rápida absorção da umidade pelas paredes, o que inibe o crescimento de fungos, e pinturas com caseína, cal-caseína, azeite de linhaça ou outras pinturas não abrasivas facilitam a limpeza das paredes.
Fonte: https://www.acquatecnologia.com.br/site/images/hidrometro-500px.png
Disponível em: http://mais500p500r.sct.embrapa.br/view/publicacao.php?publicacaoid=90000027
Balsa-escola do SENAC - AM
. Fonte: http://acritica.uol.com.br/manaus/Escola-aguas_0_427157289.html
Barco-escola Samaúma do SENAI - AM.
Fonte: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2011/12/barco-escola-samauma-forma-novos-profissionais-no-interior-do-amazonas.html
Teste do hidrômetro
Para verificar a existência de vazamentos, faça o teste do hidrômetro:

"1. Feche todos os pontos de utilização que recebem água diretamente da rede pública (...);
2. Amarre a torneira de boia do reservatório inferior ou superior, impedindo a entrada de água;
3. Com o registro do cavalete totalmente aberto, faça duas leituras, com intervalo de 30 minutos ou uma hora;
4. Se os valores das duas lituras forem diferentes, então HÁ VAZAMENTOS!"
(Funasa, 2014)

"Conserte imediatamente os vazamentos!"

(Funasa, 2014)
Para limpar a caixa d'água:
"1. Feche o registro e esvazie a caixa d'água;
2. Quando a caixa estiver quase vazia, feche a saída e utilize a água que restou para a limpeza;
3. Esfregue as paredes e o fundo da caixa utilizando panos e escova macia esponja. Nunca use sabão, detergente ou outros produtos;
4. Retire a água suja que restou da limpeza usando balde e panos, deixando a caixa totalmente limpa;
5. Deixe entrar água na caixa até encher e acrescente 1 litro de hipoclorito de sódio a 2,5% para cada 1.000 litros de água.
Use água sanitária somente na ausência do hipoclorito
;
6. Aguarde por duas horas para desinfecção das canalizações;
7. Esvazie a caixa abrindo as torneiras. Esta água servirá para limpeza e desinfecção das canalizações;
8. Tampe a caixa d'água para que não entrem pequenos animais ou insetos;
9. Anote a data da limpeza do lado de fora da caixa;
10. Finalmente abra a entrada de água"
(Funasa, 2014).
Oportunidade:
Curso online gratuito de
Capacitação para o Cadastro Ambiental Rural - CapCAR
, do Ministério do Meio Ambiente, disponível em:

http://hotsite.mma.gov.br/capcar/
Política Nacional de Recursos Hídricos
. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L9433.htm
Política Nacional para o Saneamento Básico
. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/lei/l11445.htm
Oportunidades
Cursos gratuitos e a distância

Da
Agência Nacional de Águas - ANA
disponíveis em:
http://eadana.hospedagemdesites.ws/

Do programa
Água conhecimento para gestão

- PTI/ANA/MMA
disponíveis em:
https://www.aguaegestao.com.br/br/lista-completa-de-cursos
Oportunidades
Cursos gratuitos e a distância do
Ministério das Cidades
disponíveis em:

http://www.capacidades.gov.br/
Oportunidades
Cursos gratuitos e a distância do
Ministério do Meio Ambiente - MMA
disponíveis em:

http://ava.mma.gov.br/
Oportunidades
Cursos gratuitos do
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade - ICMBio
disponíveis em:

http://www.icmbio.gov.br/ead/
Disponível em: http://www.pessoacomdeficiencia.gov.br/app/sites/default/files/arquivos/%5Bfield_generico_imagens-filefield-description%5D_164.pdf
"O uso de jardins com ervas aromáticas, como é o caso da arruda, teve um papel de grande importância no combate às doenças infecciosas transmitidas or insetos. As casas de negros que tinham arruda tinham menos moscas, estavam mais imunes a transmissão de doenças, eram protegidas do "mau-olhado""
(Cunha Junior, 2010).
Disponível em: http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/268
"Urupema como fechamento de vãos com taquara, palha, fibras vegetais e mesmo na madeira, permitindo a ventilação, quebrando o sol e protegendo a intimidade, tem um caráter árabe-africano na sua introdução na arquitetura brasileira"
(Cunha Junior, 2010).
Disponível em: http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/268
Disponível em: http://www.ifrj.edu.br/webfm_send/268
Disponível em: http://permaculturaportugal.ning.com/group/permadocs/forum/topics/manual-do-arquitecto-descalco-2
Referências
Guia Prático sobre Etiquetagem para Eficiência Energética de Edificações - Vol.01.
Disponível em: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80051/Como%20etiquetar-%20vol1.pdf
Guia Prático sobre Etiquetagem para Eficiência Energética de Edificações - Vol.02
. Disponível em: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80051/Como%20etiquetar%20vol2.pdf
Checklist para aplicação do RTQ-C para as Zonas Bioclimáticas Brasileira - Vol. Único.
Disponível em: http://www.mma.gov.br/images/arquivo/80051/Guia-ChecklistZonasBioclimaticas.pdf
Disponivel em: http://espiral.net.br/apoio-agua/2007-ABNT-%C3%A1guadachuva-aproveitamentodecoberturaem%C3%A1reasurbanas.pdf
Disponível em: http://pt.slideshare.net/patricialopes9480/nbr-15220
Sistema de Gestão Sustentável de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos e o Plano Municipal de Gerenciamento Integrado de Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos.
Disponível em: http://www.iclei.org.br/residuos/wp-content/uploads/2011/08/Plano_res_constu_civil_BH.pdf
Guia de Sustentabilidade na Construção.
Diponível em: http://www.sinduscon-mg.org.br/site/arquivos/up/comunicacao/guia_sustentabilidade.pdf
Referência
Report of the World Commission on Environment and
Development: Our Common Future
(Relatório da Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento: Nosso Futuro Comum - tradução livre)

Disponível em: http://www.un-documents.net/our-common-future.pdf
Uso racional de água e energia.
Disponível em: http://www.finep.gov.br/images/apoio-e-financiamento/historico-de-programas/prosab/prosab5_tema_5.pdf
Referência
Referência
Disponível em: http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/publicacoes/livros/CasaEficiente_vol_I_WEB.pdf
Disponível em: http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/publicacoes/livros/CasaEficiente_vol_II_WEB.pdf
Referências
Disponível em:
http://www.funasa.gov.br/site/wp-content/files_mf/reducao_de_perdas_em_saa74.pdf
Disponível em:
http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/publicacoes/livros/CasaEficiente_vol_III_WEB.pdf
Referência
Disponível em: http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/publicacoes/livros/CasaEficiente_vol_IV_WEB.pdf
Disponível em: http://www.labeee.ufsc.br/sites/default/files/apostilas/eficiencia_energetica_na_arquitetura.pdf
Referências
Disponível em: http://www.usgbc.org/Docs/Archive/General/Docs5546.pdf
Disponível em: http://run.unl.pt/bitstream/10362/5613/1/Lucas_2011.pdf
Disponível em: ftp://ftp.fnde.gov.br/web/fundescola/publicacoes_cadernos_tecnicos/construcao_escolas_v1.pdf
Referência
Disponível em: http://www.finep.gov.br/images/apoio-e-financiamento/historico-de-programas/prosab/prosab5_tema_4.pdf
Disponível em: http://run.unl.pt/bitstream/10362/4045/1/Santo_2010.pdf
Como não gerar resíduos?
Assista a entrevista disponível em: http://gshow.globo.com/RBS-TV-SC/Mistura-com-Camille-Reis/videos/t/edicoes/v/conheca-a-surpreendente-historia-da-catarinense-que-decidiu-parar-de-produzir-lixo/4202456/
Disponível em: http://www.oeco.org.br/images/stories/file/abr2013/cartilha_construcoes_sustentaveis_.pdf
Pós-tratamento de efluentes de reatores anaeróbios.
Disponível em: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/historico-de-programa/prosab/produtos
Pós-tratamento de efluentes de reatores anaeróbios.
Disponível em: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/historico-de-programa/prosab/produtos
Referências
Manual prático para compostagem de biossólidos.
Disponível em: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/historico-de-programa/prosab/produtos
Tratamento de esgotos sanitários por processo anaeróbio e disposição controlada no solo.
Disponível em: http://www.finep.gov.br/apoio-e-financiamento-externa/historico-de-programa/prosab/produtos
Aquecimento por "Ganho semidireto
: é o que produzem os espaços conhecidos pelo nome de espaços de amortização entre o espaço exterior e o interior do edifício, dentro dos quais se encontram as estufas e os átrios. Um tipo que está sendo utilizado atualmente com fins energético e de iluminação é o átrio ou pátio com vidros. Este espaço deve poder ser aberto e estar provido com dispositivos de sombra na época de verão, para não produzir sobreaquecimentos não desejados que gerem desconforto."
Átrio envidraçado com abertura superior
- "Os principais efeitos produzidos por um átrio são: o efeito estufa durante a época de aquecimento, estando a abertura zenital fechada, bem como o efeito chaminé durante a época de refrigeração, quando a abertura zenital está aberta." (Fonte: Programa de Capacitação em Energias Renováveis, Observatório de Energias Renováveis para a América Latina e o Caribe, Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial - ONUDI)

Para mais informações, faça o curso "Eficiência Energética em Edifícios" disponível em: http://www.renenergyobservatory.org/br/aplicativos/capacitacao/modulo-eficiencia-energetica-em-edificios.html
Protetores de árvores
Fonte: http://mmcite-9bd.kxcdn.com/uploads/photogallery_product/id_66/sinus_02_7f8a51fbba37b9fbf6efa4fabd040d83.jpg
(a)
(b)
(c)
(d)
Fonte das figuras a, b, c e d: http://eusebiop.zip.net/arch2012-04-15_2012-04-21.html
Compras públicas sustentáveis
Disponível em: http://www.unep.org/resourceefficiency/Portals/24147/SPPEL_Legal%20Review_Brazil_July%202015%20%281%29.pdf
Ferramenta
Ferramenta Projeteee – Projetando Edifícios Energicamente Eficientes

Apresenta informações bioclimáticas de aproximadamente 400 cidades brasileiras e indica estratégias construtivas adequadas.

Disponível em: http://projeteee.ufsc.br/
Política de Educação para o Consumo Sustentável.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13186.htm
Referências
Disponível em: http://bibliotecavirtual.ecofuturo.org.br/files?path=content/pdf/30e0359f4fc40cac6e7544927e46aa54f35226b2.pdf
Disponível em: http://www.geledes.org.br/wp-content/uploads/2015/11/Apostila-Jogos-infantis-africanos-e-afro-brasileiros.pdf
Mudanças climáticas
Referência
Disponível em: https://drive.google.com/file/d/0B5mbJ4doKgY6NUJ4RjlLRUFwQXM/view
Formação de brigadas ecológicas no contexto de resposta à emergência.
Disponível em: https://drive.google.com/file/d/0B5mbJ4doKgY6b2Rld3FfNDJXWDA/view
Oportunidade:
Projeto Pluviômetros Automáticos

Objetivo:
ampliar a rede de monitoramento pluviométrico no Brasil para melhorar a previsão de desastres naturais e reduzir os danos socioeconômicos e ambientais.

Consiste na instalação de pluviômetros automáticos em locais próximos a áreas de risco de desastres naturais, sendo necessário o estabelecimento de parcerias com entidades que possam abrigar este equipamento. Estas entidades formarão uma importante rede nacional de colaboração para redução de desastres, em conjunto com órgãos governamentais.

O
pluviômetro
é um aparelho meteorológico usado para recolher e medir, em milímetros, a quantidade de chuva precipitada durante um determinado tempo e local. Os equipamentos que serão instalados pelo
Cemaden (Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação)
enviam os dados de forma automática e não necessitam de energia elétrica para funcionar. Como a função do equipamento é coletar e medir a chuva, é necessário que seja instalado em locais descobertos onde não haja obstáculos (árvores, prédios altos, etc.) que possam interferir na quantidade de chuva captada.

A função da entidade parceira será fornecer o local para a instalação do equipamento, permitir acesso aos profissionais de manutenção (fornecidos pelo Cemaden), zelar pela conservação do aparelho e comunicar eventuais problemas.

Fonte e
inscrição
: http://www.cemaden.gov.br/pluviometrosautomaticos/
Barragens
Política Nacional de Segurança de Barragens.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2007-2010/2010/Lei/L12334.htm
Defesa Civil
Sistema Nacional de Defesa Civil.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7257.htm
Plano de Segurança da Barragem.
Disponível em: http://arquivos.ana.gov.br/resolucoes/2012/91-2012.pdf
Apresentação disponível em: http://www.abrh.org.br/xxsbrh/palestras/14h00_maria_teresa_21-11_sl_03.pdf
Estatuto da Cidade.
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10257.htm
Resíduos da construção civil
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LEIS_2001/L10257.htm
Disponível em: https://drive.google.com/file/d/0B8kf_f1JuaAcQ3pRSnFHM05SXzg/view?pli=1
Disponível em: http://polis.org.br/wp-content/uploads/Hortas-Urbanas-FINAL-bx-site.pdf
Disponível em: https://www.cemig.com.br/pt-br/A_Cemig_e_o_Futuro/sustentabilidade/nossos_programas/ambientais/Biodiversidade/Circuito%20Cemig%20de%20Arborizacao%20Urbana/Tecnicas%20de%20Podas%20de%20Arvores%20Urbanas_Pedro%20Mendes%20Castro.pdf
Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/954668/producao-de-frutas-e-hortalicas-com-o-uso-de-agua-de-chuva-armazenada-em-cisterna
Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/997288/plantar-criar-e-conservar--unindo-produtividade-e-meio-ambiente
Disponível em: http://ibd.com.br/Media/arquivo_digital/4c297318-e2cb-4784-aa22-f726260ce7e3.pdf
Fogão solar parabólico
Disponível em: http://www.sorocaba.unesp.br/Home/Extensao/Engenhocas/esquilotelefonico.pdf
Um
mapa global interativo
com a
previsão das áreas afetadas pela levação do nível do mar
para diferentes cenários de elevação da temperatura global encontra-se disponível em:

http://choices.climatecentral.org/#12/-16.4861/-39.0818?compare=temperatures&carbon-end-yr=2100&scenario-a=warming-4&scenario-b=warming-2
Amazônia
Disponível em: http://www.mamiraua.org.br/cms/content/public/documents/publicacao/40744baa-4beb-4c79-b9f6-d941b7bd80c9_guia-abelhas-pdf-reduzido.pdf
Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-publicacoes/-/publicacao/780403/producao-organica-de-hortalicas-o-produtor-pergunta-a-embrapa-responde
Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/122743/1/00081410.pdf
Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/100051/1/00078700.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/11939/2/00078760.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128255/1/ABC-Confecuo-de-jaleco-de-proteuo-para-apicultura-ed01-2009.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128251/1/ABC-Como-capturar-enxames-com-caixa-isca-ed01-2009.pdf
Disponível em: https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/126300/1/00081610.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128252/1/ABC-Como-capturar-enxames-em-voo-2011.pdf
Disponível em: file:///C:/Users/Usuario/Downloads/ABC-Como-instalar-colmeias-ed01-2010.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128249/1/ABC-Como-alimentar-enxames-ed01-2011.pdf
Disponível em: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/128248/1/ABC-Coleta-e-manejo-de-sementes-florestais-na-Amaznia-ed01-2011.pdf
Extraído de: Liderando o desenvolviento sustentável das cidades, Banco Interamericano de Desenvolvimento, 2015.
Compostagem laminar
"Consiste na cobertura do solo na zona do coroamento das plantas, utilizando diversos resíduos, a exemplo de palhadas trituradas, tortas vegetais ou estercos ou simplesmente resíduos de plantas de cobertura como capim elefante e gliricídia, cultivadas especificamente para esse fim e dispostas em lâminas.
Essa prática poderá proporcionar bom desenvolvimento das plantas e melhorar a produtividade além de contribuir para a proteção ambiental.
Tem como principais vantagens:
proteção do solo da ação direta dos raios solares e do impacto da gota de chuva;
melhoria das condições físicas, biológicas e químicas do solo, proporcionando melhores condições para absorção de água e nutrientes;
maior controle de plantas espontâneas com redução dos custos com capinas manuais;
e redução das perdas de água por evaporação, aumentando as reservas de água no solo."
Fonte: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/120776/1/Cartilha-FazendinhaOrganica-Final.pdf
"Processo de produção de composto orgânico com utilização de diferentes materiais orgânicos colocados em uma única pilha, molhados e revirados periodicamente. Nessas condições, os organismos vivos presentes fazem a decomposição dos materiais orgânicos, transformando a mistura no composto orgânico, em um período em torno de 90 dias. Concentração de N: 1,2 a 1,6%." (Fonte: http://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/item/120776/1/Cartilha-FazendinhaOrganica-Final.pdf)
Disponível em: https://comosereformaumplaneta.files.wordpress.com/2013/09/curso-de-bioconstruc3a7c3a3o.pdf
Disponível em: https://comosereformaumplaneta.files.wordpress.com/2013/09/curso-de-bioconstruc3a7c3a3o.pdf
Panfletos de Introdução à Permacultura Bill Mollison estão disponíveis em: http://www.barkingfrogspermaculture.org/panfletostodos.pdf
Feiras de troca e bancos comunitários de sementes crioulas
Referência
Disponível em: https://www.socioambiental.org/sites/blog.socioambiental.org/files/blog/pdfs/cartilha_web2.pdf
Implantação de viveiro e produção de mudas
Que tal organizar feiras de troca e um banco comunitário de sementes crioulas em sua escola?
Resíduos de Serviços de Saúde
Manual de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde da Organização Mundial da aúde - OMS.
Disponível em: http://www6.ensp.fiocruz.br/visa/files/OMS.pdf
Disponível em: http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/10d6dd00474597439fb6df3fbc4c6735/RDC+N%C2%BA+306,+DE+7+DE+DEZEMBRO+DE+2004.pdf?MOD=AJPERES
"
A coisa mais importante para o brasileiro, preste atenção a mais importante, é
inventar o Brasil que nós queremos
!
"
(Darcy Ribeiro em "O Povo Brasileiro")

Livro disponível em: http://www.usp.br/cje/anexos/pierre/ribeiro_darcy_povo_brasileiro_formacao_e_o_sentido_do_brasil.pdf e série de documentários disponíveis no YouTube.
Que tal implantar em sua escola, praça ou parque públicos próximos, um viveiro comunitário de produção de mudas de espécies nativas do seu bioma?
Fonte: https://assementeiras.wordpress.com/2015/01/27/10-passos-para-uma-horta-comunitaria/
Prevenção
Para evitar a entrada de
insetos
nas edificações: instalar
telas mosquiteiro
vedando as aberturas dos cômodos.
Fonte: http://www.thegreenestpost.com/estudo-revela-que-33-dos-solos-do-mundo-estao-degradados/
"A
adubação verde
é definida como prática conservacionista pela qual certas espécies de plantas são cultivadas e, a seguir, incorporadas ou mantidas na superfície do solo, em determinado estádio fenológico, com a finalidade de assegurar ou aumentar a capacidade produtiva do solo (CALEGARI et al., 1993). Quando essas plantas são incorporadas ao solo, elas atuam como condicionadores físicos, químicos e biológicos, podendo ser denominadas de
plantas condicionadoras de solo
. Ao contrário, se permanecem na superfície do solo, como no sistema do plantio direto, representam
plantas de cobertura
e também exercem funções de condicionadores de solo, porém, necessitando de um período mais longo para que seus efeitos sejam estabelecidos. É igualmente uma das práticas agrícolas mais simples de adubação orgânica, uma vez que o produto final é obtido no mesmo lugar ou nas proximidades do local a ser utilizado. Ela compreende o emprego de medidas que possibilitam o uso racional e eficiente dos solos da propriedade agrícola. Essa prática deve promover
equilíbrio
entre as
exportações das culturas
e as
necessidades de reposição do ambiente
. Assim, a adubação verde constitui um caminho para adoção de outros sistemas alternativos sendo seus objetivos básicos:
melhorar ou manter o
potencial produtivo
do solo em médio e em longo prazos;
controlar as erosões
hídrica e eólica;
preservar o meio ambiente mediante
uso racional dos recursos naturais
, principalmente, solo e água." (Embrapa Cerrados, 2006)
"Na forma de adubos verdes, são utilizadas espécies de plantas de diversas famílias, havendo preferência pelas
leguminosas
por apresentarem capacidade de
fixação de nitrogênio
mediante associação simbiótica entre as leguminosas e as bactérias do gênero
Rhizobium
e, em consequência, concorrerem diretamente para a melhoria da fertilidade química do solo. As leguminosas são importantes também, por causa da liberação gradativa do nitrogênio para as culturas posteriores ou associadas, alta mobilização e absorção específica de nutrientes, produção de grande quantidade de fitomassa verde e seca e um sistema radicular profundo e bem ramificado que permite maior extração e reciclagem de nutrientes. Entretanto, espécies de outras famílias também são usadas por apresentarem uma série de características desejáveis no sistema de produção específico." (Embrapa Cerrados, 2006)
"Um dos impactos da ação antrópica sobre o ecossistema é a redução da diversidade biológica, incluindo plantas, animais e microrganismos. Quanto mais elevado o nível tecnológico, aplicado durante o processo de uso do solo, maior a simplificação dos ecossistemas, princie, no que se refere à diversidade da fauna e da flora (SOLBRIG; YOUNG, 1993).

Práticas de manejo com uso de associação de espécies vegetais (rotação, sucessão, consórcio, integração aicultura-pecuária), adubação verde e plantio direto associado ao emprego de plantas de cobertura aumentam a diversidade de espécies, a quantidade e a qualidade dos resíduos vegetais e da matéria orgânica, além da agregação do solo (CARVALHO et al., 1999a; BAYER et al., 2001; CARVALHO, 2005)."
(Embrapa Cerrados, 2006)
"Apesar de o N2 atmosférico representar 78% da composição dos gases da atmosfera, ele é inerte, estável quimicamente e insolúvel.
A
perda
que ocorre no solo e o
alto custo
da adubação nitrogenada, aliados à
baixa eficiência
das plantas na extração desse nutriente no solo, que, para a maioria das culturas não chega a 50%, agravam o quadro de
deficiência de nitrogênio
, principalmente, em pequenas propriedades.
A aquisição do nitrogênio via
simbiose
, portanto, reduz a perda do nitrogênio, descrita anteriormente, evitando, também, a
poluição
do lençol freático por nitrato.
Como a produção do adubo nitrogenado depende de energia não-renovável, e como o agravamento da crise energética, no futuro, é previsível, a fixação biológica do nitrogênio é uma alternativa viável e
energeticamente gratuita
já que essa energia ocorre via fotossíntese.
Especificamente, em sistemas que utilizam adubação verde, a fixação biológica do nitrogênio é vantajosa porque esas leguminosas fixadoras desenvolvem-se com
baixa utilização de insumos
, disponibilizam o
nitrogênio
e
outros nutrientes
para a cultura subsequente e mantêm parte do nitrogênio do solo na
forma orgânica
evitando perdas por
lixiviação
." (Embrapa Cerrados, 2006)
Fonte: http://mlb-s2-p.mlstatic.com/tela-mosquiteira-fixaco-com-im-kit-de-aluminio-13424-MLB20078193161_042014-F.jpg
Fonte: http://mlb-s1-p.mlstatic.com/tela-mosquiteiro-aluminio-removivel-844701-MLB20377491784_082015-F.jpg
Disponível em: http://ciclovivo.com.br/noticia/hortas-comunitarias-sao-alternativas-para-evitar-epidemias-de-dengue/
"No Bioma Cerrado, a
exposição
do solo pode acarretar sérios problemas de
degradação
devido à incidência de
radiação solar
, à
erosão eólica
e à
erosão hídrica
, em especial, durante o período da seca de aproximadamente seis meses e no início do período das águas, quando são comuns chuvas de intensidade elevada. Na determinação da cobertura do solo, devem-se considerar, além da produção de fitomassa, parâmetros como composição química dos vegerais, razão C/N, relação caule e folha, superfície de contato com o solo e taxa de decomposição dos resíduos." (CARVALHO, 2005 apud Embrapa Cerrados, 2006)
"As plantas condicionadoras exercem funções relevantes nos agroecossistemas seja nas propriedades químicas, físico-hídricas e biológicas do solo, seja como cobertura de sua superfície. O incremento da matéria orgânica e o fornecimento de nutrientes principalmente de nitrogênio pelas leguminosas e de fósforo por meio de mecanismos específicos de algumas espécies, como exudados excretados pelas raízes do guandu, têm impactos relevantes nos solos do Bioma Cerrado. O uso das plantas condicionadoras de solo resulta na maior diversidade biológica nesses solos. A cobertura do solo protege contra os principais agentes de degradação.

A expansão da agricultura orgânica em áreas de Cerrado demandará o uso mais intensivo de plantas condicionadoras de solo, principalmente, das leguminosas com vistas ao fornecimento biológico do nitrogênio. O controle de invasoras por meio de algumas dessas espécies vegetais também é relevante nos agroecossistemas." (Embrapa Cerrados, 2006)
"A maioria das espécies caracterizadas [apresentadas] a seguir foi estudada em condições edafoclimáticas de Cerrado e apresenta potencial de uso nos sistemas de produção estabelecidos nesse Bioma, inclusive, na integração lavoura-pecuária. O cultivo dessas plantas visa, principalmente, promover a diversidade biológica dos agroecossistemas de Cerrado, aumentar a fitomassa vegetal dos sistemas de produção, incrementar a quantidade e melhorar a qualidade da matéria orgânica no solo, reciclar mais eficientemente os nutrientes, proporcionar cobertura ao solo na entressafra, protegendo-o dos principais agentes de degradação, consequentemente, promover seu uso sustentável. Algumas dessas espécies apresentam múltiplos usos e podem ser utilizadas na alimentação humana e animal." (Embrapa Cerrados, 2006)
Autora da figura: Kênia Nassau Fernandes. Fonte dos dados: Embrapa Cerrados, 2006.
Tecnologias Ambientais - Ecotécnicas
"
Ecotécnicas
são tecnologias ambientais sustentáveis que visam à
economia
e ao
reaproveitamento dos recursos naturais
, incorporando
saberes históricos
dos grupos humanos, tanto o conhecimento universal como, principalmente, as sabedorias da população local. Integram-se, nesta opção de linha tecnológica, conhecimentos históricos e novas sínteses e descobertas científicas e tecnológicas do cotidiano, além de técnicas de gestão ambiental.
(...)
As tecnologias ambientais devem ser consideradas e avaliadas segundo as
premissas ambientais de sustentabilidade
. Assim, são mais relevantes e ecoeficientes quando escolhidas em função da
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