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Monografia

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by

Susana Faustino

on 21 May 2015

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Transcript of Monografia

Conceitos clarificados:
Paradigma e tipo de estudo
Método de análise de conteúdos: Bardin
Comunicação de más notícias à família, em pediatria
Monografia
Elaborado por:
Márcia Carreira & Susana Faustino

Orientadora:
Prof.ª Maria João Santos
Arguente:
Prof.ª Rita Kopke
Sumário:
I
II
III
IV
Fase Conceptual
Conceitos clarificados
Fase Metodologia
Paradigma e tipo de estudo
Amostra da população
Instrumento de colheita de dados
Considerações éticas
Fase Empirica
Apresentação, análise e discussão dos dados
Implicações e sugestões
Limitações
Conclusão
Fase Metodológica
Fase Empirica
Fase Conceptual
7 Fevereiro 2013
9º Curso de Licenciatura em Enfermagem
Criança
Família
Cliente Pediátrico
Comunicação
Comunicação de más notícias à família

Criança
+
Prestadores de cuidados principais
Paradigma qualitativo
Questões de investigação:

Qual o significado de má noticia para os enfermeiros em pediatria?

Quais as dificuldades sentidas pelos enfermeiros aquando da comunicação de más noticias à família, em pediatria?

Quais as estratégias utilizadas pelos enfermeiros na comunicação de más notícias à família, em pediatria?
Objetivos da investigação:
Clarificar o significado de má notícia, para o enfermeiro em pediatria

Enumerar as principais dificuldades sentidas pelos enfermeiros quando comunicam más notícias à família, em pediatria

Compreender quais as estratégias utilizadas quando comunicam más notícias à família em pediatria

Conhecer de que forma os enfermeiros comunicam as más notícias à família, em pediatria.
Amostra
Instrumento de colheita de dados
Considerações éticas
Enfermeiros de serviços de internamento de pediatria de dois hospitais da grande Lisboa
Entrevista semiestruturada áudio-gravada
Carta explicativa do estudo
Consentimento informado
Grelha de análise de conteúdo das entrevistas
“ Problemas de saúde crónicos, atraso mental e as notícias sobre morte iminente de uma criança(...).”
“(...) uma informação que altera drástica e negativamente (...) a perspetiva dos seus familiares”
Lima (2003, pp. 218)
“ (...) a comunicação da má notícia deve ser preparada (...) recorrer à presença de um equipa multidisciplinar (...)”
Mueller (2002, pp. 6)
“ (...) algumas estratégias (...) oferecer privacidade à família, ter uma atitude positiva (....), ser claro na comunicação (...), dar tempo para que os familiares exponham as suas questões e dúvidas.”
Billson e Tyrrell (2003, pp.287)
Implicações e sugestões
Limitações
Divulgação de informação pouco debatida
Verificar quais as lacunas presentes no conhecimento dos enfermeiros.
Conhecer os sentimentos vivenciados pelos prestadores de cuidados das crianças hospitalizadas, quando lhes é transmitida uma má notícia.
Guião
Formação
Preferências das crianças quando são reveladas más notícias acerca do seu estado de saúde.
Sugestões:
A inexperiência enquanto investigadoras a realizar um estudo deste cariz, nomeadamente no que diz respeito ao tratamento de dados obtidos.
A falta de documentação teórica exigiu grande pesquisa.
Limitação temporal.
A possibilidade de não ter sido dada importância a aspetos que poderiam ter sido relevantes no desenvolvimento deste estudo.
Limitações
Conclusão
Obj. 3 - Conhecer de que forma comunicam as más notícias
Significado de má notícia
... e por sua vez, às questões de investigação.
Deram resposta aos objetivos delineados
Categorias Obtidas
mau prognóstico
existência de doença grave/ crónica
alteração da dinâmica familiar
Dificuldades encontradas na comunicação de más notícias
falta de suporte de outros profissionais
lidar com o impacto a nível de emoções e sentimentos
gestão da situação
Forma de comunicar más notícias
ambiente privado e calmo
recurso a outros profissionais para acompanhamento
linguagem simples e clara
apoio emocional
Estratégias utilizadas para comunicar más notícias
escolha de um espaço reservado
utilização de técnicas de comunicação
preparação da comunicação da notícia por uma equipa multidisciplinar
•Almanza-Muños, M. J. J. e Holland, C.J. (1999). La comunicación de las malas noticias en la relación medico-paciente. III. Guía clínica práctica basada en evidencia. Revista de Sanidad Militar, 53, 3, pp. 220-224.
•Baile, W. F., Buckman, R., Lenzi, R., Glober, G., Beale, E. A. e Kudelka, A. P. (2000) SPIKES – A six-step protocol for delivering bad news: aplication to the patient with cancer. The Oncologist, 5, 4, pp. 302-311.
•Barnett, M.M., Fisher, J.D., Cooke, H., James, P.R. e Dale, J. (2007). Breaking bad news: consultants' experience, previous education and views on educational format and timing. Medical Education, 41, 10, pp. 947-956.
•Basavanthappa, B. T. (2008). Community Health Nursing (2ª Ed.). New Delhi: Jaypee Brothers Medical Publishers.
•Billson, A. e Tyrrell, J. (2003). How to break bad news. Current Paediatrics. 13, 4, pp. 284-287.
•Bogdan, R. e Biklen, S. K. (1994). Investigação Qualitativa em Educação: uma introdução à teoria e aos métodos. Porto: Porto Editora
•Bolander, V. B. (1998). Enfermagem fundamental: abordagem psicofisiológica. Loures: Lusodidacta.
•Botelho, T. R. (2002) A família na obra de Frédéric Le Play. DADOS, 45, 3, pp. 513-544.
•Buckman, R. A. (2005). Braking bad news: the S-P-I-K-E-S strategy. Community Oncology, 2, 2, pp. 138-142.
•Caniço, H., Bairrada, P., Rodríguez, E. e Carvalho, A. (2010). Novos Tipos de Familia. Plano de Cuidados. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra.
•Carrapa, A. S. G. C. N. (2010). Comunicar Más Notícias em Pediatria. Disponível on-line em: http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/50120/2/Comunicar%20Ms%20Notcias%20em%20Pediatria.pdf. Último acesso em: 20/10/12.
•Direção-Geral da Saúde (data desconhecida). Carta dos Direitos e Deveres do Doente. Disponível on-line em: http://www.dgs.pt/default.aspx?cn=55065716AAAAAAAAAAAAAAAA. Último acesso em: 29/11/12.
•Fallowfield, L. e Jenkins, V. (2004) Communicating sad, bad, and difficult news in medicine. Lancet, 363, 9405, pp .312-319
•Ferreira, M. e Costa, M. (2004). Cuidar em parceria: subsidio para a vinculação pais/bebé pré-termo. Millenium – Revista do Instituto Politécnico de Viseu, 30, pp. 51-58.
•Fortin, M.-F. (2009). Fundamentos e Etapas do Processo de investigação. Loures: Lusodidacta.
•Hockenberry, M.J., Wilson, D. e Winkelstein, M.L. (2006). Wong Fundamentos de Enfermagem Pediátrica (7ª Ed.). Loures: Lusociência.
•Lima, A. E. A. (2003). Cómo comunicar malas noticias a nuestros pacientes y no morir en intento. Revista Argentina de Cardiologia, 71, 3, pp.217-220.
•Lino, C. A., Augusto, K. L., de Oliveira, R. A. S., Feitosa, L. B. e Caprara, A. (2011). Uso do Protocolo Spikes no Ensino de Habilidades em Transmissão de Más Notícias. Revista brasileira de educação médica, 35, 1, pp. 52-57.
•Mehta, P. N. (2008) Communication skills - breaking bad news. Indian Pediatrics, 45, 10, pp. 839-841.
•Mueller P. S. (2002). Breaking Bad news to patients - The SPIKES approach can make this difficult task easier. Postgraduate Medicine, 112, 3, pp.1-6.
•Nunes, I. M. L. M. (2008). Participação da familia nos cuidados ao utente internado num serviço de ortopedia: contributos para melhorar a comunicação e a qualidade dos cuidados ao utente. Disponível on-line em: https://repositorioaberto.uab.pt/handle/10400.2/712. Último acesso em: 15/12/12
•Nunes, L., Amaral, M. e Gonçalves, R. (2005). Código Deontológico do Enfermeiro: dos comentários à análise dos casos. Lisboa: Ordem dos Enfermeiros.
•Oliveira, M. C. C. e Cunha, M. I. S. M. (2007). Infância e Desenvolvimento. Cadernos de Estudo, 6, pp. 23-28.
•Ordem dos Enfermeiros (2009). Código Deontologico dos Enfermeiros. Disponível on-line em: http://www.ordemenfermeiros.pt/legislacao/Documents/LegislacaoOE/CodigoDeontologico.pdf. Último acesso em: 15/12/12
•Payán, E. C., Montoya, D. A. e Vargas, J. J. (2009). Barriers and facilitating communication skills for breaking bad news: from the specialists' practice perspective. Colombia Médica, 40, 2, pp. 158-166.
•Pereira, M.A.G. (2008). Comunicação de Más Notícias e Gestão do Luto. Coimbra: Formasau.
•Ptacek, J.T., e Eberhardt, T.L., (1996) Breaking bad news. A review of the literature. The Journal of the American Medical Association. 276, 6, pp. 496-502.
•dos Reis, G. M. R. (2007). Expectativas dos pais durante a hospitalização da criança. Dísponivel on-line em: http://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/7262/2/Microsoft%20Word%20%20Tese%20Expectativas%20dos%20pais%20durante%20a%20hospi.pdf. Último acesso em: 10/12/12
•Streubert, H.J. e Carpenter, D.R. (2002). Investigação qualitativa em enfermagem: avançando o imperativo humanista (2ª Ed.). Loures: Lusociência.
•Trincão, V. (2009). Comunicação intrafamiliar sobre o final de vida e a morte. Disponível on-line em: http://repositorio.ul.pt/bitstream/10451/999/1/20759_ulsd057593_tese.pdf. Último acesso em: 05/09/12
•UNICEF (1990). A Convenção sobre os Direitos da Criança. Disponível on-line em: http://www.unicef.pt/docs/pdf_publicacoes/convencao_direitos_crianca2004.pdf. Último acesso em: 17/12/12
•Vaidya, V. U., Greenberg, L. W., Patel, K. M., Strauss, L. H. e Pollack, M. (1999). Teaching Physicians How to Break Bad NewsA 1-Day Workshop Using Standardized Parents. Archives of Pediatrics & Adolescent Medicine, 153, 4, pp. 419-422.
•World Health Organization (2002). National cancer control programmes : policies and managerial guidelines (2ª Ed.). Itália: WHO.
1)O que significa para si, uma má notícia?

2)Qual ou quais as principais dificuldades sentidas por si quando comunica uma má noticia à família de uma criança?

3)De que modo comunica as más noticias?

4)Que estratégias utiliza quando comunica uma má notícia à família de uma criança?
Guião da entrevista
Prof.ª e Orientadora M.ª João Santos
Enfermeiros e Chefes dos serviços
Pais e Irmãos
Amigos
Docentes da UATLA
Agradecimentos
Compreensão e entendimento entre as partes envolvidas.
Comunicar
Informar
A inexperiencia a realizar um estudo deste cariz.
Obrigada pela Atenção!
" (...)uma má notícia é sempre aquela que afeta negativamente a expectativa de vida da pessoa (...)"
" Toda a informação que envolva uma mudança drástica e negativa na vida da pessoa (...)"
Pereira (2008, pp 78)
Pereira (2008, pp 30)
Obj. 1 - Clarificar o significado de má notícia
Obj. 2 - Enumerar as principais dificuldades sentidas
Obj. 4 - Compreender quais as estratégias utilizadas quando comunicam más notícias
Mehta (2008, pp. 4)
“(…...) dar uma má notícia vai alterar a dinâmica familiar (...)” (E3)
“(...) más notícias englobam por exemplo crianças portadoras de doença crónica (...)” (E2)

“ A má notícia pode ser uma doença crónica, ou algo do genero (...) “ (E5)
“(...…) tem a ver com notícias que englobam normalmente mau prognóstico (...…)” (E2)
Fallowfield e Jenkins (2004, pp. 312)
“ As barreiras (...) incluem a falta de suporte por outros profissionais de saúde, (...), a gestão da situação (...)”
“As barreiras de comunicação (...…) focam-se nas questões emocionais (...…), particularmente aquelas que estão relacionadas com a identificação das próprias emoções (...…)”
Payán et al. (2009, pp. 159)
“(...) as principais dificuldades é a falta de apoio de um elemento (...)” (E1)
“(...) lidar com as próprias emoções, nós próprios às vezes também nos emocionamos (...)” (E1)

“(...) nós somos humanos também e vemo-nos no papel daquelas pessoas (...)” (E8)
“(...) muitas vezes é gerir o silêncio (...) encontrar as palavras certas (...)” (E1)
“(...) é imprescindível utilizar uma linguagem perceptível para a pessoa (...)”

“(...) um ambiente propício para a expressão de sentimentos, (...) mostrando disponibilidade para o acompanhamento (...)”
Baile et al. (2000, pp. 302)
“ (...) presença de uma equipa multidisciplinar (...) em local privado, sossegado e livre de distrações.”
Carrapa (2010, pp. 10)
“(...) tento encontrar um espaço calmo (...)” (E4)
“(...) é dada na presença de mais elementos da equipa multidisciplinar (...) ” (E2)
“(...) utiliza-se uma linguagem clara, simples, de acordo com o conhecimentos dos pais (...)” (E2)
“ (...) o apoio emocional e esclarecer dúvidas (...)” (E10)
“(...)o que fazemos é apoiar, ouvir os pais(...)” (E5)
“(...) previamente a equipa reúne (...) “como é que vamos fazer?” (...) Primeiro tem que haver uma conversa entre os elementos da equipa (...)” (E7)
“A linguagem, a comunicação simples, clara, não usar daqueles “calões” profissionais (...)” (E2)
“As estratégias são o espaço, (...), a pertinência do espaço (...)” (E4)
“Procuramos conseguir comunicar numa zona reservada (...)” (E6)
“(...) tentar utilizar técnicas de comunicação, ser ponderada (...), deixar espaço para a pessoa também fazer questões (...)” (E3)
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