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Ciências sociais e políticas 17

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EaD IVJ

on 22 December 2016

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Transcript of Ciências sociais e políticas 17

Texto para apresentação pelo professor em sala:


- Max Weber, A ética protestante e o espírito do capitalismo (Introdução e cap. 1, “Filiação religiosa e estratificação social”).

- Trata-se de um dos livros mais importantes da história das Ciências Sociais.

A razão dessas atitudes deve ser buscada no caráter intrínseco permanente de suas crenças religiosas.

A utilização técnica dos conhecimentos matemáticos científicos (que já existiam em outras partes do mundo) foi encorajada por algumas peculiaridades da organização social do Ocidente, principalmente as estruturas racionais do Direito e da Administração.

Ou seja, para Weber, há um tipo de “racionalismo” específico e peculiar da cultura ocidental. Qual é sua origem?

Weber destaca a importância fundamental da atividade econômica. No entanto, segundo ele, é importante perceber, antes de mais nada, que o racionalismo econômico, se depende parcialmente da técnica e do direito racional, também é determinado pela capacidade e disposição dos homens em adotar certos tipos de conduta racional.

Texto para a próxima aula
Max Weber, A ética protestante e o espírito do capitalismo, cap. 2 (“O espírito do capitalismo”) e 5 (“A ascese e o espírito do capitalismo”).

A reposta, para Weber, deve ser buscada nas diferentes atitudes de católicos e protestantes em relação à atividade econômica.

No caso dos protestantes, marcadas por uma maior tendência para o “racionalismo econômico”.


A questão que Weber se propõe a responder é: como o Capitalismo, a força mais significativa da vida moderna (e dotada de um desenvolvimento universal em seu valor e significado), surgiu no Ocidente?

Em primeiro lugar, é preciso superar uma “noção ingênua de Capitalismo”: o simples impulso para o ganho, o lucro, etc. nada tem a ver com o Capitalismo, eles sempre existiram entre todos os tipos de pessoas e em todos os países.

Já a ação econômica capitalista está baseada na racionalidade: um cálculo planejado, racional do lucro pela organização racional do trabalho e contabilizado por métodos racionais.

Na medida em que as operações são racionais, toda ação individual das partes é baseada em cálculo. Nesse sentido, empresas “capitalistas” existiram há muito tempo e em toda parte.

O “Espírito do Capitalismo”
e seus Efeitos

“Espírito do Capitalismo”
e seus Efeitos - O Problema
CONTEÚDO DA SESSÃO
“Espírito do Capitalismo”
e seus Efeitos - Racionalidade
“Espírito do Capitalismo”
e seus Efeitos: Conduta Racional
Onde essa conduta enfrentou obstáculos espirituais, o desenvolvimento de uma conduta econômica também encontrou resistências. Weber, portanto, vai se ocupar das forças religiosas e dos ideais éticos de dever deles decorrentes, que sempre estiveram, no passado, entre os mais importantes elementos formativos da conduta.

O ponto mais difícil de abordar é a formação de uma “mentalidade econômica”, do ethos de um sistema econômico.

(Ethos = o espírito, valores morais, ideias ou crenças específicas de um grupo, comunidade ou cultura.)

No caso desse livro, trata-se das relações entre o moderno ethos econômico e a ética racional do protestantismo.

“Espírito do Capitalismo”
e seus Efeitos:
Ethos Econômico
Weber parte da constatação de um fato histórico: as principais posições no mundo dos negócios e a maioria dos proprietários do capital, assim como os níveis mais altos da mão de obra qualificada, são protestantes.

Como explicar essa maior participação relativa dos protestantes?

Uma primeira resposta, insuficiente, seria que isso se deve puramente a acasos históricos e individuais.

Filiação Religiosa e Estratificação Social
Outra resposta, igualmente equivocada, seria que a Reforma permitiu a emancipação do tradicionalismo econômico.

No entanto, a Reforma não implicou a eliminação do controle da Igreja sobre a vida cotidiana, mas, pelo contrário, sua substituição por uma nova forma, mais rígida.

O que a Reforma repudiou foi um controle tênue, formal e dificilmente perceptível na prática cotidiana, por uma regulamentação de toda a conduta, que penetrasse em todos os setores da vida pública e privada. Ou seja, a queixa dos reformadores
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