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Bolsa de Valores

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by

Ana Beatriz Moura

on 26 June 2013

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Transcript of Bolsa de Valores

Notes
A história da bolsa de valores
A Crise de 1929
Bolsa de Valores
O que são as bolsas de valores?
Benefícios da bolsa de valores
Levantamento de capital para negócios;
Mobilização de poupanças em investimentos;
Facilitação do crescimento de companhias;
Redistribuição de renda;
Aprimoramento da Governança Corporativa;
Criação de oportunidades de investimento para pequenos investidores;
Atuação como Termômetro da Economia;
Ajuda no financiamento de projetos sociais.
O empório grego e o collegium mercatorum
romano
As negociações na Idade Média
A casa do banqueiro Van der Burse,
em Bruges, na Bélgica
1602 - surgimento do conceito de ações e da Bolsa de Amsterdã, a primeira bolsa de valores
moderna
1637 - a Crise das Tulipas
1698 - ingleses começam a se reunir em
cafeterias
A história da bolsa de valores
A Crise de 1929
- Oferta > Demanda
Commodities x Produtos Industriais
- Concentração de Renda
- Especulação
Compra e Venda de papéis, cujo valor oscila conforme o desempenho do Mercado, a fim de obter lucros.

1792 - Bolsa de Nova Iorque
1801 - Bolsa de Londres
1843 - Bolsa de Valores do Rio de Janeiro
1890 - Bolsa de Valores de São Paulo
Século XX - globalização e
integração das bolsas de valores
Expansão do pregão eletrônico
- Crise Econômica:
Desequilíbrio entre oferta e procura
Processo Cíclico
- Década de 1920: Mundo pós 1ª Guerra Mundial
EUA: centro econômico mundial

- Quebra da Bolsa de Valores
24 de outubro de 1929: Quinta-Feira Negra
Estopim: grande oferta de papéis que não encontrou compradores
Reação em cadeia
Depressão
A crise atinge outras economias

- Impacto Social
Falências, Desempregos e Fome.
- Respostas Estatais
Novo Modelo Econômico

Como investir na Bolsa?

- Projeto de médio/longo prazo
- Quem pode investir?
- Corretoras: como achar uma
- Cuidados a serem tomados
- Casos de sucesso na Bolsa


Finalidades e objetivos da bolsa
A Crise de 2008
Mercado de Capitais e de Ações
Índices de ações
BM&FBovespa
O que é?
Características
Exigências e aspectos para a entrada de novas empresas
As duas maiores bolsas do mundo
NYSE Euronext
NASDAQ OMX
-Supervisão e controle
-Sociedade Anônima de Capital aberto ou fechado
Ações
-Ordinárias
-Preferenciais
-Ibovespa
-Índices setoriais
-Índices de Sustentabilidade Empresarial
Fatores que afetam o mercado e os negócios
-PIB
-Crescimento Econômico
-Taxas de juros e câmbio
-Crises econômico-financeiras
Início – 2001 – Bolha da Internet ou Crise das “ponto.com”
-> Supervalorização das empresas de tecnologia e internet.
-> Problema: propósitos eram irreais e suas perspectivas, infundadas,
projetando ganhos que não se mostraram possíveis com o passar do tempo
-> Resultado: as ações despencaram, as empresas faliram e milhares de investidores perderam milhões e milhões de dólares.

Solução: retirar o foco dos investimentos -> Juros baixos no mercado imobiliário + facilitação de empréstimos.
->Clientes subprime -> Refinanciamento de hipotecas com bancos com a casa como garantia.
-> Os bancos vendem os títulos para outros bancos.
-> Lei da oferta e da procura: elevação das taxas de juros -> inflação -> aumento dos preços.
-> Calotes -> crise bancária -> perda de confiança -> abalo global.
Média Trimestral do IBOVESPA em 2008
Período Média – Fechamento Média – Variação
1º Trimestre 61.192 -0,05%
2º Trimestre 67.501 0,12%
3º Trimestre 58.192 -0,37%
4º Trimestre 37.064 -0,32%

A Crise no Brasil
“Os números não deixam dúvidas. O mercado global viveu ontem o dia mais sangrento desde o auge da crise que eclodiu em setembro de 2008. As quedas foram generalizadas, com exceção, ironicamente, do ativo que provocou a confusão (os títulos do Tesouro dos Estados Unidos) e do ouro, que renovou a cotação recorde (US$ 1.720 a onça).
O Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) desabou 8,08%, maior perda desde 22 de outubro de 2008. (...)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que "o Brasil está preparado, mas não está imune à crise". Ele garantiu que o governo vai apertar as contas públicas.
O foco desta crise é justamente a dúvida de investidores sobre a capacidade de os países ricos honrarem suas dívidas. Em algumas situações, a desconfiança aparece já no curto prazo (casos de Espanha e Itália). Em outros, o temor está no médio e longo prazos (casos de EUA e França). (...)” Reportagem – Estadão – 2011.
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