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Cateter Venoso Periférico:

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by

Juliana Mineu

on 27 June 2014

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Transcript of Cateter Venoso Periférico:

Introdução à Terapia Intravenosa
Estima-se que 90% dos clientes hospitalizados necessitam em algum momento de TI;

Cateter Venoso Periférico: Inserção
Conhecimento de Anatomia e Fisiologia Humana
Tipos de Dispositivos
Cateteres periféricos
podem ser cateteres agulhados (scalp ou tipo “butterfly”), cateteres sobre agulha ou flexíveis (Tipo “abocath”, “Jelco”, “Introcan” e outros nomes comerciais), cateteres de linha média e cateteres periféricos de duplo lúmen.
Cateteres vasculares periféricos:
são constituídos de agulha siliconizada de bisel biangulado e trifacetado, cânula de poliuretano (teflon ou vialon), silicone, politetrafluoretileno (PTFE), protetor do conjunto agulha/ cateter; conector luer; câmara de refluxo transparente para visualização do retorno sanguíneo; filtro hidrófobo. São descartáveis, radiopacos e estéreis, embalados individualmente em blisteres que permitem abertura em pétala, de forma asséptica.
Flebite
Caracterizando-se por uma inflamação aguda da veia, causando edema, dor, desconforto, eritema ao redor da punção e um“cordão” palpável ao longo do trajeto da veia (PHILLIPS, 2001)
Cateter Venoso Periférico:
Cuidados de Enfermagem na Inserção e Manutenção

Juliana Mineu Pereira
A punção venosa periférica é um dos procedimentos mais frequentes, realizados pelos profissionais de enfermagem, exigindo competência técnica para sua realização, destreza manual e domínio de anatomia e fisiologia, bem como habilidade prática para a escolha do dispositivo e da veia adequada, a documentação e avaliação do cuidado com o acesso intravascular. (TORRES, 2005)

Introdução à Terapia Intravenosa
Os Objetivos da Terapia Intravenosa são:
História da Terapia Intravenosa
1860
: Florence Naghingale promoveu a abertura de Escolas de Enfermagem;
1940:
Ada Plumer foi a primeira enfermeira responsável pela administração intravenosa em Massachusetts General Hospital.
1970:
criação da National Intravenous Therapy Association (NITA) que priorizava a educação profissional de enfermeiros e a troca de informações entre profissionais nas diferentes regiões dos Estados Unidos.
1980:
A prática de terapia intravenosa na enfermagem foi oficialmente reconhecida.

Principais Locais de Punção Venosa Periférica
Cateter Venoso Periférico: Inserção
Conhecimento de Anatomia e Fisiologia Humana
Anatomia do Vaso Sanguíneo
Cateter Venoso Periférico: Inserção
Túnica adventícia
: mais externa, formada por tecido conjuntivo, que contorna e fornece sustentação à veia.
Túnica média
: formada por tecido muscular, elástico, contendo fibras nervosas, responsáveis pela: vasoconstrição e vasodilatação. Pode colabar ou distender com o aumento ou diminuição de pressão.
Túnica íntima:
A camada mais interna, mais fina das células, é chamada de endotélio. Qualquer rugosidade nesse leito de células durante a punção venosa, ou quando o cateter está no local, ou ainda durante a sua retirada, cria um processo de formação de trombose, ficando em contato direto com o sangue venoso.
Válvulas:
São “dobras” do endotélio que ajudam a prevenir o refluxo distal do sangue.
Anatomia do Vaso Sanguíneo
Tipos de Dispositivos
Jelco ou Abocath®
São constituídos de agulha siliconizada de bisel biangulado e trifacetado, cânula de poliuretano (teflon ou vialon), silicone, politetrafluoretileno (PTFE), protetor do conjunto agulha/ cateter; conector luer; câmara de refluxo transparente para visualização do retorno sanguíneo; filtro hidrófobo
Tipos de Dispositivos
Cateteres agulhados (escalpe ou Tipo “butterfly”
)
São feitos de aço inoxidável biocompatível, não flexíveis - ou dobram-se sob resistência. A ponta de aço pode facilmente perfurar a veia depois da instalação – risco para infiltração. São classificados com números ímpares: número - que é de maior calibre -, 21, 23, 25 e o 27 que é de menor calibre, medindo 1,25 m a 3,0 cm de comprimento. As asas são presas à haste, feitas de borracha ou plástico e o tubo flexível estende-se por trás delas, variando de 7,5 a 30 cm de comprimento.

Técnica Correta de Inserção
Lavar as mãos;
Reuna o material que irá ser utilizado (cateter, seringa, extensor, medicamento, etc)
Prepare o material de forma asséptica;
Explique o procedimento ao paciente;
Escolha o melhor local para a inserção do cateter. Atenção especial para os pacientes que irão utilizar medicamentos irritantes e/ou vesicantes;
Realize a assepsia do local, com movimentos circulares;
Avalie a veia que será puncionada e escolha o cateter de calibre adequado;
Realize a punção venosa;
Realize os testes;
Fixe o cateter de forma adequada;
Lavar as mãos e registrar.

Tipos de Fixação
Flebite
Ferreira, Pedreira e Diccini (2007) apontaram uma incidência de flebite de 10,5%, ou seja, o dobro dos 5% esperado pela Intravenous Nurses Society (2000). Além deste aspecto, os pesquisadores constataram outro fator preocupante, um período de permanência de 2 a 216 horas do acesso venoso, considerando o período recomendado de manutenção do cateter entre 72 a 96 horas, conforme Center for Diseases Control and Prevention (2005).
Tipos de Flebite
Flebite Química;
Flebite Mecânica;
Flebite Bacteriana;
Flebite pós-infusão;
Flebite Mecânica
Ao uso de um cateter grande em uma veia pequena;
Fixações inadequadas que possibilitem mobilização do cateter dentro da veia;
Manipulação do cateter durante a infusão;
Acesso venso em áreas de articulação, como a fossa cubital.
Flebite Química
Medicações ou soluções irritantes;
Medicações diluídas inapropriadamente;
Infusão muito rápida;
Presença de pequenas partículas na solução;
Quanto mais ácida a solução IV, maior o isco de flebite química. Fluídos hipertônicos aumentam os risco de flebite.

A flebite química pode ser causada por:
Flebite Bacteriana
As duas principais fontes de infecções associadas a qualquer dispositivo intravenoso são infecções na inserção e contaminação da infusão.
Fatores que contribuem para a contaminação:
Falha na técnica asséptica de punção;
Falha na detecção de quebras na integridade dos dispositivos IV;
Falha na manipulação ( contaminação reduzida quando preparo é realizado sob fluxo laminar);
Manipulação dos dispositivos IV, incluindo torneirinhas e polifix.

Documentação de Flebites
Escala de Flebite
Infecção de Cateteres
Existem vários fatores que contribuem para a infecção:
Infecção de Cateteres
As mãos como veiculo de contaminação
Prevenção de Infecções
Segundo o Guideline do CDC 2002:
Educar e treinar todos os profissionais de saúde;
Vigilância epidemiológica: não fazer cultura rotineira de cateter, monitorar a ocorrência de infecção por visualização ou palpação, remover o curativo diariamente para exame, se paciente tiver dor local, febre ou suspeita de bacteremia, sem outra causa evidente. Torna-se fundamental, acompanhar e controlar o tempo de permanência e a real necessidade de manutenção dos cateteres.
A higienização das mãos deve ser realizada para prevenir a transmissão de micro-organismos pelas mãos.

Prevenção de Infecções
Segundo o Guideline do CDC 2002:
O uso de luvas não exclui a adequada higienização das mãos;
Na inserção e manipulação do cateter, o sítio de inserção deve ser vigorosamente limpo com solução antisséptica e o uso da técnica asséptica;
Na seleção e troca do cateter é recomendado selecionar o cateter, a técnica e o local de inserção, considerando o menor risco de complicações infecciosas e não infecciosas, prevendo a duração da terapia.
O curativo estéril de gaze ou filme transparente semipermeável deve ser mantido para a proteção dos dispositivos vasculares e não vasculares. Os curativos de cateteres centrais e periféricos com gaze estéril e fita adesiva devem ser trocados, pelo menos a cada 48 horas, ou quando se apresentarem sujos ou com umidade

Manutenção de Cateteres
Duração: 72 – 96 horas;
Realizar antissepsia com álcool 70% em cada lúmen TODAS as vezes que utilizar;
Trocar os cateteres sempre que apresentar flebite;
Iniciar os locais das punções do mais distal para o mais proximal, evitando articulações.

"A Enfermagem é uma arte;
e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, como a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes, poder-se-ia dizer, a mais bela das artes"...
Florence Nightingale
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