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Recursos didáticos e TICs na Educação

Discussão sobre alguns recursos didáticos no ensino de ciências com o uso das TIC
by

Bruno Leite

on 1 September 2013

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Transcript of Recursos didáticos e TICs na Educação

Ambiente
Pessoal de
Aprendizagem
Ambiente
Virtual de
Aprendizagem
Recursos Didáticos e
TIC's na Educação

Prof. Bruno Leite
É uma ferramenta didática que permite a passagem de diversas formas de linguagem (texto, imagens, sons, etc.), facilitando uma construção do conhecimento por parte do aprendiz, respeitando-se a individualidade cognitiva de cada indivíduo (Bartolomé, 2002).
É uma atividade
Orientada

para a pesquisa
em que alguma, ou toda a informação com que os
alunos interagem
provém de
recursos na Internet
.
(Bernie Dodge, 1995)
Uso de calendários.
Dicionários.
Quizzes.
Jogos.
Podcast
Mensagens instantâneas (SMS).
Vídeos.
Fotografias.
Redes sociais.
O conceito de TIC é utilizado para expressar a convergência entre a informática e as telecomunicações.

Não se deve ser um ingênuo apreciador da tecnologia (Freire, 1996)

As TICs são mais utilizadas como tecnologias da INFORMAÇÃO, muito mais do que como tecnologias da COMUNICAÇÃO (COLL, 2011)
TICs no Cotidiano da Escola
1. As Tecnologias da Informação na Perspectiva do Educador

2. Integração das Tecnologias na Escola

3. Capacitação de professores para uso das tecnologias
As Tecnologias usadas em sala de aula
Retroprojetor

Aparelho de som

TV, vídeo, DVD

câmera fotográfica e filmadora

Computador
Considerações Iniciais
Hipermídias
WebQuest
TIC's
A construção do conhecimento acontece de diversas formas de linguagens simultâneas, mais aberta, integrada e multisensorial, o que torna sem dúvida, muito mais atraente e complexa.
Podcasts
Mobile Learning
www.ensinotec.com
Tablets
Software Educativos
QR Code
M-Learning
PowerPoint
SlideShare
Prezi
Capzles
DataShow
Vamos pensar?!?!
Minha aula está interessante?
Meus alunos estão aprendendo?
Minha aula poderia ser melhor?
Os alunos estão aprendendo coisas importantes?
Professor...
Nem tudo que é tecnologicamente viável e pertinente em termos educacionais é realizável em todos os contextos educacionais
Adição
Realidade
Estratégias
http://ensinotec.com
Obrigado!!!
Prof. Bruno Leite
Web 2.0
Um Podcast assemelha-se a uma assinatura de uma revista em forma de áudio e/ou vídeo (mp3, mp4, 3gp e etc.) que podemos receber através da Internet
Vídeos
Pré-produção; Produção e Pós-produção
PLE
AVA
PHPWebquest
www.webquestbrasil.org/criador
Introdução; Tarefa/desafio; Processo;
Recursos; Avaliação; Conclusão; Créditos.
Um blog pode ser uma estratégia para:
Promover pensamento crítico, criativo e analítico;
Valoriza a produção dos alunos;
Amplia a aprendizagem, relacionando os temas abordados em sala com o contexto do estudante.
Ultrapassa os muros da escola, estabelecendo contato entre o conteúdo produzido e o público externo.
O professor é o mediador, levando o aluno a alcançar a autonomia necessária para aquisição de aprendizagens significativas;
Permitem o exercício do diálogo, da autoria e co-autoria;
Compartilhar conhecimentos;
Escrever sobre algo, implica em reflexão e crítica;
Desenvolver a habilidade de gerir informação;
Desenvolver a habilidade de transformar informação em conhecimento;
Desenvolver o espírito de colaboração (aprender a conviver);
Aprender a aprender.


Características jornalísticas;
Planejamento com alunos e professores;
Tarefas distribuídas;
Alunos no processo de redação;
Comunicação da escola com a comunidade;
Comunidade escolar na construção, “postando” entrevistas, depoimentos e opiniões.
BLOG DE EVENTOS PEDAGÓGICOS
Redes Sociais
bruno.leite@uast.ufrpe.br
Google Tools
Dispõe de diversos Recursos online.
Esta barra é quase tudo que utilzamos no computador.
WEB's ???
Web 1.0 || Web 2.0
Prosumidor
Aplicações WebTop
Consumidor
Dificuldades em programar
Menor Número de ferramentas
Web 3.0
Se você fosse uma tecnologia, que tecnologia seria?
Por que?

Kenski (2003) apresenta três conceitos de Tecnologia:

Conjunto de conhecimentos e princípios científicos que se aplicam ao planejamento, à construção e à utilização de um equipamento em um determinado tipo de atividade (KENSKI, 2003, p. 18).

Conjunto de ferramentas e as técnicas que correspondem aos usos que lhes destinamos em cada época (KENSKI, 2003, p. 19).

Estudo dos processos técnicos de um determinado ramo de produção industrial ou de mais ramos (KENSKI, 2003, p. 19).

As tecnologias chegaram na Escola e agora?
Imigrantes ou Nativos Digitais
Visitantes ou Residentes?
Mudança de Ambiente?
O vídeo pode ser utilizado para introduzir, motivar, ilustrar ou concluir um trabalho de ensino-aprendizagem.

A exibição de vídeos e filmes não pode ser encarada como uma atividade de lazer ou em substituição a uma aula teórica para suprir a ausência de professor.


Videolição: o vídeo é utilizado como uma ferramenta de aula expositiva, na qual, a tecnologia “substitui” o professor.
Videoapoio: o sentido reside na utilização de imagens veiculadas pelo vídeo para reforçar o discurso do professor ou dos alunos. (Moran denomina vídeo como ilustração).
Videoprocesso: também denominado vídeo como produção por Moran. Ambos os conceitos propõem que o aluno se sinta responsável pelo processo de produção, fazendo com que o vídeo se converta em um incentivo à criatividade.
Registros de depoimentos, pesquisas de opinião pública, entrevistas, vivências, manifestações artísticas do grupo de alunos, situações de campo, experimentos e/ou demais objetos de estudo passíveis de serem captados pela câmara de vídeo
Propostas de utilização do vídeo (Férres, 1996):
Programa motivador: proporciona a motivação inicial sobre um tema ou assunto com fins objetivados. (Moran chama de vídeo como sensibilização).

Programa monoconceitual: a utilização do vídeo gira em torno de um tema específico, ou seja, uma forma intermediária entre o programa motivador e o videoapoio. (Moran denomina de vídeo como conteúdo de ensino).

Tratam-se de programas breves, muito curtos, de dois a cinco minutos de duração, e que trabalham um único conceito de modo bastante claro e elucidativo.
Propostas de utilização do vídeo (Moran, 2010):
Propostas de utilização do vídeo (Moran, 2010):
Propostas de utilização de vídeo (Moran, 2010)
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