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Universidade Federal de Alagoas – UFAL Instituto de Química

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Bruna Granja

on 3 June 2014

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Transcript of Universidade Federal de Alagoas – UFAL Instituto de Química

Universidade Federal de Alagoas – UFAL
Instituto de Química e Biotecnologia – IQB

ATAQUE À PELE
Química na Sociedade
INTRODUÇÃO
Os efeitos da luz solar sobre a pele humana
Raios Solares
A profundidade da pele
Injeção de bronzeado
Vermelho rubro
Exposição excessiva


Vermelhidão ou eritema


Associada a queimaduras solares
SUMÁRIO
Introdução
Raios solares
A profundidade da pele
Injeção de bronzeado
Vermelho rubro
Autodefesa
Sombra engarrafada
FPS: Fator de Proteção Solar
O câncer de pele
Conclusões
Bruna da Silva Granja


PROJETOS INTEGRADORES 7

Drª Cenira Monteiro de Carvalho
Trabalhadores, servos e escravos



Maior parte do seu tempo ao sol
Aristocratas


Pele branca



Posição de destaque
na sociedade
Revolução Industrial
Os trabalhadores, agregados em fábricas, passavam longos períodos em lugares fechados.
Levou embora a busca da palidez.
A industrialização barateou o custo da sombra e aumentou o preço da luz solar.
Quem tinha um bronzeado mostrava que tinha tempo livre e saúde para viajar aos locais onde pudessse tomar muito sol.
Outra versão da história...
Na alta sociedade européia, na década de
20, o chique era ter a tez branco-leite.

Somente pessoas simples, que trabalhavam
nos campos, eram bronzeadas.
Então, a estilista Coco Chanel, depois de um cruzeiro pelo Mediterrâneo, apareceu com um bronzeado dourado. Sempre ditando tendências, Chanel fez de sua cor a coqueluche do momento.
Hoje em dia, o sentido do bronzeado está intimamente ligado a tempo de lazer ou a férias.

Por que é que todo mundo consegue pegar um bronzeado melhor do que o meu?
• Será que possuem um tipo diferente de pele?
• Será que estão usando um bronzeador com algum tipo de fórmula mágica?
• Por que minha pele quase sempre fica vermelha e descasca?
O sol emite um amplo espectro de radiação eletromagnética, e a maior parte dela é muito nociva para os seres vivos. No entanto, grande parte da radiação nociva – raios cósmicos, raios X, ultravioleta (Tabela 1) – é absorvida pelas camadas superiores da atmosfera, principalmente pela camada de ozônio.
Ondas eletromagnéticas
A faixa ultravioleta é
normalmente dividida em sub-regiões:


UV-C Variam de 200 a 290nm. Essa radiação é nociva aos tecidos vivos. Pode matar organismos unicelulares e prejudicar a córnea dos olhos.

UV-B Variam de 290 a 320 nm. Provoca a vermelhidão associada às queimaduras do sol, sendo também um dos grandes causadores de alguns tipos de câncer de pele.

UV-A Variam de 320 a 400 nm e são os menos energéticos das três sub-regiões.
As células basais reproduzem células para a epiderme chamadas queratinócitos. Os queratinócitos, ao longo de sua vida, vão se aproximando cada vez mais da superfície externa devido ao surgimento constante de novos queratinócitos, provenientes da camada basal, que empurram os mais antigos.
Na pele não bronzeada, os queratinócitos medianos
levam de três a quatro semanas para migrar à camada basal da superfície
da epiderme.
Quando os raios UV-A ou UV-B atingem os melanócitos, eles emitem uma resposta, roduzindo um pigmento da pele chamado melanina (um polímero complexo), capaz de absorver radiação ultravioleta.
Primeiro estágio
Grânulos pálidos (desoxigenados) de melanina próximos à superfície da pele são transformados, pela luz ultravioleta, em cor escura (oxidada). Isso produz um bronzeado imediato — normalmente no prazo de uma hora — que desaparece dentro de um dia.
Nesse processo, novas quantidades de melanina são produzidas a partir da tirosina, um aminoácido abundante na proteína da pele. Esse segundo estágio de bronzeamento resiste por vários dias sem a necessidade de exposições posteriores ao sol.
Melanócito
Segundo estágio
Ação direta dos fótons ultravioletas sobre pequenos
vasos sanguíneos.
Liberação de compostos tóxicos de células epidérmicas danificadas.
As toxinas espalham- se pela derme, danificando os capilares e causando a vermelhidão, o calor, o inchaço e a dor.
Essa reação normalmente atinge o auge entre 12 e 24 horas.
Autodefesa
A pele acelera a produção de queratinócitos, o que torna a epiderme e o estrato córneo mais espessos. Essa conduta aumenta a taxa da descamação, até diversos dias após a queimadura.
Sombra engarrafada
FPS: fator de proteção solar
Dose Eritemal Mínima: depende da intensidade da radiação e do tempo de exposição.
O fator de proteção deve ser
proporcional à quantidade de luz UV
transmitida através da camada de
protetor sobre a pele.
O câncer de pele
Existem três tipos de câncer de pele:
o carcinoma da célula basal,
o carcinoma da célula escamosa e
o melanoma, que é o menos comum, porém o mais perigoso.
Conclusões
Pesquisas recentes indicam que mudanças na função do sistema imunológico da pele podem acontecer depois de uma única queimadura. O câncer de pele tem sido associado à exposição ao UV-B. Além disso, o excesso de radiação UV causa envelhecimento precoce – a pele torna-se coriácea e enrugada.
Alguns produtos são opacos e refletem
a radiação UV, como as pastas brancas que os salva-vidas costumam usar no rosto. Elas contêm pigmentos brancos refletores como o dióxido de titânio (TiO2) e o óxido de zinco (ZnO).
Os agentes de proteção solar mais conhecidos são componentes orgânicos
sintéticos que bloqueiam seletivamente
a radiação UV mais prejudicial. Suas estruturas químicas usualmente incluem um anel benzênico substituído.
Ao se comparar o tempo necessário para produzir esse efeito eritemal mínimo sobre a pele desprotegida com o tempo necessário para produzi-la sobre a pele protegida com uma quantidade padrão de protetor solar, é possível definir o fator de proteção (FP) para um dado protetor.
FPS = Tpp/Tpd
Teste real: loções são aplicadas na pele das pessoas (
in vivo
) para determinar o fator de proteção.
As fontes preferidas de radiação solar são artificiais (lâmpadas de vapor de mércurio ou de gás xenônio)
FPS = Tpp/Tpd = 200s/25s = 8
Trabalhos recentes sobre epidermologia demonstraram que eventuais superexposições ao sol e queimaduras podem ser mais significativas do que a exposição contínua e o bronzeamento.
Apesar de não poder afirmar que o sol é o causador principal de graves problemas de pele, é necessário tomar os cuidados recomendados e proteger a pele a de se evitar eventuais danos.
Referência
QUÍMICA NOVA NA ESCOLA. Ataque à Pele N° 1, MAIO 1995
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