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EEs e EAs e motivação para aprender em AVAs_DEFESA

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Andrea Beluce

on 7 April 2014

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Transcript of EEs e EAs e motivação para aprender em AVAs_DEFESA

ESTRATÉGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM E MOTIVAÇÃO EM AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM
Profª Drª Katya Luciane de Oliveira

Andrea Carvalho Beluce

Método de Pesquisa
Ambiente Virtual de Aprendizagem - AVA
Identificar a possível relação existente entre as estratégias de ensino e de aprendizagem e a motivação para aprender dos estudantes em ambientes virtuais de aprendizagem.
Objetivo
Resultados
Sequência de comportamentos e/ou procedimentos realizados pelo aluno para alcançar uma determinada tarefa ou alcançar um objetivo acadêmico específico (MONEREO, 1990).
ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM
Muito obrigada!
Sala de aula virtual (SILVA, 2003).


Espaço online integrador de uma diversidade de dispositivos que proporcionam condições para o desenvolvimento dos processos de ensino e de aprendizagem (ALVES, 2009)
Referências
Orientadora
Orientanda
Estratégias de Ensino
Estratégias de Aprendizagem
Motivação para aprender
Ações/procedimentos, previamente planejados, que favorecem o desenvolvimento de ações cognitivas: a observação, a confrontação, a elaboração de hipóteses, a análise e a sintetização, entre outras, realizadas pelo aluno ao aprender (ANASTASIOU; ALVES, 2003) .
ESTRATÉGIAS DE ENSINO
TELEDUC
MOODLE
FIRSTCLASS
AULANET
Seres humanos são propensos ao desenvolvimento saudável e à autorregulação (DECI; RYAN, 2000; REEVE; DECI; RYAN, 2004).
Teoria da Autodeterminação
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA
CENTRO DE COMUNICAÇÃO, EDUCAÇÃO E ARTES
MESTRADO EM EDUCAÇÃO

Aprendizagem
Necessidades
psicológicas
Competência
Autonomia
Vínculo
Teoria da Autodeterminação
Objetivo Geral
Objetivos Específicos
a)Identificar junto aos professores/formadores as ferramentas interativas que consideram eficazes para e no desenvolvimento de estratégias de ensino em AVAs;

b)Buscar evidências de validade de um instrumento para avaliar a relação das estratégias de ensino, de aprendizagem e a motivação para aprender em estudantes que participaram de cursos em AVAs;

c)Identificar as estratégias de aprendizagem utilizadas pelos estudantes em ambiente virtual de aprendizagem;

d)Verificar a motivação para aprender em estudantes nos cursos realizados em AVAs;

e)Relacionar as estratégias de ensino, de aprendizagem e a motivação para aprender de estudantes em ambientes virtuais.
TABELA 1 - Distribuição dos estudantes em grupos
Método - Participantes
Gênero feminino: 95,8% ; n=548

Gênero masculino: 4,2% ; n=24

Idade média: 40 anos e 8 meses

Mínima:23 anos; Máxima:67 anos
Método - Participantes
- Cursos universitários = 16 professores
Método - Participantes
Uma pergunta para resposta dissertativa que solicitou aos professores que indicassem as ferramentas interativas consideradas eficazes para e no desenvolvimento de estratégias de ensino em AVAs.
Método - Instrumentos
Resolução 196/96 e nos complementos do Conselho Nacional de Saúde: procedimentos éticos apresentados.

Comitê de Ética em Pesquisa da UEL – aprovou e efetivou autorizações

Coleta de dados: virtual
via e-mail/link: tela de acesso ao instrumento ocorreu somente após, a efetiva autorização do termo de consentimento livre e esclarecido solicitado.
Método - Procedimentos
Dados: organizados em planilha e submetidos à estatística descritiva e inferencial, visando a atender os objetivos do estudo.
FIGURA 1- Distribuição de estudantes por idade
Resultados - Professores/Formadores
TABELA 2 - Ferramentas interativas mencionadas pelos professores
TABELA 3 - Categorização dos aspectos positivos das ferramentas interativas para o ensino em AVAs.
Resultados - Professores/Formadores
TABELA 4 - Recomendações do uso das ferramentas interativas
Instrumento: EEAM – AVA

Análise fatorial com agrupamentos dos itens do instrumento

Teste de Esfericidade de Bartlett: verificação de viabilidade de aplicação da análise exploratória; correlação entre itens
- Adequabilidade = x [990; N=572]=5173,036; p<0,001

Kaiser-Meyer-Olkin (KMO): medida de adequação da amostra= 0,791
Resultados - Estudantes
Resultados - Estudantes
TABELA 7 - Itens da subescala e valores a partir do Alpha de Cronbach
TABELA 7 - Itens da subescala e valores a partir do alpha de Cronbach
2
Índices de carga fatorial - questões
Resultados - Estudantes
Resultados - Estudantes
Fator 1- Estratégias de Ensino: 9 itens
Fatores carregados: componentes principais e rotação varimax
Quantidade final dos itens: 32 itens
Avaliação dos professores/formadores:
EEAM – AVA: Estratégias de ensino, de aprendizagem e motivação para aprender em ambientes virtuais de aprendizagem (BELUCE; OLIVEIRA, 2012)
Avaliação dos estudantes:
45 itens:
- Estratégias de ensino: 10 itens
- Estratégias de aprendizagem: 10 itens
- Motivação para aprender: 25 itens
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFRIb0xZcDJoUlE2em9tZlRlNktLaGc6MA#gid=0
https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dDJiTGJKaWtrUlRPOEZ2US1BTkQ0RlE6MQ#gid=0
Fator 2 – Motivação autônoma: 5 itens
Fator 3 – Est. de aprendizagem cognitivas e metacognitivas: 6 itens
Fator 4 – Motivação controlada: 6 itens
Fator 5 – Desmotivação: 4 itens
Fator 6 – Monitoramento da aprendizagem: 2 itens
BELUCE, A. C.; OLIVEIRA, K. L. Escala de estratégia de ensino, estratégia de aprendizagem e motivação para aprender em ambientes virtuais de aprendizagem – EEAM – AVA. Manuscrito não publicado. Programa de Pós-graduação Stricto Sensu da Universidade Estadual de Londrina, 2012.
Menor: 0,37
Maior: 0,78
Alpha de Cronbach de toda a escala:
0,67 – índice total aceitável de consistência interna.
Motivação Intrínseca
Motivação Extrínseca
tipos diversos de regulação
autonomia
autorregulação
Continuum da regulação do comportamento humano
atividade em si
valor instrumental
Continuum da regulação do comportamento humano (DECI; RYAN, 2000; REEVE; DECI; RYAN, 2004)
17 professores/formadores
- Formação continuada = 1 professor
- Gênero feminino = 70,59%
- Idade mínima 33 anos; máxima 62 anos
- Gênero masculino = 29,41%
SILVA, M.. Criar e professorar um curso online: relato de experiência. In: SILVA, M. (Org.). Educação online: teorias, práticas, legislação, formação corporativa. São Paulo: Edições Loyola, 2003
ALVES, L.R.G. Um olhar pedagógico das interfaces do Moodle. In: ALVES, L.; BARROS, D.; OKADA, A. (Org.) Moodle: Estratégias Pedagógicas e Estudos de Caso. 2009.
ANASTASIOU LGC; ALVES LP. Estratégias de ensinagem. In: ANASTASIOU L.G.C.; ALVES L. P. Processos de ensinagem na universidade: pressupostos para as estratégias de trabalho em aula. Joinville: Univille; 2004.
MONEREO, C. Las estrategias de aprendizaje en la Educacion formal: enseñar a pensar y sobre el pensar. Infancia y Aprendizaje, 50(51), 3-25, 1990.
DECI, E. L.; RYAN, R. M. The “what” and “why” of goal pursuits: Human needs and self-determination of behavior. Psychological Inquiry, 11(4), 227-268, 2000.
REEVE, J., DECI, E. L. & RYAN, R. M. Self-determination theory: A dialectical framework for understanding socio-cultural influences on student motivation. In: S. VAN ETTEN & M. PRESSLEY (Eds.). Big theories revisited (pp. 31-60). Greenwich, CT: Information Age Press, 2004.
Estratégias de Aprendizagem
COGNITIVAS
METACOGNITIVAS
Processos intelectuais que atuam diretamente na organização, no armazenamento e no processamento da informação.
Processos cognitivos que o indivíduo realiza de forma consciente e autorregulada que lhe possibilitam analisar e refletir sobre o próprio pensamento.
CARDOSO, L. R. & BZUNECK, J. A. (2004). Motivação no Ensino Superior: metas de realização e estratégias de aprendizagem. Psicologia Escolar e Educacional, 8, 145-155.
Resultados - Estudantes
Resultados principais - Tabelas com índices referentes aos fatores 1, 2, 3, 4, 5 e 6:
Estudantes - Resultados tabelas
Resultados
Relacionar as estratégias de ensino e aprendizagem e a motivação dos estudantes para aprender em AVAs.
Estratégias de ensino
Motivação autônoma
Estratégias de aprendizagem
Motivação controlada
quase nulas e sem significância:
ausência de relação entre os fatores
Desmotivação (r=0,342; p=0,000): moderada positiva e altamente significativa.
Monitoramento da aprendizagem
Discussão
Estratégias de ensino e ferramentas interativas
EEAM - AVA
Estratégias de ensino
Relação entre fatores
Fórum de discussão: interação, incentiva aprendizagem e o acompanhamento da participação do aluno.
0,67 – índice total aceitável de consistência interna.
Fator 3 - Estratégias de aprendizagem: revisão da redação
Estratégias de aprendizagem
Maior parte dos estudantes demonstrou fazer uso das estratégias de aprendizagem (< 9).

Zerbini e Abbad (2008): resultados semelhantes

Flexibilidade (horário e acesso): dificuldades para criar e regular procedimentos de estudo. (CHEN (2002), TESTA; LUCIANO (2010), VOVIDES et al. (2007) e BADIA;MONEREO (2010).
Motivação para aprender
Motivação autônoma: mais de 70%
Monitoramento da aprendizagem
Utilizam pouco ou não fazem uso algum (n=28; 4,9%)
Relação entre fatores
Considerações
Professores/tutores: formação técnica e pedagógica:
estratégias de ensino: especificidades AVAs
o ensino de estratégias de aprendizagem: ensina-se o que sabe, o que domina.
EEAM - AVA: útil na avaliação diagnóstica (EE, EA e Mot. para aprender)
Estudantes: destacam-se os resultados que indicaram a importância atribuída ao estudo mediado pelo AVA - motivação autonôma.
AVAs - estudante geograficamente distante: motivação para aprender preponderante (FILCHER; MILLER, 2000, CHEN; PAUL, 2003, CHEN et al., 2006, TESTA; LUCIANO, 2010)
Relação entre fatores
MOTIVAÇÃO:
Ausência de relação: mot. autônoma, estratégias de aprendizagem e de ensino.
Estratégias de aprendizagem correlação significativa com a qualidade motivacional do estudante (ECCLES; WIGFIELD, 2002, SOUZA, 2010)
Mot. controlada (ausência de relação) e desmotivação (quase nula).
Eccles e Wigfield (2002) e Souza (2010): há correlação
Deci; Ryan, 2000, Bzuneck; Guimarães, 2007.
Teoria da Autodeterminação
Mot. controlada e mot. autônoma: ausência relação significativa.
Mot. controlada e desmotivação: relação significativa.
ESTRATÉGIAS DE ENSINO:
Desmotivação: relação significativa, porém quase nula.
Estrat. de aprendizagem e mot. autônoma: relação significativa
Estratégias de ensino eficazes
Estratégias: especificidades dos AVAs
(BLOCHER et al., 2002, RAMOS; ALMAZAN, 2008; TESTA; LUCIANO, 2010)
Monitoramento da aprendizagem (r=-0,081)
Estrat. de aprendizagem (r=0,196)
Mot. autônoma (r=0,285)
relação significativa
(p=0,000)
Desmotivação (r=-0,183)
ausência de relação significativa (p=0,054)
Monitoramento da aprendizagem (r=-0,160)
Estrat. de aprendizagem (r=0,223)
relação significativa
(p=0,000)
Desmotivação (r=-0,160)
ausência de relação
(p=0,331)
relação significativa
(p=0,002)
Desmotivação (r=-0,129)
ausência de relação
(p=0,788)
Monitoramento da aprendizagem (r=0,011)
Estratégias de ensino (r=-0,035; p=0,406)
Motivação autônoma (r=0,020; p=0,632)
quase nulas e significativa
Motivação controlada (r=-0,101; p=0,016)
Desmotivação
(r=-0,149; p=0,000)
ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM:
Relação entre fatores
Utilização reduzida/inexistente (VOVIDES et al., 2007)
Formação técnica e pedagógica (GARRISON; CLEVELAND-INNES, 2005, VOVIDES et al., 2007, TESTA; LUCIANO, 2010).
Desmotivados: 0,3%
Aprendizagem efetiva e desempenho acadêmico em AVAs (DONOLO; ANALIA; CRISTINA, 2004, CHIECHER; DONOLO; RINAUDO (2008); ZERBINI; ABBAD, 20008).
Fórum de discussão favorece diferentes E.E. (PALLOFF; PRATT, 2002, SILVA, 2003, JACOBSOHN; FLEURY, 2005, ALVES, 2009).
desmotivado estudante.
Referências
DONOLO, D., CHIECHER, A. Y RINAUDO, M. (2004). Estudiantes, estrategias y contextos de aprendizaje presenciales y virtuales. Memorias del Primer Congreso Virtual Latinoamericano de Educación a Distancia, 23 de marzo a 4 de abril.
BADIA, A.; MONEREO, C. Ensino e aprendizado de estratégias de aprendizagem em ambientes virtuais. In: COLL, C.; MONEREO, C. Psicologia da Educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e comunicação. Porto Alegre: Artmed, 2010.
BZUNECK, J. A.; GUIMARÃES, S. E. R. Estilos de professores na promoção da motivação intrínseca: reformulação e validação de instrumento. Psicologia: Teoria e Pesquisa. v.23 n.4 Brasília out./dez., 2007.
ECCLES, J. S. WIGFIELD, A. Motivational beliefs, values and goals: leanirng and performance in educational settings. Annual Review of Psychology, v.53, p.109-132, 2002.
CHEN, C. S. Self-regulated learning strategies and achievement in an introduction to information systems course. Information Technology, Learning and Performance Journal, v. 20, n. 1, p. 11-25, 2002.
FILCHER, C.; MILLER, G. Learning strategies for distance education students. Journal of Agricultural Education, v. 41, n.1, p.60-68, 2000
CHEN, S. Y.; PAUL, R. J. Editorial: Individual differences in web-based instruction – anoverview. British Journal Educational Technology, v. 34, n. 4, p.385-392, 2003.
CHEN et al.. An online evaluation of problem based learning (PBL) In: Chung Shan Medical University, Taiwan: A Pilot Study. Annals Academy of Medicine, 35(9), 624–633, 2006.
GARRISON, D. R.; CLEVELAND-INNES. Facilitating cognitive presence in online learning: interaction is not enough. The American Journal of Distance Education, Mahwah, v.19, n.3, p. 133-148, 2005
JACOBSOHN, L. V.; FLEURY, M. T. L. A contribuição do fórum de discussão para o aprendizado do aluno: uma experiência com estudantes de administração, Em: Caderno de Pesquisas em Administração, v. 12, n. 1, São Paulo, p. 60-80,2005.
PALLOFF, R. M.; PRATT, K. Construindo comunidades de aprendizagem no ciberespaço. Porto Alegre: Artmed, 2002.
SOUZA, L. F. N. I, Estratégias de aprendizagem e fatores motivacionais relacionados. In: Educar. Editora UFPR. Curitiba, n. 36, p. 95-107, 2010.
TESTA, M. G. & LUCIANO, E. M. A influência da autorregulação dos recursos de aprendizagem na efetividade dos cursos desenvolvidos em ambientes virtuais de aprendizagem na Internet. In: Revista Eletrônica de Administração, v. 16, n. 2, p. 176-208, 2010.
VOVIDES et al.. The use of e-learning course management system to support learning strategies and to improve self-regulated learning. Educational Research Review, 2(1), 64-74, 2007.
ZERBINI, T. & ABBAD, G. Estratégias de aprendizagem em curso a distância: validação de uma escala. Psico-USF, 13 (2), 177-187, 2008
Est. de aprendizagem (r=0,008; p=0,853)
Motivação autônoma: positiva e altamente significativa
Estudantes não reconheceram eficiência.
MONITORAMENTO DA APRENDIZAGEM:
Categoria da estrat. de aprendizagem: considerou-se revisão de redação
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