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Estratégias de Produção

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on 22 September 2017

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Estratégias de Produção
Professor Eliabe Nascimento
Conceito de Produção
Produção: Atividades que levam à transformação de um bem em outro, com maior utilidade


Conceito de Estratégia
Do grego - Estrategos= general = A arte do general = governar.

Adaptação prática dos meios á disposição para alcance dos objetivos
Von Moltke (sec. 20)

Adaptação entre um ambiente dinâmico e um sistema de operações estável

Padrão global de decisões e ações que posicionam a organização em seu ambiente e tem o objetivo de fazê-la atingir seus objetivos de longo prazo

É o planejar da missão organizacional, estabelecendo os objetivos dessa organização considerando as forças internas e externas, formulando políticas e alternativas para atingir os objetivos, e assegurando sua implementação a fim de atingir os propósitos básicos e os objetivos da organização. (Steiner e Miner).
Alterações em hábitos de consumo
Mudanças demográficas
Novas Tecnologias
Impacto nos produtos e serviços
Novas oportunidades
Sobrevivência das organizações
Evolução da Manufatura
Conceito de Paradigma
“Um paradigma é, pois, um conjunto de princípios cognitivos inconscientes e pressupostos que definem o tipo de dados que somos capazes de ver em primeiro lugar” (WILBER, K. A batalha dos paradigmas. THOT, nº 52, 1989, p. 69-78).
Produção x Custos
Custos x Qualidade
Variedade x Lead time

Sistemas de Manufatura
Produtos personalizados
Baixo volume e alta variedade
Alto grau de customização
Processo de Projetos
Processo de Job Shop
Produtos compartilham recursos
Baixo volume e alta variedade
Produzem mais itens e menores que o Processo de Projetos

Processo de Lotes
ou Batch
Produtos produzidos em série, mas em pequenas quantidades
Grau de variedade inferior ao processo Job Shop
Produtos produzidos em série, mas em grandes quantidades
Alto volume
Variedade menor
Processo de Produção
em Massa
Processo Contínuo
Produtos produzidos em grandes quantidades baixa variedade por longos períodos
Volume altíssimo e variedade baixíssima
Produtos inseparáveis e fluxo ininterrupto
Serviços Profissionais
Alto contato com cliente e personalizados
Alto nível de adaptação aos requisitos do cliente
(consultores advogados, arquitetos)
Muitas e rápidas transações
Tempo de contato com o cliente limitado
Pouca customização
(supermercados aeroportos, telecomunicação)

Serviços em Massa
Lojas de Serviços
Razoável nível de contato com o cliente
Customização
Volume de clientes
Liberdade de decisão do pessoal
Entre serviços em massa e profissionais
(banco, empresas de aluguel)
Outputs do Processamento
Televisor, Jornal
Corte de Cabelo, Manutenção de um Carro
Tangibilidade
Estocabilidade
Transportabilidade
Veículos, alimentos, relatório de auditoria
Serviço de saúde
Qualidade
Simultaneidade
Um veículo é produzido antes de ser vendido
A venda do veículo é executada no mesmo tempo da compra pelo consumidor

Contato com o Consumidor
Produção física geralmente não tem contato com o cliente
Tipos de Operação de
Produção

Pilares da Produção
Custo
Menor custo = menor preço de venda
Vantagem competitiva
Qualidade
Vantagem competitiva
Redução de custos
Prazos de Entrega
Satisfação do cliente
Redução de estoques
Produtividade
Flexibilidade
Adaptação à mudanças
Exigências dos clientes
Vantagem competitiva
Inovação
Antecipação às necessidades
dos clientes
Custo/benefício
Ambiente
Conjunto de todos os fatores que, dentro de um limite específico pode ter alguma influência sobre a operação do sistema (organização).
Externo
Interno
Empresa
Concorrência
Fornecedores
Governo
Sindicatos
Tecnologia
Comunidade
Consumidores
Gestão de Operações
Pessoas
Suprimentos
Tecnologia
Finanças
Marketing
Macroambiente de Marketing
Micro Ambiente
Ambiente Demográfico
Tamanho da população
Faixa etária
Divisão por sexos
Grupos étnicos
Grupos educacionais
Padrões de moradia
Mudanças geográficas

Ambiente Econômico
Nível de renda
Distribuição de renda
Níveis de propensão a consumir e a poupar
Economia nacional
Política de incentivos e financiamento
Câmbio

Ambiente Político-Legal
Legislação comercial
Restrições legais
Exigências legais, sanitárias, trabalhistas
Proteção ao consumidor
Políticas governamentais de apoio,
proteção.

Ambiente Natural
Clima
Vegetação
Recursos minerais
Matérias primas
Custo de energia
Nível de poluição
Proteção ambiental

Ambiente Tecnológico
Velocidade da mudança tecnológica
Oportunidades de inovação
Disponibilidade de recursos humanos
Legislação referente a mudanças tecnológicas
Legislação de marcas e patentes.

Ambiente Sócio-Cultural
Relação das pessoas consigo mesmas
Relação das pessoas com os outros
Relação das pessoas com as organizações
Relação das pessoas com a sociedade
Relação das pessoas com a natureza
Relação das pessoas com o universo.

Conceito de Administração de Produção
A Administração de Produção e Operações pode ser entendida como um conjunto de atividades orientadas para a produção de um bem ou prestação de um serviço (decisões).
Estratégia de Produção
Definição de ESTRATÉGIA:
Tomada de decisões que envolvem objetivos de curto, médio e longo prazo para o sucesso da empresa.

CONTEÚDO (O QUE): os pontos sobre os quais as decisões são tomadas.

PROCESSO (COMO): governa os procedimentos e os modelos adotados para as decisões estratégicas.
ESTRATÉGIA é CONTEÚDO e PROCESSO
Qual é o Papel Estratégico da Produção?
Papel Estratégico da Produção
Apoio
Apoiar a estratégia desenvolvendo os objetivos e políticas apropriados aos recursos que administra.

Implamentação
Fazer a estratégia acontecer transformando decisões estratégicas em realidade operacional

Impulsão
Meios para obter vantagem competitiva
Papel Estratégico da Produção
Grupos de Interesse - Stakeholders
Sociedade

Fornecedores

Acionistas

Empregados

Consumidores
Orientação da Estratégia
Top-Down - É um reflexo “de cima para baixo” do que o grupo ou negócio deseja fazer.

Bottom-Up – É a atividade “de baixo para cima” (bottom-up), em que as melhorias continuas constroem a estratégia.

Market-Out - Traduz os requisitos do mercado

Product-In - Traduz a capacidade dos recursos de produção


Orientação TOP-DOWN
ESTRATÉGIA CORPORATIVA: tipos de negócios a investir, em que lugar do mundo operar, como alocar dinheiro entre os vários negócios.

ESTRATÉGIA DE NEGÓCIOS: cada unidade de negócios deverá definir seus objetivos e como competir em seus mercados

ESTRATÉGIA FUNCIONAL: traduzir objetivos da empresa em objetivos funcionais, estabelecer prioridades de melhoria de desempenho.
Orientação BOTTOM-UP
Idéias estratégicas emergem da experiência operacional. (Estratégias emergentes)

Moldar os objetivos e as ações da produção, pelo menos em parte, pelo conhecimento adquirido das atividades diárias.

Habilidade em ouvir a experiência e filosofia de melhoria contínua (Kaisen) e incremental.
Orientação MARKET-OUT
Servir ao MERCADO

Atender aos objetivos de DESEMPENHO

Influência do CLIENTE

Atender aos objetivos QUALIFICADORES e GANHADORES DE PEDIDOS
CLIENTE X OBJETIVOS
CONCORRENTES X OBJETIVOS

Influência do CICLO DE VIDA DO PRODUTO
Critérios Ganhadores e Qualificadores
Critérios ganhadores de pedidos
são o que direta e significativamente contribuem para a realização de um negócio e são vitais para se conseguir um pedido.
São considerados pelos consumidores como razão-chave para comprar o produto ou serviço.

Critérios qualificadores
podem não ser os principais determinantes de sucesso competitivo, mas são importantes para a organização.
São aqueles aspectos da competitividade nos quais o desempenho da produção deve estar acima de um nível determinado, para ser considerado pelo cliente.
Orientação PRODUCT-IN
Forma como as empresas herdam, adquirem ou desenvolvem seus recursos de produção

Restrições e capacidades dos recursos

Recursos e processos da produção: tangíveis e intangíveis

Decisões estruturais e infra-estruturais

Matriz da estratégia da produção

Decisões
Relação Entre Critérios e Estratégias
Trade Off
Incompatibilidades entre dois ou mais critérios. Há situações em que a melhoria de um critério necessariamente implicará em um impacto negativo no outro.
Decisões Corporativas e de Negócios
Decisões Funcionais
Critérios Competitivos


Desempenho do Produto (Performance)
Características Complementares (Features)
Confiabilidade (Reliability)
Conformidade (Conformance)
Durabilidade (Durability)
Serviços Agregados
Estética
Qualidade Percebida
Economia de Escala
Curva de Aprendizagem
Produtividade
Custo
Qualidade
Faixa (Amplitude)
Tempo de Resposta
Novos Produtos
Mix
Volume
Entrega
Critérios Competitivos
Flexibilidade
Desempenho de Entrega
Confiabilidade
Velocidade

Critérios Competitivos
Inovação
Competências Cumulativas
Processo da Estratégia de Produção
Metodologia HILL (5 passos):

1) Compreender os objetivos corporativos;
2) Compreender como a estratégia de marketing foi elaborada para atingir os objetivos;
3) Identificar fatores qualificadores e ganhadores de pedidos;
4) Análisar volume/variedade;
5) Definir características infra-estruturais da produção
Processo da Estratégia de Produção
Administração por Objetivos
Administração por Objetivos (A.P.O.)

Origens: Década de 1950 com Peter F. Druker. Surgiu como método de avaliação e controle sobre o desempenho de áreas e organizações em crescimento rápido.

É uma técnica de direção de esforços através do planejamento e controle administrativo. Implica em uma técnica sistemática de gestão. Forte ênfase é colocada no planejamento e no controle.

Para a organização atingir resultados é preciso definir em que negócio está atuando e aonde pretende chegar.
É um sistema dinâmico que integra a necessidade da empresa de alcançar os seus objetivos de lucro e crescimento


Características:

É um estilo exigente e compensador de administração de empresas.

É um método no qual as metas são definidas em conjunto entre administrador e seu superior, as responsabilidades são especificadas para cada posição em função dos resultados esperados, que passam a integrar os padrões de desempenho sob os quais os gestores são avaliados.
Necessidades:
Participação atuante da chefia:
Há uma grande participação do superior, é centralizado.

Apoio intenso do staff:
A implantação da APO requer o apoio intenso de um staff previamente treinado e preparado. A abordagem do tipo “faça você mesmo” não é aconselhável em APO. Pois exige integração e coordenação de esforços.
1) Estabelecer objetivos para cada nível da organização:
Basicamente a APO está fundamentada no estabelecimento de objetivos por posições de gestão.

Os objetivos, em alto nível, podem ser denominados objetivos, metas, alvos ou finalidades, porém a ideia básica é a mesma:
Determinar os resultados que um gestor em determinado cargo deverá alcançar.
FIXAÇÃO DE OBJETIVOS:
5. Os objetivos ajudam a orientar e a prever distribuição criteriosa dos recursos
É o ponto de partida para a APO. É a declaração escrita do que se pretende alcançar.
1. Proporciona à organização uma diretriz certa no sentido de uma finalidade comum
2. Promovem o trabalho em equipe e podem ser usados para eliminar as tendências egocêntricas de grupos existentes na organização
3. Serve de base segura para verificar o valor das metas e dos planos e ajudam a evitar erros devidos à omissão.
4. Tornam maiores as possibilidades de previsão do futuro. Uma organização deve dirigir o seu destino, em vez de submeter-se a fatalidade ou ao acaso.
2) Interligação dos objetivos entre os níveis e dentro de cada nível:
Correlacionar os objetivos dos vários órgãos ou gestores envolvidos, mesmo quando os objetivos não se apóiam nos mesmos princípios básicos. Formar uma visão de conjunto.
Interligação vertical e horizontal
3) Elaborar planos táticos e operacionais (planos de ação), com ênfase na mensuração e no controle:
Após a definição dos objetivos de cada gestor, elabora-se os planos táticos e os planos operacionais para alcançá-los.
Como a APO enfatiza a quantificação, a mensuração e o controle, torna-se necessário mensurar os resultados atingidos e compará-los com os resultados planejados. Somente os resultados que podem ser mensurados podem ser aplicados a APO.
4) Avaliação contínua, revisão e reciclagem dos planos:
É necessário uma avaliação contínua dos planos na abordagem da APO, para a correção do rumo para se alcançar o resultado esperado.

Tipos de Estratégias
Cooperativas
Ajuste ou negociação
Cooptação ou coopção
Coalizão

Competitivas
Defensiva
Ofensiva
Análitica
Reativa

Estratégias Competitivas
Para Porter - relacionar a empresa com o seu meio ambiente.

Meio ambiente - segmento de mercado onde a empresa atua - indústria.

A concorrência tem raízes na estrutura da indústria.

Estratégia competitiva e estrutura industrial => cultura organizacional.
Se a empresa pode mudar a estrutura de uma indústria, também pode alterar a atratividade de uma indústria para melhor ou para pior.

Cinco forças competitivas.
O equilíbrio das cinco forças pode determinar o potencial de lucro.
Rivalidade em relação aos concorrentes existentes.

Ameaça de novos concorrentes.

Ameaça de produtos ou serviços substitutos.

Poder de negociação dos fornecedores.

Poder dos clientes.
Estratégias Competitivas
OBJETIVOS – propósitos, alvos que, quando atingidos, resultam no cumprimento da missão – qualitativo.

METAS – Etapas ou passos para atingir os objetivos especificados – quantitativo.
ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS
ESTRATÉGIAS – políticas que promovam a sobrevivência da empresa e seu crescimento.


Devem satisfazer os
objetivos da empresa.
Estratégias Empresariais
Objetivos e Estratégias
Objetivos e Estratégias
Objetivos e Estratégias
Modelo Porter de Análise Estratégica
Declaração de Visão

Estabelece uma imagem ou filosofia que guia a empresa em direção ao futuro.

Mostra o que a empresa quer ser e fazer.

Reflete suas mais profundas crenças e valores.
Modelo Porter de Análise Estratégica
Declaração de Missão

Deve refletir a razão de ser da empresa.
Deve responder à pergunta: Quem sou? O que faço? Qual o meu propósito?
Deve ser a base de todas as ações da empresa.
Deve passar uma imagem tangível da empresa.
Pode ser feita em forma de frase de efeito ou não!
As declarações de visão e missão integram a descrição da empresa e devem estar explícito para os stakeholders ou no Plano de Negócio no caso de empresas ainda não implantadas.
Modelo Porter de Análise Estratégica
Modelo Porter de Análise Estratégica
A empresa deve estar preparada para monitorar:

Forças macroambientais (demográficas, econômicas, tecnológicas, políticas, legais, sociais e culturais)

Atores microambientais importantes (consumidores, concorrentes, canais de distribuição, fornecedores)
Análise do Ambiente Externo: Oportunidades e Ameaças
Modelo Porter de Análise Estratégica
Avaliar em função do desempenho e do grau de relevância para as várias áreas da empresa:
Marketing
Finanças
Operações
Organização
...
Análise do Ambiente Interno: Forças e Fraquezas
Modelo Porter de Análise Estratégica


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