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"Re Existência, a memória que ocupa a existência urbana”,

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by

Alessandra Baltazar

on 26 August 2016

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Transcript of "Re Existência, a memória que ocupa a existência urbana”,

Resistir
Re Existir
Memorial da Liberdade x Memorial da Resistência
"Re Existência, a ocupação da memória na cidade”,

Onde a memória ocupa a cidade?
Qual é a memória que está sendo guardada?
Instituto dos Pretos Novos (RJ)
"O Castelo dos Pirenéus" (1959, Renèe Magritte)

Resistir
Este achado arqueológico só foi descoberto em janeiro de 1996, quando os proprietários Petrúcio e Maria de La Merced resolveram reformar a residência e, ao sondar o solo para as obras, encontraram fragmentos de ossos humanos misturados a vestígios de cerâmica, vidro e ferro, entre outros. O fato foi comunicado aos órgãos responsáveis que enviaram equipes de profissionais que confirmaram a existência de um sítio arqueológico de grande importância histórica.

A casa, cuja construção data de 1866, passou a ser a sede do IPN e no local foi também instalado o Memorial Pretos Novos, que recebe muitos pesquisadores, estudantes e professores. Foram descobertos no sítio arqueológico mais de 5 mil fragmentos, nos quais uma profunda análise permitiu a identificação de 28 corpos, em sua maioria do sexo masculino na faixa etária entre 18 e 25 anos.
Bem que podia ser conservado, bem que devia ser retocado
Quem se lembra?
Quem se esquece?
Lembrar
é
Resistir...
“Por que eu preciso sair da minha casa para um evento que vai durar 18 dias se eu vivo aqui há 20 anos e a comunidade existe há 40? É muito injusto, e sabemos que o motivo real não é a Olimpíada”, afirma a jovem Nathalia Silva manifestando o absurdo dos que a obrigam a abandonar o lugar em que cresceu sob o pretexto do grande evento esportivo. Mas sair da Vila Autódromo nunca esteve em seus planos e hoje, após vários anos de incerteza, pode afirmar orgulhosa que irá ficar.

Em cada grupo de cidades costuma haver um “encantamento” e uma “armadilha”. No caso de “As Cidades e a Memória”, o encantamento prossegue no encontro com o passado como se ele fosse sempre melhor que o presente e uma inspiração para o futuro. A armadilha está na decepção de que o passado não permanece melhor ou nunca foi, e no seu esquecimento.
Um homem catava pregos no chão.
Sempre os encontrava deitados de comprido,
ou de lado,
ou de joelhos no chão.
Nunca de ponta.
Assim eles não furam mais – o homem pensava.
Eles não exercem mais a função de pregar.
São patrimônios inúteis da humanidade.
Ganharam o privilégio do abandono.
Manoel de Barros, no poema
O catador

Inspetoria dos Monumentos Nacionais 1934
Serviço do Patrimônio Artístico Nacional 1936

IPHAN - 1937
Museu Nacional da Quinta da Boa Vista - Arqueológico e Etnográfico
Museu Histórico Nacional - Histórico
Museu Nacional de Belas Artes - Belas Artes
Museu de Artes Aplicadas e Tecnologia - Artes Aplicadas

Modernistas (cultura popular) x Museólogos (conservadores)

IBRAM - 2009
Ruptura administrativa, os museus passam a ter mais representatividade para o setor cultural e para a experiência cotidiana, sendo a instituição propícia para a reflexão sobre a temporalidade, subjetividade e identidade.
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