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O livro relata a experiência inovadora da Escola da Ponte, d

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Samyra Bynes

on 25 November 2014

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Transcript of O livro relata a experiência inovadora da Escola da Ponte, d

O livro relata a experiência inovadora da Escola da Ponte, desenvolvida em Portugal e que conta com mais de trinta anos de existência.
Ao visitar a Escola da Ponte, em Portugal, o educador Rubem Alves deparou-se com a realização daquilo que sempre havia pensado como ideal de educação.
A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir
– Rubem Alves
Abordagem Humanista:
Abordagem Psicanalítica:
Abordagens de ensino;

De imediato percebe-se que a Escola da Ponte rompe com os modelos tradicionais de ensino-aprendizagem, em que o processo é centrado na autoridade do professor ou do material previamente organizado e em relação ao qual não se pode de modo algum se desviar. Os relatos de Rubem Alves sobre a escola da ponte demonstram que a orientação pedagógica seguida por eles é totalmente contrária ao que prega a abordagem tradicional.
A escola com que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir
Rubem Alves
“Não temos classes separadas, 1º ano, 2º ano, 3º ano... Também não temos aulas, em que um professor ensina a matéria. Aprendemos assim: formamos pequenos grupos com interesse comum por um assunto, nos reunimos com uma professora e ela, conosco, estabelece um programa de trabalho de 15 dias, dando-nos orientação sobre o que deveremos pesquisar e os locais onde pesquisar. Usamos muito os recursos da Internet. Ao final dos 15 dias nos reunimos de novo e avaliamos o que aprendemos. Se o que aprendemos foi adequado, aquele grupo se dissolve, forma-se um outro para estudar outro assunto.”
Os alunos decidem democraticamente as regras e mostram a escola para os visitantes.
Uma escola onde fazer lição de casa não é obrigação, uma escola ligada ao prazer de aprender, aos valores, a emoção, as descobertas, ao viver e conviver, aprender a ser, onde se constrói indivíduos participantes com consciência de liberdade, críticos, educados.

Como podemos observar, a Escola da Ponte é um espaço partilhado por todos, sem toques de sinal, sem separação por turmas e nem um programa formal a ser seguido, o que vai de encontro ao que propõem a abordagem comportamental, em que a ideia principal é o estabelecimento de comportamentos padrões através de instrumentos reforçadores. Acredita-se, nesta abordagem, que reproduzir e controlar eventos sucessivos desenvolve hábitos em que o conhecimento é mantido através de mecanismos de memorização e resolução de problemas. O que parece ser o oposto que a Escola da Ponte propõe. Para a Escola da Ponte, a grande lição social é que todos partilharam de um mesmo mundo, todos se ajudam e não há competição.
Abordagem Tradicional:
Abordagem Comportamental:
Na abordagem humanista se valoriza as relações interpessoais. Nela o professor deve assumir uma postura empática, mas não interferir no processo de desenvolvimento da pessoa. Todo o processo deve ser decidido e guiado pelo sujeito autônomo e livre, e não por quaisquer condicionantes ou orientações externas. Rubem Alves ao relatar sobre a escola oferece-nos um conjunto de informações que nos faz pensar sobre a viabilidade dessa proposta de forma concreta, um ambiente em que o processo é conduzido pelos interesses das crianças, as temáticas são produtos de suas curiosidades, onde os alunos decidem o que querem aprender, como vão avaliar o que aprenderam. Decidem sobre as suas necessidades e como podem ajudar os que precisam. Não existe modelo pronto nem regras a seguir, mas um processo de vir a ser, de tornar-se sujeito ativo do conhecimento. O objetivo, na abordagem humanista, é a auto realização.
Segundo Freud, em suas afirmações, nos apresenta os limites da ação pedagógica entre proibir e permitir que o aluno realize de seus desejos, por conta da complexidade da psique humana, entre outros aspectos como: os obstáculos interiores ao processo de amadurecimento, o conflito entre o desejo individual e as exigências e obrigações da vida em comunidade. Dessa forma a escola da Ponte segue uma linha pedagógica onde o proibir e o permitir são estabelecidos pelos próprios alunos através da Assembleia de Alunos, que é uma atividade que reúne todos os alunos, onde são discutidos, analisados e votados os direitos e deveres que consideram fundamentais para o funcionamento da escola.
Abordagem Construtivista:
Segundo a teoria construtivista, o conhecimento é resultado da dialética da interação sujeito-objeto, de sua ação e levantamento de hipóteses, sendo um processo interativo em que a espontaneidade tem um papel importante. Para Piaget, as crianças são as próprias construtoras ativas do conhecimento, constantemente criando e testando suas teorias sobre o mundo, dessa forma a Escola da Ponte propicia aos alunos um ambiente onde eles possam de forma espontânea construir o conhecimento, pois os alunos não estando classificados, agrupados ou distribuídos por turmas nem por anos de escolaridade que, na prática, não existem, eles apenas formam grupos heterogêneos.
Abordagem Inteligências Múltiplas:
Segundo Gardner, todos os seres humanos nascem com o potencial das várias inteligências, sendo elas: inteligência verbal ou linguística, inteligência lógico-matemática, inteligência sinestésica,.. Entre outras.

A Escola da Ponte procura em seu ambiente e sua estrutura propiciar os alunos a desenvolver e aprimorar ao máximo as inteligências múltiplas, pois seu ambiente é aberto e não existem salas e sim áreas de trabalho. Além disso, a Escola da Ponte favorece situações de aprendizagem para o desenvolvimento de todas as inteligências, a fim de que o aluno possa atingir seus objetivos profissionais e de lazer a partir do seu espectro particular de inteligências, como Gardner afirmou que deveria ser.
Alunas:
Fernanda Strieski
Luana Novaes
Jessica Teixeira
Psicologia
Período: 2º
Disciplina: Psicologia do desenvolvimento e
teorias da aprendizagem
Professora: Marisa Godoy
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