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Mulheres da Roma Antiga e Grécia Antiga

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by

Leticia Martins

on 11 April 2014

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Transcript of Mulheres da Roma Antiga e Grécia Antiga

Mulheres da Roma Antiga e Grécia Antiga.
Mulleres na Roma Antiga:
As mulheres independentemente da classe social a que pertenciam , eram educadas para serem esposas e mães. Era responsabilidade das mulheres a administração da casa, dos escravos e a criação dos filhos.
Em hipótese poderiam participar das decisões políticas. Além disso, deveriam ensinar suas filhas a arte de fiar, tecer e preparar a comida.
º As mulheres mais pobres podiam trabalhar ao lado de seus maridos ou administrar seu próprio negócio quando solteiras. Existiam ainda um grupo de mulheres virgens que dedicava toda vida a zelar pela chama sagrada de Vesta, deusa do fogo.
As vestais, como eram chamadas, deixavam suas famílias entre 6 e 10 anos de idade, para passar aproximadamente 30 anos vivendo no templo sem que pudessem se casar.

Mulheres da Grécia Antiga:
Na Grécia antiga, a mulher era sempre considerada inferior ao homem. O grande filósofo Platão dava todos os dias graças aos deuses de ter nascido homem e não mulher, livre e não escravo. A mulher ateniense quase não aparecia em publico e tinha papel de pouca importância na vida social encerrada no gineceu, entre suas escravas, distribuía-lhes a lã para fiar, tecia ela própria as roupas, não se juntava aos homens em suas reuniões, saindo apenas para as festas religiosas. A jovem na família recebe instrução rudimentar, cozinha, borda, cose e canta, casa-se conforme a vontade paterna. A mãe de família é completamente sujeita ao marido; este, antes de morrer, pode escolher-lhe um segundo esposo, é considerada apenas como a primeira entre as escravas e pode ser, sem formalidade alguma, repudiada pelo marido.
Possuíam apenas garantia de proteção e respeito às esposas, mas caso o marido viesse a falecer a mulher perdia essa garantia e corria o risco da miséria ou ter que entregar-se a prostituição. As prostitutas por sua vez viviam em constante ameaça e não possuíam garantia alguma.
Na sociedade greco-romana as mulheres eram totalmente excluídas da política, para todos da época as mulheres não possuíam razão e nem eram consideradas cidadãs, não possuindo o direito de interferência.
Prostituição:
A prostituição era uma componente da vida cotidiana dos Gregos antigos. Nas cidades gregas mais importantes, e em particular nos portos, empregava uma parte não negligenciável da população, representando uma actividade económica de relevo. A prostituição não era clandestina: as cidades não a puniam e os bordéis trabalhavam à vista da população.

Em Atenas era atribuída a Sólon a criação de bordéis estatais com preços regulados. A prostituição envolvia de forma desigual os sexos: mulheres de todas as idades e jovens do sexo masculino prostituíam-se para uma clientela maioritariamente masculina.
Obrigada pela atenção
Letícia Martins nº18
Giovanna Martins nº13
Leticia Neves nº34
Giovana Ferraz nº12
Mayssa Sanches nº22
Bianca Freitas nº6
Alexsander Generoso nº4

1º ano A- Ensino Medio
O casamento:
O casamento na Grécia Antiga era geralmente monogâmico, constituindo um assunto do foro privado, sem intervenção da pólis.

As informações mais abundantes referem-se principalmente a Atenas, pelo que o presente artigo reflecte essencialmente a realidade desta pólis.

Não existia em Atenas uma idade mínima legal para casar. As jovens atenienses casavam entre os 14 e os 18 anos, enquanto que os homens por volta dos 30 anos. Era relativamente comum o casamento entre primos, entre um tio e a sua sobrinha, ou até mesmo entre meios-irmãos (desde que estes não tivessem o mesmo pai). A poligamia era interdita em Atenas, sendo considerada bárbara.

O casamento era antecedido pela cerimónia do noivado (enguesis), que era sempre uma negociação entre o pai da jovem (ou o seu tutor) e o noivo e que poderia ter lugar vários anos antes da concretização do casamento.

Não era necessária a presença de sacerdotes na cerimónia do casamento. O período preferido para a realização de casamentos era o mês de Gamalion (Janeiro/Fevereiro).
Para as pessoas da época as mulheres não possuíam a razão, eram apenas símbolos das virtudes sensíveis e dos prazeres físicos. Classificadas em três grupos, as mulheres deveriam ser restringidas ao espaço familiar, como as esposas. Ajudar nas tarefas diárias, muitas vezes como escravas ou seguir a prostituição, visando à satisfação dos prazeres.
Casamento.
O casamento na Roma Antiga era uma das principais instituições da sociedade romana e tinha como principal objetivo gerar filhos legítimos, que herdariam a propriedade e o estatuto dos pais. Entre as classes mais prestigiadas, servia também para selar alianças de natureza política ou económica. Refira-se a título de exemplo Júlia, filha de Júlio César e de Cornélia Cinnila, que inicialmente prometida a Quintus Servilius Caepio, acabaria por casar com Pompeu quando o seu pai estabeleceu com este a aliança que conduziu ao primeiro triunvirato ou ainda o casamento de Octávia com Marco António, parte dos acordos de Brindisi.
Vários ritos do casamento romano foram legados ao mundo ocidental contemporâneo, como a existência de um anel de noivado, do véu de noiva, a união das mãos direitas dos nubentes ou ainda o acto de levar ao colo a noiva para dentro da habitação.
Saúde das mulheres da Roma Antiga
A jovem esposa romana poderia-se tornar mãe aos 13 anos e avó aos 30. Chegava a ter 7 a 10 filhos, Mas a mortalidade infantil e o risto de morte no parto eram altos: de 10% a 20%, Os irmãos Tibério e Caio Graco, por exemplo, foram os únicos sobreviventes dos 12 filhos que sua mãe Cornélia teve. Casar quando ainda não se tinha completado o processo de desenvolvimento fisíco implicou para muitas jovens romanas a morte prematura durante o parto. Pois isso as mais abastadas em geral, casavam-se mais tarde. Em outros casos quando o risco de vida era maior as mulheres usavam vários métodos abortivos, alguns deles: apertava os seios exageradamente, tomavam bebidas extremamente geladas, consumia mel em grande quantidade, ingeriam oléo de quinio, entre outras coisas.


A infâcia
As meninas da Roma antiga sempre tiveram consigo o pensamento de que o casamento era o objetivo mais importante. Desde pequenas aprendiam com suas mães algumas tarefas quando estivesse devidamente casadas como: fiar, tecer, preparar a comida, saber administrar uma casa e se fosse em uma classe mais baixa ajudaria também agricultura juntamente com seus pais .
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