Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Economia Portuguesa no Contexto da União Europeia

No description
by

Mariana Camacho

on 20 May 2017

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Economia Portuguesa no Contexto da União Europeia

Economia Portuguesa no Contexto da União Europeia
Balança Comercial
Para que se compreenda a balança comercial devemos entender o que são as importações e as exportações.

A balança comercial regista a diferença que há entre o total das importações e das exportações de bens e serviços efectuadas no país.

Relações económicas com o Exterior
Importações
:
é o processo comercial e fiscal que consiste em trazer bens ou serviços (alimentos, combustíveis, minérios, veículos, equipamentos, etc.), do exterior para o país de referência.

Exportações
: são os bens e serviços que são produzidos num determinado país e são vendidos a clientes do exterior.
Fórmula:
Factores afectam a balança comercial:

• Os custos de produção da economia exportadora contra a importadora;
• O custo das matérias-primas e bens intermediários;
• Restrições comerciais e impostos;
• Expansões económicas.

Deficit
: Ocorre no momento que as importações têm valores mais elevados que as exportações.
Superavit:
Regista-se o mesmo quando as exportações são maiores que
as importações.
Na Balança Comercial podemos observar os seguintes dados:

O Grau de Abertura ao Exterior de uma economia representa o nível de transações comerciais que os países mantêm com o resto do mundo, medido pela soma do valor das exportações e do valor das importações anuais em relação ao PIB, conforme a seguir demonstrado.

O grau de abertura ao exterior é um dos indicadores indispensáveis para se analisar a importância do comércio exterior.

Têm um grau de abertura ao exterior muito elevado os países mais desenvolvidos com uma economia aberta.

Têm um grau de abertura mais baixo os países mais fechados com uma economia semiaberta.

Grau de abertura ao exterior
Podemos observar que em 2008 o grau de abertura diminuiu significativamente até 2009, e a partir de 2009 evoluiu favoravelmente até que em 2014, atingindo neste ano o seu valor mais elevado (83,85%).
“Portugal é dos países da UE com menos abertura à economia mundial
A economia portuguesa ocupava em 2013 a 21ª posição entre os 27 estados-membros em matéria de abertura à economia mundial. Isto apesar de nos últimos anos o País ter mostrado “sinais visíveis de dinâmica internacional”.
O grau de abertura da economia portuguesa fixou-se nos 80,5% em 2013. Apesar do grau de abertura ter vindo a aumentar ao longo dos últimos anos, Portugal estava, no ano passado, na 21ª posição entre os 27 países da União Europeia em matéria de inserção na economia mundial.

Abaixo de Portugal só a Finlândia, a Espanha, o Reino Unido, a Itália, a Grécia e a França, pela ordem referida. Com a maior abertura ao mundo apareciam nesse ano as economias do Luxemburgo, Irlanda, Malta, Eslováquia e Hungria, de acordo com os indicadores da globalização publicados esta sexta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).”


Fonte: Jornal de Negócios Online (adaptado); 28 de março de 2014 às 17:45
Turismo
A Europa é o principal destino turístico a nível mundial. O turismo desempenha um importante papel no desenvolvimento de várias regiões europeias, particularmente nas regiões menos desenvolvidas, devido ao seu considerável efeito de contágio e potencial de criação de emprego, principalmente entre os jovens. O turismo tem, também, demonstrado significativa resiliência e persistente crescimento, mesmo durante a recente crise.
Entre 2004 a 2006 verificamos um aumento do número de dormidas em estabelecimentos de alojameto turístico, o valor manteve-se inalterado até 2008, sofrendo uma ligeira diminuição em 2009. A partir deste ano o número de dormidas evoluiu positivamente até 2014.

Fonte: Eurostat
Fonte: Jornal de Negócios Online
02 de março de 2016 às 08:06

A taxa de ocupação dos quartos nos estabelecimentos hoteleiros portugueses atingiu um máximo histórico em 2015. Passando de 42.4%, em 2014 para 46.1%, 2015. O anterior recorde tinha sido registado em 2007 atingindo 43%.
Fonte: Jornal de Negócios Online
02 de março de 2016 às 08:06

As dormidas em estabelecimentos hoteleiros portugueses continuaram a aumentar em 2015, depois da explosão observada em 2014. Caso, se mantenha este ritmo, serão ultrapassados os 50 milhões de dormidas.
Exportações de bens: total e por principais países parceiros comerciais de Portugal
Analise dos anos 2014 – 2016:
Maiores exportações
:
Em 2014 os países que se destacarm pertencem na categoria outros.
Em 2015 e 2016 o país que teve maiores valores registados foi Espanha.
Menores Exportações
:
Nos 3 anos decorridos o país com menor exportações foi Itália.

Importações de bens: total e por principais países parceiros comerciais de Portugal
Analise dos anos 2014 – 2016:
Maiores Importações
:
O país com maior número de importações de bens nesses 3 anos foi em Espanha.
Menores Importações:

O país com menor número de importações de bens nesses 3 anos foi em Itália.

Exportação de produtos e tecnologias
Os produtos mais exportados por Portugal? Portugal tem grande facilidade para exportar uma série de bens que vão desde os mais óbvios (cortiça, calçado, têxteis e cerâmica, por exemplo), aos mais incomuns (fibras sintéticas, armas e munições).
Nos produtos mais exportados por Portugal encontram-se a cortiça e as fibras sintéticas e artificiais. Há 43 tipos de produtos que o nosso país pode exportar com grande vantagem comparativa, relativamente a outros países, mas ele é líder mundial nas exportações de apenas estes dois produtos.

26% das exportações portuguesas têm como destino Espanha.

Exportações em Portugal (dados de 2010)
Importações - 66 mil milhões de euros.
Exportações - 55 mil milhões de euros.
Principais países para onde Portugal exporta.
União Europeia - 75% (Espanha - 26% do total de exportações)
EUA e China - 20%
Brasil - 2%
PALOP - 1%


Fonte: https://www.economias.pt/importacoes-e-exportacoes-em-portugal/(adaptado)
Peso dos produtos industriais transformados (%) nas exportações portuguesas por nível de intensidade tecnológica (2009 a 2013 e Jan-Out 2013 e 2014)
A Alta tecnologia
em 2009 teve um peso de 8.3% verificando-se um aumento até 2012, atingindo os 7.3%. Ficando no período de Jan-Out 2014 com um peso de 6.9%.

A Média-alta tecnologia
em 2009 alcançou um peso de 30.1% atingindo os 30.5% em 2012.A partir deste ano oscilou até ao fim do período Jan-Out 2014 ficando nos 30.2 pontos percentuais.

Na Média-baixa tecnologia
de 2009 até ao período Jan-Out 2013 verificaram-se aumentos consecutivos, registando uma ligeira diminuição no período Jan-Out 2014.

Na Baixa Tecnologia
o peso foi diminuindo de 2009 até 2012, sendo que cresceu ligeiramente para o ano seguinte(0.6 pontos percentuais), atingindo no último períodos os 36.5 pontos percentuais.

Notas
:
Na Alta Tecnologia
encontram-se incluídos produtos como “Equipamento de rádio, TV e comunicações”, “Instrumentos médicos, ópticos e de precisão”, “Produtos farmacêuticos”, produtos da “Aeronáutica” e “Equipamento de escritório e computação”.

A Média-alta Tecnologia
engloba “Veículos a motor, reboques e semi-reboques”, “Máquinas e equipamentos principalmente não eléctricos”, “Produtos químicos, excepto farmacêuticos”, “Máquinas e aparelhos eléctricos” e “Equipamento ferroviário e outro equipamento de transporte”.

Na Média-baixa Tecnologia
consideram-se produtos como “Refinados de petróleo e produtos da petroquímica”, “Produtos da borracha e do plástico”, “Fabricação de produtos metálicos, excluindo máquinas e equipamentos”, “Produtos minerais não metálicos”, “Metalurgia de base”, “Construção e reparação naval”.

Por sua vez a Baixa Tecnologia
envolve “Têxteis, vestuário e calçado”, “Produtos alimentares, bebidas e tabaco”, “Pasta, papel, cartão e publicações”, “Manufacturas não especificadas e reciclagem”.
• As exportações de produtos industriais transformados cresceram sustentadamente ao longo dos últimos cinco anos em todos os níveis de intensidade tecnológica, à excepção do de Alta Tecnologia nos últimos dois anos.

Peso de cada mercado no total das exportações portuguesas De produtos industria transformado, por nível de intensidade tecnológica (%) (2013 e Jan-Out 2014)
Na Alta tecnologia
em 2013 dentro dos países considerados apresenta maior peso a Alemanha com 23.2%, com menor peso a Itália com 2.4%. Sendo que, os outros países não considerados têm um peso ainda superior, 26.8%. Observando o período Jan-Out 2014 os países analisados mantiveram a mesma posição, ainda que com pesos diferentes.

Na Média-alta tecnologia
no ano de 2013 dentro dos países considerados o que apresenta maior peso é a Espanha com 19.7%, com menor peso os EUA com 1.7%, sendo que, os outros países não considerados têm um peso ainda maior, 24.0%. Em relação a Jan-Out 2014 os países analisados invertem as posições passando a Alemanha para primeiro lugar e a Espanha para segundo.

Na Média-baixa tecnologia
em 2013 dentro dos países considerados o que apresenta maior peso é a Espanha com 23.0%, com menor peso a Itália com 2.1%, sendo que, os outros países não considerados têm um peso ainda maior, 33.4%. Em relação a Jan-Out 2014 os países analisados mantiveram a mesma posição, ainda que com pesos diferentes.

Na Baixa-tecnologia
em 2013 dentro dos países considerados o que apresenta maior peso é a Espanha com 27.1%, com menor peso a Bélgica com 2.1%. Em relação a Jan-Out 2014 os países analisados mantiveram a mesma posição, ainda que com pesos diferentes.

Fim
Trabalho elaborado por
:
-Ana Cristina Nº2
-Andreia Correia Nº4
- Juliana Gomes Nº11
- Laura Freitas Nº12
-Mariana Camacho Nº16
-Sofia R. Mendes Nº21
-Vanessa Gonçalves Nº23
Turma: 11º33
Full transcript