Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Make your likes visible on Facebook?

Connect your Facebook account to Prezi and let your likes appear on your timeline.
You can change this under Settings & Account at any time.

No, thanks

Copy of Mercado Imobiliário - Perspectivas e concorrentes

No description
by

Giancarlo Giacomelli

on 13 May 2013

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Copy of Mercado Imobiliário - Perspectivas e concorrentes

Cenários e perspectivas sobre o mercado imobiliário. INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS Taxa de Crescimento da População

- O número de famílias brasileiras em 2007 era de 60,3 milhões, com uma população de 187,6 milhões.

-A estimativa é que, em 2030, o número de famílias atinja 95,5 milhões, correspondendo a 233,6 milhões de pessoas. Condições Demográficas do Brasil - O percentual de jovens (15 a 29 anos) na população brasileira é bastante elevado.

- Em 2007, aproximadamente 51 milhões de pessoas se encontravam nessa faixa de idade, o que representava 27,3% da população de acordo com o IBGE

- À medida que a parcela jovem da população envelhece há um aumento da demanda por moradias

- Em 2030, o Brasil deverá ter aproximadamente 51,1% de sua população com idade entre 25 e 59 anos, segundo dados do IBGE, faixa com alto potencial de aquisição de imóveis. Jovens na População - O número médio de pessoas por moradia vem decrescendo no país;

- Em 2007, o número atingiu 3,4 pessoas por domicílio particular;

- A expectativa, em 2030, é que esse número seja reduzido para 2,5 pessoas, fazendo com que a demanda por novas moradias aumente a uma taxa maior que a do crescimento populacional simples. Pessoas Por Moradia O Fundo de Investimento Imobiliário (FII) é um veículo de investimento em imóveis com o objetivo de conseguir retorno pela exploração de locação, arrendamento, venda do imóvel e demais atividades do setor imobiliário;

Do patrimônio de um fundo, podem participar um ou mais imóveis, parte de imóveis, direitos a eles relativos, entre outras opções;

Na maior parte dos FII´s o investimento se resume a comprar um imóvel para receber a renda do aluguel e se aproveitar da valorização. Fundo de Investimento Imobiliário Os FIIs ao final do período determinado em seu regulamento (em geral , ao final do mês) apuram o resultado que deve ser distribuído aos quotistas;

Por determinação legal, os FIIs devem distribuir pelo menos 95% de todo lucro que auferir no mês;

Assim, ao final de cada período o investidor recebe o rendimento como se fosse o aluguel; Remuneração? 95% R$ 5% R$ Custo de Gestão Aquisição Liquidez Custos Fracionamento Fiscal Risco Imóveis Vantagens do Investimento em FII's Imóvel







FII Processo Convencional, escrituras, certidões, ITBI... Liquidez reduzida. A venda de um imóvel pode levar meses. Compra feita através da Corretora ou até mesmo pelo HB Quotas negociadas em Bolsa.
A venda parcial pode ser realizada em 1 dia. Corretagem 6% Corretagem 0,5% Se o investidor precisar de uma parte do capital terá que se desfazer do imóvel. Há a possibilidade de vender parte das quotas. Como também a compra de quotas de diferentes fundos. Aluguéis são sujeitos a IR Rendimentos distribuídos como Dividendos.

Isentos de IR Risco de vacância e inadimplência Diversificação de Inquilinos e contratos de Longo Prazo Algumas restrições quanto a imóveis e regiões. Acesso a Imóveis de Alto Padrão e
mais opções de locais http://www.bfre.com.br/brazilianmortgages/pt/nossos-fundos - Este crescimento corresponde a uma formação média anual de aproximadamente 1,5 milhões de novas famílias. Em toda a região metropolitana de São Paulo, que engloba 39 municípios, foram comercializados 58 mil novos imóveis entre janeiro e novembro de 2010 http://www.bcfund.com.br/Portfolio.aspx?idCanal=+6ash0vJDz7Wv/EmhDTHjg== Fundos http://www.bcfund.com.br/show.aspx?idCanal=oIhpgZ8DS49CrEKRAn7NcQ== http://www.bfre.com.br/brazilianmortgages/pt/nossos-fundos http://www.tvbmfbovespa.com.br/Watch.aspx?Palestra_ID=962&iPos= Algumas conclusões saltam aos olhos. Primeiro, bolhas imobiliárias costumam envolver forte atividade de construção. Para tornar os dados de construção comparáveis entre diferentes países e períodos, analisei o consumo anual de cimento, per capita, em cada país no ano em que a bolha estourou. Não encontrei nenhum estouro de bolha com consumo anual de cimento inferior a 400 Kg per capita. Na Espanha, passou de 1.200 Kg e há casos, como na China atual, de consumo ainda superior, 1.600 Kg, sem estouro de bolha. No Brasil, minha estimativa é de que hoje estamos em 349 Kg.

Segundo, uma bolha imobiliária sempre se caracteriza por preços muito elevados em relação à capacidade de pagamento das pessoas. Considerando-se quantos anos de salários são necessários para comprar um imóvel de preço médio nas principais cidades do mundo, nenhuma cidade brasileira está hoje entre as 20 mais caras. Por outro lado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 mais caras. Entretanto, mesmo por esse parâmetro, Brasília, a mais cara do país, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo.

O ar que infla qualquer bolha de investimento, imobiliária ou não, é sempre uma abundante oferta de crédito. Ela possibilita que investidores comprem algo que não poderiam apenas com suas rendas. Todas as bolhas imobiliárias que encontrei estouraram quando o total do crédito imobiliário superava 50% do PIB e, em alguns casos, passava de 130% do PIB. Nos EUA, em 2006, um ano antes dos preços começarem a cair, era de 79% do PIB. No Brasil, apesar de todo crescimento dos últimos anos, este número é hoje de 5% do PIB.

Aliás, é sempre uma súbita ruptura na oferta de crédito, normalmente associada a uma forte elevação do custo deste crédito, que faz com que bolhas estourem. No Brasil está acontecendo exatamente o contrário. O crédito imobiliário está em expansão e o seu custo em queda.
Por tudo que pesquisei, concluo que é bastante improvável que haja um estouro de bolha imobiliária no Brasil, pelo menos em breve. Se você vem adiando o sonho da casa própria por este medo, relaxe.
Full transcript