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A Evolução da Psicologia Contemporânea

Psicologia Cognitiva e Evolucionista
by

Gabriel Camillozzi

on 2 June 2011

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Transcript of A Evolução da Psicologia Contemporânea

da Psicologia Contemporânea As Escolas de Pensamentos em Pespectiva O Movimento Cognitivo na Psicologia Evolução George Miller Ulric Neisser A Metáfora do Computador A Inteligência Artificial A Natureza da Psicologia Cognitiva A Psicologia Evolucionista As Influências Anteriores da Psicologia Cognitiva A mudança do Zeitgeist na Física O Centro de Estudos Cognitivos O Desenvolvimento do Computador Moderno A Neurociência Cognitiva O Papel da introspecção A Cognição Inconsciente A Cognição Animal A Psicologia Animal O Estágio Atual da Psicologia Cognitiva As Influências Anteriores da Psicologia Evolucionista O Estágio Atual da Psicologia Evolucionista A George Armitage Miller Estados Unidos, 3 de fevereiro de 1920.
Formou-se em inglês na University of Alabama, onde completou o mestrado em fala, em 1941. Em 1951 publicou um livro sobre psicolinguística, considerado um marco divisório. Em 1956, Miller publicou um artigo clássico: "The magical number seven, plus or minus two: some limits on our capacity for processing information". Nesse trabalho, Miller demonstrou que a capacidade consciente do indivíduo de lembrar números por um curto prazo (ou, igualmente, palavras e cores) limita-se a aproximadamente sete "pedaços" de informação. A importância dessa descoberta reside no fato de lidar com a experiência consciente ou cognitiva em uma época em que o behaviorismo ainda dominava o pensamento psicológico. Ulric Neisser Alemanha, 8 de Dezembro 1928. Estruturalismo Séc: XX



Funcionalismo Séc: XIX



Gestalt Séc: XX O estruturalismo define a psicologia como ciência da consciência ou da mente, seus maiores influenciadores foram Wilhelm Wundt e Edward Titchener no Século XX O funcionalismo tinha como objeto da sua psicologia a função dos processos mentais conscientes. Na psicologia, deveria haver espaço para as emoções, a vontade, os valores, as experiências religiosas e místicas - enfim, tudo o que faz cada ser humano ser único. Teve como fundador William James e a aplicação prática feita por John Dewey. Em 1913, no seu manifesto behaviorista, Watson insistia na eliminação da psicologia de qualquer referência à mente, à consciencia ou aos processos conscientes.

Em 1979, a publicação American Psichologist aprensentou um artigo intitulado "Consciousness" (Natsoulas) messes depois outra publicação "Behaviorism and the mind: a (limited) call for a return to introspection" (Lieberman).

Em 1976, em seu discurso no encontro anual na APA, o presidente falou ao público presente sobre as mudanças que estavam ocorrendo na psicologia, afirmando que o novo conceito incluía a retomada do enfoque na consciência. Quando Wundt instituiu a psicologia como disciplina científica independente, seu trabalho concentrou-se na consciência.
O Behaviorismo, no entanto, alterou radicalmente essa visão, descartando a consciência e ignorando-a por cerca de 50 anos.
A retomada da consciência e o início formal do movimento da psicologia cognitiva remontam à década de 1950
O behaviorismo intecional de Edward Tolman foi outro precursor do movimento cognitivo. Sua forma de behaviorismo reconhecia a importância das variáveis cognitivas e contribuiu para o declínio da visão de estimulo-resposta.
Rudolf Carnap, filósofo positivista, exigia o retorno da introspecção. Em 1956 Carnap afirmou: "a consciência que o individuo tem do própio estado de imaginação, setimento etc. deve ser reconhecida como um tipo de observação, em princípio, semelhante a observação externa e, portanto, uma fonte legítima de conhecimento"
Até mesmo Percy Bridgman, o físico que proporcionou ao behaviorismo a noção de definições operacionais, criticou o behaviorismo e insistiu em que os relatos introspectivos fossem usados para dar significado às análises operacionais.
A psicologia da Gestalt também influenciou a psicologia cognitiva por causa do enfoque na organização, na estrutura, nas relações, no papel ativo do objeto e na participação importante da percepção na apredizagem e na memória.
Outro precursor da psicologia cognitiva foi o psicólogo suiço Jean Piaget que posteriormente se tornaria importante por seu trabalho sobre o desenvolvimento infatil não com base nos estágios psicossexuais conforme propunha Freud, mas em função dos estágios cognitivos. No início do século XX, surge uma nova visão desenvolvida pelos trabalhos de Albert Einstein, Neils Bohr e Werner Heisenberg, eles rejeitavam a visão reducionista e determinista e o modelo mecanicista do universo, originário da época de Galileu e Newton.
A nova pespectiva da física descartava a necessidade de total objetividade e a completa separação entre o universo e o observador.
A física passou a se caracterizar pela crença de que o conhecimento objetivo na verdade é subjetivo e dependente do observador. Os relógios e os robôs foram as metáforas do séc. XVII para a visão mecânica do universo e, por analogia,para a mente humana. Hoje, o modelo do universo mecânico e a psicologia behaviorista baseados nessas máquinas foram superados por outras visões - como a aceitação da subjetividade na física e o movimento cognitivo da psicologia. O computador, surgiu com uma nova metáfora para o funcionamento da mente. Um problema prático surgido durante os primeiros dias da Segunda Guerra Mundial provocou o inícioda moderna era dos computadores. Em 1942, o exército americano precisava desesperadamente encontrar uma forma de realizar com mais rapidez os cálculos necessários para disparar as peças de artilharia.
Essa necessidade incentivou o desenvolvimento do 1º computador de grande porte, o Eniac - Eletronic Integrator and Calculator. Concluída em 1943, a máquina em formato de ferradura ocupava três paredes de uma sala enorme, com "braços de 24 metros de comprimento e altura aproximada de 2,4 metros, pesando em torno de 30 toneladas.Continha cerca de 17.468 válvulas eletrônicas (...) além de 10 mil capacitores, 70 mil resistores, 1.500 relés e 6 mil manuais, uma quantidade tão grande de peças eletrônicas que exigia enormes ventiladores para dissipar o calor produzido". A psicologia cognitiva é diferente do behaviorismo em vários aspectos. Primeiro, os psicólogos cognitivos dedicam-se a estduar o processo de aquisição do conhecimento e não apenas a mera resposta ao estímulo. Os principais fatoressão os fatos e os processos mentais e não as conexões estímulo-resposta; a ênfase é dada à mente e não ao comportamento. Segundo, os psicólogos cognitivos estão interessados em saber como a mente estrutura ou organiza as experiências. A mente dá forma e coerência à experiência mental; esse processo é o objeto de estudo da psicologia cognitiva. Terceiro, os psicólogos cognitivos acreditam na atuação ativa e criativa do indivíduo em organizar estímulos recebidos do ambiente. A Introspecção é o ato pelo qual o sujeito observa os conteúdos de seus próprios estados mentais, tomando consciência deles.
É o método original da psicologia, usado desde a sua fundação por Wundt e William James em seus respectivos laboratórios para verificar o funcionamento da mente. Foi usada por exemplo por Jean Piaget, Sigmund Freud, Titchener e Aaron Beck. Os psicólogos tentaram quantificar os relatos introspectivos a fim de permitir análises estatísticas mais objetivas e manipuláveis. Os objetivos desse campo são determinar "como as funções cerebrais orginam a atividade mental" e "correlacionar aspectos específicos do processamentos de informação com as regiões específicas do cérebro". O estudo do processo mental consciente motivou um renovado interesse nas atividades cognitivas inconscientes. "Depois de cem anos, o processo inconsciente voltou com firmeza na mente coletiva dos psicólogos." Cada vez mais, os psicólogos cognitivos concordam que o incosciente é capaz de realizar muitas funções que antes se acreditava precisarem de deliberação, intenção e conscientização deliberada. As pesquisas sugerem que a maior parte de nosso pensamento e processamento de informações ocorre no inconsciente, que pode operar mais rápida e eficientemente do que a mente consciente. Em geral, os pesquisadores cognitivos concordam que a maioria dos processos mentais do homem ocorre no nível não-consciente. A psicologia cognitiva não está terminada. Está ainda em evolução, marcando o lugar na história em andamento, portanto ainda é cedo demais para avaliar suas contribuições definitivas. Em parceria com Jerome Bruner, seu colega de Harvard, Miller criou um centro de pesquisa para investigar a mente humana. A escolha do nome para o novo centro não foi uma tarefa comum. Optaram pela palavra "cognição", para denotar o objeto de estudo, e decidiram chamar o local de Centro de Estudos Cognitivos. Ao definir o centro, os fundadores demonstravam quão diferentes eram dos behavioristas. Miller, no entanto, atribuiu o devido crédito ao Zeitgeist. Miller não considerava a psicologia cognitiva uma verdadeira revolução, apesar das diferenças em relação ao behaviorismo. Chamava-a de "acréscimo", acreditava ser um retorno à psicologia do senso comum, que reconhecia e ratificava a preocupação psicológica com a vida mental e com o comportamento. Os pesquisadores do centro investigavam ampla variedade de temas: linguagem, memória, percepção, formação de conceito, pensamento e psciologia do desenvolvimento. Miller tornou-se presidente da APA em 1969 e recebeu o Prêmio de Destaque pela Contribuição Científica e a Medalha de Ouro da Fundação Americana de Psicologia pelas Realizações na Aplicação da Psicologia. Em 1991, recebeu a Medalha Nacional da Ciência. Em 2003, recebeu da APA o Prêmio pela Extraordinária Contribuição à Psicologia. Foi para os Estados Unidos aos 3 anos. Iniciou os estudos universitários na Harvard, formando-se em física. Mudou para a psicologia e frequentou, com menção honrosa, o curso de Miller sobre a psicologia da comunicação e teoria da comunicação. Em 1956 obteve o Ph.D em Harvard. Apesar do crescente interesse pela abordagem cognitiva da psicologia, Neisser não via como escapar do behaviorismo, já que desejava seguir a carreira acadêmica. "Não havia outra opção. Estávamos em uma era em que o fenômeno psicologia seria considerado real somente se demonstrado em um rato de laboratório. Em 1967, publicou a obra "Cognitive psychology". Seus trabalhos ajudaram a afastar a psicologia do behaviorismo, empurrando-a em direção ao cognitivismo. Neisser definia a cognição como os processos pelos quais "a informação sensorial recebida é transformada, reduzida, elaborada, armazenada, recuperada e usada. (...) cognição está envolvida em tudo que o ser humano é capaz de realizar" (Neisser, 1967,p.4). Em 1976 publicou "Cognition and reality", expressando a insatisfação com a restrição da posição cognitiva e a dependência da coleta de dados em laboratório e não no mundo real. Os psicólogos cognitivos aceitavam computadores como modelo para o funcionamento cognitivo humano, afirmando que as máquinas exibiam inteligência artificial e processamendo de infromação semelhantes aos do homem. Em 1950, o gênio da computação Alan Turing, propôs uma maneira de verificar a hipótesede que o computador seria capaz de pensar: "Teste de Turing". O computador, apesar do fantástico desempenho exibido, ainda precisa ser programado por um ser humano pensante. O movimento cognitivo resgatou a consciência não apenas dos seres humanos, também dos animais. As primeiras pesquisas de cognição animal utilizavam estímulos simples como luzes coloridas, sons e cliques. Pesquisas posteriores utilizavam estímulos mais realistas e complexos tais como fotos coloridas de objetos conhecidos. Esses estímulos fotográficos revelaram capacidades conceituais até então não atribuídas aos animais. Observou-se ainda uma memória animal complexa e flexível e pelo menos alguns processos cognitivos operando de modo semelhante no animal e nos seres humanos. Os animais de laboratório são capazes de aprender conceitos variados e sofisticados. Eles exibem processos mentais tais como a codificação e organização de símbolos, a capacidade de formar abstrações espaciais, temporais e numéricas e percebr as relações ed causa e efeito. Além disso, o uso que fazem de ferramentas e outros acessórios implica um sentido básico de raciocínio (Wynne, 2001). No início da década de 1990 dois psicólogos decidiram estudar 44 polvos vermelhos no áquario de Seattle, Washigton, onde cientistas e cuidadores haviam notado que os polvos tinham personalidade diferentes entre si. Os psicólogos observaram o comporatamento dos polvos em três situações experimentais e verificaram que diferiam em três fatores: atividade, reação e fuga. A resposta à pergunta: "Os polvos têm personalidade?" foi inexoravelmente afirmativa. 1. Todos os mecanismos psicológicos, em algum nível básico, originam-se de processos evolucionistas e edvem sua existência a eles.
2. As teorias de Darwin sobre a seleção natural e sexual são as mais importantes para os processos evolucionistas responsáveis por criarem mecanismos psicológicos desenvolvidos.
3. Mecanismos psicológicos desenvolvidos podem ser descritos como instrumentos de processamento de informações.
4. Mecanismos psicológicos desenvolvidos são funcionais; funcionam para resolver problemas recorrentes de adaptação que confrontaram nossos antepassados (entrevistas de David Buss em Barker, 2006) - Charles Darwin e Herbert Spencer.
Em 1890 William James utilizou o termo "psicologia evolucionista" em seu livro "The principles of psychology". James previu que um dia a psicologia se basearia na teoria da evolução. Também propôs que a maior parte do comportamento humano é programada no nascimento por predisposições genéticas chamadas instinto. Esses comportamentos instintivos seriam passíveis de modificação por meio da experiência ou da aprendizagem mas são inicialmente formados independentemente das experiências.
James acreditava ser instintiva uma ampla variedade de comportamentos, incluindo o medo de objetos específicos como cobras, animais estranhos e de altura, todos envolvendo claramente o valor de sobrevivência. Outros comportamentos instintivos, afirmava James, seriam moldados pelos pais - o amor, a sociabilidade e a pugnacidade (a propensão à luta e à disputa). "Penso que ainda não sabemos como trabalhar com a psicologia evolucionista. Enfrentamos muitas dificuldades para formular as hipóteses, e ainda mais obstáculos para descobrir como testar as afirmações. No momento, temos um princípio poderoso que acabará fornecendo a base para uma psicologia mais profunda e mais enriquecida. No entanto, ainda temos de trabalhar muito" (Randolph Nesse apud Goode, 2000, p.D9). Representada por Max Wertheimer, Kurt Koffka e Wolfgang Köhler. Dedicada ao estudo dos processos de percepção, essa corrente da psicologia defende que os fenômenos psíquicos só podem ser compreendidos, se forem vistos como um todo e não através da divisão em simples elementos perceptuais. Gabriel A. Camillozzi

Laís Francielle F. F. FIM
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