Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

INTRODUÇÃO

No description
by

Diniz F

on 16 September 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of INTRODUÇÃO

INTRODUÇÃO
EXORTAÇÃO APOSTÓLICA PÓS-SINODAL
AMORIS LÆTITIA
DO SANTO PADRE FRANCISCO
AOS BISPOS
AOS PRESBÍTEROS E AOS DIÁCONOS
ÀS PESSOAS CONSAGRADAS
AOS ESPOSOS CRISTÃOS
E A TODOS OS FIÉIS LEIGOS
SOBRE O AMOR NA FAMÍLIA
A
ALEGRIA
DO AMOR que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja.

Apesar
dos numerosos sinais de crise no matrimônio – como foi observado pelos Padres sinodais – «o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja».

Como resposta a este anseio, «o
anúncio
cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia». n.1
Considerei oportuno redigir uma Exortação Apostólica pós-sinodal que recolha
contribuições dos dois Sínodos
recentes sobre a família,
acrescentando
outras considerações que possam
orientar a reflexão
, o
diálogo
ou a
práxis pastoral
, e simultaneamente ofereçam
coragem, estímulo e ajuda às famílias
na sua doação e nas suas dificuldades. n.4
Não aconselho uma
leitura
geral apressada.

Poderá ser de maior proveito, tanto para as famílias como para os agentes de pastoral familiar,
aprofundar pacientemente
uma parte de cada vez ou procurar nela aquilo de que precisam em cada circunstância concreta.

Espero que cada um, através da leitura, se sinta chamado a cuidar com amor da vida das famílias, porque elas «não são um problema, são sobretudo uma
oportunidade
» n.7
Esta Exortação adquire um significado especial no
contexto
deste
Ano Jubilar da Misericórdia.

1- uma
proposta
para as famílias cristãs: generosidade, o compromisso, a fidelidade e a paciência;

2- encorajar todos a serem
sinais de misericórdia
e
proximidade
para a vida familiar, onde esta não se realize perfeitamente ou não se desenrole em paz e alegria. n.5
I - À LUZ DA PALAVRA
A
Bíblia
aparece cheia de
famílias
,
gerações
,
histórias
de
amor
e de
crises
familiares, desde as primeiras páginas onde entra em cena a família de Adão e Eva, como seu peso de violência mas também com a força da vida que continua (cf. Gn 4), até às últimas páginas onde aparecem as núpcias da Esposa e do Cordeiro (cf. Ap21, 2.9
**Fundamento: uma realidade perfeita
São João Paulo II
«O nosso
Deus
, no seu mistério mais íntimo, não é solidão, mas
uma família
, dado que tem em Si mesmo
paternidade
,
filiação
e a
essência
da família, que é o amor. Este amor, na família divina, é o Espírito Santo». Concluindo, a família não é alheia à própria essência divina. n.11
a fecundidade do
casal
humano é «imagem» viva e eficaz,
sinal visível
do ato criador. n.10
**Fundamento: uma realidade perfeita
É um
rasto de sofrimento e sangue que atravessa muitas páginas da Bíblia
, a começar pela
violência
fratricida de Caim contra Abel e dos vários
litígios
entre os filhos e entre as esposas dos patriarcas Abraão, Isaac e Jacob, passando pelas
tragédias
que cobrem de sangue a família de David, até às numerosas
dificuldades
familiares que regista a história de Tobias ou a
confissão amarga
de Jó abandonado: Deus «afastou de mim os meus irmãos, e os meus amigos retiraram-se como estranhos. (...)A minha mulher sente repugnância do meu hálito e tornei-me fétido para os meus próprios filhos» (Jb 19, 13.17). n.20
O próprio Jesus
nasce
numa família modesta, que à pressa tem de fugir para uma terra estrangeira. Entra na casa de
Pedro
, onde a sua sogra está doente... deixa-Se envolver no drama da morte na casa de
Jairo
... ouve o pranto desesperado da
viúva
de Naim pelo seu filho morto... atende o grito do
pai
do epiléptico numa pequena povoação rural... Encontra-Se com publicanos, como
Mateus
ou
Zaqueu
, nas suas próprias casas ... e também com
pecadoras
, como a mulher que invade a casa do fariseu... n.21
a
Palavra de Deus
não se apresenta como uma sequência de teses abstratas, mas como uma
companheira de viagem
, mesmo para as famílias que estão em crise ou imersas nalguma
tribulação
, mostrando-lhes a
meta
do caminho, quando Deus «enxugar todas as lágrimas dos seus olhos, e não haverá mais morte, nem luto, nem pranto, nem dor» (Ap 21, 4). n.22
Cada família tem diante de si o
ícone da família de Nazaré
, com o seu dia-a-dia feito de fadigas e até de pesadelos... n.30
No tesouro do coração de Maria, estão também todos os acontecimentos de cada uma das nossas famílias, que Ela guarda solicitamente. Por isso pode ajudar-nos a interpretá-los de modo a reconhecer a mensagem de Deus na história familiar. n.30
II - A REALIDADE
E OS DESAFIOS DAS FAMÍLIAS

Individualismo Exagerado
prevalece a ideia de um sujeito que se constrói segundo os seus próprios desejos assumidos com carácter absoluto. n.33
Cultura do Provisório
Crêem que o amor, como acontece nas redes sociais, se possa conectar ou desconectar ao gosto do consumidor e inclusive bloquear rapidamente. n.39
torna as pessoas incapazes de olhar para além de si mesmas, dos seus desejos e necessidades. n.39
Narcisismo
Famílias Destruídas
Filhos Desenraizados
Idosos Abandonados
Crianças órfãs de pais vivos
Adolescentes e jovens desorientados e sem regras
Uniões de fato ou entre pessoas do mesmo sexo
***situação atual
Falta de Habitação Digna
Filhos Nascidos Fora do Matrimônios
As Migrações
Mentalidade Antinatalista
Pobreza Extrema
*** novos desafios
Toxicodependência
Prática da convivência que precede o matrimônio
Violência Verbal, Física e sexual
a Igreja deve...
compreender
,
consolar
e
integrar
, evitando impor-lhes um conjunto de normas como se fossem uma rocha, tendo como resultado fazê-las sentir-se julgadas e abandonadas precisamente por aquela Mãe que é chamada a levar-lhes a
misericórdia
de Deus. n.49
As realidades que nos preocupam, são
desafios
.

Não caiamos na armadilha de nos consumirmos em
lamentações
autodefensivas, em vez de suscitar uma
criatividade missionária
.

Em todas as situações, «a Igreja sente a necessidade de dizer uma palavra de
verdade
e de
esperança
. n.57


III
O OLHAR FIXO EM JESUS:
a vocação da família

Partindo das reflexões sinodais, não se chega a um estereótipo da
família ideal
, mas um interpelante
mosaico
formado por muitas realidades diferentes, cheias de
alegrias
,
dramas
e
sonhos
.
Fundamentação:
-
Gaudium et Spes do Vaticano II
(
matrimônio comunidade de vida e amor
)
-
Humanae Vitae

(vínculo intrínseco entre amor conjugal e geração da vida)
***Temas:
Vocação à família de acordo com o Evangelho:
Indissolubilidade,
Sacramentalidade do matrimônio,
Transmissão da vida,
Educação dos filhos.
-
Familiaris consortio
(família como caminho da Igreja; vocação ao amor;
fundamentos para pastoral familiar; a família na sociedade)
ANUNCIAR O QUERIGMA!
O próprio mistério da família cristã só se pode compreender plenamente à luz do amor infinito do Pai, que se manifestou em Cristo entregue até ao fim e vivo entre nós. n.58
A Igreja é um bem para a família, a família é um bem para a Igreja. n.87
IV
O AMOR NO MATRIMÔNIO

Não poderemos encorajar um caminho de fidelidade e doação recíproca, se não estimularmos o
crescimento
, a
consolidação
e o
aprofundamento
do
amor conjugal e familiar
. De fato, a
graça
do sacramento do matrimônio destina-se, antes de mais nada, «
a aperfeiçoar o amor dos cônjuges
». n.89

Viver

O Nosso Amor Cotidiano
- Ser Paciente
- Ter Atitude de Serviço
- Curar a inveja
- Não ser arrogante nem orgulhoso
- Ser amável
- Ser despreendido
- Não ser violento
- Perdoar
- Alegrar-se com os outros
- Desculpar tudo
- Confiar
- Esperar
- Suportar tudo
Crescer na Caridade Conjugal

***CARIDADE CONJUGAL é o amor que une os esposos, amor
santificado
,
enriquecido
e
iluminado
pela graça do sacramento do matrimônio.

É uma união
afetiva
,
espiritual
e
oblativa
, mas que reúne em si a ternura da
amizade
e a
paixão
erótica, capaz de subsistir mesmo quando os sentimentos e a paixão enfraquecem. n.120

- Durante toda a vida, ter tudo em comum:

lutar, renascer, reinventar-se e recomeçar sempre de novo até a morte
- Cuidar da alegria do amor:
combinar alegrias e fadigas; tensões e repouso; sofrimentos e libertações; satisfações e buscas; aborrecimentos e prazeres...
- Casar-se por amor:
abandonar o ninho, transformar dois caminhos num só, comprometer-se
- Manifestar e fazer crescer o amor:
ter mais atos de amor, carinho, generosidade...
- Cultivar o diálogo
***Crescer na Caridade Conjugal:
Amor Apaixonado
- A Igreja
não rejeitou
«o eros enquanto tal, mas declarou guerra à sua subversão devastadora, porque a falsa divinização do eros (…) priva-o da sua dignidade, desumaniza-o». n.147
- O próprio
Deus criou
a sexualidade, que é um presente maravilhoso para as suas criaturas. n.150
aceitar
A Transformação do Amor

Compreender e Cultivar o
Não é possível prometer que teremos os mesmos
sentimentos
durante a vida inteira; mas podemos ter um
projeto comum estável
, comprometer-nos a
amar
-nos e a viver unidos até que a morte nos separe, e viver sempre uma rica intimidade. n.163
nn.90-119
nn.120-141
V
O AMOR QUE SE TORNA FECUNDO

TEMAS PRINCIPAIS:

A fecundidade:
Acolhimento de uma nova vida
A espera própria da gravidez
O amor de mãe e de pai.

A fecundidade alargada
- Adoção
- Acolhimento do contributo das famílias para a
promoção de uma “cultura do encontro”
- A vida na família em sentido amplo, com a
presença de avós, tios, primos, parentes dos
parentes, amigos.
O amor que se torna fecundo:
** O amor sempre dá
vida
. Por isso, o amor conjugal não se esgota no interior do próprio casal. n.165
** Toda a criança tem direito a receber o amor de uma
mãe
e de um
pai
, ambos necessários para o seu amadurecimento íntegro e harmonioso. n.172
*** Como gostaria duma Igreja que desafia a cultura do descarte com a alegria transbordante dum novo abraço entre
jovens
e
idosos
!. n.191
VI
ALGUMAS PERSPECTIVAS PASTORAIS

Os debates do caminho sinodal puseram a descoberto a necessidade de desenvolver
novos caminhos pastorais
, que procurarei agora resumir em geral.

As diferentes comunidades
é que deverão
elaborar propostas mais práticas
e eficazes, que tenham em conta tanto a doutrina da Igreja como as necessidades e desafios locais.

Sem pretender apresentar aqui uma pastoral da família, limitar-me-ei a
coligir alguns dos principais desafios pastorais.
- Os
ministros
ordenados carecem, habitualmente, de formação adequada para tratar dos complexos problemas atuais das famílias. n.202
FORMAR:
- Os
seminaristas
deveriam ter acesso a uma formação interdisciplinar mais ampla sobre namoro e matrimónio, não se limitando à doutrina. n.203
- Necessidade de formar agentes
leigos
de pastoral familiar, com a ajuda de psicopedagogos, médicos de família, médicos de comunidade, assistentes sociais, advogados de menores e família, predispondo-os para receber as contribuições da psicologia, sociologia, sexologia e até aconselhamento.
PREPARAR:
- É necessário programas específicos de preparação próxima para o matrimônio que sejam verdadeira
experiência
de participação na
vida eclesial
e aprofundemos vários aspectos da
vida familiar.
n.206
**Queridos noivos, tende a coragem de ser diferentes, não vos deixeis devorar pela sociedade do consumo e da aparência. Vós sois capazes de optar por uma
festa austera
e simples, para colocar o amor acima de tudo. n.213
ACOMPANHAR:
- Torna-se indispensável o
acompanhamento
dos esposos nos primeiros anos de vida matrimonial, para
enriquecer
e
aprofundar
a decisão consciente e livre de se pertencerem e amarem até ao fim. n.217

- Quero insistir que um desafio da pastoral familiar é ajudar a descobrir que o matrimônio
não
se pode entender como
algo acabado
. n.218
ILUMINAR
:
CRISES
- Não se vive juntos para ser cada vez
menos feliz, mas para aprender a ser feliz de maneira nova, a partir das possibilidades que abre uma nova etapa. Cada crise implica uma
aprendizagem.
n.232
ANGÚSTIAS
- Quanto às pessoas divorciadas que
vivem numa nova união, é importante fazer-lhes sentir que fazem parte da Igreja, que «
não estão excomungadas
» nem são tratadas como tais, porque sempre integram a comunhão eclesial. n.243
DIFICULDADES
- Não
existe fundamento algum
para assimilar ou estabelecer analogias, nem sequer remotas, entre as uniões homossexuais e o desígnio de Deus sobre o matrimônio e a família. n.251
CONSOLAR:
Abandonar uma família atribulada por uma
morte
seria uma falta de misericórdia, seria perder uma oportunidade pastoral, e tal atitude pode fechar-nos as portas para qualquer eventual ação evangelizadora. n.253
Pe. Paulo Diniz
VII
REFORÇAR A EDUCAÇÃO DOS FILHOS

- a formação ética
- o valor da sanção como estímulo
- o realismo paciente
- a educação sexual
- a transmissão da fé
- a vida familiar como contexto educativo
TEMAS:
O que interessa acima de tudo é gerar no filho, com muito amor, processos de amadurecimento da sua
liberdade
, de preparação, de
crescimento integral
, de cultivo da
autêntica autonomia
. n.261
VIII
ACOMPANHAR, DISCERNIR E INTEGRAR A FRAGILIDADE

ACOMPANHAR:
A Igreja deve acompanhar, com atenção e solicitude, os seus filhos mais frágeis... dando-lhes de novo confiança e esperança...

.... o trabalho da Igreja é semelhante ao de um hospital de campanha. n.291
DISCERNIR:
.
..
não
[se deve] esperar do Sínodo ou desta Exortação uma nova
normativa geral
de tipo canônico, aplicável a todos os casos.

É possível apenas um
novo encorajamento
a um
responsável discernimento

pessoal e pastoral dos casos particulares, que deveria reconhecer: uma vez que «o grau de responsabilidade não é igual em todos os casos», as consequências ou efeitos duma norma não devem necessariamente ser sempre os mesmos.

- Os
sacerdotes

têm o dever de «acompanhar as pessoas interessadas pelo caminho do discernimento segundo a doutrina da Igreja e as orientações do bispo. n.300
Um pastor
não pode sentir-se satisfeito apenas aplicando leis morais àqueles que vivem em situações «irregulares», como se fossem pedras que se atiram contra a vida das pessoas.

É o caso dos
corações fechados
, que muitas vezes se escondem até por detrás dos ensinamentos da Igreja «para se sentar na cátedra de Moisés e julgar, às vezes com
superioridade
e
superficialidade
, os casos difíceis e as famílias feridas». n.305
INTEGRAR
- Hoje, mais importante do que uma
pastoral dos fracassados
é o esforço pastoral para consolidar os matrimônios e assim evitar as rupturas. n.307
A Igreja não é uma
alfândega
; é a
casa
paterna, onde há lugar para todos com a sua vida fadigosa». n.310
Pomos
tantas condições
à misericórdia que a esvaziamos de sentido concreto e real significado, e esta é a pior maneira de frustrar o Evangelho. n.311

Convido
os fiéis,
que vivem situações complexas
, a aproximar-se com confiança para falar com os seus pastores ou com leigos que vivem entregues ao Senhor.

E
convido
os
pastores
a escutar, com carinho e serenidade, com o desejo sincero de entrar no coração do drama das pessoas e compreender o seu ponto de vista, para ajudá-las a viver melhor e reconhecer o seu lugar na Igreja. n.312
IX
ESPIRITUALIDADE CONJUGAL E FAMILIAR

A
presença do Senhor
habita na família real e concreta, com todos os seus sofrimentos, lutas, alegrias e propósitos diários. n.315
Somente «se nos
amarmos
uns aos outros, Deus permanece em nós e o seu amor chegou à perfeição em nós» (1 Jo 4, 12). n.316
O caminho comunitário de oração atinge o seu ponto culminante ao participarem juntos na
Eucaristia
, sobretudo no contexto do descanso dominical.n.318
a família «foi desde sempre o “hospital” mais próximo». n.321
Nenhuma família é uma realidade perfeita e confeccionada de uma vez para sempre, mas requer um
progressivo amadurecimento
da sua capacidade de amar. n.325


Avancemos
, famílias; continuemos a caminhar! Não percamos a esperança por causa dos nossos limites, mas também não renunciemos a procurar a plenitude de amor e comunhão que nos foi prometida. 325
Oração à Sagrada Família

Jesus, Maria e José,
em Vós contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
confiantes, a Vós nos consagramos.

Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
autênticas escolas do Evangelho
e pequenas igrejas domésticas.

Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais haja nas famílias
episódios de violência, de fechamento e divisão;
e quem tiver sido ferido ou escandalizado
seja rapidamente consolado e curado.

Sagrada Família de Nazaré,
fazei que todos nos tornemos conscientes
do caráter sagrado e inviolável da família,
da sua beleza no projeto de Deus.

Jesus, Maria e José,
ouvi-nos e acolhei a nossa súplica.
Ámem.
Full transcript