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Geografia Crítica

Trabalho apresentado à disciplina de epistemologia da geografia. UFPR - 2014
by

Kauan Lunardon

on 20 November 2014

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Transcript of Geografia Crítica

A Crise da Geografia
Criação para os interesses
"A Geografia serve em primeiro lugar para fazer a guerra."
"Nascida tardiamente como ciência, a Geografia tem dificuldade para se desligar dos grandes interesses."
Geografia do Estado
Geografia Escolar
Correntes Deterministas
Halford Mackinder
Ellsworth Huntington
Friedrich Ratzel
Geografia Científica
Ciência
Objeto
Espaço
Descrição em detrimento da explicação.
Geografia Regional
x
"Mundialização"
Falência do conceito de região
" A região não é mais uma realidade viva dotado de uma coerência interna, ela é principalmente, definida do exterior, e seus limites, mudam em função de critérios diversos. "
SANTOS, M.
"Por uma Nova Geografia" p. 22
New Geography
A Geografia viúva do espaço
Empirismo abstrato
Demonstrar > explicar
Pragmatismo exacerbado em detrimento de uma fundamentação teórica
"O espaço geográfico é estudado como se ele não fosse o resultado de um processo onde o homem, a produção e o tempo exercem papel essencial [...] o espaço real é substituído por um espaço ideológico."
SANTOS, M.
Desentemporização e desumanização do espaço.
Contextualização Histórica
A Geografia Ativa
Por uma Geografia Crítica
Geografia, sociedade e espaço
Autores e Obras
Geografia Crítica
Não Geógrafos
Contribuições sul-americanas
A Geografia Crítica hoje
Geografia Crítica
Trabalho apresentado a disciplina de Epistemologia da Geografia.

Profº Orientador: Drº. Francisco Mendonça
Para Milton Santos, a sociedade deve ser a preocupação fundamental de todo e qualquer ramo do saber humano, tendo cada ciência a ocupar um de seus aspectos.
Espaciologia?
Espaço como produto histórico
Gênese


Evolução
Funcionamento
Mas o que é espaço?
Como definir o espaço?
Espaço humano ou
social
Duas categorias
O espaço como categoria permanete -

o espaço de
todos
os tempos
O nosso espaço -

O espaço do
nosso
tempo
Reflexo da sociedade, ou fato social?
"É um fato social toda a maneira de fazer, fixada ou não, suscetível de exercer sobre o indivíduo uma coação exterior, ou ainda, que é geral no conjunto de uma dada sociedade tendo, ao mesmo tempo, uma existência própria, independente das suas manifestações individuais”
Para Milton Santos, o espaço é ao mesmo tempo um fato social, um fator social e uma instância social
Determinante
e
Determinado
Produtor
e
Produto
ESPAÇO COMO CAMPO DE FORÇAS CUJAENERGIA É DINÂMICA SOCIAL
Rugosidades: Herança Espacial
Formas ecológicas
"Persistência das formas espaciais ecológicas, suscitadas pelas estruturas sociais anteriores"
Manuel Castells
Rugosidades
"O espaço construído, o tempo histórico que se transformou em paisagem, incorporado ao espaço"
Assim o espaço, o espaço-paisagem, é um testemunho, uma herança, de um momento histórico caracterizado por determinado meio de produção, e suas manifestações concretas.
Instância Social:
O espaço é resultado de processos passados, mas também condição para os futuros
Espaço e Produção
"Produzir é produzir espaço"
"O espaço humano conhecido, tal como é, é resultado da produção."
Produzir:
tirar da natureza elementos indispensáveis a reprodução da vida.
Homem
+
Natureza
=
Produção
Técnicas
Cooperação

Maior produção de espaço

Novas atividades produtivas
nova arrumação espacial
Transformação do produto em mercadoria
Moeda
Diversificação da produção
Aumento da produtividade
produção de excedentes
escambo
comércio especulativo
valor e preço como reguladores do espaço
revolução nas relações sociais: divisão em classes, diferenças de poder aquisitivo
Dessa maneira, os modos de produção não são estáticos, logo o espaço também não o é, bem como o uso social do tempo.
Estado-nação como organizador do espaço
Agente de transformação, difusão e de dotação do espaço
Intermediário ativo entre as forças internas e externas que controlam o espaço
Criador de Rugosidades
H. Lefebrve
Discussão vocabular
Geografia?
Geografia Renovada
Fazer algo diferente
"Estudo das sociedades humanas em sua obra de permanente reconstrução do espaço herdado das gerações precedentes, através das diversas instâncias da produção."
A modernização maldosa
A modernização não atinge todos os lugares ao mesmo tempo
Grande Capital
Organiza o espaço a seus moldes
Objeto de preocupação dos geógafos
Objetivo Comum - Propostas Díspares
trata-se de um agrupamento de pensadores com propostas muita vezes díspares e antagônicas, porém com o objetivo comum de crítica à forma como se fazia geografia anteriormente e à realidade social vigente na época, fazendo com que o novo conhecimento geográfico produzido sejauma arma na luta contra esta situação.

Ou seja, há uma unidade ética, sustentada em cima de uma diversidade de visões; Segundo Moraes (2007): “Os geógrafos críticos, em suas diferenciadas orientações, assumem a perspectiva popular, a da transformação da ordem social. Buscam uma Geografia mais generosa e um espaço mais justo, que seja organizado em função dos interesses dos homens”.

Diversidade Metodológica
Algumas das principais formas, não necessariamente geográficas, da Geografia Crítica são: aqueles baseados na Teoria Crítica da Escola de Frankfurt; os que seguem o estruturalismo de Michael Foucault; os anarquistas, baseados em Reclus e Kropotkin;

Além dos marxistas, que formaram, talvez, a principal vertente da Geografia Crítica, formando correntes locais, com características próprias em cada região.
Os marxistas nos EUA se constituem através de ex-pensadores da Geografia Quantitativa, que refletiram sobre o esvaziamento da técnica, liderados por David Harvey e Willian Bunge.
Segundo Correa de Andrade (1987), formaram três movimentos
Os expedicionários;
Os seguidores da Revista Antipode
E a União dos Geógrafos Socialistas
Na Europa não-inglesa, o marxismo teve seu início com Yves Lacoste,Jean Tricart, Pierre George, Bernard Kayser, entre outros questionando as bases da Geografia Tradicional.

E atingiu seu auge com a Revista Heródote, criada pelo próprio Lacoste, e suas publicações.
Para Andrade (1987), a volta de Milton Santos, aliada com os novos artigos de Bunge e Harvey, induzem a mudança de pensamento dos autores do país.
No Brasil, o marxismo foi representado, principalmente por Caio Prado Júnior.

Transformação Social
Ou seja, os geógrafos críticos não só apresentavam as contradições do capitalismo, mas também procuravam mudar a forma como eram vistos o espaço e o território
“Espaço é base da vida social, e sua organização reflete na atividade econômica”(George, 1964).
Portanto, uma permuta no modo como o espaço estava organizado propiciaria sanar as situações de fome, miséria e abandono que ocorriam no sistema capitalista.
Para os autores críticos, a organização do espaço é o que determina, entre outras coisas, a sociedade.
Importância Política
Milton Santos diz que o processo de modernização, estimulada pelo Estado, seguindo a lógica do capital, é o que causa desigualdade, uma vez que o capital é seletivo
Para Lacoste(1976), o olhar diferenciado dos geógrafos sobre questões do espaço e do território determina que estes tenham uma grande importância política
“Estes autores tinham uma ética de esquerda,porém instrumentalizada numa epistemologia positivista”

(Moraes,2007).
Para as carências da época, apenas a descrição das contradições sociais já era um avanço, mesmo que a questão epistemológica ficasse em segundo plano
Questionamento Acadêmico
Ao passo que os professores se preocupavam com uma geografia que não passava de engodo, a parte que realmente é importante, o saber estratégico,ficava nas mãos de alguns poucos da elite, se abstendo de discussões epistemológicas.
“Enquanto essa disciplina deveria ter incitado amplos debates epistemológicos, ao menos por sua posição na junção das ciências naturais e das ciências sociais e pelo número de "empréstimos"que ela fez a essas múltiplas ciências, os geógrafos propalaram um desprezo pelas "considerações abstratas" e frequentemente se gabaram de um "espírito terra-a-terra“

(Lacoste, 1976)

Milton Santos
Sérgio Buarque de Holanda
(1902 – 1982)

“A ideologia impessoal do liberalismo democrático jamais se naturalizou entre nós”.

“A democracia no Brasil sempre foi um lamentável mal-entendido. Uma aristocracia rural e semifeudal importou-a e tratou de acomodá-la, onde fosse possível, aos seus direitos ou privilégios”.

Gilberto Freyre(1900 – 1987)

“Sem um fim social o saber será a maior das futilidades”.

Michel Foucault(1926 – 1984)

“A nossa época talvez seja, acima de tudo, a época do espaço.”

Henri Lefebvre(1901 - 1991)

“Não há pensamento sem utopia”

Manuel Castells (1942 -)

Pierre george como referencial europeu.
Milton Santos como referencial latino.

Outra geografia latino-americana.

Rigoberto García

Encuentro latinoamericano de la nueva geografia.
Universidade nacional de Comahue em Neuquén, Argentina.
1974

2° encontro

Primer Encuentro Latino americano de la nueva geografia.

Realizado em 1973

Salto no uruguai.

1° encontro

Divercidad, globalizacion y la sabidura de la naturaleza.

Danilo antón

Qué es la Argentina? Informe técnico.
La valoración del país: la República Argentina

Elena Chiozza

Território e história no brasil
Ocupação e exploração do espaço geográfico.

Antonio Carlos Robert

Armando Correa da Silva

O espaço fora do lugar
De quem é o espaço?
Geografia e lugar social
A renovação geográfica no
Brasil.

Autores que influenciaram nos encontros.

Pensamento geográfico brasileiro
Sociedade e espaço geográfico no brasil

Ruy Moreira:

“O que produz a mudança social é um sentimento de algo insuportável, ou seja, uma forte indignação sobre uma questão local.”

Qué es la Argentina? Informe técnico.

La valoración del país: la República Argentina

“[...] a
Guerra Fria
dividiu o planeta em dois hemisférios políticos e econômicos: de um lado o mundo capitalista liderado pelos Estados Unidos, e do outro o mundo socialista sob a influência da União Soviética”.


Segundo Cássio Diniz:
Com a devastação provocada pela segunda guerra, a Europa enfrentava cada vez mais manifestações de contestação aos governos constituídos. Os Estados Unidos analisaram a crise europeia e, concluíram que ela punha em risco o futuro do capitalismo, o que poderia prejudicar sua própria economia, dando espaço para a expansão do comunismo.

Conferência monetária e financeira das Nações Unidas

Padrão ouro-dólar internacional pós-guerra (1946-1971)
Plano Colombo
Afeganistão
Bangladesh
Myanmar
Butão
Coreia do Sul
Fiji
Filipinas
Japão
Índia
Indonésia
Irã
Laos
Maldivas
Malásia
Mongólia
Nepal

Nova Zelândia
Paquistão
 Papua-Nova
Guiné
Singapura
Sri Lanka
Tailândia
 Vietnam

Milagres Econômicos

Milagre econômico japonês
de 1950 a 1975

Milagre econômico brasileiro de 1968 a 1973
Tigres asiáticos refere-se a Taiwan,Coreia do Sul,Hong Kong,Singapura, de 1960 e 1990.

Milagre econômico espanhol 1959 e 1973.

Milagre econômico chileno desde 1970

Wirtschaftswunder Áustria e na Alemanha Ocidental
Milagre econômico italiano de 1955 a 1972.

Trente Glorieuses França entre 1945 e 1975
Milagre do rio Han (Coreia do Sul)

CRISE - Tentativa de sobrevivência do capitalismo
Toyotismo
Estado de Bem-Estar Social
Privatizações

As ondas revolucionárias
Conceito usado por Valério Arcary para definir determinados períodos nos quais as condições socioeconômicas permitiram ascensos revolucionários em diferentes partes do mundo simultaneamente

o século XX vivenciou cinco ondas, ou vagas, revolucionárias. São elas:
A primeira (1917-1923),
a segunda (1930-1937),
a terceira (1944-1964),
a quarta e quinta (juntas 1968-1990).
Segundo Tulio Barbosa, a disputa bipolar dos Estados Unidos e da ex-União Soviética promoveu uma corrida tecnológica no mundo, bem como uma filosofia capaz de assegurar os projetos de ambos (ANDRADE, 1977; GORBATCHEV, 2003). A influência dos Estados Unidos foi otimizada na Geografia mediante a novo paradigma de uma Geografia comprometida com a quantificação e com as tecnologias, sem uma postura crítica diante do mundo.

A Geografia Pragmática, também conhecida como Geografia Quantitativa ou Nova Geografia, é uma corrente de pensamento que surgiu na década de 1950 e promoveu grandes modificações na abordagem metodológica da Geografia. Baseada no neopositivismo lógico, essa nova corrente geográfica surgiu com a necessidade de exatidão, através de conceitos mais teóricos e apoiados em uma explicação matemático-estatística.

Metas da New Geography
Rigor maior na aplicação da metodologia científica

Desenvolvimento de teorias relacionadas com as características da distribuição e arranjo espaciais dos fenômenos.

O uso de técnicas estatísticas e matemáticas
abordagem sistêmica

O uso de modelos

Nascido no Rio de Janeiro – Brasil em 1941, Roy Moreira, é um geógrado com influências marxista, o que foi muito explorado na decádade 80 no Brasil, sendo ele considerado um dos expoentes da geografia crítica no Brasil, além de Doutor em Geografia Human pela USP.

Atualemnte, Ruy Moreira é professor do Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFF.f


Ruy Moreira

- Geografia e Práxis;
- O pensamento geográfico brasileiro
(o qual é dividido em 3 volumes);
- Pensar e Ser em Geografia;
- Para Onde Vai o Pensamento Geográfico;
- O Que é Geografia;
- Formação do Espaço Agrário Brasileiro;
- O Movimento Operário e a Questão Cidade-Campo no Brasil; e
- A Origem da Gestão Coletiva na Associação dos Geógrafos Brasileiros (artigo).

Suas Obras

O pensamento geográfico brasileiro

Berta Koiffmann Becker

Nascida em 1930, no Rio de Janeiro e falecida em 2013. Teve com inspiração sua irmã mais velha que cursava História e Geografia, o que era uma referência para a caçula. Mas escolheu estudar Geografia porque queria conhecer o mundo, viajar, teve grande influência dos pais, que eram imigrantes da Europa.
Cursou o Bacharelado e a Licenciatura em Geografia e História na Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FNFi/UFRJ), no início da década de 50. Era doutora e Livre-docente pelo Instituto de Geociências da UFRJ e pós-doutora pelo Department of Urban Studies and Planning, MIT, nos EUA. Desde 2000 era Professora Titular aposentada da UFRJ e atuava como consultora de diversos ministérios: da Ciência e Tecnologia (MCT), das Relações Exteriores entre eles. Também assessorou o ex-ministro Roberto Mangabeira Unger no Plano Amazônia Sustentável.


Berta Koiffmann Becker

Bertha estudou a expansão da fronteira móvel da agropecuária no Brasil desde a década de 60. Começou com o crescimento da pecuária em torno do Rio de Janeiro e São Paulo fazendo pesquisa de campo, conversando com os fazendeiros. Isso foi na década de 70 e ela acompanhou então o avanço da pecuária para Goiás e dali para a Amazônia. "As pessoas pensam que isso é novo, mas não é, a expansão das fronteiras da pecuária na direção da Amazônia tem 50 anos".
Bertha dizia que em seus muitos anos na universidade, formando mestres e doutores, ela concluiu que o que caracteriza um cientista é a paixão pelo que está estudando "porque é isso que preenche a vida." Considerava também fundamentais a perseverança e a disciplina, a capacidade de insistir quando as coisas não dão certo. 

Berta Koiffmann Becker

Geopolítica da Amazônia

Nascido em Fez – Marrocos em 1929, Lacoste, é geógrafo e historiador formado na França, sendo uma das maiores referências da geografia crítica em todo o mundo, destacando sua obra “A Geografia serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra” e sua revista Hérodote.
Sua obra “Os países sub-desenvolvidos”, após muitos anos de recusas e tentativas de publicação, foi editado pela PUF dentro da coleção "Que Sais-je" e a qual veio a tornar-se um dos best-sellers da editora. Com isso, essa obra foi traduzida oficialmente e não-oficialmente para mais de trinta línguas. Já em 1965, pela mesma editora, Yves lança “A geografia do sub-desenvolvimento” posteriormente traduzida também.


Yves Lacoste

No início de 1970, Yves Lacoste lança a revista Hérodote, que tinha como objetivo, revelar caráter político da geografia, ainda em 1970, em decorrência da repercussão dessa revista, surgem debates da existência da revista Heródote, que contaminou sociólogos, historiadores e geógrafos que levantaram a seguinte questão: "A quem serve a geografia?".
Já em junho de 1972, em plena Guerra do Vietnã, Yves Lacoste publicou no Le Monde um importante artigo sobre a geomorfologia das planícies aluviais de Hanói e, após um visita ao Vietnã do Norte em agosto de 1972, ele trouxe à luz a estratégica americana de bombardeio dos diques vietnamitas. O artigo que ele publicou no Le Monde a 15 de agosto de 1972 teve grande repercussão na opinião pública americana. O bombardeio dos diques cessará pouco depois.


Yves Lacoste

No ano de 1976, Yves publica o seu livro “A geografia - isso serve, em primeiro lugar, para fazer a guerra”, cujo nome original era “A geografia serve, antes de mais nada, para fazer a guerra”, tal mudança de título foi realizada para que os leitores não pensassem que a geografia serviria somente para a elaboração de estratégias militares, sendo que sua obra tinha como objetivo apenas mostrar que tais conceitos, são muitos antigos. Devido a repercussão desse livro, ele torna-se uma das obras pioneiras da geografia crítica ou radical, tendo exercido grande influência na academia e no ensino.


Yves Lacoste

• Escritor, historiador, geógrafo, advogado e professor, Manoel nasceu em 1922, no Estado de Pernambuco, foi bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Recife, e graduado em História e Geografia pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Manoel da Nóbrega, hoje chamada de Universidade Católica de Pernambuco.








Manoel Correia de Andrade
• A terra e o homem no Nordeste. São Paulo, 1963.
• Geografia, ciência da sociedade: uma introdução à análise do pensamento geográfico. São Paulo, 1987.
• A questão do território no Brasil. Recife, 1995.
• O Nordeste e a Nova República. Recife, 1987;
• O homem e a cana-de-açúcar no vale do Siriji. Recife, 1987;
imperialismo e fragmentação do espaço. São Paulo, 1988;
• 1930: a atualidade da Revolução. São Paulo, 1980;
• O processo de ocupação do espaço pernambucano. Recife, 1976;








Algumas de suas obras:

Países que entraram em ditadura em 60 e 70
Plano Marshall
Em março de 1947, diante do Congresso Nacional, o então presidente americano Harry S. Truman assume o compromisso de "defender o mundo livre contra a ameaça comunista” em seguida, o secretário de estado George Catlett Marshall anuncia a efetiva colaboração financeira para recuperação da economia dos países europeus.
Países beneficiados pelo plano:
Alemanha
Áustria
Bélgica e Luxemburgo
Dinamarca
França
Grécia
Irlanda
Islândia
Itália e Trieste,
Noruega
Países Baixos
Portugal
Reino Unido
Suécia
Suíça
Turquia
Geografia Regional como raiz da Geografia Crítica
Geografia Regional
Ala Progressista
Organização do Espaço
Processos Econômicos
Processos
Sociais
Pierre George
Sociologie et géographie (1966)
Précis de géographie économique (1956)
Géographie de l'URSS (1963)
L'Europe Centrale (1954)
L'Action humaine (1968)
Panorama du monde actuel (1963)
Geografia Ativa
"Numa abordagem geográfica, a história humana pode ser vista como uma progressiva apropriação da superfície terreste pelos diferentes grupos sociais. (...) Portanto, as formas espaciais criadas pelos homens expressam muito das relações sociais vigentes na época em que foram produzidas (...) Em outras palavras, trabalho materializado na paisagem, valor depositado nos lugares - é em função disso que os espaços passam a se diferenciar por características humanas e não apenas por condições naturais variáveis."
Antonio Carlos Robert Moraes
Géographie Active
Pierre George
Yves Lacoste
Raymond Guglielmo
Bernard Kayser
Materialismo Histórico
O problema específico da geografia é estudar, no interior de um espaço definido, todas as relações de causalidade entre os fenômenos de consumo no sentido mais amplo do termo e os fenomenos de produção, determinar os grupos homogêneos de ecolução síncrona e correlativa...
"O motor que anima a maior parte dos processos interessados é o consumo do grupo humano."
Geografia do Subdesenvolvimento
Subdesenvolvimento é o resultado da interação de forças complexas que atuam sob uma herança econômica, social e política com traços de relevo.
..Seria fora de propósito analisar longamente aqui as causas complexas desta relativa abstenção dos geógrafos…
Geografia da Fome
Denúncia das causas sociais da fome, quebrando com tabus e preconceitos de natureza deterministas que afirmavam que trabalhadores que não rendiam na produção eram preguiçosos.
Outros Autores
(Alunos de Pierre George & Jean Dresch, Partido Comunista Francês, Instituto de Geografia de Paris)
Bernard Kayser
Raymond Guglielmo
Raymond Dugrand
Michel Rochefort
André Pernant
Antropologia e sociologia, tendência demográfica nos espaços rurais nos países industriais nos anos 70.
Referência na discussão no meio sobre a ruralidade, teoria do Renascimento rural. Oposição à ideia de urbanização de Lefevbre.
Geografia industrial, (Indústria química).
Denúncia de várias empresas da Indústria Química.
Geografia urbana.
Deputado de planejamento urbano
Geografia urbana.
Argélia.
A geografia sendo construída como ferramenta de dominação estratégica
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