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Compreender e transformar o ensino

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Adalberto Ribeiro

on 14 November 2013

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Transcript of Compreender e transformar o ensino

Compreender e transformar o ensino
CAP-5
CAP.8
CAP-9
c) O projeto educativo da escola
Objetivo: organizar pontos básicos do pensamento e da pesquisa sobre problemas fundamentais da prática educativa
J. Sacristán e P. Gómez
As funções sociais da escola:
da reprodução à reconstrução crítica
do conhecimento e da experiência
Cap.1
A) EDUCAÇÃO E SOCIALIZAÇÃO
ESCOLA: HUMANIZAÇÃO / SOBREVIVÊNCIA DA SOCIEDADE
B) SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
CARÁTER PLURAL E COMPLEXO
C) MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA:
MUNDO DO TRABALHO
INTERVENÇÃO NA VIDA PÚBLICA
CIDADANIA/SOLIDARIEDADE/RESPONSABILIDADE SOCIAL
ESCOLA REPRODUZ RELAÇÕES SOCIAIS
NÃO É ESPAÇO DE ED. BANCÁRIA.
ALUNOS APRENDEM NÃO POR TRANSMISSÃO MAS POR VIVÊNCIAS

CONTEÚDOS DO CURRÍCULO OFICIAL + INTERAÇÕES SOCIAIS
MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO:

UTILIZADOS PELA ESCOLA
1- SELEÇÃO E ORGANIZAÇÃO DOS CONTEÚDOS DO CURRÍCULO: O QUÊ SE ESCOLHE/OMITE E QUEM O FAZ/MODIFICA
2- MODO E SENTIDO DA ORGANIZAÇÃO DAS TAREFAS ACADÊMICAS E MODO DE PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NA DEFINIÇÃO DA FORMA DE TRABALHO
3- ORDENAÇÃO DOS TEMPOS/ESPAÇOS. CENÁRIO/PROGRAMA E SEQUÊNCIA DE ATIVIDADES
4- FORMAS E ESTRATÉGIAS DE VALORIZAÇÃO DAS ATIVIDADES DOS ALUNOS. CARÁTER DIAGNÓSTICO? HÁ PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO?
5- MECANISMOS DE DISTRIBUIÇÃO DE RECOMPENSAS COMO RECURSOS DE MOTIVAÇÃO E FORMA/GRAU DE COMPETITIVIDADE/COLABORAÇÃO
MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO USADOS PELA ESCOLA
6- MODO DE ORGANIZAR A PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NA FORMULAÇÃO/ESTABELECIMENTO/CONTROLE DAS NORMAS DE CONVIVÊNCIA E INTERAÇÕES
MECANISMOS DE SOCIALIZAÇÃO USADOS PELA ESCOLA
7- CLIMA DE RELAÇÕES SOCIAIS: QUAL A IDEOLOGIA PRESIDE? INDIVIDUALISMO E COMPETITIVIDADE COLABORAÇÃO E SOLIDARIEDADE?
OU
D) CONTRADIÇÕES NO PROCESSO DE SOCIALIZAÇÃO NA ESCOLA
REPRODUÇÕES DE ARBITRARIEDADES DA SOCIEDADE
PROCESSO LINEAR E MECÂNICO
MARCADO POR RESISTÊNCIAS INDIVIDUAIS E GRUPAIS
CENÁRIO DE CONFLITOS PERMANENTES
CONTRADIÇÕES DO PRÓPRIO MERCADO DE TRABALHO
PREPARAR PARA O MUNDO DO TRABALHO
OUTRAS DEMANDAS
ESFERA SOCIAL
ESFERA POLÍTICA
ESFERA DO CONSUMO
ESFERA DAS RELAÇÕES DE CONVIVÊNCIA
FAMÍLIA/SOCIEDADE/DEMOCRACIA
E) SOCIALIZAÇÃO E HUMANIZAÇÃO: A FUNÇÃO EDUCATIVA DA ESCOLA
VAI ALÉM DA REPRODUÇÃO
Primeiro: Organizar o desenvolvimento radical da função compensatória das desigualdades de origem, mediante a atenção e o respeito pela diversidade.
Segundo: Provocar e facilitar a reconstrução dos conhecimentos, das disposições e das pautas de conduta que a criança assimila em sua vida paralela e anterior a escola.
“A escola deve transformar-se numa comunidade de vida e, a educação deve ser concebida como uma continua reconstrução da experiência. Comunidade de vida democrática e reconstrução da experiência, baseadas no dialogo, na comparação e no respeito real pelas diferenças individuais, sobre cuja aceitação pode se assentar um entendimento mútuo, o acordo e os projetos solidários. O que importa não e a uniformidade, mas o discurso. O interesse comum realmente substantivo e relevante somente e descoberto ou e criado na batalha política democrática e permanece ao mesmo tempo tão contestado como compartilhado”.(p.47)
CAP.2
O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM: ANÁLISE DIDÁTICA DAS PRINCIPAIS TEORIAS DA APRENDIZAGEM
I - Teorias associativas, de condicionamento, de Estímulos/respostas
(E-R)
DERIVAÇÕES DIDÁTICAS
Aprendizagem é um processo cego e mecânico de associação de E-R cujo objetivo científico é conhecer e controlar os seus efeitos
II - Teorias mediacionais: concepção de aprendizagem
Aprendizagem é processo de conhecimento e compreensão de relações onde as condições externas atuam mediadas pelas condições internas
DERIVAÇÕES DIDÁTICAS
GESTALT: experiência/motivação intrínseca/aprender é dar sentido
Psicologia genético-cognitiva: aprendizagem modifica estruturas iniciais e segue em escala
Psicologia genético-dialética: aprendizagem em função da comunicação e desenvolvimento em amplo e flexível intervalo(ZDP)
III - Teoria do processamento da informação
DERIVAÇÃO DIDÁTICA
Paralelismo com a máquina: o homem como processador de informações
CAP.3
A aprendizagem escolar: da didática operatória à reconstrução da cultura na sala de aula
Educação centrada na criança
Estágios de desenvolvimento
Primazia à atividade
Atuação da criança sobre o mundo
Educação orientada por processos autônomos e expontâneos
construtivismo

Desenvolvimento tem um rítmo de maturação
Ensino centrado no desenvolvimento de capacidades formais e não na transmissão de conteúdos
aprender a aprender/pensar
Superação do egocentrismo natural por meio de conflitos cognitivos, trabalhos em grupos e cooperação entre iguais
didática operatória
Reconstrução do pensamento/cultura
O aluno/a entra progressivamente em contato com os produtos mais elaborados da ciência, do pensamento e da arte, com a finalidade de incorpora-los como instrumentos valiosos para a analise e solução de problemas.
conhecimento acumulado é apresentado/problematizado
COMO?
PARTIR DO CONHECIMENTO EXPERIENCIAL DO ALUNO
CRIAR NA AULA, SITUAÇÕES DE CONHECIMENTO COMPARTILHADO
cap.4
ENSINO PARA A COMPREENSÃO
A) DIFERENTES ENFOQUES DE ENSINO:
1- ENSINO COMO TRANSMISSÃO CULTURAL
CONHECIMENTO ACUMULADO
2- ENSINO COMO TREINAMENTO DE HABILIDADES
3- ENSINO COMO FOMENTO DO DESENVOLVIMENTO NATURAL
ESTÍMULOS/CONFLITOS/PROBLEMAS
4- ENSINO COMO PRODUÇÃO DE MUDANÇAS CONCEITUAIS
B) CONHECER A VIDA DA SALA DE AULA
1- MEDIAÇÃO CENTRADO NO PROFESSOR(A)
2- MEDIAÇÃO CENTRADA NO ALUNO(A)
FOCO NO ENSINO
FOCO NA APRENDIZAGEM
3- MODELO ECOLÓGICO DE ANÁLISE DA SALA
TROCAS/VIVÊNCIAS/PARTICIPAÇÃO
C- COMPREENDER E INTERVIR NA ESCOLA
INTENCIONALIDADE ESPONTANEÍSMO
X
D- DIMENSÃO ÉTICA DA PRÁTICA:
DEBATE SOBRE A QUALIDADE DO ENSINO
Os autores citam: “Aqueles que não são ou não trabalham como docentes, tenderão a interpretar e avaliar a qualidade do ensino em termos de valores externos ao próprio ato educativo. Desde sua perspectiva, a educação aparece como algo que serve a propósitos externos, tais como o interesse nacional, as necessidades econômicos da sociedade, e as exigências da sociedade e as exigências do mercado de trabalho.”
Compreender o ensino na escola:
Modelos metodológicos de investigação educativa
A) COMPLEXIDADE E SINGULARIDADE DOS FENÔMENOS EDUCATIVOS
B) INTENCIONALIDADE EDUCATIVA DA INVESTIGAÇÃO
Transformar a prática
C- PRESSUPOSTOS BÁSICOS DA INVESTIGAÇÃO EDUCATIVA a partir de perspectiva interpretativa:




conceito de realidade; relação sujeito-objeto; objetivos,técnicas instrumentos e estratégias da investigação;
cap-6
O CURRÍCULO: os conteúdos do ensino ou
uma análise da prática
Para o autor e preciso recuperar a discussão sobre a configuração, o plano e o desenvolvimento do projeto educativo e cultural da escola, como forma de integrar o discurso pedagógico (ideias, valores, conteúdos).
Segundo Sacristan a preocupação com os métodos e pelos processos de aprendizagem levou grande parte da investigação educativa a não se referir ao conteúdo
Um só conceito ou diversas concepções de currículo?

O termo currículo origina-se da palavra latina currere, que significa a carreira, percurso que deve ser realizado.
Portando, a escolaridade e um percurso para os alunos e o currículo e seu recheio, seu conteúdo, o guia. Alem de expressar os conteúdos do ensino estabelece a ordem de sua distribuição. Tem, portanto, certa capacidade reguladora da pratica.

Quatro vertentes e uma realidade:

–– Atendemos ao que se deve ensinar ou ao que os alunos precisam aprender?
–– Pensamos no que se deveria ensinar e aprender ou no que realmente se assimila e aprende?

–– Se nos limitamos aos conteúdos ou abrangemos as estratégias, os métodos e os processos de ensino?

–– Objetivamos o currículo como uma realidade estanque ou como algo que se delimita no processo de seu desenvolvimento?
O currículo dentro das práticas diversas
relações entre os ambitos ou contexto do currículo real:

a) Existe um contexto didático – atividades de ensino aprendizagem.

b) Ambiente ou contexto psicossocial onde interagem os grupos de ensino-aprendizagem.

c) A estrutura organizacional da escola, que dá suporte concreto a seu projeto.

d) As diversas escolas de um sistema de ensino

e) contexto exterior ao meio pedagógico, porém muito determinante do que e como se ensina.

O oculto e o manifesto: uma visão dos que aprendem
Uma coisa e o que dizem aos professores o que eles devem ensinar e outracoisa e o que eles dizem ou acham que ensinam. Estas duas facetas formam o currículo manifesto.
MANIFESTO + OCULTO = REAL
EXISTE UMA DEFINIÇÃO DO QUE É CURRÍCULO?
Sacristan recomenda considerar:
Primeiro: o estudo do currículo deve servir para oferecer uma visão da cultura que se da nas escolas, em sua dimensão oculta e manifesta, levando em conta as condições em que se desenvolve.

Segundo: trata-se de um projeto que só pode ser entendido como um processo historicamente condicionado, pertencente a uma sociedade, selecionado de acordo com as forcas dominantes nela, mas não apenas com capacidade de reproduzir, mas também de incidir nessa mesma sociedade.

Terceiro: o currículo e um campo no qual interagem ideias e praticas reciprocamente.

Quarto: como projeto cultural elaborado, condiciona a profissionalização do docente e é preciso vê-lo como uma pauta com diferente grau de flexibilidade para que os professores intervenham nele.
CAP-7
O que são os conteúdos de ensino?
Como de origina o conteúdo do ensino?
Os conteúdos abarcam todas as aprendizagens necessárias a formação educacional e, para além do contexto escolar. Para tal é necessário além de conhecimentos, estimular comportamentos, adquirir valores, atitudes e habilidades.
Nem tudo que é real na prática é explicito. Existem conteúdos tácitos ou ocultos.
“pedagogia do invisível”
classes sociais/dominantes
Vantagens na implantação de um currículo comum:
1) A diversidade cultural numa sociedade complexa e um fato. Ao planejar os elementos culturais comuns para todos e ao desenvolvê-los no ensino não se deve selecionar componentes que não respeitem a diversidade cultural. O currículo neste contexto deve incorporar uma dimensão multicultural: diversidade de valores, crenças, modos de entendimento e de vida, dialogo e comparações.

2) Não deve ser todo o currículo do aluno. E necessário que cada escola possa incorporar conteúdos e atividades diferenciadas de acordo com as possibilidades, condições e interesses de seus usuários.

3) O currículo comum e um meio de ajudar na igualdade de possibilidades e como tal deve oferecer um conjunto de conhecimentos, valores e competências de que todos possam tirar proveito.

4) E a base geral ou básica que, alem disso, será integral. Segundo Sacristan, a ideia de ampliar para o currículo integral (base geral ou básica integral) deu certo no Ensino Fundamental. Porem quando chega ao Ensino Médio entra o conceito: preparar para estudos futuros ou para o mundo do trabalho?

5) exige a “escola única” e a compreensibilidade, que é uma fórmula política que pretende aprofundar na igualdade. Assim teríamos igualmente para todos os alunos: obrigatoriedade (disposição jurídica) currículo comum (conceito cultural e pedagógico) e escola única (conceito organizativo). Entretanto é uma formula que levanta serias interrogações, especialmente: querer a igualdade do serviço quando alguns requerem mais dedicação que outros, e, principalmente que não esta ao alcance da escola resolver problemas sociais.

6) e uma decisão centralizada de conteúdos fechados. A participação social num debate aberto permite contrastar ideias e ideais, diversidade de interesses, permite a negociação das opções a seguir.

7) não são apenas generalidades indefinidas. Tendo o currículo comum um núcleo comum, onde os valores sejam apresentados de forma clara, podem orientar o caminho sem determinar o percurso. Segundo Sacristan, indefinição não e um defeito, mas uma forma de iniciar o diálogo em busca do consenso.

8) e um referencial da qualidade mínima exigida, pois permite, através da prescrição dos mínimos obrigatórios, certa homogeneização em termos de educação.
Plano de currículo, plano do ensino:
o papel dos professores.
O planejador é alguém que dialoga, que reflete sobre a prÁtica, que experimenta com uma ideia, distingue seus elementos, elabora estratégias de ação ou configura modelos, tendo uma representação implícita de como esses se desenvolvem.
Supõe-se que saiba o porquê do que pretende que domina a sequencia das ações para conseguir o previsto.
Exige-se de quem executa que seja especialista em como realizar o plano previsto por outro.
ALGUNS MODELOS PARA ATUAR: FORMAS DE PENSAR E DE FAZER NA PRÁTICA
Modelo de Tyler
1) A discussão em torno dos fins que a escola deseja alcançar: Os objetivos gerais enfocarão três aspectos:

a) o sujeito da educação – o aluno, necessidades, interesses, relações sociais, comunidade onde vivem, mundo profissional, lazer; b) a vida exterior a escola - a herança cultural e os temas transversais (saúde, família, lazer, vocações, religião); c) o conteúdo das matérias de estudo – os especialistas das matérias definirão os objetivos que deverão ser atingidos a partir do currículo, as funções que cada uma deve cumprir, seus valores educativos e componentes concretos. O autor adverte da necessidade de suporte da ciência: Filosofia, psicologia da aprendizagem.

2) A seleção das experiências educativas que com mais probabilidade podem levar a realização desses fins, ou seja, o aluno devera ser levado a vivenciar experiências que o levem a conduta aponta no objetivo, que lhes proporcione satisfação, que o motive e desperte seu interesse, vá ao encontro de suas necessidades e desenvolvam competências e habilidades.

3) Como organizar essas experiências. O autor considera que coerentemente devem ser organizadas em unidades, cursos e programas. Para não ser contraditório ao tratamento continuado as experiências deverão manter uma organização vertical, nos distintos momentos da escolaridade, mas também e preciso uma organização horizontal, para que haja um dialogo entre as diferentes áreas. São critérios de organização: continuidade, sequência e integração.
Modelo de Taba
O modelo de Taba segue a linha de Tyler, porém mais elaborado. O modelo, estruturado em dois níveis de decisão ou ambitos:
a) o plano de unidades de ensino ou por matéria, orientações para professores ou editores de materiais:
b) o plano de todo o programa ou currículo total, proposições de temas e questionamentos que os agentes enfrentam na elaboração do currículo.
O Modelo de Coll
E um esquema hierárquico, organizado em três níveis de definição, que estabelece as dependências verticais e decisões tomadas em cada um dos três níveis. E um modelo prescritivo, que formaliza os passos a serem dados.

1. Primeiro nível.
Definição dos objetivos gerais, as áreas curriculares, os blocos de conteúdos (conceitos, princípios, procedimentos, valores, normas e atitudes), e dos objetivos finais, onde são apontados os resultados esperados, a aprendizagem que se espera. Orientações para professores: o que e o como ensinar alem de como avaliar.

2. Segundo nível.
Determina a sequencia e temporalidade do conteúdo. Ha uma definição gradativa entre os conteúdos.

3. Terceiro nível.
Programas de ação dos dois níveis anteriores. São exemplos e programações. Os objetivos gerais são transformados em objetivos específicos e os blocos de conteúdos em conteúdos mais restritos, que serão organizados em unidades de ensino.
Sacristan acredita que numa sociedade democrática os poderes públicos não devam regular os processos educativos embora reconheça a necessidade de regular o currículo e seus conteúdos básicos e determinar os mínimos a partir dos quais propor o controle da cultura escolar.

Entende que o proposto vai contra a autonomia dos professores.
Reconhece que a administração poderá selecionar habilidades, valores e conteúdos como mínimos necessários e deixar de lados outros tão importantes quanto os selecionados.
ÂMBITOS DO PLANO
CURRÍCULO
a) A ordenação geral do currículo: o âmbito de determinação político e macrorganizado
b) A decisão de grandes áreas de conteúdos culturais
Como fazer uma proposta de currículo? A decisão esta na seleção do que será a cultura comum, como se ordenara e como se regularão os mecanismos para que os alunos/as tenham acesso a suas possíveis ramificações e especialidades. Qualquer modelo para a construção do currículo tem esse ponto de partida
O problema esta em como avaliar as necessidades desses ambitos, o que se consideram necessidades e desde que a filosofia se diz que são.
A educação geral, que não se realiza apenas nas instituições escolares, capacita os indivíduos para que adquiram e compartilhem a cultura, o que não significa que a adotem passivamente.
O autor vê três critérios como necessários para fazer a seleção curricular:
Decidir os parâmetros
proporcionar uma visão da realidade social.
Ordenar, do ponto de vista educativo o conhecimento e as experiências desejáveis extraídas como importantes e necessárias.
d) Os professores/as como planejadores
d) Definir tarefas ou oportunidades de aprendizagem
CAP-10
A avaliação do ensino
Avaliar não e uma ação esporádica ou circunstancial dos professores/as e da instituição escolar, mas algo que está muito presente na pratica pedagógica.
a) A prática da avaliação
O conceito de avaliação tem uma amplitude variável de significados possíveis. Impõem-se ou não na prática segundo as necessidades as quais a avaliação serve e em função das diferentes formas de concebê-la.
b) O que se entende por avaliar?
“...A avaliação tem por objetivo descobrir até que ponto as experiências de aprendizagem, tais como foram projetadas, produzem realmente os resultados desejados”. (Tyler, 1973, p. 108).

“...Em primeiro lugar, significa que ela (avaliação) deve julgar a conduta dos alunos/as, já que a modificação de pautas de conduta é precisamente um dos fins que a educação persegue” (p.109).

“Já que a avaliação supõe reunir elementos que certifiquem as mudanças de conduta dos estudantes, todo testemunho válido sobre as pautas que almejam os objetivos da educação constitui um método adequado de avaliação” (p.110)
Representação parcial de um registro de observações de avaliação:
ATITUDES
Em geral apresenta atitudes bastante positivas: ________
INTEGRAÇÃO SOCIAL
Trabalha em equipe ______________________________
15
Aceita e cumpre normas estabelecidas_________________
Respeita e cuida do material próprio e alheio ___________
Mostra-se correto no tratamento com os demais__________
CONHECIMENTOS
Linguagem
Entende o que ouve __________________________
Se expressa com correção e fluência_________________
Compreende e expressa corretamente o que leu________
Expressão escrita:
Redação_________________________
Ortografia________________________
Apreciação Global ________________________
Quem deve avaliar? Avaliações internas e externas
A avaliação desempenha diversas funções, isto e, serve para múltiplos objetivos, não apenas para o sujeito avaliado, mas também para o professor/a, para a instituição escolar, para a família e para o sistema social.
A definição de significados pedagógicos e sociais:

O poder da organização escolar, que evidentemente se deriva do sistema político, consiste em fazer de uma criança que se engana nas subtrações, que não concorda o verbo com o sujeito ou não domina o pretérito simples, um “mau aluno”.
A prática de avaliar gera um certo currículo oculto.
“validação” que as instituições escolares expedem para os alunos/as cumpre um papel social fundamental.
Funções sociais
instrumento importante de poder sobre os avaliados, o que tem uma enorme repercussão num ambiente escolar, já hierarquizado por outras razões, como as diferenças de idade, desigual posse do saber, da capacidade de competências e no cumprimento das normas de comportamento aceitável.
O poder de controle
Imposição de valores geralmente não discutidos e controle da conduta do aluno/a com a avaliação.
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