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Copy of Técnicas de Contar Histórias [TAT e CAT A] TEP II Prof. Leogildo Alves - UFRR

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Maria Auxiliadora Marques

on 19 July 2014

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Transcript of Copy of Técnicas de Contar Histórias [TAT e CAT A] TEP II Prof. Leogildo Alves - UFRR

SAPIENS
TESTE C.A.T - TESTE DE APERCEPÇÃO TEMÁTICA PARA AVALIAÇÃO DE CRIANÇAS

MARIA AUXILIADORA MARQUES
Teste de Apercepção Temática C.A.T: Aplicação e Intrpretação
O Teste de Apercepção Temática (CAT) é a técnica projetiva de construção de histórias mais utilizada e tem sido largamente aplicado em pesquisas de personalidade, revelando conteúdos, tais como: a natureza dos conflitos, desejos, reações ao ambiente externo e mecanismos de defesa (Anastasi, 1976).
Henry Murray
Murray, em sua teoria, a intitulada de Personologia, explica a dinâmica da personalidade alicerçada na dualidade das
necessidades
e
pressões
(needs-press).

A personologia de Murray procura considerar o indivíduo naquilo que tem de mais próprio na sua relação consigo e com o mundo, e é exatamente esta singularidade que o TAT ou CATprocura revelar.


Outro conceito importante, neste contexto é o de
APERCEPÇÃO,
processo pelo qual a experiência nova é assimilada e transformada pelo traço da experiência passada de cada um, de modo a formar um todo novo (Anzieu, 1981).

Segundo Bellak (1967) a APERCEPÇÃO é uma interpretação (dinamicamente) significante que um examinando faz diante de uma percepção. Esta definição por sua vez, pressupõe a existência de um processo hipotético de percepção não interpretado e portanto, toda interpretação subjetiva constitui uma distorção aperceptiva.
Técnicas de Contar Histórias:

Teste de Apercepção Temática (T.A.T)
e
Teste de Apercepção Temática Infantil (CAT - A)
Nesse sentido, Murray (1973) afirma que toda resposta dada ao teste evidenciaria uma interpretação pessoal, havendo uma identificação por parte do sujeito com o personagem principal da história, devendo o conteúdo manifesto ser analisado buscando-se seus aspectos latentes, isto é, as determinações e motivações inconscientes deflagradas ao se dar à resposta, sendo essa a função da interpretação
Desde o surgimento do CAT e do TAT, diferentes autores têm se dedicado a estudos e pesquisas sobre o seu manejo, como Balken (1940), Bellak (1954), Dana (1959), Hartmann (1954) e Shentoub (1954).

No entanto, na presente oportunidade, a atenção estará voltada para o esquema interpretativo de Murray e seus colaboradores, tendo em vista que é esta versão do teste que é regulamentada pelo SATEPSI, do Conselho Federal de Psicologia, e, portanto aprovada para uso profissional pelos psicólogos no Brasil.
C. A. T. (Teste de Apercepção Temática para Crianças) é a versão do T. A. T. para crianças, construída por Bellak, em 1949. Consta de 10 lâminas com figuras de animais que ilustram situações consideradas por esse autor como sendo das mais significativas na vida da criança, dos 3 aos 10 anos. Em 1965, Bellak construiu outra versão do mesmo teste: o C. A. T. -Figuras
Humanas, originariamente destinado a crianças de mais de 7 anos. As respostas normativas para este teste, numa população portuguesa, foram estabelecidas, num estudo recente, por Danilo Silva (1980).
As inferências que, a partir dos protocolos, o psicólogo procura fazer sobre a personalidade dos indivíduos baseiam-se, essencialmente, quer no grau de adaptação das histórias às imagens respectivas, quer na recorrência de certos temas ao longo de um mesmo protocolo, quer na identificação do tipo de angústia eventual- mente subjacmte a esses temas, quer ainda na identificação dos mecanismos de defesa utilizados pelo indivíduo no controlo dos sentimentos, impulsos, tendências ou confli- tos suscitados pelas diferentes lâminas. Esta maneira de proceder é, talvez, a mr-isdivul- gada na utilização clínica deste teste. De acordo com ela, a determinação das res- postas normativas para cada lâmina tem um valor muito secundário e pode até ser intei- ramente dispensável. Bellak (1975, p. 258):
O teste é composto por 10 pranchas, que apresentam figuras em preto e branco, e uma prancha em branco.

As imagens são representadas por reproduções de quadro ou gravuras com significado sempre ambíguo.

Ao sujeito é solicitado criar uma história para cada uma dessas pranchas, relatando como o acontecimento apresentado surgiu, o que ocorre no momento, o que pensam e sentem os personagens, qual o final da história e seu título
.
A primeira sessão é destinada a tomada de contacto com a criança, para o recolhimento de algumas informações anamnésicas. A segunda sessão é reservada para a passagem do C. A. T. Nalguns casos, porém, esta ordem pode ser invertida- sendo o C. A. T. apresentado logo na primeira sessão. E a duração de cada sessão dependia do ritmo de trabalho de cada criança mas não ultrapassava, em geral, os 30 ou 45 minutos. No caso do C. A. T., as instruções dadas a cada criança seguem de perto as directrizes fornecidas por Bellak (Bellak, 1975, p. 188):
((Olha, aqui tens estas figuras que representam animais. Eu gostaria que você me contasses uma história acerca deles. Uma história que diga o que eles estão fazendo, o que eles fizeram antes, o que vão fazer depois, enfim como isso vai acabar.)
Em alguns casos, porém, foi necessário repetir as instruções e recorrer a inquérito nas primeiras lâminas com o objectivo de levar a criança a ultrapassar o nível de simples descrição e a melhor caracterizar os personagens ou esclarecer certos aspectos mais confusos das suas narrativas.
No fim do exame, punham-se todas as lâminas diante da criança, pedindo-se-lhe que indicasse, primeiro, aquela de que gostava mais e, a seguir, aquela de que gostava menos. Pretendia-se, com isso, verificar se havia alguma diferenciação entre rapazes e moças, em relação a essas escolhas, e se essas preferências coincidiam, eventualmente, com outras características das narrativas por eles fornecidas nessas mesmas lâminas.
Lâmina 1:
Descrição do estímulo, segundo Bellak:
((Pintinhos sentados a uma mesa onde se encontra uma grande tigela com comida. Afastada, num dos lados uma galinha (ou um galo) grande vagamente delineada.))
Quadro 2:
Cena campestre; no primeiro plano uma jovem com livros na mão, ao fundo um homem trabalhando no campo e ao lado uma mulher encostada a uma árvore com olhar distante.

Verifica a harmonia ou desarmonia familiar (pai-filha, homem-mulher), conflito com feminilidade (virgindade, maternidade), estilo de vida (rural-urbano, intelectual-manual), papéis sexuais.
Quadro 3RH:
Jovem no chão, recostado num braço que se apoia num divã, o corpo de uma pessoa, recurvada e perto dela um revólver.

Verifica depressão, frustração, culpa, solidão, cansaço, prisão, fuga, desespero, auto ou hetereoagressão.
Quadro 3MF:
Uma jovem de pé com a
cabeça abaixada e o rosto escondido pela mão direita enquanto a esquerda se apoia numa porta.

Tem o mesmo objetivo que o quadro anterior.

Quadro 4:
Uma mulher segura pelos ombros um homem que vira o rosto, como se quisesse afastar-se dela.

Propicia atitudes frente ao sexo oposto, relação heterossexual, papéis sexuais, abandono.
Quadro 5:
Uma mulher de meia idade em frente a uma porta entreaberta, olha o interior de um cômodo.

Revela ansiedade, desconfiança, medo, bisbilhotice, temor à masturbação.
Análise de Caso - CAT
Pág. 404 de Cunha (2000)
Caso Ilustrativo CAT-A
Pág. 416 Cunha (2000)
Estudo Dirigido :)
fim...
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