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A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR

Disciplina: Psicologia Hospitalar - Prof. Marcela Arrivabeni/ Grupo: Ana Carolina E, Jéssika Luciano, Laísa Cabral, Lilian, Milena Damm, Flavio Francisco, Rebeca Leite/ 8º período
by

Laisa Cabral

on 9 September 2015

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Transcript of A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR

A APLICABILIDADE DA TERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL NO CONTEXTO HOSPITALAR
TERAPIA COGNITIVA COMPORTAMENTAL
O
psicólogo inserido no contexto hospitalar
tem a possibilidade de atuar no contexto de trabalho nas equipes inter e multidisciplinares, promovendo a humanização, qualidade de vida e assistência psicológica ao sujeito hospitalizado, a família e a equipe de saúde.

ATUAÇÃO DO PSICOLOGO HOSPITALAR COM BASE NA TCC
A psicologia hospitalar se propõe em ser uma área de conhecimento que
visa fornecer suporte ao sujeito em adoecimento
, a fim de que este possa atravessar essa fase com maior resiliência. Nesse sentido, é um campo de entendimento e tratamento dos aspectos biológicos em torno do adoecimento, não somente doenças psicossomáticas, mas todo e qualquer tipo de enfermidade.

Primeiros objetivos do psicólogo cognitivo-comportamental no hospital:
É identificar as interpretações do paciente acerca de seu processo saúde-doença para iniciar um trabalho de reestruturação de pensamentos disfuncionais, adotando interpretações que tenham base em evidências existentes na realidade ao invés da consideração de premissas irracionais.
Um dos objetivos da Psicologia da Saúde é conhecer e compreender os fatores que influenciam os comportamentos das pessoas em relação à saúde e a enfermidade para, a partir daí, desenvolver estratégias adequadas de intervenção. Dessa forma a TCC utiliza varias estratégias.









A aplicação dessa abordagem na psicologia da saúde é recente e tem crescido nas últimas décadas, principalmente no que se refere ao reconhecimento da importância das crenças dos pacientes em relação ao processo saúde/doença.


A maneira como os indivíduos reagem aos sintomas também é bastante influenciada por suas percepções de saúde e doença, chamadas de representações da doença (ou esquemas). As representações da doença influenciam a saúde de várias maneiras, seja influenciando os comportamentos preventivos das pessoas, seja afetando a maneira como elas reagem ao surgimento de sintomas.

Introdutório:
Segundo Paulo Knapp (2007), a Terapia Cognitiva Comportamental foi desenvolvida e cunhada por Aaron Beck na Filadelfia entre década de 60 e 70.
Os primeiros e principais textos sobre a terapia cognitiva tiveram como autores, Aaron Back (1963 - 1967 e 1979), Albert Ellis (1962), Meichembaun (1973), Mahoney (1974) nessa época as abordagens predominantes eram a "psicanálise o behaviorismo e em menor escala o humanismo".
A TCC apresenta três pressupostos básicos:
INFLUÊNCIA - que a "atividade cognitiva influencia o comportamento".
INDIVÍDUO - a "atividade cognitiva pode ser Monitorada e alterada".
O "COMPORTAMENTO desejado pode ser influenciado mediante a mudança cognitiva".
(KNAPP 2007, p. 19).
INTERPRETAÇÃO DAS DEMANDAS
Não são de propriedade do terapeuta, mas é uma elaboração conjunta entre ele e o paciente que sofre, buscando "identificar, examinar e corrigir as distorções do pensamento que causam sofrimento".

Está no entendimento de que a "inter-relação entre cognição, emoção e comportamento está implicada no funcionamento normal do ser humano" e de que a "distorção do pensamento está presente em vários transtornos".
SUAS PREMISSAS
UM EVENTO COMUM NO NOSSO COTIDIANO...
Pode gerar diferentes formas de sentir e agir em diferentes pessoas, mas não é o evento em si que gera as emoções e comportamentos, mas sim o que nós pensamos sobre o evento.
NÓS
SENTIMOS
O QUE
PENSAMOS !
EXEMPLO:
Fóbico social interpreta uma situação (um evento social) como uma possível ameaça (não saberei o que falar serei humilhado) consequentemente irá sentir emoções (ansieadade,medo) e terá um comportamento de escapar do evento, além de possíveis reações físicas, como aumento dos batimentos cardíacos.
A TCC IDENTIFICA E TRABALHA TRÊS NÍVEIS DE COGNIÇÃO:
Pensamento Automático (PA) -
Acontece de forma rápida, involuntária e automática. Pensamentos automáticos que são exagerados, distorcidos, equivocados, ou disfuncionais tem um papel importante na psicopatologia, porque moldam tanto as emoções como as ações do individuo em resposta ao eventos da vida.
Pressupostos subjacentes:
Construções cognitivas disfuncionais, subjacentes aos pensamentos automáticos. São regras, padrões, normas, premissas e atitudes que adotamos e que guiam nossa conduta.
Crenças nucleares:
São ideias e conceitos mais enraizados e fundamentais acerca de nós mesmos, das pessoas e do mundo. As crenças são incondicionais, independente da situação que se apresente ao indivíduo, ele irá pensar do mesmo modo consoante com suas crenças.
A modificação do PA melhora o humor do paciente, já a modificação da crença nuclear melhora o transtorno.
As variáveis cognitivas podem agir no sentido de promover a modificação de comportamentos, estimulando a adoção de padrões de enfrentamento mais adaptativos, tanto por parte dos pacientes como dos profissionais envolvidos.

Isso significa dizer que a forma como o paciente interpreta sua doença, sintomas, tratamento e prognóstico irá influenciar seus sentimentos e sua reação comportamental.

Essas interpretações poderão facilitar ou dificultar a adesão ao tratamento, tanto na enfermaria como no ambulatório.
TÉCNICAS DE FORMULAÇÃO
A formulação ajuda o paciente a sentir maior controle, aumentando sua auto-eficácia e diminuir sua ansiedade. Além disso, forma uma aliança colaborativa com o terapeuta, que incentiva uma postura ativa para a resolução ou melhoria do quadro. Através da formulação, também fica mais claro para o paciente a relação entre pensamento - sentimento - comportamento.
TEMOS DOIS NÍVEIS DE FORMULAÇÃO
NÍVEL DE FORMULAÇÃO DE PROBLEMA
NÍVEL DE FORMULAÇÃO DE CASO
NÍVEL DE FORMULAÇÃO DE PROBLEMA
No nível da formulação de problemas ocorre a aplicação dos princípios da teoria cognitiva para a compreensão dos fatores que contribuíram para a ocorrência, severidade e natureza de um problema específico.
EXEMPLO
Um paciente se queixando de dor lombar crônica pode ter uma conceituação do problema, identificando pensamentos, sentimentos e comportamentos envolvidos nessa queixa específica.
A intervenção é delimitada à queixa apresentada naquele momento. Essa intervenção é muito útil em situações ambulatoriais em que a intervenção do psicólogo no hospital precisa ser FOCAL .
PERGUNTAS ÚTEIS PARA A FORMULAÇÃO DO PROBLEMA
Quais pensamentos, comportamentos ou fatos fazem esse problema piorar ou melhorar?

Qual o ponto central que está influenciando as mudanças na intensidade dos sintomas?

O que precisaria mudar para que os pensamentos, comportamentos e sentimentos causassem menos problema?

O que faz disso um problema para o paciente?
NÍVEL DE FORMULAÇÃO DE CASO
O nível de formulação de caso é uma intervenção mais profunda e abrangente que busca integrar todos os aspectos possíveis da vida do paciente, incluindo informações sobre experiências prévias com doença, informações sobre crenças pessoais e acerca do problema médico.

Como o passado dessa pessoa pode estar relacionado a maneira como ela está lidando com o problema médico?

Essa pessoa desenvolveu estratégias para lidar com esse problema médico? Quais? São efetivas? E como se relacionam com o curso da doença e com sua história de vida?
Com base no significado desses pensamentos automáticos e os dados relevantes da história de vida chega-se à hipótese de uma crença central, das suposições condicionais usadas para lidar com essa crença (uma positiva e outra negativa) e as estratégias comportamentais que a pessoa utiliza para lidar com a crença sem a doença, no início da doença e atualmente.
LIDAR COM A CRENÇA SEM A DOENÇA
TÉCNICAS COGNITIVO-COMPORTAMENTAL
O contexto hospitalar exige que o psicólogo realize um trabalho objetivo, diretivo, com ênfase no aqui-agora e pautado na utilização de técnicas cientificamente comprovadas.

Algumas técnicas cognitivo-comportamentais que são utilizadas no consultório podem ser aplicadas para a compreensão e manejo de problemas de saúde como o exercício de formulação de casos e problemas, dessensibilização sistemática, relaxamento muscular, respiração diafragmática, distração cognitiva e treinamento em habilidades sociais.
Porque esse problema específico aconteceu com essa pessoa nesse momento de sua vida?

Quais componentes estão interligados ao problema?

Quais eventos da vida dessa pessoa são mais importantes para entender o que está acontecendo agora?

Existem elementos cognitivos, comportamentais ou emocionais que explicam o problema?

Quais os eventos mais importantes que influenciam as crenças dessa pessoa sobre seu problema médico?

Quais são as crenças dessa pessoa quanto a seu problema, o tratamento, os médicos e outros profissionais envolvidos que podem estar influenciando em seu enfrentamento?

PERGUNTAS ÚTEIS PARA A FORMULAÇÃO DO CASO
EXEMPLO:
Ao receber a quimioterapia, pensando na doença:
PENSAMENTO - "Esse tratamento não vai adiantar; ninguém pode me ajudar."
CRENÇA CENTRAL - SOU UM FRACASSO - "É culpa minha. Como pude não me cuidar?"
COMPORTAMENTO - Humor Triste > Isolamento.
TÉCNICAS DE TREINAMENTO DE HABILIDADES SOCIAIS
Programas para desenvolvimento de habilidades sociais são amplamente usados para melhorar a comunicação, sendo aplicado em trabalhos com enfermeiros, médicos e pacientes.

Um exemplo do Treinamento de Habilidades Sociais com dor crônica é em relação ao tópico responsabilidade, uma forma de lidar com os problemas é responsabilizar os outros, normalmente isso aparece em frases iniciadas por “você”.
Em geral, esse tipo de comunicação gera uma resposta defensiva no outro, uma vez que o foco da comunicação está no outro. Afirmativas do tipo: “Você não liga para o meu problema!”; “A culpa é sua, está sempre me pressionando!” são exemplos disto. Os pacientes podem aprender a identificar quando estão usando frases que começam por “você” e tentar modificar para frases que começam com “eu”.
TÉCNICAS DE DESSENSIBILIZAÇÃO SISTEMÁTICA
Consiste em treinar o indivíduo para que permaneça relaxado ao se expor às situações que lhe causem ansiedade.

Para isto, primeiramente o paciente é submetido ao ensino e treino de técnicas de relaxamento. Depois uma escala crescente de ansiedade é construída, junto com o terapeuta, onde todas as situações temidas são listadas e organizadas hierarquicamente de acordo com o grau de medo que provoca no indivíduo.


Após a construção da hierarquia, o paciente é exposto a cada uma dessas situações, começando pela que dispare menor nível de ansiedade. Ao perceber que está ficando ansioso, é estimulado a utilizar a técnica de relaxamento até que se acalme e possa prosseguir com outra situação temida.

No cotidiano hospitalar, é comum que crianças fiquem muito ansiosas em relação aos instrumentos e procedimentos médicos. Agulhas, injeções, sangue e outros.

Isto pode desencadear comportamentos como recusa em tomar medicações e não colaborar com exames.

Com o objetivo de diminuir essa ansiedade, os psicólogos podem organizar atividades lúdicas com as crianças,por exemplo, seringas de plástico e fantasias de médico nas brincadeiras, para que se sintam mais relaxadas quando expostas a essa realidade.


EXEMPLO
TÉCNICA DE DISTRAÇÃO COGNITIVA
A distração consiste na mudança do foco de atenção para outras situações que podem ser agradáveis e muitas vezes encontram-se disponíveis no próprio ambiente.

EXEMPLO:
Pacientes com queimaduras graves relataram níveis menores de dor na troca das bandagens quando em uso do programa de realidades virtuais.
Nome:
Inez Aparecida da Silva

Idade:
48 anos

Formação:
Graduação em Psicologia, Especialização em TCC-Centro de Terapia Cognitiva-VEDA, SP.

Hospital que trabalhou:
Hospital Santa Marcelina, Porto Velho RO.

Duração:
1 ano


Como era a sua rotina no hospital ?
No hospital tive a oportunidade de realizar alguns procedimentoscomo acolhimento, realizando avaliação e atendimento psicológico aos familiares, apoiando-os e orientando-os em suas dúvidas, possibilitando que se reorganize de forma a poder ajudar o paciente em seu processo de doença e hospitalização.
Como é o trabalho do psicólogo é visto pela equipe multidisciplinar do hospital?
Neste hospital por ser humanizado observa-se que o trabalho do psicólogo é tão útil como o de outros profissionais, mais cabe salientar que a equipe multidisciplinar tem sua formação centrada nas necessidades da pessoa, portanto, ela não é pré-organizada. A demanda do paciente é que fará com que os profissionais da saúde se integrem, com o propósito de satisfazer as necessidades globais da pessoa, proporcionando seu bem-estar.
Qual era a área que você trabalhou no hospital? Nos conte um pouco sobre ela.
Este hospital tem um grande diferencial, referência em diabetes e Hanseníase, lá os pacientes tem liberdade de sair dos leitos e transitar todo o hospital, tem muitas áreas verdes, e quase a maioria ficam por muito tempo, meses e até anos de internação. As visitas do psicólogo eram feitas toda manhã, não tinham um lugar especifico para atendê-los-ás vezes no quarto, varandas, academia,etc. No contexto hospitalar normalmente os atendimentos é aqui agora, mais neste hospital há possibilidades de proporcionar um acompanhamento por um tempo maior, logo que os pacientes permanecem por muito tempo em tratamento.
F
ala um pouco sobre a sua formação profissional e porque você escolheu a Terapia Cognitiva Comportamental.
Desde a formação iniciei com atuação em clinica até o momento, e quanto a escolha da TCC,na graduação me apaixonava por cada abordagem que estudava, mais ao conhecer a TCC não tive mais duvida e a escolha foi imediata, e apaixonei, por ter estrutura, forma e eficácia comprovada. O fato de o terapeuta buscar de uma variedade formas, produzir mudanças cognitivas, mudanças nos pensamentos e no sistema de crenças do paciente foi muito fascinante e fez com que eu permanecesse com a TCC.
Quais as técnicas de sua abordagem (TCC) são aplicáveis e as que não no trabalho hospitalar?
No ambiente hospitalar na maioria das vezes não a aplicação de técnicas, depende muito do tempo de internação do paciente, mais a minha experiência no hospital foi possível usar RPD, Técnica de relaxamento, essa técnica pode ser amplamente utilizada, podemos citar algumas situações: auxiliar na inibição da ansiedade, manejo da dor, preparação de pacientes para procedimentos invasivos entre outros. Lembrando que quase sempre acontece de o psicólogo estar em atendimento e entra o médico, entra a enfermeira com a medicação, ou então o bioquímico pra coleta de exames e as vezes você precisa interromper o atendimento e voltar em outro momento.
Já que uma boa parte dos pacientes hospitalizados se encontram bastante debilitados emocionalmente. Como trabalhar direcionando os para "resolveremos problemas atuais e a modificar os pensamentos e os comportamentos disfuncionais" no enfrentamento da doença?
Na clinica trabalhamos com metas para alcançar objetivos, no contexto hospital não tem como elaborar uma (LDM), lista de dificuldades e metas, então trabalha a dificuldade atual,a solução de problemas, que consiste em auxiliar o paciente no processo de encontrar alternativas para lidar com uma situação problemática.
Como era lidar com as crenças dos paciente, sobre seu adoecimento?
Não é fácil, algumas crenças verbalizadas por eles são :

"Me odeio ,mereço morrer."
"Só a morte pode aliviar minha dor."
"Sou um peso pra todos."

Avaliar, e ajudar os pacientes a reconstruir seus pensamentos, mais conforme Relatoacima, todo acompanhamento e o que fazer, vai depender do tempo que o paciente permanece internado, no caso de um paciente ficarpor um período rápido, o acolhimento já ajuda , diminui o sofrimento do paciente e controla os sintomas que comprometem o bem estar do mesmo.


Houve algum caso em que você percebeu que a TCC não era a abordagem correta para se usar?
No Hospital não, porque a função do psicólogo hospitalaré de imediato aliviar o sofrimento do paciente, já no consultório (clínica) sim, houve pacientes que percebi não ser padrão e faz-se o encaminhamento para outro colega de outra abordagem.
Qual foi a melhor experiência que já lhe aconteceu como Psicólogo Hospitalar. E porque a TCC foi fundamental nesta experiência?
A psicologia hospitalar é minha segunda opção, tive oportunidade de acompanhar pacientes por períodos longos neste hospital, e ver que a eficácia no tratamento é fantástica, inclusive meu tema de Trabalho de Conclusão de Curso foi executado neste hospital com o tema:Análise comparativa dos pensamentos de pacientes amputados por diabetes e por acidente de transito. Na abordagem Terapia cognitiva Comportamental, maisse percebe ainda uma grande dificuldade em encontrar literaturas em TCC, principalmente em relação a psicologia hospitalar.
Que sugestão você daria para os futuro psicólogos que vão trabalhar em hospitais, sobre o emprego da Terapia Cognitiva Comportamental?
A sugestão é seguir em frente, muita leitura e links com outra abordagem logo que se percebe ainda deficiência em literatura na nossa abordagem. A TCC, ela vem crescendo e fortalecendo, e a abordagem mais indicada pelos psiquiatras que já asconhece.
É o elo entre teoria e prática, onde uma explicação é formada, a partir da integração de aspectos físicos, psicológicos e sociais que norteiam
a intervenção.

Essa explicação é sempre considerada como uma hipótese, podendo ser reformulada em função de elementos novos ou mal compreendidos.

Toda formulação deve ser devolvida e discutida com o paciente, de forma que ambos, terapeuta e paciente, possam entender o que está acontecendo.
POSSUI CINCO COMPONENTES:
- Lista de Diagnóstico

- Diagnóstico

- Hipótese de Trabalho

- Pontos Fortes e Recursos

- Plano de Tratamento
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