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NR 35 - TRABALHO EM ALTURA

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Felipe Iervese

on 8 January 2013

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Transcript of NR 35 - TRABALHO EM ALTURA

Regras

Uso de Celular / Computadores;
Evitar assuntos que desviem o foco;
Evitar discussões paralelas;
Obedecer aos horários;
Parte Teórica:
Início período da manhã 08:00;
Intervalo das 10:00 as 10:20;
Almoço 12:00 as 13:00;
Início período da tarde 13:00;
Fim da parte teórica 14:30;
Intervalo das 14:30 as 14:50;
Parte Prática:
Período das 14:50 as 16:20;
Avaliação:
Período das 16:20 as 17:00;
Carga horária 08 horas:
Comprometimento; CONTEÚDO PROGRAMÁTICO: Item 3.2 - Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento, teórico e prático, com carga horária mínima de oito horas, cujo conteúdo programático deve no mínimo incluir:
a) Normas e regulametos aplicáveis ao trabalho em altura;
b) Análise de Risco e condições impeditivas;
c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;
d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
e) Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura: seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
f) Acidentes típicos em trabalho em altura;
g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. NR 35
TRABALHO EM ALTURA a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura;

Vamos ver as Normas Regulamentadoras 01, 06, 08, 18.12, 18.13, 18.15 e 18.18. Vamos começar o treinamento!!!!!!!!!! Determina que as normas regulamentadoras, relativas à segurança e medicina do trabalho, obrigatoriamente, deverão ser cumpridas por todas as empresas privadas e públicas, desde que possuam empregados celetistas.
Determina, também, que o Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho é o órgão competente para coordenar, orientar, controlar e supervisionar todas as atividades inerentes.
Dá competência às DRTs regionais, determina as responsabilidades do empregador e a responsabilidade dos empregados. NR1 - Disposições Gerais As empresas são obrigadas a fornecer aos seus empregados equipamentos de proteção individual, destinados a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador.
Todo equipamento deve ter o CA - Certificado de Aprovação do Ministério do Trabalho e Emprego e a empresa que importa EPIs também deverá ser registrada junto ao Departamento de Segurança e Saúde do Trabalho, existindo para esse fim todo um processo administrativo. NR6 - Equipamentos de Proteção Individual - EPIs NR8 - Edificações
Esta norma define os parâmetros para as edificações, observando-se a proteção contra a chuva, insolação excessiva ou falta de insolação. Deve-se observar as legislações pertinentes nos níveis federal, estadual e municipal. 18.12.5.3 As escadas de mão poderão ter até 7,00m (sete metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser uniforme, variando entre 0,25m (vinte e cinco centímetros) a 0,30m (trinta centímetros).

18.12.5.6 A escada de mão deve:
a) ultrapassar em 1,00m (um metro) o piso superior;
b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento;
c) ser dotada de degraus antiderrapantes;
d) ser apoiada em piso resistente. NR 01 NR 06 NR 08 NR 18.12 NR 18.12 NR 18.13 NR 18.15(2) NR 18.15(1) SUMÁRIO
18.1 Objetivo e Campo de Aplicação
18.2 Comunicação Prévia
18.3 Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção - PCMAT
18.4 Áreas de Vivência
18.5 Demolição
18.6 Escavações, Fundações e Desmonte de Rochas
18.7 Carpintaria
18.8 Armações de Aço
18.9 Estruturas de Concreto
18.10 Estruturas Metálicas
18.11 Operações de Soldagem e Corte a Quente
18.12 Escadas, Rampas e Passarelas
18.13 Medidas de Proteção contra Quedas de Altura
18.14 Movimentação e Transporte de Materiais e Pessoas
18.15 Andaimes e Plataformas de Trabalho
18.16 Cabos de Aço e Cabos de Fibra Sintética
18.17 Alvenaria, Revestimentos e Acabamentos
18.18 Telhados e Coberturas
18.19 Serviços em Flutuantes
18.20 Locais Confinados 18.21 Instalações Elétricas
18.22 Máquinas, Equipamentos e Ferramentas Diversas
18.23 Equipamentos de Proteção Individual
18.24 Armazenagem e Estocagem de Materiais
18.25 Transporte de Trabalhadores em Veículos Automotores
18.26 Proteção Contra Incêndio
18.27 Sinalização de Segurança
18.28 Treinamento
18.29 Ordem e Limpeza
18.30 Tapumes e Galerias
18.31 Acidente Fatal
18.32 Dados Estatísticos (Revogado pela Portaria SIT n.º 237, de 10 de junho de 2011)
18.33 Comissão Interna de Prevenção de Acidentes CIPA nas empresas da Indústria da Construção
18.34 Comitês Permanentes Sobre Condições e Meio Ambiente do Trabalho na Indústria da Construção
18.35 Recomendações Técnicas de Procedimentos RTP
18.36 Disposições Gerais
18.37 Disposições Finais
18.38 Disposições Transitórias
18.39 Glossário NR 18 NR 18.15(3) b) Análise de Risco e condições impeditivas;

risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde e a segurança das
pessoas.

A adoção de medidas de controle deve ser precedida da aplicação de técnicas de análise de risco.
Análise de risco é um método sistemático de exame e avaliação de todas as etapas e elementos de um determinado trabalho para desenvolver e racionalizar toda a seqüência de operações que o trabalhador executa; identificar os riscos potenciais de acidentes físicos e materiais; identificar e corrigir problemas
operacionais e implementar a maneira correta para execução de cada etapa do trabalho com segurança.

É, portanto, uma ferramenta de exame crítico da atividade ou situação, com grande utilidade para a
identificação e antecipação dos eventos indesejáveis e acidentes possíveis de ocorrência, possibilitando a
adoção de medidas preventivas de segurança e de saúde do trabalhador, do usuário e de terceiros, do meio
ambiente e até mesmo evitar danos aos equipamentos e interrupção dos processos produtivos.

A análise de risco não pode prescindir de metodologia científica de avaliação e procedimentos
conhecidos, divulgados e praticados na organização e, principalmente, aceitos pelo poder público, órgãos
e entidades técnicas.

As principais metodologias técnicas utilizadas no desenvolvimento de ‘análise de risco” são:
Análise Preliminar de Risco – APR; análise de modos de falha e efeitos – FMEA (AMFE);
Hazard and Operability Studies – HAZOP;
Análise Risco de Tarefa – ART,
Análise Preliminar de Perigo – APP, dentre outras. Segundo a (Comissão Européia), podem ser consideradas as seguintes definições:

Risco é a probabilidade potencial de causar danos nas condições de uso e/ou exposição, bem como a possível amplitude do dano.

Perigo é a propriedade ou capacidade intrínseca dos materiais, equipamentos, métodos e práticas de trabalho, potencialmente causadora de danos.

Um exemplo simples, que define bem a diferença entre risco e perigo.
Uma pessoa ao atravessar uma rua, tem as seguintes condições;
- atravessar a rua fora da faixa de pedestre
- atravessar a rua na faixa de pedestre
- atravessar a rua na faixa de pedestre com semáforo

O risco nesse caso é atravessar a rua;
O perigo aumenta consideravelmente ao atravessar a rua fora da faixa de pedestre;
O perigo diminui consideravelmente quando aumenta o nível de segurança da faixa de pedestre (faixa de pedestre com ou sem semáforo).

Fonte: Diferença entre Risco e Perigo | Prevenção Online b) Análise de Risco e condições impeditivas;

risco: capacidade de uma grandeza com potencial para causar lesões ou danos à saúde e a segurança das
pessoas.

A adoção de medidas de controle deve ser precedida da aplicação de técnicas de análise de risco. Análise
de risco é um método sistemático de exame e avaliação de todas as etapas e elementos de um determinado
trabalho para desenvolver e racionalizar toda a seqüência de operações que o trabalhador executa;
identificar os riscos potenciais de acidentes físicos e materiais; identificar e corrigir problemas
operacionais e implementar a maneira correta para execução de cada etapa do trabalho com segurança.

É, portanto, uma ferramenta de exame crítico da atividade ou situação, com grande utilidade para a
identificação e antecipação dos eventos indesejáveis e acidentes possíveis de ocorrência, possibilitando a
adoção de medidas preventivas de segurança e de saúde do trabalhador, do usuário e de terceiros, do meio
ambiente e até mesmo evitar danos aos equipamentos e interrupção dos processos produtivos.

A análise de risco não pode prescindir de metodologia científica de avaliação e procedimentos
conhecidos, divulgados e praticados na organização e, principalmente, aceitos pelo poder público, órgãos
e entidades técnicas.

As principais metodologias técnicas utilizadas no desenvolvimento de ‘análise de risco” são:
Análise Preliminar de Risco – APR;
Análise de modos de falha e efeitos – FMEA (AMFE);
Hazard and Operability Studies – HAZOP;
Análise Risco de Tarefa – ART,
Análise Preliminar de Perigo – APP,
dentre outras. APR - Análise Preliminar de Risco
A APR para os trabalhos em altura deve ser realizada e considerar:
a) as condições meteorológicas adversas;
b) o local em que os serviços serão executados;
c) a autorização dos envolvidos;
d) a seleção, forma de utilização e limitação de uso dos equipamentos de proteção coletiva e
individual, atendendo aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda;
e) o risco de queda de materiais;
f) as situações de emergência, especialmente as rotas de fuga ou meios de abandono devidamente
sinalizados. c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle;

Existem muitos riscos durante a execução do trabaho em altura. Por isso, é necessário o estudo do lugar e dos equipamentos a serem usados, assim como o treinamento e a capacitação dos envovidos.

Exemplos de Riscos: Queda de pessoas, queda de ferramentas e materiais, mal súbito.

Exemplos de medidas de prevenção e controle: Guarda- corpo, rodapé, linha de vida. d) Sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva

SINALIZAÇÃO E ISOLAMENTO
Objetivo:Atuar de forma segura quando ás sinalizações e isolamentos.

Recomendações de segurança:
1.Para sinalizar uma área. Solicite o material no almoxarifado;
2.Não desarme o isolamento de um outro serviço, para isolar o seu;
3.Comunique aos responsáveis se encontrar um isolamento arriado;
4.Não ultrapasse os isolamentos. Eles estão ali para proteger a todos;
5.O isolamento não deve ser feito apenas por fitas. Utilize também plascas desinalização.
6.Para fumar, localize o fumador que é o local indicado.
7.Obedeça as placas de sinalização de trânsito;
8.Ao final do serviço desarme o isolamento e devolver o material ao trailer dasegurança;
9.Qualquer serviço com risco de queda de material e possível queda de pessoas,deve ser sinalizado e isolado.
10.Qualquer serviço de içamento de carga tem que ser sinalizado.
11.O desrespeito à sinalização será considerado falta grave.
12.Nos serviços de qualquer espécie (carga, andaimes etc.) não ultrapassá-lo deforma nenhuma.
13.Só poderá ficar dentro da da área isolada, aqueles que estiverem realizando osserviços.
14.Estime com folgas a área a ser isolada e utilize as placas adequadas. Nunca deixe áreas de risco fora do isolamento.
15.Colabore orientando trabalhadores que porventura descumprirem o isolamento.
Seja “vivo”obedeça a sinalização! Observe sempre a sinalização das áreas Os andaimes devem dispor de guarda-corpo com altura de 1,20 m acima do piso de trabalho e ter
rodapés com altura mínima de 20 cm, podendo não ter do lado da face de trabalho.

Todas as plataformas de trabalho em altura devem ser sempre mantidas limpas, em ordem, e sem aberturas ou obstruções que possam causar algum risco de queda. O sistema de linha de vida é um equipamento de proteção coletiva destinado a proteger o trabalhador de quedas de altura. Pode ser horizontal, vertical, temporário ou permanente, de acordo com o trabalho a ser executado e o local a ser instalado. e) Equipamentos de proteção individual para trabalho em altura:
Seleção, inspeção conservação e limitação de uso; È obrigação do empregado.

Usa-lo apenas para a finalidade que se destina.
Responsabiliza-se por sua guarda e conservação.
Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. É obrigação do empregador

Adquirir o tipo adequado a atividade do empregado.
Treinar o trabalhador sobre seu uso adequado.
Tornar obrigatório seu uso.
Substituí-lo quando danificado ou extraviado. Verificar/inspecionar diariamente, as fivelas do cinto de segurança, o fechamento dos mosquetões e todas as condições gerais do cinto;
Selecionar os epi's básicos inerentes a área industrial;
Selecionar os epi's específicos inerentes a atividade de trabalho em altura;
Conservar, guardar os epi's em locais autorizados;
Comunicar qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. f) Acidentes típicos em trabalho em altura; FERIMENTOS Utilize uma tipoia, lenço ou atadura.
Se suspeita de fratura de crânio ou de coluna cervical, imobilizar a vítima, sem lateralizar a cabeça e nem elevá-la.
Se suspeita de fratura de bacia, procurar por sinais de sangramento interno, pois pode haver rompimento de vasos de grosso calibre ( artéria femoral e veia femoral ). Solicite assistência médica, enquanto isso, mantenha a pessoa calma e aquecida. Verifique se o ferimento não interrompeu a circulação sanguínea. Imobilize o osso ou articulação atingido com uma tala. Mantenha o local afetado em nível mais elevado que o resto do corpo e aplique compressas de gelo para diminuir o inchaço, a dor e a progressão do hematoma.  Dor ou grande sensibilidade em um osso ou articulação. Incapacidade de movimentar a parte afetada, além do adormecimento ou formigamento da região.
Inchaço e pele arroxeada, acompanhado de uma deformação aparente do membro machucado. FRATURAS Desligue o aparelho da tomada ou a chave geral. Se tiver que usar as mãos para remover uma pessoa, envolva-as em jornal ou um saco de papel. Empurre a vítima para longe da fonte de eletricidade com um objeto seco, não-condutor de corrente, como um cabo de vassoura, tábua, corda seca, cadeira de madeira ou bastão de borracha. CHOQUE ELÉTRICO Como as queimaduras químicas são sempre graves, retirar as roupas das vítimas rapidamente, tendo o cuidado de não queimar as próprias mãos.
Lave o local com água corrente por 10 minutos ( se forem os olhos , 15 minutos ) , enxugue delicadamente e cubra com um curativo limpo e seco.
Procurar ajuda médica imediata. QUEIMADURAS INICIATIVA
CONFIANÇA
CALMA
CRIATIVIDADE
SOLIDARIEDADE
CONHECIMENTO SOBRE AS TÉCNICAS DE PRIMEIROS SOCORROS g) Condutas em situações de emergência, incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros. TIPOS DE HEMORRAGIA : PERDA DE SANGUE DEVIDO A UM ROMPIMENTO DE VASO SANGUÍNEO.
PODE SER:
EXTERNA OU INTERNA HEMORRAGIAS É o Rompimento da pele, podendo atingir camadas mais profundas do organismo, órgãos, vasos sanguíneos e outras áreas.
Pode ser provocado por vários fatores, dentre eles: faca, armas de fogo, objetos perfuro – cortantes, arames , pregos, pedaços de metais... É O DESLOCAMENTO DE UM OU MAIS OSSOS PARA FORA DA SUA POSIÇÃO NORMAL.
OCORREM APENAS EM ARTICULAÇÕES.
CUIDADOS SEMELHANTE AOS DE FRATURA FECHADA
NÃO DEVE MASSAGEAR É a torção de uma articulação, com lesão dos ligamentos(estrutura que sustenta as articulações).Os cuidados são semelhantes aos de fratura fechada. Em caso de fratura exposta ,há sangramento, podendo ser intenso ou de pouco fluxo, proteja a área com um pano limpo e enrole com uma atadura no local do sangramento. Improvise uma tala. Imobilize o membro da maneira que se encontra, sem movimentá–lo.
Se a fratura for em braço , dedo ou perna, retire objetos que podem interferir na circulação, porque ocorre edema no local atingido. Não movimente a vítima até imobilizar o local atingido.
Não dê qualquer alimento ao ferido, nem mesmo água.
Não tente recolocar o osso no lugar, isso é um procedimento médico, necessitando ser efetuado dentro do hospital com todos os cuidados necessários. É a quebra de um osso causada por uma pancada muito forte, uma queda ou esmagamento. Há dois tipos de fraturas: as fechadas, que, apesar do choque, deixam a pele intacta, e as expostas, quando o osso fere e atravessa a pele. As fraturas expostas exigem cuidados especiais, portanto, cubra o local com um pano limpo ou gaze e procure socorro imediato. Se houver parada cardiorrespiratória, aplique a ressuscitação. Cubra as queimaduras com uma gaze ou com um pano bem limpo. Se a pessoa estiver consciente, deite-a de costas, com as pernas elevadas. Se estiver inconsciente, deite-a de lado. Se necessário, cubra a pessoa com um cobertor e mantenha-a calma. Procure ajuda médica imediata. Remova a fonte de calor;
Procure imediatamente atendimento médico.
Nas queimaduras de 3º grau, o arrefecimento com água pode aumentar o risco de infecção pela perda da proteção da pele, não deve ser realizado, exceto para apagar o fogo.
Dor ligeira pois as terminações nervosas foram destruídas.   Formam-se bolhas;


  Ardor intenso;


  Área fica sensível ao frio e ao vento.   Vermelhidão de leve a intensa;
 A pele fica branca quando pressionamos o local;
Não há formação de bolhas (flictenas);
 Presença de ardor e aumento da sensibilidade durante 2 dias;
 Num período de 3 a 7 dias poderá haver perda da pele.

3º grau (em toda sua espessura). MANTER A VÍTIMA DE PREFERÊNCIA DE COSTAS
CASO, ESTEJA VOMITANDO, INCLINAR O ROSTO PARA O LADO
AFROUXAR A ROUPA DA VÍTIMA
AGASALHAR A VÍTIMA
NÃO MOVIMENTAR DEMASIADAMENTE
NÃO DAR LÍQUIDOS
PROVIDENCIAR O TRANSPORTE ADEQUADO
AVALIAR DE ACORDO COM A SITUAÇÃO , A POSSIBILIDADE DE POSSIVÉIS FRATURAS, LESÕES. 02 SOPROS PARA + 30 COMPRESSÕES



05 CICLOS A PRESSÃO DEVE SER MANTIDA NA FREQUÊNCIA DE 60 VEZES POR MINUTO
A VITIMA DEVE ESTAR DEITADO DE COSTA SOBRE UMA SUPERFÍCIE DURA E PLANA.
PROCURANDO-SE MANTER A MESMA FORÇA.
A MASSAGEM DEVE SER REALIZADA NO TORAX FORÇANDO-O PARA BAIXO 3 OU 4 CENTÍMETROS,COLOCA-SE UMA MÃO SOBRE A OUTRA C/ OS DEDOS ABERTOS SEM TOCAR O PEITO. CASO NÃO SEJA PALPADO PULSO CAROTIDIANO, DEVERÁ SER INICIADO A MASSAGEM CARDÍACA EXTERNA.
A COMPRESSÃO DEVE SER REALIZADA SOBRE A METADE INFERIOR DO OSSO ESTERNO. EM CASOS DE TRAUMATISMO DE BOCA OU IMPOSSIBILIDADE DE VEDAÇÃO ADEQUADA, OCLUI- SE A BOCA, ENQUANTO INSUFLA O AR PELO NARIZ Verificar nível de consciência;
Proteger o coluna vertebral;
Verificar vias aéreas abertas;
Verificar respiração;
Verificar pulso;
Verificar sinal hemorragia. AVALIAR NÍVEL DE CONSCIÊNCIA


TENTAR PALPAR PULSOS EM ARTÉRIAS, PRINCIPALMENTE NA REGIÃO DAS CARÓTIDAS


AVALIAR AUSÊNCIA DE MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS
São sinais que o nosso organismo apresenta. Eles podem evidenciar certas anormalidades.
São eles: o pulso, a frequência respiratória , a temperatura e a pressão arterial. URGÊNCIA: Situação onde não há risco à vida.

EMERGÊNCIA: Situação onde há risco à vida. USANDO UMA COMPRESSA LIMPA E SECA , COLOQUE- A SOBRE O FERIMENTO.
PRESSIONE COM FIRMESA.
USE ATADURA, UMA TIRA DE PANO, OU OUTRO RECURSO QUE TIVER À MÃO PARA AMARRAR A COMPRESSA E MANTÊ – LA BEM FIRME NO LUGAR.
ELEVE O MEMBRO QUE ESTÁ SANGRANDO SE POSSÍVEL. Mantenha a vítima deitada (cabeça mais baixa que o corpo), exceto quando houver suspeita de fratura no crânio ou de derrame cerebral, em que a cabeça deve ser mantida levantada; É uma área afetada por uma pancada ou queda sem ferimento externo. Pode apresentar sinais semelhantes aos de fraturas fechada. Se ficar arroxeado, é sinal de que houve hemorragia sob a pele (hematoma).
Improvise uma tala O choque elétrico, geralmente causado por altas descargas, é sempre grave, podendo causar distúrbios na circulação sanguínea e, em casos extremos, levar à parada cardiorrespiratória.
Na pele, podem aparecer duas pequenas áreas de queimaduras (geralmente de 3º grau) - a de entrada e de saída da corrente elétrica. Pasta de dentes;
Manteiga ou margarina;
Óleos de qualquer tipo;
Pomadas caseiras (sem orientação médica);
Quaisquer outros produtos.
Não tente retirar pedaços de roupa grudados na pele. Se necessário, recorte em volta da roupa que está sobre a região afetada. Proteja a área queimada com gaze, lençol ou pano limpo;
Transporte para observação médica.
Se a queimadura for do 1º grau (não apresenta bolhas) e não abrange área entre os dedos, face ou genitais e só atinge alguns poucos centímetros quadrados da pele, pode-se fazer curativo com gaze gorda. Caso contrário, procure observação de profissionais de saúde. Consiste em aplicar uma compressão ritmada sobre o peito da vitima, na metade inferior do osso externo, para que os batimentos cardíacos voltem a funcionar. UMA DAS MÃOS DO SOCORRISTA , A QUE ESTÁ NA FRONTE OCLUI AS NARINAS, E APÓS INSPIRAÇÃO PROFUNDA APLICA SUA BOCA À BOCA DA VÍTIMA, DE MODO A OBTER BOA VEDAÇÃO, INSUFLANDO VOLUME DE AR PARA EXPANDIR O TÓRAX SOCORRISTA POSICIONA O SEU ROSTO PRÓXIMO AO DA VÍTMA, TENTANDO VER MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS DO TÓRAX, OUVIR RUÍDOS RESPIRATÓRIOS, OU SENTIR O FLUXO DE AR EXALADO SOBRE A SUA FACE. A DORSOFLEXÃO DA CABEÇA PROMOVE O DESLOCAMENTO DA LÍNGUA JUNTO COM A ELEVAÇÃO DO QUEIXO, MANTENDO PERMEÁVEIS AS VIAS AÉREAS COM A CABEÇA FLETIDA PARA FRENTE A PARTE ALTA DO TRATO RESPIRATÓRIO PODERÁ SER OCLUÍDA PELA LÍNGUA E/ OU EPIGLOTE

PARADA RESPIRATÓRIA: AUSÊNCIA DOS MOVIMENTOS RESPIRATÓRIOS
ESSE PRIMEIRO ATENDIMENTO TEM O OBJETIVO DE MANTER OS SINAIS VITAIS DA VÍTIMA E EVITAR O AGRAVAMENTO DE SEU ESTADO ATÉ QUE RECEBA A ASSISTÊNCIA ESPECIALIZADA. Aula prática De acordo com alguns estudos levantadospor várias empresa e instituições voltadas para investigação de acidente no trabalho, os motivos mais pesquisados foram:

Falta de planejamento;
Profissionais não habilitados;
Falta de equipamento específico;
Falta de inspeção nos equipamentos;
Falta de comunicação;
Carga horária excessiva;
Consumo alcoólico ou drogas;
Problemas psicológicos;
Condições do tempo.
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