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Os padrões e a zona de conforto

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by

Rodrigo Morais

on 1 December 2014

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Transcript of Os padrões e a zona de conforto

Os padrões e
a zona de conforto

A importância
da criatividade
Funcionamento
do cérebro

O que é
padrão?

Utilizando padrões
Prof. Rodrigo Morais
Entre outras características, a razão turbinou nossa capacidade de improvisação e transformou-a no que comumente chamamos de criatividade, o que aumentou exponencialmente a nossa capacidade de adaptação. Na prática, não foi por causa da inteligência que o homem evoluiu e sim pela criatividade fomentada por essa inteligência.
Criatividade não é fruto de aprendizado e sim de permissão. As ideias estão todas em nossa cabeça. Mas o bloqueio criativo impetrado por todo nosso sistema genético-psicológico-social nos impede de pensar livremente, sem a influência de padrões.
O cérebro é uma máquina biológica e, como tal, funciona por meio de rotinas muito precisas e lógicas. Nada do que acontece em nosso cérebro - nossas atitudes, pensamentos, sentimentos, falas - é minimamente aleatório.
O cérebro é absolutamente obsessivo na questão "economia". Ele não admite nenhum tipo de desperdício e detesta ter de consumir mais energia do que aquela que ele utiliza para manter todas as funções corporais em pleno funcionamento.
A questão da economia de energia corporal interfere também em nosso dia-a-dia como seres pensantes que somos. Bem, nem tão pensantes. Raciocinar, refletir, pensar profundamente em algum assunto, por incrível que pareça, é a coisa que menos fazemos em nossa vida. Exige um dispêndio de energia que não é compatível com nossa matriz energética.
Passamos a maior parte do nosso tempo no automático, fazendo as coisas sem pensar.

"Sem pensar", significa sem refletir, sem raciocinar, sem criar novos pensamentos, sem lutar contra o nosso piloto automático, sem mudar nossas rotinas, sem quebrar nossos padrões, sem confrontar nossas crenças, sem oferecer foco absoluto em apenas um evento.
O cérebro somos nós.
Ou nós somos o cérebro.
Assim, o cérebro desenvolveu a capacidade de aprender, ou seja, captar informações, decodificá-las, armazená-las de forma organizada e servir-se delas quando necessário, aumentando suas possibilidades de adaptação. Aprender significa criar padrões de forma automática e inconsciente, visando economizar energia mental e fornecer espaço para o cérebro se ocupar de outras questões.
Os padrões são gravados em nosso cérebro para que a informações não se percam.
O que está dentro do padrão é "certo" e o que está fora, é "errado". Simples assim. Desta forma ele tenta preservar seus padrões e evitar alterações importantes de crenças. Sem isso, a vida dos animais seria impossível, porque não teriam capacidade de criar repertório, compreender o mundo à sua volta (mesmo que de forma limitada) e, portanto, seriam incapazes de interagir.
O controle utiliza os dois mais poderosos instrumento de persuasão que existem na natureza: dor e prazer. A dor nos informa de que estamos "errados" e o prazer, de que estamos "certos". Somos binários e passamos a vida nos equilibrando entre dois polos.
O sistema de proteção do castelo de legos é poderoso, mas não pode ser inexpugnável. É preciso ter a capacidade de se adaptar às novas circunstâncias com as quais a vida sempre nos desafia. Por isso todos os animais possuem a capacidade de improvisar.
Realidade é um padrão criado pela homem. Nosso cérebro não reconhece a diferença entre realidade e fantasia. Não temos nenhum sentido que detecte o que é real e o que é imaginário. O que verdadeiro e o que é falso.
Se estou vendo uma coisa, ela está lá. Não importa se estiver mesmo ou não, porque o cérebro jamais saberá a diferença. É a razão que avalia a situação e coloca (ou pelo menos tenta) colocar tudo em seu lugar. É a razão que tem o poder de negar e enfrentar nossos sentidos.
Bem ou mal, o homem não cumpre muitas regras impostas pela natureza. Muitas imposições da vida moderna fazem com que quase ninguém se sinta "feliz". Todo os outros animais reagem conforme seu instinto. Eles não racionalizam, não tentam e nem sabem como interferir nos processos naturais. Eles simplesmente vivem, simplesmente são.
Graças ao padrão nós temos a capacidade de aprender, organizar o que foi aprendido, guardar e, quando necessário, lançar mão deste conhecimento em nosso favor.
Podemos dizer que existem vários tipos e tamanhos de padrão. Desde a perna que usamos primeiro ao vestir uma calça, passando pelo jeito que encaramos nosso problemas, até a maneira como vemos o mundo. Tudo é padrão.
De aorcdo com uma pqsieusa de uma uinrvesriddae ignlsea, não ipomtra em qaul odrem as lrteas de uma plravaa etãso, a úncia csioa iprotmatne é que a piremria e a útmlia lrteas etejasm no lgaur crteo. O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea.
O medo irracional de se pronunciar grandes palavras é chamado hipopotomonstrosesquipedaliofobia.
Os padrões também estão presentes em nossas crenças, ou seja, nas coisas em que acreditamos. Não importa se são reais ou não aos olhos dos outros. Acreditamos e pronto. As coisas que achamos que são certas e erradas, bonitas e feias, modernas ou cafonas. Não estamos em geral abertos a discutir estes temas e costumamos não gostar de quem discorda de nós. As crenças alheias, quando não estão em conformidade com as nossas, batem em nosso cérebro como ameaças a nossa integridade.
Funcionamento
do padrão

O que o padrão nos oferece?
- Passaporte para a zona de conforto
- Segurança
- Equilíbrio
- Sensação de estar fazendo "a coisa certa"
- Sensação de aceitação social
Tipos de padrão
- Padrões variáveis
- Padrões inefáveis
- Padrões sistêmicos
Subdivisões dos padrões
variáveis e inefáveis
- Padrão posti-it
- Padrão esparadrapo
- Padrão superbonder
Criando padrões
- Imitação
- Aprendizado passivo
- Aprendizado ativo
Ver pdf.
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