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Estrutura funcional e Estrutura divisional

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Marisa Batalha

on 11 December 2013

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Transcript of Estrutura funcional e Estrutura divisional

Para explicar a dinâmica da estrutura funcional vamos explicitar as diferentes fases da sua constituição:
Estrutura em sol: A organização está centrada em torno do patrão rodeado de colaboradores.
Evolução da estrutura em sol: Quando a organização cresce existe a necessidade de eleger os principais colaboradores que serão responsáveis pela sua própria organização e pela comunicação entre a equipa e o patrão.
Estrutura funcional Simples: Há uma especialização da organização. Aqui aparecem as definições de funções, cada responsável começa a organizar o seu departamento.
Estrutura funcional evoluída: Um crescimento da organização e o crescimento do volume de atividade levam ao aumento de níveis hierárquicos no seio de cada departamento.
Estrutura funcional
Para melhor compreendermos como opera a estrutura funcional ao nível das empresas, decidimos procurar um exemplo real, neste caso das Água de Portugal, e assim ter uma visão mais abrangente do conceito.
Estrutura divisional
Estrutura divisional é a forma de organização assente na divisão das tarefas com base na diversidade de produtos, serviços, mercados ou processos da empresa. Cada divisão tem os seus próprios especialistas funcionais, que geralmente estão organizados em departamentos. As divisões são a separação da estrutura funcional para divisões autónomas, cada uma delas com os seus próprios produtos, serviços ou mercados, são relativamente independentes.
Estrutura funcional e Estrutura divisional
A estrutura organizacional consiste na atribuição das diferentes tarefas e das condições para as executar aos indivíduos e grupos de uma organização, e no modo de assegurar a sua interacção e a sua coordenação, ou seja, é a forma como as pessoas se articulam para desenvolver as suas actividades.
Estrutura organizacional
A estrutura organizacional pode ser dividida em:
• Macroestrutura, está relacionada com a totalidade das divisões ou da organização;
• Microestrutura, está relacionada com a organização das actividades e das relações hierárquicas dentro de um determinado departamento da organização.
As organizações têm à sua disposição um conjunto de estruturas, podendo optar pela que se adequa mais à sua realidade. As estruturas que fazem parte da estrutura organizacional são:
Estrutura funcional;
Estrutura divisional;
Estrutura matricial;
Estruturas emergentes.

A estrutura funcional baseia-se na especialização e departamentalização da empresa, isto é, agrupa em departamentos, funcionários que realizam actividades dentro da mesma área técnica ou profissional. Privilegia essencialmente a eficácia e as economias de escala que podem resultar da concentração das competências e dos meios.
Substitui a estrutura simples, levando assim à criação de departamentos chefiados por indivíduos especializados na sua função, numa repartição horizontal de unidades operacionais, especializadas e homogéneas.

Algumas das vantagens da estrutura funcional são:
-Aproveitamento eficiente das capacidades técnicas e de gestão de pessoal qualificado;
-Melhor comunicação entre empregados, visto serem da mesma área;
- A facilidade de intercomunicação entre empregados e diretores de departamento;
-Melhor compreensão de objetivos laborais;
-Melhor compreensão de responsabilidades;
-Melhor qualidade produção devido à especialização e controlo de qualidade;

Algumas das desvantagens são:
-Descoordenação pela parte dos empregados nas ordens recebidas pelos diversos chefes, perca de responsabilidades e obrigações;
-A comunicação é mais lenta e menos fiável;
- Conflitos sobre a prioridade dos diversos departamentos;
- Diluição e perca de autoridade de comando por existir divisão entre os vários departamentos e as respetivas chefias;


Sol falta por o grafico mas nao consegui por imagens... ve se consegues
Os mecanismo e os parâmetros de concepção anteriormente vistos determinam a configuração estrutural básica ideal da estrutura divisional:
• As unidades baseadas no mercado no topo da linha hierárquica;
• A descentralização vertical global para as unidades;
• E o apoio na estandardização dos outputs destas unidades através da utilização dos sistemas de controlo dos desempenhos para efectuar o controlo das divisões pela sede.

A estrutura das divisões:
1. Cada divisão deve ser tratada como um sistema integrado que comporta um conjunto coerente de objectivos, ou seja, embora as divisões possam ter ligações fracas entre si, assume-se que estão fortemente ligadas no seu interior.
2. Estes objectivos devem ser operacionais, quer dizer, devem poder prestar-se a medidas quantitativas de controlo dos desempenhos.

De modo a atingir os seus objectivos mais eficiente e eficazmente, a estrutura divisional agrupa na mesma unidade pessoas que realizem actividades comuns:
• Estrutura Divisional Geográfica ;
• Estrutura Divisional por Projectos;
• Estrutura Divisional por Processo;
• Estrutura Divisional por Produto ou Serviço ;
• Estrutura Divisional por Grupos de Clientes.

Descrição da estrutura divisionalizada
apoia-se na base de mercados para agrupar as suas unidades situadas no topo da linha hierárquica;
Cada divisão é criada de acordo com os mercados que serve e comporta todas as funções operacionais necessárias para servir esses mesmos mercados;
A dispersão das funções operacionais minimiza a interdependência entre as divisões, se bem que cada uma delas possa funcionar como uma entidades quase autónoma, libertando cada divisão da necessidade de coordenar a sua actividade com as outras;
Esta forma de estrutura conduz naturalmente a uma descentralização importante: a sede delega a cada divisão os poderes necessários para a tomada de decisão que dizem respeito às suas próprias operações, ainda que é muito limitada.
A sede concede às divisões plena autonomia para que tomem as suas próprias decisões, no entanto, nunca deixa de controlar os resultados obtidos por estas.
As vantagens que habitualmente são apontadas à estrutura divisionária são as seguintes:
• Descentralização lógica e operacional da responsabilidade e autoridade em empresas diversificadas;
• Responsabilidade pela definição e implementação das estratégias de negócios mais próxima do seu ambiente próprio;
• Liberta a gestão de topo para as tarefas relativas à estratégia global da organização;
• Enfatiza o controlo do desempenho de cada divisão.

São também apontadas algumas desvantagens:
• Podem surgir problemas nomeadamente de controlo, com o aumento da autoridade dos gestores das divisões ou com o crescimento das divisões ou do seu número;
• Pode potenciar o aparecimento de políticas inconsistentes entre as divisões;
• Pode contribuir para um aumento dos custos da organização, nomeadamente pela eventual duplicação de especialistas funcionais, ao nível da dimensão e da empresa global;
• Eventualidade de sobrevalorização dos resultados no curto prazo, em virtude da pressão posta nos gestores das divisões e no seu desempenho.
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