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Módulo 1: Aulas 2 e 3

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by

Renata Cristina Henriques

on 3 November 2015

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Transcript of Módulo 1: Aulas 2 e 3

CONSUMO na SOCIEDADE contemporânea
As transformações pelas quais passa a sociedade contemporânea indicam que o consumo e os impactos de algumas decisões relacionadas à ele estão em grande discussão. O passo inicial é saber que no mundo contemporâneo consumimos não apenas os produtos em si, mas também as relações produzidas a partir dele.

Quer saber mais? Vamos em frente...

Neste curso
Você encontrará:
Vídeos sobre o tema;
2 Aulas texto a cada módulo;
Atividade avaliativa ao final de cada módulo

CONCLUSÃO
MÓDULO 1
- aULAS 2 E 3

Módulo 1
MÓDULO 2

O IMAGINÁRIO DO CONSUMO
MÓDULO 4


AULA 8


conclusão
Vídeo: A história das coisas

Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo

Aula 3 – Consumo e identidade
ASSISTA: A HISTÓRIA DAS COISAS
nAS PRÓXIMAS AULAS...

MÓDULO 2

O IMAGINÁRIO DO CONSUMO
nAS PRÓXIMAS AULAS...

Módulo 3

O ser consumidor e seu comportamento
ATIVIDADE AVALIATIVA
MÓDULO 1
SOCIEDADE, CULTURA E CONSUMO

A ATIVIDADE ESTÁ DISPONÍVEL NA SALA DE AULA
ATIVIDADE AVALIATIVA
ATIVIDADE AVALIATIVA
ATIVIDADE AVALIATIVA
ASSISTA: O HOMEM CAPITALISTA
A HISTÓRIA DOS COSMÉTICOS
Vídeo: A história das coisas

Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo

Aula 3 – Consumo e identidade





Vídeo: O homem capitalista

Aula 4 - Da sedução ao consumo

Aula 5 – A felicidade ao consumir
Cultura, consumo e a sociedade contemporânea
MÓDULO 3
O ser consumidor e seu comportamento
Vídeo: Cosméticos

Aula 6 – Consumidor contemporâneo e comportamento

Aula 7 – O consumidor consciente

Este curso será dividido em 5 partes:



Aula 1
Aula 2

A sociedade contemporânea de consumo

Aula 3

Consumo e identidade

MÓDULO 1
CULTURA, CONSUMO E A SOCIEDADE CONTEMPORÂNEA
- INTRODUÇÃO
Jean Baudrillard (um dos mais importantes estudiosos do tema) afirma que os consumidores atuais estão mais interessados no significado que determinado produto possa ter, do que na funcionalidade da própria mercadoria. Portanto, ele afirma que as relações atuais são baseadas no consumo:


“o consumo surge como modo ativo de relação, como modo de atividade sistemática e de resposta global, que serve de base à todo nosso sistema cultural” (1981, pág, 11)

Em outras palavras, Baudrillard ressalta a importância do consumo e do significado que este pode vir a ter no relacionamento entre as pessoas:


“Raro são os objetos que hoje se oferecem isolados, sem o contexto dos objetos que os exprimam. Transformou-se a relação do consumidor ao objeto: já não se refere ao objeto na sua utilidade específica mas ao conjunto de objetos na sua significação total” (1981, pág. 17)

Portanto, fica muito claro aqui que na grande maioria das vezes compramos (mesmo sem ter ideia inicial) um objeto tal por alguma influência, por um conjunto de significados que este objeto representa para nós implicitamente.


Um exemplo simples...

Por que Gisele Bundchen é a modelo mais
bem paga do mundo?!

todas as grandes marcas querem associar-se à ela:


Porque, por exemplo, todas as grandes marcas querem que as pessoas associem a figura bem sucedida, linda, poderosa, famosa, rica, etc, etc, etc de Gisele à sua marca e, que "inconscientemente", as pessoas comprem seus produtos achando que talvez fiquem mais parecidas com ela...
A venda de um produto é bem maior quando ele está associado à algo ou alguém que exerce certa influência nas pessoas.
E assim, compramos, compramos, compramos...
Eles precisam ser mantidos em alerta constante, continuamente expostos a novas tentações, num estado de excitação incessante e, ao mesmo tempo, em estado de perpétua insatisfação. Confuso, não é mesmo?!

Na verdade é bem simples, as coisas surgem tão rapidamente e possuem tantas características que gostaríamos de ter ou sentir que logo fazemos de tudo para comprá-las, mas quase que imediatamente aparecem outras coisas mais legais e que nos farão "mais felizes". Logo, a insatisfação toma conta e nos sentimos insatisfeitos, loucos para poder adquirir “novas características”.
Essa é a lógica da economia orientada para o consumidor. A satisfação do consumidor deve ser instantânea e isso num duplo sentido.

Ainda neste pensamento, os bens consumidos devem satisfazer de imediato, sem exigir o aprendizado de quaisquer habilidades ou extensos fundamentos; mas a satisfação deve também terminar — “num abrir e fechar de olhos”, isto é, no momento em que o tempo necessário para o consumo tivesse terminado.
E esse tempo de felicidade e excitação deveria ser reduzido ao mínimo. E veja só: a necessária redução do tempo é melhor alcançada se os consumidores não puderem prestar atenção ou concentrar o desejo por muito tempo em qualquer objeto; isto é, se forem impacientes, impetuosos, indóceis (conhece alguém assim?!) e, acima de tudo, facilmente instigáveis e também se facilmente perderem o interesse.


Como vimos, a maneira como a sociedade atual molda seus membros é ditada primeiro e acima de tudo pelo dever de desempenhar o papel de consumidor.

A norma que nossa sociedade coloca para seus membros é a da capacidade e vontade de desempenhar esse papel muito bem.
Portanto, o consumidor em uma sociedade de consumo é uma criatura acentuadamente diferente dos consumidores de quaisquer outras sociedades que já existiu.

Se os nossos ancestrais já se perguntaram se o homem trabalha para viver ou vive para trabalhar, o dilema sobre o qual mais se cogita atualmente é se é necessário consumir para viver ou se o homem vive para poder consumir.
Igualmente, nesta sociedade, nada deve ser abraçado com muita força pelo consumidor, nada deve exigir um compromisso infinito, nenhuma necessidade deve ser vista como inteiramente satisfeita e, nenhum desejo, como o último.

Deve haver uma cláusula “até segunda ordem ou até o próximo comercial” em cada juramento de lealdade e em cada compromisso de compra.
E uma das coisas mais importantes de tudo que falamos até agora é a durabilidade física dos objetos do desejo não é mais exigida. Nesta sociedade as coisas são realmente desenvolvidas para não durarem!!! Sim, elas são produzidas para serem rapidamente trocadas.

Conforme usamos um produto, é natural que este sofra desgastes e se torne antigo com o passar do tempo. Mas o que não é natural e é o que está acontecendo há um bom tempo é que a própria indústria planeja o envelhecimento de um produto, ou seja, programa quando determinado objeto vai deixar de ser útil e parar de funcionar, apenas para aumentar o consumo.
Aula 4


Da sedução ao consumo
Quando pensamos em consumo, logo vem em mente a grande parte da população que trabalha e com seu suor se rende às tentações diárias, correto?! Mas não é sempre assim. O setor de comunicações tem mantido forte interesse no público infantil.

De fato, na medida em que a televisão aberta dimensiona ao pequeno telespectador programação 24 horas, esse público, também tornou-se dependente do consumo ou pelo menos da vontade de consumir. Mas será que eles possuem tamanha força para isso?! Como será o poder de compra dos baixinhos?
Há muitos anos atrás tínhamos uma variedade limitada de produtos que se buscava vender ao maior número possível de pessoas; a busca de um denominador comum entre elas servia de base a mensagens publicitárias de massa.

Mas a partir dos anos setenta, passamos a lidar com uma grande variedade de produtos a serem vendidos a mercados cada vez mais segmentados: no limite, a um único indivíduo. E a cereja do bolo é a ideia de vender a ele o maior número possível de produtos e serviços ao longo do tempo.
Dentro deste pensamento, para cada organização, o importante passou a ser: conquistar os clientes o quanto antes, pois quanto mais cedo o consumidor fosse cativado, mais tempo ele poderia permanecer como cliente e maior seria o volume de gastos que poderia vir a fazer com produtos ou serviços da empresa escolhida.

“Uma das consequências desse movimento foi a busca de sedução das crianças, desde a mais tenra idade, através de ações de marketing e publicidade, por parte de muitas empresas. Em outras palavras, se na fase da produção de massas a publicidade e o marketing se desenvolveram – e muito – tendo como público-alvo os adultos, mesmo que se tratasse de produtos para crianças, eles passaram na fase seguinte a abordar diretamente também o consumidor infantil”. Taschner, 2011, pág. 205

Será que somos realmente mais felizes quando compramos algo? Tudo o que vimos até agora mostra que somos moldados para comprar, consumir, consumir e comprar.

O modo de vestir, o eletrodoméstico da moda (branco , inox, preto) o vocabulário e muitas outras coisas, tudo que antes fazia parte da particularidade de cada pessoa, a mídia tenta a todo custo padronizar para atingir o maior número de compradores de uma vez só.
Aula 5

A felicidade ao consumir
Será mesmo que essa “liberdade” de comprar o que quisermos (não importa se à vista ou em 48 vezes) não passa de fantasia? Ou o fato de comprar um produto da moda faz com que o consumidor sinta-se mais parte da sociedade contemporânea? De achar que desta forma aquele grupo de interesse está mais perto ou falam a mesma língua? De que se consumirmos os mesmo produtos seremos mais parecidos?

Muitos questionamentos surgem ao analisarmos todo este cenário atual, não é mesmo?!
Mas o que já sabemos é que o sistema atual oferece opções, muitas opções, mas a escolha se restringe apenas a esse universo, o de comprar. Na verdade, o mercado é que determina o que consumir, mas com algumas variações que almejam os variados tipos de gostos, como em uma padronização diversificada. E o que mais impressiona é que o discurso é individualista, personalizado, fazendo acreditar que foi feito especialmente para aquela pessoa.

Mas o que acontece é que somos educados a incorporar estereótipos, a nos projetar em símbolos, dividindo-nos em vários públicos consumidores. Na verdade nós somos o produto, moldados para consumir dentro de alguns dos vários segmentos de produção industrial.
Será que esta necessidade de consumir extensamente pode revelar que existe um vazio nesta sociedade? Uma defasagem na nutrição das reais necessidades do homem? É inegável que os tempos modernos trouxeram grandes avanços, mas não podemos negar o fato de que muitos prejuízos vieram atrelados.

E é importante que lembremos que precisamos manter nossas raízes firmes em nossas reais necessidades intrínsecas para não perdermos a cabeça com falsas satisfações extrínsecas.
De acordo com o que se viu até agora, pode-se perceber que o desejo e anseio de ter, de comprar, de possuir algo que a sociedade explora no momento como “cool” concretiza-se em pessoas insatisfeitas a todo momento, pois ocorre a compra e o descarte subsequente de mercadorias, tão logo essas mercadorias compradas percam sua importância para outros novos produtos “mais legais”
Aula 6

Consumidor contemporâneo e comportamento
Bauman (2008, p.41):

"Pode-se dizer que o “consumismo” é um tipo de arranjo social resultante da reciclagem de vontades, desejos e anseios humanos rotineiros, permanentes... transformando-os na principal força propulsora e operativa da sociedade, uma força que coordena a reprodução sistêmica, a integração e a estratificação sociais, além da formação de indivíduos humanos, desempenhando ao mesmo tempo um papel importante nos processos de auto-identificação individual e de grupo, assim como na seleção e execução de políticas de vida individuais".
Na sociedade contemporânea de consumo o homem vive imerso em incertezas e isso o impulsiona para o “consumo” fanático das religiões, do trabalho excessivo dos workaholics, das superficiais relações interpessoais e, de fato, do consumismo exacerbado.

Bauman (2008, p.70):

"A “sociedade de consumidores”... representa o tipo de sociedade que promove, encoraja ou reforça a escolha de um estilo de vida e uma estratégia existencial consumistas, e rejeita todas as opções culturais alternativas. Uma sociedade em que se adaptar aos preceitos da cultura de consumo e segui-los estritamente é, para todos os fins e propósitos práticos, a única escolha aprovada de maneira incondicional".

E para finalizar este tema... Lipovetsky:

“As vantagens (desta sociedade) é que hoje vivemos muito mais tempo e com muito mais saúde. Além disso, o consumo oferece uma abertura do mundo, possibilitando que as pessoas viajem mais e vejam coisas que jamais viram. Graças à internet, as pessoas podem conhecer mais o mundo. Paralelamente, em uma sociedade onde há um forte consumo generalizado, a violência, mais especificamente, a violência política tende a diminuir de forma que o consumo pacifica o espaço público. E isso é um grande benefício”.

De acordo com Lipovetsky (2007) existem hoje, novas formas de consumo "responsável". O "consumo consciente" significa consumir melhor, com mais qualidade e de forma mais responsável para com o meio ambiente.

Portanto, o consumidor consciente, consome aspirando um direito de escolha e de responsabilização pessoal por essas escolhas – e negando-se a imagem de “consumidor alienado” da sociedade de consumo.
Aula 7

O consumidor consciente
Mas, nessa “nova” autonomia ainda há uma grande dependência com relação à força das marcas, devido ao poder que essas teriam em direcionar as nossas escolhas ao assumirem o lugar de "autoridade" e nos dizer como devemos conduzir nossas escolhas.
A sociedade de consumo produz incessantemente novos desejos e assim, os indivíduos passam a ser reconhecidos, avaliados e julgados por aquilo que consomem: pelo que vestem ou calçam, pelo carro e pelo celular que exibem, pelos aparelhos de última geração, etc.
O consumo irresponsável ou desenfreado gera impactos sobre o meio ambiente de maneira a colocar em xeque a sustentabilidade do planeta e a viabilidade de uma vida digna para as futuras gerações. Será que temos direito de comprometer a qualidade de vida dos que virão depois de nós? Pense nisso...
MÓDULO 2
O IMAGINÁRIO DO CONSUMO

LINK: LIÇÃO
MÓDULO 3
O ser consumidor e seu comportamento

lINK: lIÇÃO
MÓDULO 4
conclusão

LINK: LIÇÃO
INTRODUÇÃO

Na sociedade de consumo atual, os consumidores são em primeiro lugar e acima de tudo acumuladores de sensações (mesmo que momentâneas); são colecionadores de coisas, enfim, são pessoas que querem, querem e querem o tempo todo.

E o que este sistema econômico prega é que para aumentar sua capacidade de consumo, os consumidores não devem ter descanso nunca.
Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo
Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo
Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo
Aula 2 – A sociedade contemporânea de consumo
A cultura da sociedade de consumo envolve sobretudo o ESQUECIMENTO!!!
SAIBA MAIS...
cONTINUAÇÃO...
Aula 3: Consumo e identidade
Aula 3: Consumo e identidade
Aula 3: Consumo e identidade
Aula 3: Consumo e identidade
Isso se chama: OBSOLESCÊNCIA PROGRAMADA
Assista: feitos para quebrar
Aula 4: Da sedução ao consumo
Aula 4: Da sedução ao consumo
Aula 4: Da sedução ao consumo
Aula 4: Da sedução ao consumo
Aula 5 A felicidade ao consumir
Aula 5 A felicidade ao consumir
Aula 5 A felicidade ao consumir
Aula 5 A felicidade ao consumir

"Vivemos tempos líquidos. Nada é para durar"


Zygmunt Bauman, sociólogo polonês e um dos maiores autores sobre o tema Consumo
Aula 6: comportamento contemporâneo
Aula 6: comportamento contemporâneo
Aula 6: comportamento contemporâneo
Aula 6: comportamento contemporâneo
aula 7: o consumidor consciente
aula 7: o consumidor consciente
aula 7: o consumidor consciente
aula 7: o consumidor consciente
Numa sociedade de consumo conforme descrita durante este curso, pudemos verificar que os consumidores buscam com todo empenho ser seduzidos.

É por essa combinação de consumidores, que sempre buscam novas atrações e logo ficam insatisfeitos com atrações já obtidas, que podemos chamar tal economia de “economia do engano”, que aposta na irracionalidade dos consumidores e não em suas estimativas sóbrias e bem informadas.
E diante do consumo excessivo, a necessidade de visibilidade é cada vez maior, deflagrando uma constante reformulação das identidades como formas de assegurar os princípios de inclusão/exclusão nas sociedades, tornando os próprios consumidores mercadorias de consumo.

Bauman diz que “A vida de consumo não pode ser outra coisa senão uma vida de aprendizado rápido, mas também precisa ser uma vida de esquecimento veloz”.
Já Lipovetsky afirma que as "pílulas da felicidade" assumem lugar central para a solução dos nossos problemas, e a busca da felicidade "se abriga sob a égide da intervenção técnica, do medicamento, das próteses químicas" (p. 57). O autor nos faz ver que, muitas vezes, essas formas de consumo acabam por ocultar ou negar o enfrentamento dos nossos reais problemas.

Mas também não podemos negar que Lipovetsky chega mesmo a reconhecer a positividade presente na superficialidade consumista ao admitir que o consumo representa uma fonte real de satisfação, mesmo não sendo sinônimo de felicidade.
FIM.

bibliografia
BAUMAN, Zigmunt. Vida para consumo. A transformação das pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2008.

____________. A Arte da Vida. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.

CAMPBELL, Colin. A ética romântica e o espírito do consumismo moderno. Rio de Janeiro, Rocco, 2001.

LIPOVETSKY, Gilles. A Felicidade Paradoxal. Ensaio sobre a Sociedade de Hiperconsumo. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.

Taschner, 2011, pág. 205. Comunicação, mídia e consumo. São Paulo ano 8 vol.8 n.23 p. 199-216 nov. 2011

(Conteúdo já foi estudado)
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