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Identidade- Subjetividade Movimentos Sociais

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on 7 April 2014

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Identidade está fortemente incorporado aos estudos sobre a ação coletiva, sendo inclusive, considerado um mecanismo central dos conflitos políticos ;
*processos os identitários verificados a partir da ação coletiva;
*De forma geral, o conceito identidade está relacionado a uma série de questões trazidas pelas
teorias dos movimentos sociais: a formação e o desenvolvimento da ação coletiva, os processos de
recrutamento e participação, a manutenção do envolvimento dos participantes nas organizações, a
participação a partir da dimensão pessoal e dos significados construídos pelos próprios participantes,
os significados culturais e socialmente veiculados pelos movimentos (POLLETTA & JASPERS,
2001, p. 284).

Movimentos- Etnicos
Constituídas por sujeitos excluídos de diversas formas;
*MS revelam-se verdadeiros campos de luta pela inclusão político-econômica-cultural.
*70, uma nova compreensão por parte de seus analistas. Caracterizados como uma nova forma de se fazer política, eles se constituíram num dos objetos mais interessantes das ciências humanas, objetivando microrrevoluções a partir da cotidianidade de seus atores.
Questões como autonomia, democracia interna, emancipação, construção de identidades políticas, marcavam o perfil dos novos movimentos sociais (NMS), que viviam a utopia da sociedade mais justa, num movimento de reafirmação da dignidade humana. A solidariedade comunitária era vivida na práxis cotidiana, desde o plano singular, a partir de uma visão de mundo mais diversificada, incorporando a autocrítica, e se constituindo numa forma concreta de resistência à opressão da sociedade cada vez mais globalizada ( Professora do Departamento de Psicologia da UFSC, e doutoranda em Psicologia Social )

Movimentos Sociais
Existem três momentos nos estudos sobre relações raciais no Brasil. O primeiro do início do século, tendo como principal expoente Gilberto Freyre, afirmava que os negros eram inferiores biologicamente e daí a justificativa por terem sido escravizados. Num segundo momento, em meados do século XX, alguns estudiosos mais progressistas, entre eles, Florestan Fernandes, Otavio Ianni e Fernando Henrique Cardoso declaravam que os negros não eram inferiores biologicamente, mas por terem sido escravizados acabaram ficando subalternizados e considerados segmentos inferiores. Conforme acepção de Florestan Fernandes, os negros passariam a se integrar de forma tardia na sociedade de classes e a desigualdade racial seria sanada com o desenvolvimento do capitalismo. Já a terceira geração afirma que o quadro de desigualdade do povo negro deve-se à discriminação racial expressa no cotidiano das relações sociais e não apenas pelo fato do negro ter sido escravo e o branco escravizador (BENTO, 1999, p. 70). 12 É Gilberto Freyre (1975) quem retoma a idéia utópica de paraíso racial na sociedade brasileira, dando-lhe uma conotação científica. Tal concepção não admite que a raça seja um dos elementos que justifica os problemas sociais. 13 Para Telles (2003), a cor no Brasil é utilizada “[...] para expressar uma
combinação de características físicas, inclusive a cor da pele, o tipo de cabelo, a forma do nariz e dos lábios, sendo que os traços físicos das categorias não-brancas normalmente possuem conotações negativas. [...] tal como o termo raça, a cor de uma pessoa no Brasil normalmente carrega conotações sobre o valor e o status comuns às ideologias raciais em outras partes do mundo” (p. 104). P.259
.

*Segundo LAKATOS (1985) “os movimentos sociais derivam das insatisfações e das contradições existentes na ordem estabelecida, originam-se em uma parcela da sociedade global e apresentam certo grau de organização e de continuidade”.

*THOMPSON (1984) conceitua movimento social como “mobilização e organização das pessoas, ao redor de uma ação coletiva – elementos essenciais da cultura e do modo de vida das pessoas/ patrimônio cultural/ organização social”. Daí os mesmos serem considerados fenômenos essenciais aos processos de mudança das instituições da sociedade. Tem suas origens no conflito social ou mesmo nos desequilíbrios socais.

Identidade- Subjetividade- Movimentos :Genero
Movimentos sociais em suas relações de classe, gênero e étnico-raciais no Brasil: Identidade e Subjetividade na constituição dos movimentos societários
Alunas: Eliane, Marciane e Giulliane
Gênero: Auad (2006, p. 20-22) coloca que sexo e gênero não são a
mesma coisa, apesar de se relacionarem. E o gênero aparece nessa concepção
como “um conjunto de ideias e representações sobre o masculino e o feminino”, ou seja “o gênero é uma construção biológica” que vem a partir dos fatores genéticos e
não com eles.
A construção de uma identidade coletiva se faz pela unificação das diferenças em torno de um projeto em comum;Como questão seminecessária, a identidade é eficaz no campo da política, como força unificadora do coletivo, produzindo
sentimentos de pertença, reafirmando a dignidade de
uma determinada categoria, através daquilo que é partilhado
er extremamente eficaz na luta e no enfrentamento em situações de conflito, onde se utiliza o “nós” como afirmação e
positividade, ou seja, como força política

Movimentos de Genero
movimentos sociais não são invenções das classes populares, dos capitalistas ou mesmo de intelectuais, eles nascem da insatisfação por parte de determinada classe ou grupo social. Significa uma rebeldia coletiva, um protesto diante do confronto ideológico entre um e outro segmento social. Tomam medidas de mudança tomadas pelas sociedades em conjuntos concordantes que podem causar revoluções na realidade dos indivíduos


Sob este aspecto, a organização da sociedade civil, as manifestações populares e os movimentos sociais, principalmente aqueles que assumem uma posição mais emancipatória, que lutam pela transformação social, pelo fim da exclusão e das injustiças sociais, confrontam-se com a lógica capitalista e a difusão do projeto neoliberal
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