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LOGISTICA DE SUPRIMENTOS

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by

Lucibelle Fernandes

on 2 June 2015

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Transcript of LOGISTICA DE SUPRIMENTOS

Importância


O setor de Compras assegura o abastecimento das necessidades de insumos e materiais da empresa, garantindo seu funcionamento regular mas principalmente traz benefícios adicionais como qualidade assegurada, prazos, economia e lucratividade.
Seleção e Parceria com Fornecedores
O objetivo da função compras é conseguir tudo ao mesmo tempo: qualidade, quantidade, prazo de entrega e preço. Uma vez tomada a decisão sobre o que comprar, a segunda decisão mais importante refere-se ao fornecedor certo.

TRANSPORTE
O transporte é uma atividade totalmente perceptível na logística, e refere-se ao movimento de matérias-primas, produtos ou serviços de uma determinada origem até um destino final.
Pontos importantes na escolha dos fornecedores

Possuir tecnologia para fabricar o produto na qualidade exigida.
Ter a capacidade de produzir as quantidades necessárias.
Poder administrar seu negócio com eficiência suficiente para ter lucros e ainda assim vender um produto a preços competitivos.
OBRIGADO
Logística de Suprimento
É o processo que integra eficientemente fornecedores,fabricantes, depósitos e armazéns de forma que amercadoria seja produzida e distribuída na quantidade certa, para a localização certa, no tempo certo, de forma a minimizar os custos ao mesmo tempo que atinge o nível de serviço desejado.
Recebimento

O recebimento de uma empresa é mais bem compreendido com uma combinação de cinco Elementos principais:

Espaço físico.
Recursos de informática.
Equipamento de carga e descarga.
Pessoas.
Procedimentos normalizados.

LOGISTICA DE SUPRIMENTOS
EQUIPE:
ALLINE DE SENA GOMES - 21352726
ANDRESSA SURIANO DE FIQUEIREDO - 21201927
ARTHUR CASTRO PEDROSO - 21352102
CAMILA FRANCISCA GOMES OLIVEIRA – 21100804
GUILHERME IMAKAWA MONTEIRO DA PALMA - 21352719
JANDERSON MAUÉS DO NASCIMENTO - 21350142
LUCIBELLE FERNANDES DE SOUZA - 21352716
SAARIANE ARRUDA BASTOS - 21354535
WILZA GREICY DE MACEDO CONDE - 21354538

Atribuições básicas do recebimento
Coordenar e controlar as atividades de recebimento e devolução de materiais.
Analisar a documentação recebida.
Controlar os volumes declarados na Nota Fiscal.
Proceder a conferência visual.
Proceder a conferência quantitativa e qualitativa.
Decidir pela recusa, aceite ou devolução.
Liberar o material.
O conceito de compras envolve todo o processo de localização de fornecedores e fontes de suprimentos. Nisso consiste:
Aquisição de material;
Meio de negociação de preço;
Acompanhamento do processo;
Recebimento de material;
Fornecimento das especificações solicitadas.
COMPRAS
Objetivos do Setor de Compras

O Setor de compras é considerado um centro de custo, pode trazer consideráveis economias, vantagens e lucros para a empresa. Sendo assim uma organização bem administrada deve saber produzir, vender e, sobretudo, comprar bem.
Perfil Profissional


O comprador tem que estar preparado para atender e entender o mercado. Ser criativo e inovador, disposto a desafios, mudanças e adequações.
Atividades básicas desenvolvidas pelo Profissional:
1. Cadastro;
2. Processo de compras;
3. Diligenciamento.
Preço;
Qualidade;
Serviço;
Resumindo-se em três características básicas:
Estratégia de Negociação
Após identificar o que comprar, quanto e com quem, é preciso ainda estar atento as negociações que podem aparecer ou serem expostas para o fornecedor.

É necessário identificar os interesses:
Convergentes;
Conflitantes;

Objetivos e resoluções de impasses
Objetivo geral:
Sucesso nas negociações como um todo.
Objetivo específico:
Espera-se que os impasses (conflitos) surgidos na negociação sejam superados de forma estratégica, propiciando ganhos em maior escala para a empresa em que se trabalha.

Algumas iniciativas com base da experiência de alguns negociadores e que tem dado resultados positivos são:
Tornar o ambiente da negociação o mais acolhedor possível.
Oferecer opções.
Mostrar que efetivamente ouve.
Mudar o local do encontro.
Processos de compras: Etapas

Dentro desse processo existem etapas que necessariamente devem ser cumpridas, já que estamos falando de uma atividade cíclica repetitiva.
Solicitação de compras;
Consulta a fornecedores;
Análise das propostas;
Emissão do documento contratual;
Diligenciamento acompanhado de fornecimento;
Recebimento efetivo dos materiais.
Este processo, por se tratar de atividades repetitivas, pode ser continuamente aperfeiçoado e melhorado o que ocasiona uma eficiência cada vez maior.
Principal Objetivo
Seu principal objetivo é disponibilizar veículos para que os processos de abastecimento e distribuição ocorram operacionalmente e estrategicamente conforme as vendas e as necessidades planejadas e preestabelecidas.
Características de produtos:
Os produtos podem ser eles :

Remessas com bagagem
Peças de reposição.
Produtos Eletrônicos.
Mercadorias perecíveis.
Brindes.
Medicamentos.
Amostras.
Derivados do Petróleo.
Derivados de Minério.
Gases.
Grãos.

Escolha de Modais
Uma de suas atribuições e responsabilidades para o setor de transporte é definir qual o melhor modal para que o produto seja enviado.ao seu destino final.
Modais de Transportes
Marítimo:
Considerado como o mais lento de todos.
Ferroviário
:  é conhecido como todo transporte de pessoas ou produtos/materiais .
Dutoviário:
esta modalidade de transporte não apresenta nenhuma flexibilidade.
Rodoviários:
caracteriza-se pela simplicidade de funcionamento, este se destaca por oferecer o transporte de diversos tipos de cargas e até transporte de pessoas.
Aéreo:
Considerado o mais rápido de todos e também o mais caro.
Armazenamento
O armazenamento de materiais te a finalidade de suprir as necessidades de vendas da empresa e serve também para amortecer as incertezas quanto às entradas de insumos e as incertezas quanto às saídas de produtos acabados (CHIAVENATO, 2005).
CODIFICAÇÃO DE ARMAZENAGEM
A CODIFICAÇÃO DE MATERIAIS É UTILIZADA POR DIVERSAS EMPRESAS QUE LIDAM COM UMA GRANDE QUANTIDADE DE ITENS EM ESTOQUE, E SERVE PARA FACILITAR A LOCALIZAÇÃO DOS MATERIAIS/PRODUTOS NO ARMAZÉM.
Classificação dos itens
Os itens em estoque podem ser classificados em:
Catalogação;
Simplificação;
Especificação;
Normalização;
Padronização;
Codificação.
Codificação de Materiais

Codificação significa a apresentação de cada item por meio de um código contendo as informações necessárias e suficientes por meio de números e/ou letras. Os sistemas de codificação mais utilizados são:

Alfabético;
Numérico;
Alfanumérico.
Codificação Alfabética
O sistema alfabético codifica os materiais com um conjunto de letras, cada qual identificando determinadas características e especificações.
Exemplo:
P
- pregos
P/AA
– Pregos de 3 centímetros.
P/AB
– Pregos de 4 centímetros.
P/AC
– Pregos de 5 centímetros.
Codificação Numérica
O sistema numérico é mais utilizado nas empresas pela sua simplicidade, facilidade de informação e ilimitado número de itens que consegue abranger.

Codificação Alfanumérico
E o sistema alfanumérico é uma combinação de letras e números e abrange um maior número de itens.
Movimentação de Materiais

Segundo MEYERS, podemos entender a movimentação de materiais como: “combinação de métodos e processos, capazes de movimentar toda a mercadoria, matéria-prima e produto final, para o lugar certo, com a quantidade específica e em tempo correto, numa sequência definida pelo layout da fábrica.”
Equipamentos utilizados para movimentação dos materiais

Empilhadeira elétrica:
Locais fechados
Espaços pequenos
Torre de elevação
Aumenta capacidade de estocagem em prateleiras.
Equipamentos Utilizados
Equipamentos utilizados
Técnicas para Movimentação de Materiais
Forma segura e eficiente.
Local certa, hora certa, quantidade certa e sem danos ao produto.
Automação do processo de movimentação pode aumentar a lucratividade.
Espaço disponível na organização para armazenagem e deslocamento.
Unitização das cargas: desenvolvimento de modernos sistemas de movimentação; reúne volumes isolados em uma única unidade de carga.
Unitização das cargas em Paletes
Vantagens da Unitização ou Paletização
Redução drástica nas avarias de produtos.
Redução no roubo de cargas.
Padronização de embalagens e equipamentos.
Aumento da eficiência de carga e descarga.
Aperfeiçoamento de controle de estoque.
Otimização de mão-de-obra.
Agilização e melhoria do fluxo logístico total.
Classificação ABC de Materiais
Princípio de Pareto ou Regra 80-20
Ferramenta para gerenciamento de estoques
Vários critérios podem ser utilizados para análise como, por exemplo, a rotatividade e o custo de fabricação dos produtos
Identificação dos itens mais importantes
Classificação dos Itens
Classe A: ± 20% dos itens com ± 80% de grau de importância

Classe B: ± 30% dos itens com ± 15% de grau de importância

Classe C: ± 50% dos itens com ± 5% de grau de importância

ESTOQUE
“Estoque é a composição de materiais – MPs, materiais em processamento, materiais semi-acabados, materiais acabados, PAs – que não é utilizada em determinado momento na empresa, mas que precisa existir em função de futuras necessidades. Assim, o estoque constitui todo o sortimento de materiais que a empresa possui e utiliza no processo de produção de seus produtos/serviços” (CHIAVENATO, 2005, p. 67).
Os estoques podem ser classificados :
Estoques de matérias-primas (MPs);
Estoques de materiais em processamento (ou em vias);
Estoques de materiais semi-acabados;
Estoques de materiais acabados (ou componentes);
Estoques de produtos acabados (PAs);
“Todo material estocado gera custos, aos quais denominaremos custos de estoques ou custos de estocagem. Os custos de estoques dependem de duas variáveis: a quantidade em estoque e o tempo de permanência em estoque. Quanto maior a quantidade e quanto maior o tempo de permanência, tanto maiores serão os custos de estoque” (CHIAVENATO, 2005, p. 92).
A avaliação dos estoques
Avaliação pelo custo médio:
é o método de avaliação usado com maior frequência.
Avaliação pelo método PEPS (FIFO)
: é feita pela ondem cronológica das entradas
Avaliação pelo método UEPS (LIFO):
A saída do estoque é feita pelo preço do último lote a entrar no almoxarifado.
Avaliação pelo custo de reposição:
é o custo de reposição do estoque que ajusta a avaliação financeira dos estoques.
DIMENSIONAMENTO:
“Dimensionar o estoque significa estabelecer os níveis de estoque adequados ao abastecimento da produção sem resvalar nos dois extremos de excessivo estoque ou de estoque insuficiente. ” (CHIAVENATO, 2005, p. 72).
Os principais problemas identificados no tratamento de incertezas e no dimensionamento de estoque de segurança são:


Estoque de segurança baseado no feeling , sem qualquer parametrização;
• Utilização da meta de vendas como previsão de demanda;
• Utilização de uma porcentagem da demanda no lead time;
• Antecipação de pedidos de ressuprimento.
1. Variações entre demanda real e sua previsão são inevitáveis. Praticamente sempre haverá um erro de previsão.
2. Atrasos no ressuprimento de produtos e matérias-primas afetam diretamente a gestão de estoques. A construção de uma base de dados é necessária para medir a incerteza do lead time.
3. Também, a quantidade recebida de um pedido a menor, se não houver tempo de colocação de um novo pedido, afeta a gestão de estoque.
As principais fontes de incertezas para o processo logístico e suas formas de mensuração:
Análise de casos
SOBRE A UNILEVER

Presente há 85 anos na vida dos brasileiros, a Unilever é uma companhia anglo-holandesa que produz bens de consumo em 190 países, nas categorias de cuidados pessoais, alimentos, limpeza, refreshment (bebidas de soja e sorvetes) e alimentação fora do lar
Além da sede administrativa, em São Paulo (SP), temos nove fábricas em quatro estados – São Paulo, Minas Gerais, Pernambuco e Goiás – e mais de 20 centros de distribuição nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul. Mais de 90% da nossa produção local é voltada para o mercado interno.
PRESENÇA
No mundo 
»» Operações em 190 países 
»» Mais de 400 marcas, 14 das quais capazes de gerar mais de 1 bilhão de euros em vendas por ano.
»» 2 bilhões de pessoas usam ao menos um produto da Unilever por dia .
»» 171 mil funcionários. 
»» 160 mil fornecedores. 
»» 252 fábricas. 
»» Liderança de mercado em sete categorias: temperos, chás, maionese e margarinas, molhos, sorvetes, cuidados para a pele e desodorantes.
No Brasil
»» 9 fábricas em quatro estados (SP, MG, GO e PE). 
»» 200 produtos consumidos por segundo. 
»» 86% dos lares impactados por nossos produtos ao mês (e 100% ao ano).
»» Mais de 13 mil funcionários. 
»» Cerca de 6 mil fornecedores.
Logística de suprimento das Companhias Aéreas
HUB - O centro de logística de uma empresa aérea.

Plataforma giratória de voos/centro de conexão são aeroportos utilizados por uma companhia aérea como ponto de conexão para transferir seus passageiros para o destino pretendido. É parte do sistema no qual viajantes em trânsito entre aeroportos que não são servidos por voos diretos trocam de aeronave para continuar sua viagem ao destino final.
Linha aérea, companhia aérea ou empresa aérea, é uma empresa que presta serviços de transporte aéreo, transporte de passageiros, mercadorias ou mala postal.

COMPRAS e FORNECEDORES
A maior parte das compras são feitas pelo centro administrativo da azul em Campinas.
BR – fornecedora de combustível.
Quality /suwports - carregamento e comissária e limpeza.
Velho arthur/manaura taxi - Transporte de clientes e tripulação.
Tropical hotel – hospedagem tripulação, clientes e funcionários.
Casa do pão de queijo -
Outras companhias – acomodação.
Empresas de transporte terrestre – acomodação.
Compras diversas: vestido de casamento, malas...
Infraero – aluguel de finger, transporte terrestre (translado tripulação da aeronave para o desembarque).
Bagagens Locais:
São bagagens de passageiros que desembarcam no próximo destino do voo e não seguem para nenhum outro voo da mesma Cia.
Bagagens Transito:
São bagagens de passageiros que seguem no mesmo numero de voo para um destino diferente.
Bagagens Conexão
: São bagagens de passageiros que seguem em voos de diferentes números independente da aeronave ou destino.
A IMPORTÂNCIA DA SELEÇÃO DE FORNECEDORES NO PROCESSO DE COMPRAS. Disponível em < http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe_artigo/277> Acessado em 30 de Maio de 2015.
ALT, Paulo Renato Campos; MARTINS, Petrônio Garcia. Administração de materiais e recursos patrimoniais. 3ª ed. ver. e atualizada. São Paulo: Saraiva, 2009.
CHIAVENATO, Idalberto. Administração de materiais: uma abordagem introdutória. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 8ª ed.
ECONOMIE D’ENTREPRISE. Disponível em: < http://www.oeconomia.net/private/cours/fonctionachatslogistique.pdf > Acesso em 20 de maio de 2015.
FURASTÉ, Pedro Augusto. Normas técnicas para o trabalho científico: explicitação das normas da ABNT. 17ª ed. Porto Alegre: Dactilo Plus, 2013.
GESTÃO ESTOQUES NA CADEIA DE SUPRIMENTOS. Disponível em < http://www.techoje.com.br/site/techoje/categoria/detalhe_artigo/742 > Acessado em 30 de Maio de 2015.
KELLER, Kevin Lane; KOTLER, Philip. Administração de marketing. 14ª ed. São Paulo: Pearson Education Brasil, 2012.
SIMCHI-LEVI, David. Cadeia de suprimentos: projeto e gestão. David Simchi-Levi, Philip Kaminsky e Edith Simchi-Levi. trad. Marcelo Klippel. Porto Alegre: Bookman, 2003.
SOBRAL, Filipe; PECI, Alketa. Administração: teoria e prática no contexto brasileiro. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2008.
RECEBIMENTO DE MATERIAIS. Disponível em < https://logisticaatual.wordpress.com/2010/06/03/recebimento-de-materiais/ > Acessado em 30 de Maio de 2015.
UMA ANÁLISE DA CADEIA DE RELACIONAMENTOS ENTRE FORNECEDOR/EMPRESA: O CASO DE UMA INDÚSTRIA DO SETOR METAIS DA ZONA DA MATA MINEIRA. Disponível em: < http://www.ead.fea.usp.br/Semead/10semead/sistema/resultado/trabalhosPDF/87.pdf > Acesso em 22 de maio de 2015.
REFERENCIAS
GESTÃO DE FORNECEDORES
No Brasil, mantemos relacionamento com cerca de 6 mil empresas, de diferentes portes e setores, instaladas em distintas regiões do País. Ela ocorre em três níveis: nacional (Brasil), regional (América Latina) ou global, sendo a maioria das grandes negociações realizada pela Unilever’s European Supply Chain Company (USCC), na Suíça.
Nossos fornecedores são divididos em três categorias: de itens produtivos (ou seja, de materiais que são usados na fabricação de nossos produtos, como ingredientes e embalagens); de itens não produtivos (materiais de escritório, por exemplo); e logísticos, que atuam no transporte de matérias-primas e na distribuição de produtos acabados.
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