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Plano Diretor de Drenagem Urbana de Belo Horizonte MG

Trabalho final da disciplina de Saneamento Ambiental II do curso de bacharelado em Gestão em Saúde Ambiental - UFU
by

Fabio de Morais

on 18 December 2015

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Transcript of Plano Diretor de Drenagem Urbana de Belo Horizonte MG

Plano Diretor de Drenagem Urbana
Belo Horizonte
Universidade Federal de Uberlândia
Gestão em Saúde Ambiental
Saneamento Ambiental II
“O Plano Diretor de Drenagem Urbana (PDDU) é o conjunto de diretrizes que determinam a gestão do sistema de drenagem (...)" J. MILOGRANA PARKINSON (2003)
1975 – Plano Metropolitano de Águas Pluviais e Proteção contra Cheias





Elaborado pela Superintendência de Desenvolvimento da Capital – SUDECAP.
Propôs a retificação e canalização de todos os cursos d’água do Município, associando as necessidades de implantação de interceptores de esgotos com empreendimentos viários estruturantes (avenidas sanitárias) a serem implementados pela municipalidade.



1979 – Plano de Urbanização e Saneamento de Belo Horizonte – PLANURBS
Elaborado pela Superintendência de Desenvolvimento da Capital – SUDECAP.
Planejamento a longo prazo estipulado em 10 anos, porém o plano demonstrou fragilidade e ainda tem pontos a melhorar.
1999 - Plano Diretor de Drenagem Urbana
Interdependência da drenagem com os demais sistemas urbanos
Não ampliação da cheia natural, restringindo-se a ampliação da impermeabilização do solo ou criando mecanismos de compensação às novas áreas impermeabilizadas;
Não transferência de cheias ou de impactos de inundação resultantes do aumento da aceleração dos escoamentos;

Conhecimento do funcionamento real do sistema de drenagem através do monitoramento da relação chuva X vazão
Compatibilização do planejamento da expansão urbana
com as diretrizes de drenagem

Valorização ambiental das águas enquanto paisagem urbana
Estabelecimento de um processo de gestão para os serviços de drenagem
Participação da comunidade na elaboração e na implementação de planos e projetos relacionados aos recursos hídricos naturais existentes na cidade

Desenvolvimento tecnológico e pesquisa de soluções alternativas ao sistema convencional de drenagem urbana
Plano de Drenagem Urbana
Belo Horizonte
1ª Etapa:

Análise Integrada do Sistema de Drenagem (o sistema drenagem e sua interação com os demais sistemas urbanos)

Caracterização das bacias elementares (características físicas, hidrológicas, demográficas e sociais)

Caracterização estrutural das galerias existentes e plano de ação para recuperação e manutenção

Cadastro da microdrenagem e macrodrenagem

Implantação de um Sistema de Informações Geográficas para a Drenagem Urbana.



2ª Etapa

Campanha de medição da relação chuva X vazão

Campanha de monitoramento da qualidade das águas

Elaboração dos estudos para Gestão do Sistema de Drenagem


3ª Etapa

Modelagem do sistema de drenagem;

Campanha de controle da poluição dos corpos d’água (combate ao processo erosivo, combate à poluição por esgotos, combate à poluição por resíduos sólidos);



4ª Etapa

Plano de execução de obras (incluindo a elaboração dos projetos básicos);

Implantação de um Sistema de Alerta Contra Inundações;

Estudos para operação otimizada do sistema de macrodrenagem em tempo real.







Bacia do Rio das Velhas com afluente do Rio São Francisco

Bacia do Ribeirão do Isidoro

Bacia do Ribeirão do Onça

Bacia do Ribeirão Arrudas.


População estimada em 2,4 milhões de habitantes.

330 km² engloba quatro grandes bacias
A enchente é um fenômeno natural do regime do rio, e todo rio tem sua área de inundação, porém a ocupação desordenada e sem planejamento torna-se uma “bomba relógio” causando danos materiais e civis.
O sistema de drenagem é o conjunto da infraestrutura existente em uma cidade para realizar a coleta, o transporte e o lançamento final das águas superficiais, incluindo ainda a hidrografia.
PDDU: Respeito ao meio ambiente


Elaborado pela Fundação João Pinheiro, com recursos do Serviço Federal de Habitação e Urbanismo (SERFHAU): levantamento de dados, análise e proposições para a concepção do sistema de drenagem e controle de cheias e de recomendações gerais para a execução de trabalhos futuros.


Ações emergenciais relacionadas à defesa civil. São obras necessárias para o combate a inundações que colocam em risco a vida de pessoas e o patrimônio público e privado.
A extensão dos córregos e ribeirões em Belo Horizonte soma 700 km, dos quais 500 km estão em leito natural .
A cultura técnica tradicional é indutora da solução pela canalização desses cursos d’água, como apoio da população
O Programa de Recuperação Ambiental de Belo Horizonte - DRENURBS foi lançado
pela Secretaria Municipal de Política Urbana de Belo Horizonte. Na sua formulação
foi utilizada uma concepção inovadora em relação aos recursos hídricos no meio
urbano, onde se prioriza a reintegração dos cursos d’água à paisagem e não mais se
vê a canalização como única solução para a drenagem.
Estratégico - indicam os efeitos da ação dos tomadores de decisão e as suas causas a nível organizacional
Os efeitos da ação dos tomadores de decisão são imediatistas e pouco eficazes
Operacional - fornecem informações sobre a cobertura dos serviços prestados
Há informações sobre os serviços, porém não de fácil acesso a população pois exige tempo para pesquisa

Grau de permeabilidade do solo – informam as modificações do ambiente urbano devido ao processo de urbanização
Belo Horizonte é uma cidade altamente impermeabilizada
Gestão da drenagem urbana - poderá ser avaliada a partir da percepção do usuário sobre a qualidade dos serviços de drenagem, da existência de programas de drenagem e do cadastro da rede existente
Abrangência do sistema de drenagem - avalia os avanços obtidos através da implantação e cobertura do sistema
Abrangência aumentou muito ao longo dos anos, mas não há integração política entre a região metropolitana e a cobertura é falha na grande Belo Horizonte, considerando a macro região;
Avaliação do serviço de drenagem pluvial – indica a situação dos serviços de inspeção, limpeza e manutenção dos elementos do sistema
Não é feita avaliação do serviço de drenagem embora haja inspeção, limpeza e manutenção dos elementos do sistema
Gestão de eventos hidrológicos extremos - avalia a ocorrência dos pontos de inundação e a existência de estações de monitoramento do sistema de drenagem
O parâmetro está de acordo, pois há o monitoramento climatológico e pluviométrico bem como do índice de cheia do leito dos rios
Interferências à eficácia do sistema de drenagem - avalia as interferências sobre o sistema de drenagem em virtude de outros setores do sistema de saneamento;
Com a implantação do DRENURBS as interferências sobre o sistema de drenagem em virtude de outros setores do sistema de saneamento são evidenciadas visto que o saneamento é analisado como um todo e não individualmente
Aplicação de novas tecnologias - considera a implantação de tecnologias avançadas para o sistema de drenagem
Há aplicação de novas tecnologias como uso de sensores para monitoramento de cheia e mapeamento através de SIG; um protótipo de sinal luminoso está em fase de testes e poderá ser usado para avisar a população sobre risco de enchentes
Salubridade ambiental – fornece informações dos impactos sobre a qualidade da água dos corpos receptores e da população devido às interferências do sistema de drenagem;
Não foi identificada a salubridade ambiental.
Não há avaliação da drenagem urbana pelo usuário
O PDDU desenvolve o que é proposto?
tempo/obra
custos altos
risco/população
Benefecios
Construir reservatórios

As bacias de detenção de águas pluviais, também conhecidas como “piscinões”, são obras caras, mas de resultados comprovados.

Revisar a política de canalização

Quando os córregos são transformados em ruas, é natural que as ruas virem rios.
Analisar a situação considerando a canalização como ultima opção
Campanhas de educação
A solução passa por educação ambiental, um trabalho longo que demora a dar resultados, mas é essencial.

Segurar a água

Para aumentar a absorção, é preciso ampliar as áreas verdes e utilizar materiais porosos no calçamento.

Sistema de alerta

Há placas amarelas e vermelhas que avisam sobre o risco de inundação em determinados locais

É necessário um sistema de bloqueio do acesso às vias alagadas, para evitar que carros sejam arrastados pela correnteza.

A prefeitura pretende testar um protótipo de sinal luminoso que poderá ser usado em avenidas como a Cristiano Machado. Se o nível das águas aumentarem muito, a luz vermelha acenderá, mostrando ao motorista que há possibilidade de inundação
Inclusão da região metropolitana

Os processos de drenagem precisam ser pensados para toda a Grande Belo Horizonte. A bacia do Ribeirão Arrudas, por exemplo, abrange também as cidades de Contagem e Sabará.


Avanços nas áreas de risco

Das quarenta e cinco mil pessoas que vivem em áreas suscetíveis a inundações na cidade, a prefeitura prevê retirar dez mil. Quase metade do orçamento de combate às inundações é destinada à transferência das famílias que moram nas proximidades.

custo social das remoções, já que muitos moradores mantêm laços afetivos com sua casa e enfrentam dificuldades para se adaptar a moradias verticalizadas.

Belo Horizonte, ao longo do tempo, ao invés de inserir os cursos de água no seu cenário urbano, adotou a prática da canalização. Ao mesmo tempo, outros processos contribuíram para agravar as consequências das enchentes na cidade como erosão, ocupação desordenada do solo de fundo dos vales, manejo inadequado do solo e de microbacias hidrográficas e desmatamento além de impermeabilização, ocupação inadequada das encostas, baixa capacidade de infiltração das águas pluviais, canais assoreados devido à grande quantidade de sedimentos e de lixo doméstico.

Portanto, pode-se constatar que o PDDU é falho e que apesar dos avanços como o monitoramento hidrológico, ainda há inundações em determinados locais periodicamente. Afirma-se, ainda, que o planejamento urbano e ambiental somado a uma gestão eficaz pode amenizar ou sanar o problema que atinge e prejudica a população belo-horizontina. Devemos aprender a conviver com a natureza e evitar os danos e tragédias.
Conclusão

O PDDU adotado em Belo Horizonte está de acordo com três dos indicadores propostos para avaliação. Podemos observar soluções imediatistas denotando a fragilidade do plano haja vista sua ineficiência perante enchentes e inundações.
Obrigado

Fabio de Morais


Fábio de Morais
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