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A importância da psicofarmacologia para psicólogos

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Fábio Bravin

on 8 October 2013

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Transcript of A importância da psicofarmacologia para psicólogos

A importância da psicofarmacologia para psicólogos.
2001
Por que devo saber de psicofarmacologia se eu sou psicólogo, e não irei prescrever medicamento?
Prof. Me. André Bravin (UFG / UnB)
Starling, R. R. (2000). A interface comportamento/neurofisiologia numa perspectiva behaviorista radical: O relógio causa as horas? Em R. R. Kerbauy (Org.), Sobre Comportamento e Cognição: Vol. 5. Conceitos, pesquisa e aplicação, a ênfase no ensinar, na emoção e no questionamento clínico (pp. 1-13). Santo André: Esetec.
VS.
Sumarizando
1. Retroalimentação dos Campos
2. Farmacologia Comportamental
3. Linhas de Pesquisa
4. Psiquiatria e Queixas Clínicas
5. Dependência Química
6. Toxicologia Comportamental
7. Livro
2005
Dews, P. B. (1955). Studies on behavior. I. Differential sensitivity to pentobarbital of pecking performance in pigeons depending on the schedule of reward. Journal of Pharmacology and Experimental Therapeutics, 138, 393-401.
Bravin, A. A. (2005). Influência da história de reforçamento sobre a resposta farmacológica de ratos submetidos ao Labirinto em Cruz Elevado (LCE). Trabalho de Conclusão de Curso não publicado, Universidade Católica de Brasília, Brasília, DF (Brasil).
Sumarizando
1. Retroalimentação dos Campos
2. Farmacologia Comportamental
3. Linhas de Pesquisa
4. Psiquiatria e Queixas Clínicas
5. Dependência Química
6. Toxicologia Comportamental
7. Livro
2006
Clínica
Queixas Psiquiátricas
"As múltiplas facetas e contextos multidimensionais implicados na trama da qual faz parte o trantorno psiquiátrico não permitem ao psiquiatra a ingenuidade de achar que, com um belo diagnóstico e o medicamento de última geração, fará uma mágica xamânica capaz de "curar" seu paciente. Da mesma forma que não autoriza o psicoterapeuta a achar que o cérebro e os neurônios não tomam parte no sofrimento psíquico com o qual estão tentando lidar" (Oliveira, 2012, p. 190).
"Por trás da refratariedade ao tratamento existe uma função à qual os sintomas atendem e, enquanto assim for, não adianta tentar as mais ousadas combinações psicofarmacológicas, pois o transtorno não vai ceder, ou, pelo menos, não cederá como poderia, caso o paciente desenvolva um repertório comportamental capaz de atender suas necessidades emocionais de forma mais adaptativa" (Oliveira, 2012, p. 190).
Thomas Szasz
Felipe Corchs
Uma droga pode:
1. Ser terapêutica, e ter seu efeito colateral utilizado de forma - também - terapêutica.

2. Ser terapêutica, embora possa trazer outo efeito colateral que será tido como sinais ou sintomas na clínica (e.g., dopaminérgicas; serotonérgicas; opióides).

3. Ser terapêutica, embora possa ocasionar novas demandas clínicas (e.g., serotonérgias e a esquiva).

4. Ser terapêutica em um dado momento, mas prejudicar uma dada intervenção ou propiciar recaídas (e.g., BZD e dissensibilização).

5. Ser melhor ou pior para cada cliente. O preditor genético é atualmente o mais confiável, mas faltam investigações para elucidar outros preditores (e.g., deprimido por esquiva ou por carência de reforçadores?).
"Os fármacos em uso por um determinado paciente/cliente são uma variável a mais a ser considerada pelo clínico em sua avaliação funcional" (Corchs, 2012, p. 193).
2008
Sumarizando
1. Retroalimentação dos Campos
2. Farmacologia Comportamental
3. Linhas de Pesquisa
4. Psiquiatria e Queixas Clínicas
5. Dependência Química
6. Toxicologia Comportamental
7. Livro
2010
O que são drogas afinal?
A droga de início é aquela disponível ao usuário.
Terapêutica farmacológica para a dependência química
Sumarizando
1. Retroalimentação dos Campos
2. Farmacologia Comportamental
3. Linhas de Pesquisa
4. Psiquiatria e Queixas Clínicas
5. Dependência Química
6. Toxicologia Comportamental
7. Livro
Toxicologia Comportamental
Farmacologia Comportamental
vs.
Toxicologia Comportamental
Segurança no Trabalho
1. Queixas Clínicas

2. Estabelecimento de nexo causal

3. Prevenção
Sumarizando
1. Retroalimentação dos Campos
2. Farmacologia Comportamental
3. Linhas de Pesquisa
4. Psiquiatria e Queixas Clínicas
5. Dependência Química
6. Toxicologia Comportamental
Por que um psiquiatra deveria saber sobre psicologia?
2012
Tales Santeiro
Baxter, L. R.; Schwartz, J. M.; Bergman, K. S.; Szuba, M. P.; Guze, B. H.; Mazziotta, J. C.; Alazraki, A.; Selin, C. E.; Ferng, H. K.; Munford, P.; Phelps, M. E. (1992). Caudate glucose metabolic rate changes with both drug and behavior therapy for obsessive-compulsive disorder. Archives of General Psychiatry, 49 (9), 681-689.
66 pacientes com o diagnóstico de TOC e hiperfuncionamento da cabeça do núcleo caudado direito
22 tratados com ISRS
22 tratados com terapia
22 controle
10 semanas de tratamento

80% dos pacientes apresentaram melhora nos episódios de TOC
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