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Perversões

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by

Kamila Ribeiro

on 29 June 2015

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Transcript of Perversões

PERVERSÕES



Kamila Ribeiro
Vinicius Heine
Morgana Zortéa
Look Lins

Trabalho realizado por:
A ESTRUTURA PERVERSA
Recusa da castração
Verleugnung
Diferenciação da neurose e psicose.
Definição inicial utilizada pela medicina.
Visão patológica caracterizando um "desvio".
Conjunto de comportamentos psicosexuais que buscam seu prazer de forma contínua, considerando a realidade e ao mesmo tempo a negando, substituindo-a pelo seu próprio desejo.
1905
Três ensaios sobre a sexualidade.
Conceito de perversão mencionado pela primeira vez por Freud
A criança como um "perverso polimorfo".
Problemas na
definição do termo
Na perversão, o desejo aparece como vontade de gozo, e o ato é praticado geralmente como vitorioso, isento de culpa. O perverso sabe o que quer, enquanto o neurótico reprime esse desejo.
Não há nem o recalcamento dos desejos, como ocorre na neurose, nem rejeição à realidade, como ocorre na psicose.
1919
"Uma criança é espancada: Contribuição ao estudo da origem das perversões”, "A dissolução do complexo de Édipo”, e "A organização genital infantil: uma interpolação na teoria da sexualidade"
Explicação da perversão a partir da articulação entre o complexo de Édipo e o complexo de castração.
Estado de angústia pela percepção do desejo
do Outro (mãe).
1927
“O Fetichismo”
Fetiche como substituto do "pênis da mãe".
Recusa dessa percepção traumática (falta do falo) o mecanismo psíquico de defesa utilizado na perversão.
1940
“Clivagem do ego no processo de defesa”
"Concepção de que há uma clivagem intrapsíquica que permite a coexistência de duas realidades inconciliáveis que jamais se influenciam. Enquanto uma considera a realidade, a outra a nega, substituindo-a pelo seu próprio desejo."
Comportamentos sexuais perversos:
FETICHISMO - O objeto do amor deixa de ser a parceira, passa a ser um objeto inanimado ou simplesmente uma coisa. Somente assim, o parceiro encontra satisfação sexual.
EXIBICIONISMO:- É o desejo incontrolável de expor, na presença do que lhe atrai, os órgãos sexuais. Normalmente se masturbam na presença de outrem.
EXIBICIONISTA VERBAL: É o que faz propaganda ou alarde sobre o tamanho do seu órgão genital.
MASOQUISMO: Anomalia caracterizada pelo desejo de ser maltratado(a) como prévia condição de gratificação sexual. A flagelação estimulante pode ser infligida por si mesmo ou pelo(a) parceiro(a), levando-nos ao orgasmo. Portanto, a dor constitui a única condição de satisfação sexual.
SADISMO: É a prática que consiste em maltratar até mesmo, podendo agredir fisicamente a companheira ou companheiro, com requintes, às vezes de perversidade. Somente assim o sádico encontra compensação sexual.
SADOMASOQUISMO: É a tendência para o sadismo e o masoquismo ao mesmo tempo.
INFANTILISMO: É a preferência incontrolável para a prática sexual com parceiros de muito menos idade, mais jovens.
NINFOMANIA: É a paixão intensa, de caráter mórbido. A mulher não se satisfaz sexualmente com um só parceiro. Chega até a sangrar os órgãos genitais, e não encontra o prazer satisfatório final.
NACISISMO: É o prazer com a admiração do próprio corpo ou imagem. O impulso sexual não se transfere para outras pessoas.
HOMOSSEXUALISMO: O homossexual é aquele ou aquela que tem os impulsos sexuais direcionados para pessoas do mesmo sexo.
PEDOFILIA: É a atração sexual que o adulto tem por crianças.
ONANISMO (masturbação): É a atitude da pessoa friccionar o seu membro sexual, a fim de alcançar determinada satisfação
PODOLATRIA: É o indivíduo que só encontra estímulo na concentração de seus impulsos sexuais em pés femininos, quando são anatomicamente atrativos.
Esses conceitos trazem à tona duas questões que se interligam necessariamente: por um lado, a aprendizagem, os significados atribuídos ao conceito de normalidade subordinam-se àquilo que foi recebido da sociedade, da cultura, das instituições em que o indivíduo está inserido. Por outro lado, os significados se processam e se transformam a partir das ações e pensamentos do próprio indivíduo, fazendo com que este se torne aquilo que ele é, nesse caso, perverso ou não
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