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O papel do intérprete de Libras em Escolas Inclusivas

Apresentado no Curso para Capacitação dos Professores em Ead da UNEB
by

Roberto Costa

on 13 August 2013

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Transcript of O papel do intérprete de Libras em Escolas Inclusivas

Delimitação das fronteiras de atuação entre o seu trabalho e a atividade docente;
O Tradutor-intérprete: um "eterno" pesquisador;
Trabalho em contextos não-favoráveis - iluminação, plano de fundo, barulhos competitivos, professores não-sensibilizados à causa da surdez, dentre outros;
Jornada de trabalho excessiva ou prolongada - doença ocupacional;
Falta de intérprete de apoio;
O Surdo fica dependente do intérprete em todas as situações comunicativas, visto que a equipe docente e os demais colaboradores não dominam a LS;
O Papel do Intérprete Mitos sobre o profissional intérprete Professores de surdos são intérpretes de língua de sinais;
As pessoas ouvintes que dominam a língua de sinais são intérpretes;
Os filhos de pais de surdos são intérpretes de língua de sinais.
Os desafios de ser intérprete O Papel do Intérprete de Libras em Escolas Inclusivas Prof. Me. Roberto César Reis da Costa Caminhos Reflexivos: Inclusão da Pessoa Surda Caminhos Reflexivos: Inclusão da Pessoa Surda Caminhos Reflexivos: Inclusão da Pessoa Surda Caminhos Reflexivos: Inclusão da Pessoa Surda Deve-se compreender que a inclusão não deve estar limitada a simples integração da pessoa ao ambiente educacional denominado “aberto à diferença”. Nesse aspecto, temos visto sujeitos Surdos (comumente cognominados “deficientes auditivos”) inseridos em escolas onde a comunidade escolar – sobretudo os professores, e os colegas – desconhecem as particulares linguísticas e culturais daqueles que se comunicam por intermédio de uma língua viso-gestual. Nesse ambiente, os Surdos são ainda mais descriminados em detrimento da barreira linguística, e não se tem implementado políticas de Estado que favoreçam a difusão da Língua Brasileira de Sinais (Libras, língua reconhecida pela Lei Federal 10.436/02 e regulamentada pelo Decreto Federal 5.626/05) nesses espaços, sobretudo nas escolas inclusivas, bem como a garantia da presença do tradutor-intérprete de Língua de Sinais em sala de aula inclusiva.
(COSTA, 2011, p. 2) A inclusão escolar não pode acontecer de modo autoritário, sem a participação ativa dos profissionais envolvidos diretamente com o processo de ensinar essas crianças e jovens, e sem a participação contínua das famílias, que devem ser amplamente esclarecidas sobre os objetivos que estão sendo propostos na escolarização destes.
(SCHWARTZMAN, 2011, p. 274) Ponto de Partida: Algumas Questões:

1. Que tipo de inclusão os Surdos querem?
2. Será que a inclusão da forma que está sendo implementada tem comtemplado as especificidades linguístico-culturais dos Surdos?
3. Que tipo de escola os Surdos querem? Especiais, inclusivas ou para Surdos?
4. As conferências ou encontros para discussão das políticas inclusivas têm convocado membros das Comunidades Surdas?
5. O que é preciso saber/conhecer para garantir a real inclusão dos sujeitos Surdos?
6. De que forma pode-se transformar a inclusão excludente em inclusão de fato?

(COSTA, 2011, p. 3) Pontos para Reflexão Quaisquer propostas para reflexão sobre a inclusão do surdo devem considerar:

Adaptação/Mudança curricular;
Relação língua/cultura;
Relações de poder;
Constituição da subjetividade/identidades;
Problemáticas que envolvem o insucesso escolar.

(BRITO; SÁ, 2011, p. 220)
Estudantes Surdos na Escola Regular: Questionando o paradigma da inclusão (BRITO; SÁ, 2011) a) a verificação de que existe na escola um certo olhar obrigatório imposto por um conjunto de representações sociais hegemônicas, a respeito da surdez e dos surdos;
b) a verificação de que a educação dos surdos e suas marcas culturais, linguísticas e identitárias têm sido subjugadas ao modelo ouvinte;
Estudantes Surdos na Escola Regular: Questionando o paradigma da inclusão (BRITO; SÁ, 2011) c) a verificação de que os surdos, na escola regular, ainda passam por situações nas quais ficam em posição subalterna;
d) a verificação de que o estudante surdo incluído/integrado no ensino regular tem um acesso limitado (quando não é nulo) aos componentes curriculares; Estudantes Surdos na Escola Regular: Questionando o paradigma da inclusão (BRITO; SÁ, 2011) e) a importância da escola como ambiente linguístico para a aquisição da língua de sinais;
f) a visão de que a proposta da educação de surdos em escola regular não atende plenamente às necessidades dos surdos. Pontos que devem ser considerados para se pensar na Inclusão dos Surdos Especificidade linguística;
Diferença cultural;
Questões identitárias;
(Re)formulação curricular;
Pedagogia visual;
Profissionais habilitados:
professores sensibilizados;
profissionais especializados:
tradutores-intérpretes de Libras/LP;
professores bilíngues.
Acessibilidade do sujeito surdo O Desafio da Inclusão Permanece [...] falar sobre o processo da criança surda em escola da rede regular de ensino é uma tarefa bastante complexa, uma vez que remete a questões concernentes à efetivação de uma política de educação inclusiva sustentada no compromisso da garantia de uma educação de qualidade a todos. [Essa garantia considera o respeito à diferença linguística, ao modo de se comunicar por meio da LS e à possibilidade de assegurar-lhe o contato e o aprendizado da LP como L2]

* * *

A criança surda inserida num meio sociocultural de pessoas ouvintes que não se comunicam por meio da língua de sinais ficará privada do acesso e apropriação de uma língua de referência de modo espontâneo, em consequência experienciará significativas dificuldades em seu processo de escolarização [...].
(BASTOS, 2011, p. 192-3) Referências Reflexão Final [...] o estabelecimento de práticas pedagógico-culturais desde cedo, nos níveis de Educação Infantil e de Ensino Fundamental, seja fundamental para uma mudança de concepção. Os alunos precisam estar inseridos em ambientes ricos em troca de experiência, para que o conhecimento flua e possa fazer sentido para eles. Certamente o fato de apenas estar em ambiente considerado normal será insuficiente para desenvolver práticas adequadas. É preciso que sejam estabelecidas interações reais professor-aluno, aluno-aluno, conhecimento-aluno e, em consequência, deem-se as negociações de sentido de cada realidade. Sem esse critério, estaremos promovendo uma pseudoinclusão. Incluir é, necessariamente, proporcionar o enriquecimento humano, por meio da aproximação de culturas e de diferentes expressões do pensamento. Uma inclusão que considera aceitável atropelar e limitar potenciais e dificultar o acesso ao conhecimento e à cidadania é paradoxal com os próprios princípios educacinais. Por isso, ao invés de corroborar visões preconceituosas e estereotipadas, a escola deve procurar vias de mostrar à sociedade que os alunos, independente de suas diferenças, podem ser bons aprendizes, se lhes forem propiciadas condições, através de uma educação apropriada.
(DORZIAT, 2009, p. 69) Realizar tradução-interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa.

Observância aos preceitos éticos: (i) confiabilidade (sigilo profissional); (ii) imparcialidade (ser neutro); (iii) discrição; (iv) distância profissional; (v) fidelidade (verter o conteúdo da mensagem sem emitir opiniões ou juízo de valor).

(QUADROS, 2007, p. 28)
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