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Criar e Compartilhar Conhecimento e Propriedade Intelectual

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by

Rafael Ávila

on 30 March 2011

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Transcript of Criar e Compartilhar Conhecimento e Propriedade Intelectual

Criar e Compartilhar Conhecimento e Propriedade Intelectual
Rafael Ávila Capítulo 6
Livro: Inovação e Empreendedorismo
Autores: John Bessant e Joe Tidd Objetivo do capítulo: mostrar como indivíduos e organizações identificam "o que sabem" e como melhor exploram esse conhecimento. Questões-chave: 1. natureza do conhecimento; 2. localização do conhecimento; 3. distribuição do conhecimento. Gestão do Conhecimento preocupa-se com a identificação, tradução, compartilhamento e exploração do conhecimento na organização. Administrar conhecimento envolve:
1. gerar e adquirir um novo conhecimento;
2. identificar e codificar conhecimento existente;
3. Armazenar e recuperar conhecimento;
4. compartilhar e distribuir conhecimento;
5. explorar e implantar conhecimento em processo, produtos e serviços. 3 formas de adquirir conhecimento: experiência [menos eficaz por poder ser involuntária ou incorreta, p. ex.]; Armadilha de Competência - aprender técnica inferior experimentação - abordagem mais sistemática {P&D, pesquisa de mercado, alianças e redes}. Estratégia de aprendizagem por tentativa e erro incremental. Alianças - oportunidade para aprendizagem, receptividade em relação a know-how e transparência na parceria. Rastreamento de ambientes interno e externo Rastrear é buscar, filtrar e avaliar oportunidades Rastreamento Externo: iniciativa operacional ou impulsionada pela alta administração Identificar diferentes tipos de conhecimento:
variedade; profundidade; fontes; conscientização de competências; práticas de GC; utilização de sistema de TI; conhecimento comercial, concorrencial, regulamentar, de redes, financeiro e etc. Dados são um conjunto de observações brutas descontínuas Informação - dados organizados, agrupados ou categorizados em determinados padrões. Acrescenta-se valor aos dados. Conhecimento é informação contextualizada. A ele foi atribuído significado. Envolve comparar e contrastar informações, bem como identificar relacionamento e inferir consequências. Inclui especialização, experiência, valores e insights. Conhecimento tácito e explícito: pessoal e pautado na experiência versus conhecimento codificável. Blackler e a tipologia do conhecimento Conhecimento Cerebral (embrained): depende de competências conceituais e capacidades cognitivas. Enfatiza o valor do conhecimento abstrato.
Conhecimento Incorporado (embodied): é direcionado para a ação e é altamente específico do seu contexto.
Conhecimento Aculturado (encultured): processo de alcançar compreensão e significado de forma compartilhada. É construído socialmente e, portanto, envolve socialização e aculturação.
Conhecimento Arraigado (embedded): reside em rotinas e processos sistemáticos. Inclui recursos e relacionamentos entre papéis, procedimentos e tecnologias.
Conhecimento Codificado (encoded): representado por símbolos e sinais e inclui designs, projetos, manuais e mídia eletrônica. "Como" aprender e "Por que" aprender "Como" envolve a melhora ou a transferência de habilidades existente. "Por que" tem como objetivo compreender a lógica subjacente ou os fatores causais, com vistas a aplicá-lo em novos contextos. Aprendizagem Individual vs Aprendizagem do Indivíduo dentro da Organização vs Aprendizagem Organizacional Conhecimento pode ser incorporado nas pessoas, nas culturas organizacionais, nas rotinas, nas ferramentas, nas tecnologias, nos processos e nos sistemas. Gestão do Conhecimento envolve lidar com a variedade de indivíduos, grupos e funções com diferentes culturas, metas e estruturas de referência. Nonaka e Takeuchi - conversão de conhecimento tácito em conhecimento explícito é um mecanismo subjacente á ligação entre conhecimento individual e organizacional Conhecimento do indivíduo - diálogo, discussão, troca de experiência e observação - conhecimento grupal ou organizacional Gera: comunidade de interação ou rede de conhecimento ...meio de acumular conhecimento de fora da organização, compartilhá-lo amplamente internamente e armazená-lo para uso futuro. Transformar conhecimento individual em organizacional envolve 4 ciclos Socialização (tácito para tácito): conhecimento individual compartilhado com outros Externalização (tácito para explícito): conhecimento é explicitado e codificado [conceituação e crsitalização] Combinação {explícito para explícito}: diferentes formas de conhecimento explícito são reunidas e trocadas entre si. Internalização [Explícito para Tácito]: outros indivíduos ou grupos aprendem por meio da prática. Max Boist e fluxo de conhecimento dentro das organizações. 2 dimensões: codificação e difusão Codificação: extensão na qual a informação pode ser facilmente expressa Difusão: extensão na qual a informação é compartilhada por uma determinada população Aprendizado social: 1. rastreamento; 2. solução de problemas; 3. difusão; 4. absorção Armazenar e Recuperar Conhecimento Investir em TI ou Equipes identificando, armazenando e utilizando informação? Compartilhar e distribuir o conhecimento Alerta: Grandes organizações desconhecem o que sabem. Compartilhar e distribuir é processo pela qual a informação de diferentes fontes é partilhada. Conversão e conexão de conhecimento Conversão de dados e informações em conhecimento;
Conversão de texto em conhecimento;
Conversão de conhecimento individual em conhecimento de grupo;
Conxeão de pessoas com o conhecimento;
Conexão de conhecimento com pessoas;
Conexão de pessoas com pessoas;
Conexão de conhecimento com conhecimento. Comunidade de prática - pessoas interligadas por tarefas compartilhadas, processos ou necessidade de resolução de problema, não por relações estruturais formais ou funcionais. É importante link entre aprendizado individual e organizacional. Tradutor versus Agente de Conhecimento Estratégias para inserir GC em empresa Gradual (Ripple); Fluida (flow); Arraigada (Embedding); Ponte (Bridge); Transferência (Transfer) Gradual (conhecimento central de um disciplina, tecnologia ou habilidade específica)
Fluida (projetos passados de um centro de conhecimento para outro)
Arraigada (vários centros de conhecimento passado para uma estrutura mais ampla)
Ponte (une dois ou mais centros de conhecimento diferentes; fusão de disciplinas)
Transferência (tomar um elemento útil de um domínio de conhecimento e adaptá-lo para utilizá-lo em outro) Gestão da Inovação Tranfield e as fases do processo de inovação Descoberta - rastrera ambientes (I e E) de sinais de inovação Realização - selecionar e comprometer recursos em uma das atividades inovativas da organização Sustentação - manutenção e suporte de inovação por meio de melhorias Explorar a propriedade intelectual Conhecimento, especialmente em suas formas mais explícitas ou codificadas, pode ser comercializado por meio do licenciamento ou da venda de direitos de propriedade intelectual. Dois problemas:
1. Ela pode oferecer certos direitos legais, mas tais direitos não tem utilidade, a menos que possam ser garantidos de maneira eficaz;
2. Uma vez no domínio público, é muito provável que haja imitação ou uso ilegal
Três categorias:
1. Patentes
2. Direitos autorais
3. Direitos e registros de design
Patente
Estimular a inovação concedendo um monopólio limitado
a. Inovação – não ser parte de “trabalhos anteriores”, incluindo publicações, trabalhos escritos, orais ou antecipação
b. Originalidade – não óbvio para uma pessoa com habilidade na área
c. Aplicação industrial – na prática, uma patente deve especificar uma aplicação para a tecnologia, bem como especificar patentes adicionais exploradas por qualquer aplicação adicional
d. Objetivo patenteável
e. Divulgação clara e completa – uma patente oferece somente certos direitos de propriedade legal e, em caso de violação, o detentor da patente precisa tomar a ação legal adequada Patentes muito citadas são, geralmente, muito mais importantes que patentes que não foram citadas ou que são citadas somente algumas vezes. A razão disso é que uma patente que contém uma importante nova invenção – ou um grande avanço – pode desencadear um fluxo de invenções subseqüentes. Indicadores mais úteis de inovação baseados em patentes são:
1.Número de patentes
2.Citação por patente
3.Índice de impacto atual
4.Força tecnológica
5.Tempo do ciclo da tecnologia
6.Conexão científica
7.Força científica
Eficiência versus eficácia do processo de inovação Eficiência no sentido de quão bem as empresas transformam informações tecnológicas e comerciais em novos produtos, processos e negócios; eficácia no sentido de determinar o sucesso de tais inovações no mercado e suas contribuições para o desempenho financeiro Vantagens das patentes
a. Representam o resultado do processo inventivo
b. Obtenção de proteção da patente
c. Patentes podem ser analisadas por áreas técnicas
d. Estatísticas de patentes estão disponíveis em grande número e em longas séries temporais
Desvantagens das patentes
a. Nem todas as invenções são patenteadas
b. Nem todas as invenções são tecnicamente patenteáveis
c. A propensão para patentear varia consideravelmente entre diferentes setores e empresas
d. As empresas possuem diferentes inclinações para patentear em cada mercado
e. Grande parte das patentes nunca são exploradas
Direitos Autorais O direito autoral preocupa-se com a expressão de idéias e não com as idéias em si. Portanto, ele existe somente se a idéia se concretizar. O direito autoral oferece direitos legais limitados por um prazo específico para determinados tipos de material Direitos de Design Direitos de design são semelhantes à proteção de direitos autorais, mas destinam-se principalmente a artigos tridimensionais, cobrindo qualquer aspecto de “forma” ou “configuração”, interna ou externa, completa ou parcial, mas excluindo, especificamente, características integrais e funcionais, tais como peças de reposição. O registro de design é a mistura entre proteção de patente e de direito autoral Ao esboçar um acordo de licenciamento, considerações incluem grau de exclusividade, território e tipo de aplicação, período de licença e tipo e nível de pagamentos – direitos autorais (royalties), soma total (lump sum) ou licenciamento compartilhado (cross-license). Mudanças em financiamentos e na lei incentivaram universidades a criar departamentos de licenciamento e de transferência de tecnologia
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