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Atividades Físicas e Esportivas inclusivas para pessoas com deficiências visuais

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by

Otávio Rodrigues

on 4 November 2015

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Transcript of Atividades Físicas e Esportivas inclusivas para pessoas com deficiências visuais

ATIVIDADES FÍSICAS E
ESPORTIVAS INCLUSIVAS
PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIAS VISUAIS

Existem diferentes termos para designar pessoas com Cegueira ou com Deficiência Visual, além dos termos usados para classificá-las no que se refere ao percentual de visão remanescente
No meio esportivo ou no meio ducacional, os termos Pessoas Cegas, Cegos, essoa com Baixa Visão ou Visão Subnormal, deficientes Visuais, Portador de Deficiência Visual, são comumente usados.
Conceituam-se as pessoas que apresentam cegueira como sendo aquelas que não conseguem definir objetos colocados à distância de um palmo à frente de seus olhos.
Já as pessoas com Deficiências Visuais, ou simplesmente chamadas de DV, são aquelas que têm visão parcial, podendo distinguir objetos de acordo com a distância e posição em determinado ambiente, sempre na presença de luz.
ABORDAGENS SOBRE DEFICIÊNCIAS VISUAIS E CEGUEIRA
Essa forma de classificação é denominada de classificação
médica, a qual é importante
para a compreensão das diferenças entre esses dois grupos de pessoas.
Na classificação educacional, são utilizados os termos “cego” e “baixa visão”, sendo pertencentes ao grupo de cegos as pessoas que têm uma acuidade visual menor que 3/60 metros.
Acuidade visual:

significa a capacidade de se perceber o ambiente como um todo, distinguindo-se os detalhes a partir da relação entre o tamanho dos objetos e a distância que eles estão localizados.
Outro ponto importante a ser mencionado nessa caracterização da cegueira e DV é quanto ao período de iniciação ou instalação dela, uma vez que a deficiência pode ser denominada de congênita ou adquirida.
Quando a visão é realmente nula, isto é, não há percepção luminosa, é porque não existe nem acuidade visual e nem campo visual funcional.
O termo “baixa visão” é usado para aquelas pessoas que apresentam acuidade visual variando entre 6/18m e 3/60m. Esses indivíduos apresentam uma limitação em sua acuidade visual, mesmo após a melhor ou máxima correção visual, como por exemplo, o uso de lentes corretivas.
Uma pessoa é considerada cega quando, após a melhor correção óptica do seu “melhor olho”, estiver posicionada exatamente a 60m, juntamente de quem tem uma visão nítida, e conseguir perceber somente os objetos colocados à distância de 3m.
INTRODUÇÃO
Na classificação educacional
Obrigado!!
No meio esportivo existem três grandes grupos, a saber: B1, B2 e B3. A letra B, que antecede os números 1, 2 e 3, vem da palavra inglesa Blind, que em português significa cego.
Classificação esportiva
Os atletas considerados B1 são aqueles que apresentam cegueira, podendo ter percepção luminosa e de vultos, sem identificar objetos à distância de um palmo de seus olhos.
B2
Os atletas da classe B2 são aqueles que apresentam visão parcial, considerando tanto a acuidade visual quanto o campo visual.
B3
A última classe esportiva, a B3, compreende os indivíduos que têm um campo visual variando entre 50 e 200, e uma acuidade visual entre 2/60m e 6/60m.
B1
ORIENTAÇÕES BÁSICAS DE CONDUTAS
DURANTE AULAS INCLUSIVAS
ALGUMAS LIMITAÇÕES QUE PODEM ACOMETER CRIANÇAS CEGAS OU DV
As pessoas com cegueira ou com DV poderão apresentar defasagens no que diz respeito ao desenvolvimento social, afetivo, cognitivo e psicomotor, quando comparadas a indivíduos sem deficiências visuais da mesma faixa etária.
Geralmente, essas defasagens ocorrem devido à diminuição nas experimentações dos objetos concretos e também devido a relacionamentos inadequados, sejam familiares ou sociais, bem como às intervenções educacionais pouco apropriadas a cada criança.
Benefícios de uma boa prática orientada
formação e melhoria da imagem corporal e cinestésica;
equilíbrio;
postura adequada;
aumento da mobilidade e independência;
desenvolvimento da expressão corporal e facial;
aquisição de coordenação motora e movimentos de lateralidade;
socialização e desenvolvimento de tarefas coletivas.
As pessoas com deficência visual, ao praticarem tanto a Educação Física quanto os esportes, sejam estes inclusivos ou não, podem conquistar alguns benefícios, tais como:
É interessante relembrar que a percepção tátil não substitui por completo a percepção visual. Porém, deve-se possibilitar ao máximo que o aluno manuseie todos os objetos esportivos usados nas aulas, a fim de aumentar as informações pertinentes ao todo que envolve a tarefa específica.
Algumas crianças cegas ou DV podem apresentar dificuldades para compreender o objeto (visualmente percebido) somente através da palavra falada, dificultando, assim, a formação e até levando à utilização errônea de alguns conceitos.
Tenha sempre uma anamnese de seus alunos e
informe-se sobre o tipo de deficiência de cada um
Conduza o seu aluno cego ou DV, oferecendo-lhe
o braço. Ele deverá segurar acima do seu cotovelo
e caminhará a meio passo atrás de você.
Use todas as pistas do ambiente para facilitar o deslocamento do aluno de modo independente.
Dirija-se aos alunos pelo nome e não pelas suas características (marcas/rótulos/características individuais
Utilize maquetes e plantas baixas, em relevo, para apresentar aos alunos os modelos de quadras desportivas e instalações para Educação Física.
O professor tem o papel de mediador entre os alunos, buscando atividades que não evidenciem as limitações individuais.
Quando possível, utilize rodas para que todos ouçam melhor a informação dada.
ORIENTAÇÕES BÁSICAS DE CONDUTAS
DURANTE AULAS INCLUSIVAS
Forme equipes a fim de ter uma aula mais interativa e evitar exclusão de qualquer aluno, seja ele DV ou não.
Informe e discuta com os demais alunos da turma sobre a situação desse(s) colega(s) com deficiência
Trabalhe as questões relacionadas tanto à conduta correta quanto ao pré-conceito da sociedade/escola.
Crie materiais ou adapte os comuns para facilitar o manuseio pelo aluno com cegueira ou DV.
Acredite e proponha um trabalho interdisciplinar
Valorize o potencial remanescente de cada pessoa.
Considere-o(s) como aluno(s) importante e não somente como mais um.
Solicite auxilio da família e dos demais profissionais que lidam com esses alunos.
Procure aplicar o real conceito de inclusão, agindo adequadamente de acordo com cada situação que se apresentar.
Não tenha medo do novo, pois ele é sempre um
desafio a ser vencido e só depende do professor e
de iniciativas concretas da sociedade.
Orientação e Mobilidade (OM) das pessoas DV
Caracteriza-se por oferecer orientações sobre a posição do corpo do aluno em relação aos objetos. Sendo muito valioso para sua independência e locomoção e também para a realização das atividades de vida diária
A escola deve oferecer uma estrutura arquitetônica que seja adequada para o deslocamento de alunos com cegueira ou com DV, ou seja, ela deve garantir a acessibilidade desses alunos em todo o ambiente escolar.
É um conjunto de situações que auxiliam e permitem às pessoas cegas ou com baixa visão se deslocarem com maior segurança em diferentes ambientes, sejam eles abertos ou fechados.
Pode ser dada de forma direta ou indireta. Denomina-se forma direta quando a própria pessoa obtém uma informação do ambiente, por meio da cinestesia, ou seja, ela toca os objetos. Um exemplo claro de orientação direta é o uso da bengala para se guiar numa rua ou num ambiente escolar. A orientação é indireta quando são fornecidos outros tipos de informações, como por exemplo, a sonora ou olfativa, para a pessoa perceber o ambiente.
Orientação e Mobilidade (OM) das pessoas DV
Pode ser dada de forma direta ou indireta.
Denomina-se forma direta quando a própria pessoa obtém uma informação do ambiente, por meio da cinestesia, ou seja, ela toca os objetos. Um exemplo claro de orientação direta é o uso da bengala para se guiar numa rua ou num ambiente escolar.
A orientação é indireta quando são fornecidos outros tipos de informações, como por exemplo, a sonora ou olfativa, para a pessoa perceber o ambiente.
Orientação e Mobilidade (OM) das pessoas DV
O profissional deve, portanto, apresentar sempre informações claras sobre a tarefa ou atividade que o aluno irá realizar, fornecendo-lhe, quando possível, subsídio para facilitar a concretização da tarefa, ou seja, demonstrando de forma tátil o que está sendo solicitado.
Orientação e Mobilidade (OM) das pessoas DV
Atletismo
Para os cegos e DV existem os seguintes “Esportes Paraolímpicos”:
Ciclismo;
Futebol para Cegos (ou de Cinco);
Goalball;
Hipismo;
Judô;
Natação;
Powerlifting;
Xadrez.
Remo;
Esqui Alpino
Conclusão
É possível desenvolver aulas no mesmo espaço, tanto para as pessoas sem deficiências visuais quanto para pessoas cegas ou DV;
A Educação Física e as Atividades Esportivas podem ser desenvolvidas em ambiente inclusivo, porém os Esportes Adaptados geralmente ocorrem de forma exclusiva, ou seja, são praticados só por pessoas com deficiências obedecendo a classificação funcional para cada modalidade.
OLÁ!!
ALGUMAS ATIVIDADES ESPORTIVAS PARA PESSOAS CEGAS OU DV
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