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Equinodermos

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by

Junior Costa

on 22 October 2015

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Transcript of Equinodermos

FOTOQUÍMICA DA VISÃO
Ciclo visual rodopsina-Retinal e excitação dos bastonetes
Rodopsina e sua decomposição pela energia luminosa. O segmento externo do bastonete, que se projeta na camada pigmentar da retina, tem concentração de cerca de 40% do pigmento fotossensível, chamado rodopsina ou purpura visual. Essa substancia e a combinação da proteína escotopsina com o pigmento carotenoide Retinal ( Também chamado “retineno”). Além disso, o Retinal e tipo particular, chamado 11-cis retinal. Essa forma cis do retinal e importante, por que somente ela pode se ligar escotopsina, para sintetizar rodopsina.
Quando a energia luminosa e absorvida pela rodopsina, essa começa a se decompor dentro de fração muito pequena de segundo. A causa disso é a foto ativação de elétrons, na parte Retinal da rodopsina, o que leva a mudança instantânea da forma cis do Retinal para a forma toda-trans que a mesma estrutura química que a forma cis, mas tem estrutura física diferente - uma molécula reta, e não uma molécula angulada.
Fotoquímica da Visão em cores pelos cones
Destacou se no início desta discussão, que as substâncias fotoquímicas nos cones têm quase exatamente a mesma composição química que a da rodopsina nos bastonetes. A única diferença é que as porções proteicas, ou opsinas - chamadas de fotopsinas nos cones - São ligeiramente diferentes da escotopsina dos bastonetes. A parte retinal de todos os pigmentos visuais é exatamente a mesma nos cones e os bastonetes. Os pigmentos sensíveis a cor dos cones, portanto, são combinações dos retinais com fotopsinas.
Na discussão sobre visão em cores, adiante neste capítulo, ficará evidente que somente um dos três tipos de pigmentos coloridos está presente em cada um dos diferentes cones, tornando assim cones seletivamente sensíveis a diferentes cores: azul, verde ou vermelho. Esses pigmentos coloridos são chamados de, respectivamente, pigmentos sensível ao Azul, pigmentos sensível ao verde e pigmentos sensível ao vermelho. As características de absorção dos pigmentos nos três tipos de cones mostram absorvências do pico do comprimento de ondas luminosas de 445, 535 e 570 nanômetros, respectivamente.
Regulação Automática da Sensibilidade da Retina
Adaptação à Luz e ao Escuro. se a pessoa esta sob luz intensa por muitas horas, grande partes das substâncias fotoquímicas nos cones e bastonetes terá sido reduzida a retinal e opsinas. Além disso grande parte do retinal dos cones e dos bastonetes terá sido convertida em vitamina A. Devido a esses dois efeitos, as concentrações das substâncias químicas fotossensíveis que permanecem nos cones e nos bastonetes são reduzidas consideravelmente, e a sensibilidade do olho à luz se reduz de modo correspondente. Esse é o fenômeno chamado Adaptação à luz.
Inversamente, se a pessoa permanece no escuro por longo período, o retinal e as opsinas nos cones e nos bastonetes são convertidos de volta a pigmentos sensíveis à luz. Além disso a vitamina A é convertida de volta em retinal para aumentar os pigmentos sensíveis a luz, sendo o limite determinado pela quantidade de opsinas cones e nos bastonetes, para se combinarem com o retinal. Esse fenômeno é chamado Adaptação ao escuro.
Equipe
ALUNO(S):
WELLINGTON NOGUEIRA PEREIRA DE OLIVEIRA
ANTONIO ADRIANO FELIX COSTA JUNIOR
SÂMIA WANESSA BRITO E SILVA
CONCEIÇÃO DE MARIA LIMA DA SILVA
CARLOS IURY FERREIRA GOMES
PROF.: REBECA UCHOA

FACULDADE RATIO
Papel da vitamina A para a formação de rodopsina
O retinal todo-trans pode ser convertido em 11-cis retinal. Isso ocorre por convenção do retinal todo-trans, primeiramente, em retinol todo-trans, que é uma forma de vitamina A. Depois, o retinol todo-trans é convertido em 11-cis retinol sob a influência da enzima isomerase, finalmente ou 11-cis retinol é convertido em 11-cis retinol, que se combina com a escotopsina, para formar a nova rodopsina.
A vitamina A está presente no citoplasma dos bastonetes e na camada pigmentar da retina. Portanto, a vitamina A normalmente está sempre disponível para formar novo retinal quando necessário. Inversamente, quando houver excesso de retinal na retina, será convertido de volta a vitamina A reduzindo assim a quantidade de pigmento fotossensível na retina. Veremos ainda, que essa interconversão entre retinal e vitamina A é especialmente, importante na adaptação a longo prazo da retina a diferentes intensidades luminosas.
Cegueira noturna. Ocorre cegueira noturna em qualquer pessoa com deficiência grave de vitamina A. A razão para isto é que, tem vitamina A, as quantidades de retinal e de rodopsina que podem ser formadas ficam intensamente diminuídos. Essa condição é chamada de cegueira noturna porque a quantidade de luz disponível à noite é pequena demais para permitir visão adequada em pessoas deficientes têm vitamina A.
Excitação do bastonete quando a rodopsina é ativada pela luz.
O potencial receptor do bastonete é hiperpolarizate, pois quando o bastonete é exposto á luz excita o aumento de negatividade do potencial de membrana intrabastonetes e um estado de hiperpolarização, ou seja, que existe mais negatividade do que o normal na face interna da membrana do bastonete. Isso ocorre exatamente o oposto em outros receptores sensoriais, neles ocorre a “despolarização”.
A hiperpolarizaçâo e causada pela ativação da rodopsina causa quando essa molécula se descompõe diminui a condutância da membrana do bastonete para os íons sódio no segmento externo do bastonete. Isso causa a hiperpolarização de toda membrana do bastonete.
O circuito elétrico do bastonete e dividido em segmentos interna e externo. O segmento interno bombeia continuamente sódio de dentro para fora do bastonete e íons potássio vazam da célula pelos canais de potássio sem comportamento que são restritos ao segmento interno do bastonete. Como em outras células, essa bomba sódio-potássio cria potencial negativo no interior da célula. No entanto no segmento externo do bastonete, onde estão localizados os discos fotoreceptores, é totalmente diferente; ai, a membrana do bastonete na escuridão é permeável aos íons sódio que fluem pelos canais dependentes do GMPc.
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