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LESÃO DOS NERVOS INTERCOSTOBRAQUIAL, TORÁCICO-LONGO E TORACO

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on 22 November 2013

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Transcript of LESÃO DOS NERVOS INTERCOSTOBRAQUIAL, TORÁCICO-LONGO E TORACO

LESÃO DE NERVOS DURANTE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA TRATAR O CÂNCER DE MAMA
LESÃO DE NERVOS DURANTE PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS PARA TRATAR O CÂNCER DE MAMA
Bianca Gomes Mazzoni
Caio Neves Fagundes
Caio Renato Alcântara Mota
Camila Azevedo Versiani
Camila Carvalhais Costa
Camila Costa Mazoni Mendes
Carlos Alberto Pilan Neto
Carlos Henrique
Caroline Caldeira Hosken
Carolina Martinelli
Caroline Braga Sales
Cauê Appendino Amaral
Cezar Gouvea
Chaim Emmanuel Jorge Villar
Fabricio Martins
Nervo Tóracodorsal
• Anatomia: origina-se no fascículo posterior do plexo braquial e segue ao longo da parede axilar posterior até o músculo latíssimo do dorso, que é inervado por ele. Esse músculo possui como funções a rotação medial e adução do braço.

• Lesão: o músculo latíssimo do dorso sofrerá paralisia, resultando em fraqueza para aduzir e realizar rotação interna no ombro.
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Faculdade de Medicina
22 de novembro de 2013
O Câncer de Mama
• No Brasil, o câncer de mama representa a neoplasia maligna primária de maior incidência entre as mulheres.

• A abordagem terapêutica do câncer de mama envolve a cirurgia, radioterapia, quimioterapia e hormonioterapia.

• O câncer mamário é, na maioria dos casos, tratado cirurgicamente de acordo com o estadiamento clínico na ocasião do diagnóstico.
Quadrantes da mama e suas respectivas taxas de incidência do câncer de mama.
Linfonodos axilares a serem extraído por meio da Linfadenectomia Axilar (LA)
Comparação entre a Linfadenectomia Axilar (LA) e Biópsia do Linfonodo Sentinela.
Operações Não Conervadoras
Mastectomia Radical

Mastectomia Radical Modificada

Mastectomia Dupla
Operações Conservadoras
Quadrantectomia.

Linfadenectomia Axilar (LA)

Quadrantectomia com biópsia do linfonodo sentinela
Tratamento Cirúrgico do Câncer de Mama
O tratamento cirúrgico para o câncer de mama compreende operações não conservadoras e conservadoras.
Elementos da mama que serão retirados durante o processo de Mastectomia Radical.
Componentes da mama que serão retirados no procedimento de Mastectomia Radical Modificada, sendo os músculos peitorais preservados.
• Complicações mais comuns: linfedema, infecção da ferida operatória e dor crônica pós-cirúrgica.

• Síndrome Dolorosa Pós-Mastectomia (SDPM).
Complicações Inerentes à Intervenção Cirúrgica
• Anatomia: deriva de ramos cutâneos laterais dos segundo e terceiro nervos intercostais e penetra na axila 1 a 2 centímetros anteriormente ao trajeto do nervo torácico longo, na linha axilar média. Após curto trajeto na base da axila, divide-se em dois ou três ramos.

• Lesão: são referidos pelas pacientes alodinia, disestesia, parestesia e anestesia.

Nervo Intercostobraquial
Nervo Torácico Longo
• Entre as complicações cirúrgicas da LA, encontra-se a lesão do nervo torácico longo.

• Anatomia: se origina do ramo anterior de C5 à C7, podendo ter contribuição de C8. Trata-se de um nervo puramente motor que inerva o músculo serrátil anterior.

• Lesão: resulta em paralisia do músculo serrátil anterior; sendo, neste caso, relatada pela paciente dor no ombro em repouso e identificada ao exame físico presença de escápula alada.
Nervos Peitoral Medial e Peitoral Lateral
• Anatomia: O nervo peitoral lateral origina-se no fascículo lateral do plexo braquial e perfura a membrana costocoracoide, seguindo até o músculo peitoral maior. O nervo peitoral medial origina-se no fascículo medial e perfura o músculo peitoral menor, inervando ambos os músculos peitorais. Esses dois nervos se comunicam através de um ramo denominado alça peitoral.
• Lesão: haverá fraqueza na adução e rotação medial do braço, em decorrência da paralisia do músculo peitoral maior.
Importância
• A frequência da síndrome dolorosa pós-mastectomia é alta, variando entre 20 e 50%.

• A presença da dor dificulta a realização de atividades cotidianas .

• Tratamento: medicamentos (analgésicos) ou programa de reabilitação física.
Referências Bibliog'ráficas
1. Maria Gaby Rivero de Gutiérrez; Michelle Manzoli Bravo; Daniella Cristina Chanes; Maria Claudia Rodrigues De Vivo; Gabriela Olbrich de Souza. Adesão de mulheres mastectomizadas ao início precoce de um programa de reabilitação. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-21002007000300 002&script=sci_arttext. Acesso em: 21 de novembro de 2013.

2. Thiago Bezerra Pereira; Anke Bergmann; Ana Carolina Padula Ribeiro; Júlio Guilherme da Silva; Ricardo DiasV; Maria Justina Padula Ribeiro; Luiz Claudio Santos Thuler. Padrão da atividade mioelétrica dos músculos da cintura escapular após linfadenectomia axilar no câncer de mama. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0100-72032009000500004&lang=pt. Acesso em: 21 de novembro de 2013
.
3. Tania Cursino de Menezes Couceiro, TSA; Telma Cursino de Menezes; Marcelo Moraes Valênça. Síndrome dolorosa pós-mastectomia - A magnitude do problema. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0034-70942009000300012&script=sci_arttext. Acesso em: 21 de novembro de 2013.

4. Erica Alves Nogueira, Anke Bergmann, Ellen da Paixão, Luiz Claudio Santos Thuler. Alterações Sensitivas, Tratamento Cirúrgico do Câncer de Mama e Nervo Intercostobraquial: Revisão da Literatura. Disponível em: http://www.inca.gov.br/rbc/n_56/v01/pdf/12_revisao_de_literatura_alteracoes_sensitivas_apos_cancer_m ama.pdf. Acesso em: 21 de novembro de 2013.
• Definição: dor crônica que se inicia após mastectomia ou quadrantectomia, localizada na face anterior do tórax, axila e/ou na metade superior do braço e que persiste por período superior a três meses após a operação.

• Tipos de dor neuropática resultantes dos procedimentos cirúrgicos para tratamento do câncer de mama:

Dor da mama fantasma
Dor Decorrente Da Presença De Neuroma
Dor por lesão de outros nervos
Neuralgia Do Intercostobraquial
Síndrome Dolorosa Pós Mastectomia (SDPM)
Nervos que podem ser lesados durante os procedimentos de retiradas do câncer de mama.
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